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De acordo com o previsto na NORMAM-30/DPC, assinale a opção que consiste no curso destinado para tripular ou conduzir pequenas embarcações, de até oito metros de comprimento, incluindo lanchas do tipo LAEP-7 com motor de centro e empregadas na navegação interior a serviço de Órgãos Públicos (Extra-MB).
Especial Avançado para a Condução de Embarcações de Estado no Serviço Público na Navegação Costeira (EANC).
Especial para Condução de Embarcações de Estado no Serviço Público (ECSP).
Especial para Tripulação de Embarcações de Estado no Serviço Público (ETSP).
Especial para Tripulação Amadora de Embarcações no Serviço Público (ETAP).
Especial Avançado para a Condução de Embarcações de Estado no Serviço Público na Navegação Interior (EASP).
Com relação à inscrição e ao registro de embarcações, assinale a opção que NÃO apresenta o previsto na NORMAM-02/DPC.
As embarcações com arqueação bruta (AB) maior que 100, além de inscritas nas Capitania (CP}, Delegacia (DL) ou Agência (AG), devem ser registradas no Tribunal Marítimo (TM).
As plataformas fixas são consideradas embarcações, estando também sujeitas à inscrição e/ou registro.
As embarcações miúdas com propulsão a motor estão sujeitas à inscrição simplificada.
Estão dispensadas de inscrição as embarcações miúdas sem propulsão e os dispositivos flutuantes destinados a serem rebocados, do tipo "banana boat", com até 10 (dez) metros de comprimento.
A Provisão de Registro de Propriedade Marítima (PRPM) é o documento que comprova a inscrição/registro de uma embarcação com arqueação bruta maior que 100.
De acordo com o previsto na NORMAM-26/DHN, assinale a opção que apresenta a Organização Militar e o representante da Autoridade Marítima, responsáveis pelas Visitas Técnicas, por licenciar a implantação e por autorizar a operação de um Serviço de Tráfego de Embarcações (VTS) no Brasil.
Capitania dos Portos e Diretor do Centro de Auxílios à Navegação Almirante Moraes Rego.
Centro de Auxílios à Navegação Almirante Moraes Rego e Diretor do Centro de Hidrografia da Marinha.
Centro de Hidrografia da Marinha e Diretor de Hidrografia e Navegação.
Centro de Auxilias à Navegação Almirante Moraes Rego e Diretor de Hidrografia e Navegação.
Diretoria de Hidrografia e Navegação e Diretor de Portos e Costas.
De acordo com a NORMAM-17/DHN, com relação à direção convencional do balizamento, assinale a opção correta.
Nos lagos não associados a rios, a direção convencional do balizamento será a do sentido Sul/ Norte verdadeiro.
Nos rios não associados a uma baia, enseada ou estuário marítimos, a direção convencional do balizamento será sempre da foz para a nascente.
Nos lagos não associados a rios, a direção convencional do balizamento será a do sentido da foz para a nascente.
Nos rios não associados a uma baia, enseada ou estuário marítimos, a direção convencional do balizamento será sempre no sentido nascente para a foz.
Nos lagos não associados a rios, a direção convencional do balizamento será a do sentido sudeste/nordeste.
Analise as afirmativas abaixo relacionadas à NORMAM 07/DPC.
I- Vistoriador Naval Nível 2: Oficiais prestando Serviço Militar voluntário temporário como Oficial de 2 ª Classe da Reserva da Marinha (RM2) aprovados em Processo Seletivo.
II- Vistoriador Naval Nível 1: Oficiais da Marinha do Brasil ou civis contratados e aprovados em curso para formação de vistoriadores navais.
III- A Gerência de Vistorias, Inspeções e Perícias Técnicas (GEVI) faz parte da estrutura organizacional da Diretoria de Portos e Costas, sendo composta por Vistoriadores Navais e Inspetores Navais Nível 2.
IV- Inspetor Naval Nível 3: Oficiais e Praças componentes das tripulações dos Navios da Marinha do Brasil.
Assinale a opção correta.
Apenas as afirmativas I, II e III são verdadeiras.
