

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
A administração de documentos em fase corrente gerados pelos órgãos do governo do DF é de responsabilidade do Arquivo Público, para onde tais documentos devem ser transferidos assim que são protocolados.
O recolhimento é a passagem dos documentos dos arquivos correntes para os arquivos intermediários e tem como objetivo racionalizar os trabalhos de arquivamento e de localização dos documentos, liberando espaços e economizando recursos materiais.
Os documentos podem passar diretamente dos arquivos correntes para o arquivo permanente, sem necessidade de armazenamento no arquivo intermediário.
Denomina-se transferência a passagem dos documentos dos arquivos correntes para os intermediários. A frequência de uso é um dos elementos considerados para a definição dessa passagem.
A tabela de temporalidade é um instrumento de destinação que determina prazos para transferência, recolhimento e eliminação de documentos.
A passagem de documentos para o arquivo permanente ocorre mediante
transferência.
recolhimento.
encaminhamento.
influxo.
remoção.
Há dois tipos básicos de transferência de documentos. Uma delas é a remoção de documentos em intervalos determinados, transferência
permanente.
determinada.
planejada.
coordenada.
periódica.
Para a transferência de documentos ao arquivo intermediário, o prazo de guarda e a destinação final definidos na tabela de temporalidade são prescindíveis.
É correto que a organização de documentos transferidos a arquivos intermediários seja modificada sem o consentimento de quem os acumulou.
A atividade de distribuição consiste na passagem de documentos do arquivo corrente para o arquivo intermediário.
Os documentos pouco usados na mencionada unidade poderiam ser transferidos para o arquivo permanente, onde aguardariam o término de seus prazos de guarda.
Os documentos correntes são transferidos aos arquivos permanentes para aguardarem a extinção dos seus valores de prova.
Definido o fim da permanência do documento no arquivo corrente, ele deve ser transferido ao arquivo permanente.
No âmbito da cadeia informacional arquivística referente às três idades (corrente, intermediária e permanente) dos arquivos, o ciclo da informação arquivística no contexto organizacional de produção envolve o recolhimento dos registros documentais de valor permanente e o uso pelo cidadão, pelo pesquisador científico e, eventualmente, pelo administrador público.
Na terminologia arquivística, a passagem dos documentos dos arquivos correntes para os intermediários é denominada
eliminação.
transferência.
proveniência.
legado.
Os documentos pertencentes ao arquivo intermediário devem ser recolhidos ao arquivo permanente no momento em que desaparecer o valor secundário desses documentos.
A diminuição do valor primário, a redução da possibilidade de uso ou o encerramento da atividade que gerou o documento de arquivo são indicadores da necessidade de transferência desse registro documental ao arquivo intermediário.
A transferência de documentos para arquivamento intermediário, o recolhimento para guarda permanente e o uso racional dos recursos tecnológicos são atividades do programa de gestão de documentos.
O recolhimento de documentos ao arquivo de custódia exige que os documentos não sejam de uso corrente, que tenham valor secundário e que não tenham restrições ao acesso.