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Durante a primeira metade do século XX, os educadores musicais valorizaram a participação ativa das crianças nas aulas de música, ao mesmo tempo que a linguagem musical passava por intensas transformações que geraram impactos apenas mais tarde em sala de aula. Para Vertamatti (2008), enquanto as propostas da linguagem não alcançavam a prática escolar, os educadores utilizavam em sala de aula, predominantemente, a
música eletroacústica ou exploração sonora.
música tonal ou exploração sonora.
música atonal ou étnica.
música contemporânea ou atonal.
música tonal ou étnica.
No texto Rasas Razões (In: Barbosa, 2007), Regina Machado discorre sobre a formação dos professores de arte. Segundo a autora, para aprender é preciso desapegar-se do conhecido, ou seja,
jogar fora o que se sabe, para aproveitar o conhecimento atualizado e se apropriar dele.
saber escolher, dentro da experiência que se tem, o que pode ser aproveitável para a invenção do presente.
dominar um conjunto de conhecimentos que não faz parte da formação específica do professor de arte.
perceber e selecionar o que é correto para permanecer como pré-requisito na bagagem cultural.
ter disponibilidade interna para usar os meios digitais, deixando de utilizar os meios tradicionais em sala de aula.
Segundo Patrice Pavis (2008), a análise de um espetáculo teatral pode, entre outros fatores, ser desencadeada tanto pela fotografia quanto pelo registro audiovisual. O estudo da documentação fotográfica, entre outros aspectos, possibilita
o espelho fiel de um espetáculo que já passou, mantendo sua atmosfera.
a percepção mais real do espetáculo, pois registra aquilo que é da categoria do efêmero.
a precisão trazida para um detalhe ou um momento fugaz quase imperceptível a olho nu.
a visão do ponto de vista do espectador em relação ao palco, pois o fotógrafo fica posicionado na plateia.
o contato com as fotos de divulgação, único material iconográfico disponível para análise em convites, programas e anúncios.
Descrever um espetáculo obriga a pensar em fenômenos visuais e acústicos em conjunto. Nesse sentido, para Patrice Pavis (2008), é “música”
tudo que é audível no palco e na plateia; os sons, os ruídos, o meio ambiente, os textos etc.
tudo que é gravado como trilha sonora.
somente composições cantadas durante o espetáculo.
somente a palavra dos personagens em cena.
somente os efeitos sonoros que têm como único objetivo tornar uma situação reconhecível.
O piano, a voz e os instrumentos da família das cordas, dos sopros e da percussão constituem a matéria-prima sonora utilizada por Cláudio Santoro.
O trabalho de educação musical proposto por Murray Schafer envolve, entre outras práticas:
composição estética, criatividade, notação musical.
leitura de partituras, construção de instrumentos e criatividade.
disciplina, concentração e capacidade de dialogar.
improvisação, composição e escuta.
notação musical, conversa e escuta.
O ambiente gráfico KDE, o compilador GCC, o servidor web Apache e o navegador web Firefox são exemplos de software livres.
Boa parte das canções brasileiras possui um caráter harmônico muito próximo da forma portuguesa de compor, o que pode ser notado, principalmente,
nas cantorias dos repentistas e melodias melancólicas da MPB.
nas cantigas infantis e canções com temática amorosa.
na música religiosa das igrejas e nas canções com temática urbana.
nas cantigas de ninar e nos hinos pátrios.
na música evangélica e nas cantorias dos repentistas.
Em 2010, as TVs Educativas do Brasil exibiram o documentário Carta Sonora, no qual a cidade de São Paulo foi observada a partir de sua sonoridade. Segundo os diretores Suzana Reck Miranda, Mario Cassettari e Cacá Machado, a concepção do documentário foi inspirada nas idéias de Murray Schafer sobre
Musicalização.
Formatividade Sonora.
Ecologia Acústica.
Improvisação Vocal.
Paisagem Sonora.
Cláudio Santoro compôs letras de músicas que retratam a realidade das comunidades indígenas que vivem nas áreas alagadas da Amazônia. A preocupação do compositor com o povo amazonense tornou sua obra acessível ao público em geral e a grupos musicais de raízes popular e folclórica.
Durante a primeira metade do século 20, surgiram vários métodos de educação musical que valorizavam a participação ativa dos alunos nas aulas de música e utilizavam, predominantemente, a música tonal e a música étnica para desenvolver suas proposta. Porém, nessa mesma época, a linguagem musical passava por transformações em vários aspectos, dentre eles:
A harmonia tonal, a polirritmia e os elementos tonais justapostos e recombinados de diferentes maneiras.
Um pensamento musical marcado pela polifonia e o ruído como elemento composicional.
Os elementos musicais som e ruído e o colorido de múltiplos timbres de instrumentos rítmicos percursivos.
A eletrificação dos instrumentos, como a da guitarra elétrica, a fabricação de timbres em sintetizadores e a primazia do meio sonoro acústico da música eletrônica.
A ampliação dos meios sonoros disponíveis, o silêncio como elemento composicional e novas maneiras de grafar o som.
Goldfeld (2008) afirma que os surdos que não têm acesso à língua de sinais apresentam as seguintes características:
aprendem com facilidade a língua oral somente com seus familiares.
desenvolvem-se naturalmente e compartilham as informações de seu grupo escolar.
são privados da possibilidade de compartilhar as informações de uma comunidade.
adquirem na escola comum a língua majoritária do país.
desenvolvem-se de maneira idêntica aos indivíduos falantes.