Apenas as afirmativas I e III são verdadeiras.
Apenas as afirmativas II e IV são verdadeiras.
Apenas a afirmativa IV é verdadeira.
Apenas a afirmativa II é verdadeira.
Uma das dificuldades da estivagem é a necessidade de tratar cargas que tenham diferentes volumes, formatos ou pesos, o que demanda maior tempo e custos.
Uma ação para contornar essa dificuldade é o agrupamento das cargas em elementos como pallets, contêineres ou pré-linguados. Essa operação é conhecida como
separação.
seleção.
fracionamento.
encapsulamento.
unitização.
Na pintura do casco de um navio, o termo primer se refere a
uma tinta de fundo
uma tinta de acabamento.
um solvente.
um pigmento.
um aditivo.
A maior causa de morte em sobrevivência no mar é a diminuição da temperatura do corpo, causada pela exposição do náufrago a ambientes frios, como por exemplo quando está em imersão em água fria.
Dentre os equipamentos relacionados a seguir, o que é mais efetivo para evitar esse tipo de morte é
o colete salva-vidas.
a roupa de imersão.
a boia flutuante.
o pé-de-pato.
o sinalizador pirotécnico.
Embora embarcações de sobrevivência existam a bordo, poderão ocorrer situações excepcionais que tornem inacessíveis essas embarcações e, assim, o náufrago poderá ter que passar algum tempo dentro d’água aguardando resgate. Nesse caso, um quadro hipotérmico pode ocorrer.
Sobre essa condição, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.
( ) Para evitar a hipotermia, a pessoa deve preferencialmente exercitar-se ou agitar-se vigorosamente na tentativa de manter-se aquecida.
( ) Percebendo o quadro hipotérmico, se estiver vestindo o colete salva-vidas, o náufrago deve adotar a posição HELP.
( ) Para minimizar a possibilidade de um quadro hipotérmico, o náufrago, ao invés de vestir roupas grossas e apertadas, deve usar roupas folgadas.
As afirmativas são, respectivamente,
V – V – V.
V – F – V.
F – V – V.
F – F – V.
F – F – F.
Sobre a sobrevivência em meio aquaviário, analise as afirmativas a seguir.
I. O náufrago pode misturar água do mar com água potável para aumentar a quantidade de água para consumo.
II. Os náufragos devem evitar a ingestão de alimentos ricos em proteínas, como peixes e aves, caso não haja água potável suficiente para consumo.
III. Em clima quente, durante o dia, o náufrago deve umedecer as roupas com água do mar, retirando o excesso em seguida. Ao anoitecer, é importante que o náufrago esteja seco.
Está correto o que se afirma em
II, apenas.
I e II, apenas.
I e III, apenas.
II e III, apenas.
I, II e III.
As figuras a seguir apresentam dois nós muito empregados nas atividades marinheiras.

(1)

(2)
Os nós (1) e (2) são conhecidos, respectivamente, como nós
direito e de escota singelo.
direito e de escota dobrado.
direito e de correr.
torto e de escota singelo.
torto e de correr.
A forma mais adequada de se combater um incêndio ocorrido por combustão da madeira do casco de um navio é
por isolamento, utilizando um extintor de gás carbônico.
por isolamento, utilizando um extintor de água pressurizada.
por resfriamento, utilizando um extintor de água pressurizada.
por resfriamento, utilizando um extintor de gás carbônico.
por abafamento, utilizando um extintor de gás carbônico.
A figura a seguir ilustra uma embarcação navegando em um lago.

Na condição indicada, a embarcação está
derrabada com compasso de 1,10 m.
derrabada com compasso de 3,05 m.
derrabada com compasso de 3,60 m.
embicada com compasso de -1,10 m.
embicada com compasso de 3,60 m.
Na figura a seguir, apresenta-se um tipo de costura bastante empregado na emenda de cabos em embarcações.

Esse tipo de costura é denominado costura
singela.
de mão.
redonda.
dobrada.
de laborar.
O serviço da seção de convés de uma embarcação opera com três quartos de navegação.
Desta forma, se a embarcação irá navegar 24 horas por dia, cada quarto de navegação irá trabalhar, diariamente, um total de
3 horas.
4 horas.
6 horas.
8 horas.
12 horas.
Técnicas de tamponamento e escoramento podem ser usadas no controle de avarias em embarcações.
Sobre essas técnicas, analise as afirmativas a seguir.
I. No escoramento de conveses avariados, empregam-se escoras de madeira dura, podendo conter alguns nós.
II. A carga, no apoio das escoras, deve ser distribuída em vários pontos para diminuir a concentração de forças.
III. Para executar o tamponamento de um furo, utilizam-se bujões de vários formatos e cunhas.
Está correto o que se afirma em
II, apenas.
I e II, apenas.
I e III, apenas.
II e III, apenas.
I, II e III.
Em eletricidade, a unidade utilizada para medir a tensão é denominada
ampère.
ohm.
volt.
watt.
farad.
De acordo com o previsto na NORMAM-15/DPC, assinale a opção que apresenta um motivo para a suspensão de credenciamento de escolas de mergulho profissional.
Descumprimento dos prazos de exigências.
Reincidência de exigências impeditivas.
A pedido da escola.
Término de prazo de suspensão.
Perda de validade do certificado de segurança de sistema de mergulho.
De acordo com a NORMAM-03/DPC, com relação aos requisitos para proteção e combate a incêndio, assinale a opção correta.
O diâmetro das mangueiras de incêndio das embarcações propulsadas com comprimento total maior ou igual a 24m não deve ser inferior a 38mm (1,5 pol.).
Para os sistemas de combustível da propulsão das embarcações com comprimento igual ou maior que 24 metros, não poderão ser utilizados combustíveis com ponto de fulgor inferior a 55º C.
Capacidade extintora é a medida do poder de resfriamento de um extintor Classe A, na unidade de graus Celsius por segundos.
Extintores que apresentem um peso bruto de 15kg ou menos, quando carregados, são considerados portáteis.
Os cilindros de sistemas fixos de combate a incêndio deverão sofrer testes hidrostáticos a cada 04 (quatro) anos.
Conforme preconizado na NORMAM-11/DPC, os projetos para descomissionamento de plataformas, sistemas submarinos ou sistemas desassociados sob, sobre ou às margens das Aguas Jurisdicionais Brasileiras (AJB) seguirão o seguinte trâmite:
a capitania, delegacia ou agência encaminhará o processo, com Parecer Técnico, ao Diretor de Portos e Costas ao qual está subordinada. O Diretor de Portos e Costas deverá consultar o Centro de Hidrografia da Marinha.
a capitania, delegacia ou agência encaminhará o processo com Parecer Técnico ao Distrito Naval ao qual está subordinada. O Distrito Naval deverá consultar, simultaneamente, o Centro de Hidrografia da Marinha e o Centro de Auxílios à Navegação Almirante Moraes Rego.
a capitania, delegacia ou agência encaminhará o processo, com Parecer Técnico ao Distrito Naval ao qual está subordinada, consultando simultaneamente, o Comando-em-Chefe da Esquadra, a Diretoria de Sistemas de Armas da Marinha, o Comando da Força de Submarinos e o Centro de Hidrografia da Marinha.
a capitania, delegacia ou agência encaminhará o processo, com Parecer Técnico, ao Distrito Naval ao qual está subordinada. O Distrito Naval deverá consultar, simultaneamente, o Comando-em-Chefe da Esquadra, a Diretoria de Sistemas de Armas da Marinha, o Comando da Força de Submarinos, o Centro de Hidrografia da Marinha e o Centro de Auxílios à Navegação Almirante Moraes Rego.
a capitania, delegacia ou agência encaminhará o processo, com Parecer Técnico, ao Distrito Naval ao qual está subordinada. O Distrito Naval deverá encaminhar o processo ao Comando-em-Chefe da Esquadra, à Diretoria de Sistemas de Armas da Marinha e ao Centro de Hidrografia da Marinha, via Centro de Auxílios à Navegação Almirante Moraes Rego.