Para preparar o aluno para ouvir textos em língua estrangeira, o professor deve
oferecer atividades a serem desenvolvidas pelos alunos antes, durante e depois da audição do texto falado.
reproduzir uma única vez o texto a ser ouvido.
sensibilizar os alunos para retirar todas as informações do texto.
ensinar seus alunos a reproduzir fielmente o texto na escrita.
ensinar seus alunos a identificar erros gramaticais nos textos ouvidos.
Como uma prova coerente com os princípios da abordagem intercultural deve ser?
Metade das questões deve ser voltada para a avaliação de conhecimentos gramaticais do idioma estrangeiro.
As provas devem apresentar um equilíbrio de atividades que avaliem tanto a compreensão como a produção de textos.
As provas devem ter um número maior de questões de compreensão de leitura.
As provas devem ter maior número de atividades que avaliem a produção textual.
A gramática deve ser avaliada primordialmente através de testes de múltipla escolha.
Assinale a alternativa que indica a postura adotada atualmente acerca da noção de erro:
O erro é visto como uma possibilidade de aprendizagem a partir da experimentação.
As aulas de língua estrangeira devem visar o mínimo de erros na produção oral e escrita.
O erro tem que ser evitado a partir de exercícios estruturais que permitem a repetição de modelos de frases corretamente construídas.
A correção de erros é desnecessária.
No trabalho em grupo, a correção gramatical é mais importante que a capacidade de interagir com os integrantes do grupo.
Uma atividade em sala de aula que envolva a observação de diferentes linguagens, por meio do cotejo entre a tirinha e a Nota Explicativa, é uma proposta
pouco adequada, dadas as inconciliáveis diferenças entre um texto de linguagem exclusivamente verbal e um outro que envolve simultaneamente linguagem verbal e visual.
adequada, por possibilitar aos alunos a percepção de eventuais diferenças e convergências entre textos que, em formas de composição distintas, tratam de um mesmo tema.
inadequada, já que a Nota trata do ceticismo em relação ao aquecimento global, ao passo que a tirinha traz implícita a convicção de que o fenômeno é real.
pouco adequada, em função do uso pela tirinha da expressão efeito estufa, que foi ultimamente substituída por aquecimento global, como se lê na Nota.
adequada, desde que sejam consideradas as diferenças de tratamento do tema, abordado com seriedade, na Nota, e apresentado de modo inconsequente na tirinha.
Na apresentação da Área de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, a “Proposta Curricular do Estado de São Paulo” define as linguagens como meios para o conhecimento e propõe que o conhecimento de natureza enciclopédica, sem significação prática, [seja] substituído por conteúdos e atividades que [possibilitem] não só a interação do aluno com sua sociedade e o meio ambiente, mas também o aumento do seu poder como cidadão.
Um professor, ao propor uma atividade que envolvesse o estudo dos pronomes e das formas de tratamento presentes no texto de Fernando Sabino, levaria em conta essas diretrizes de ensino caso
enfatizasse acima de tudo que você e senhor, embora dirigidos à pessoa com quem se fala, isto é, a 2a pessoa, devem ter o verbo conjugado na terceira pessoa do singular, como ocorre com o emprego de Vossa Senhoria, Vossa Excelência, Vossa Majestade etc.
insistisse na forma, emprego e colocação dos pronomes átonos, o que poderia ser exemplificado no texto pela utilização de um gato me olhando ou Ponha-se, para aplicar, a partir daí, uma série de exercícios que envolvessem a próclise, a ênclise e a mesóclise.
possibilitasse o reconhecimento da assimetria, de matiz sociocultural, na utilização pelas personagens da crônica de distintas formas de tratamento – senhor e você –, que resta inalterada mesmo no ponto mais tenso da altercação entre eles.
fizesse com os alunos um levantamento de todas as ocorrências de pronomes no texto, passando em seguida à sua classificação e ao estudo de suas formas e emprego, tendo como resultado final uma tabela que pudesse ser decorada.
privilegiasse a discussão do pronome na frase A que você associa ela, mostrando a sua incorreção e sugerindo que, embora apareça em texto de escritor consagrado, não é possível admiti-lo na expressão escrita.
Uma abordagem que estuda a linguagem sob a óptica social e que reflete sobre a sua fluência no desenvolvimento cognitivo do indivíduo é a
psicologia sociointeracionista.
linguística aplicada.
semiótica.
antropologia.
sociologia.
Diante do imaginário social e representação do surdo, Skliar (1998) argumenta que a escola atual deverá romper com o trabalho de obra de caridade para ver o surdo como
diferente (linguística e culturalmente).
deficiente (incapaz e limitado).
diferente (oralidade superficial).
deficiente (perda auditiva, déficit cognitivo).
deficiente (patologia do ouvido).
Assinale a alternativa que NÃO representa uma característica própria da abordagem comunicativa nas aulas de língua estrangeira:
Nas aulas comunicativas, leva-se em conta uma ordem lógica de aquisição das habilidades: ouvir > falar > ler > escrever.
O ensino de gramática deixa de ser o alvo principal dos programas dos cursos de língua estrangeira.
Os livros didáticos da abordagem comunicativa demonstram que textos escritos são mais importantes do que textos falados.
O professor atua como facilitador do processo de aprendizagem, promovendo a interação entre os aprendizes.
Os alunos devem ter contato com textos orais e escritos que lhes permitam aprender a comunicar-se em situações cotidianas.