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Acerca da comunicação dos atos, de acordo com a Lei Federal nº 9.784/1999, o órgão competente perante o qual tramita o processo administrativo determinará a intimação do interessado para ciência de decisão ou a efetivação de diligências. Quantos dos seguintes itens apresentam informações que a intimação deverá conter? I. Indicação dos fatos e fundamentos legais pertinentes; II. Data, hora e local em que deve comparecer; III. Identificação do intimado e nome do órgão ou entidade administrativa; IV. Se o intimado deve comparecer pessoalmente, ou fazer-se representar, ou não necessita comparecer ou fazer-se representar.
Nenhum deles.
Apenas 1 deles.
Apenas 2 deles.
Apenas 3 deles.
Todos os 4.
Terão prioridade na tramitação, em qualquer órgão ou instância, os procedimentos administrativos em que figure como parte ou interessada pessoa portadora de moléstia profissional ou vítima de acidente de trabalho.
Certo
Errado
Nos processos administrativos, os administrados não possuem o dever de colaborar para o esclarecimento dos fatos, já que este ônus recai sobre a Administração.
Certo
Errado
Os atos administrativos que decidem sobre processos administrativos de seleção pública deverão obrigatoriamente ser motivados, mas não há a necessidade de indicação dos fundamentos jurídicos.
Certo
Errado
No âmbito de determinada Secretaria de Estado de Urbanismo, o secretário deseja delegar ao secretário de estado de Infraestrutura a competência para a edição de ato normativo sobre matéria comum a ambas as secretarias. O secretário, então, realizou consulta ao órgão de assessoramento jurídico, a fim de verificar a juridicidade de sua pretensão. Lei estadual determina que se aplique a Lei n.º 9.784/1999 no âmbito de tal estado. Não há outras normas, no âmbito estadual, dispondo sobre delegação de competência.
Nessa situação hipotética, o advogado público designado para responder à consulta deve orientar pela
inviabilidade da pretensão, pois não é possível delegar competência para outro órgão que não seja subordinado à autoridade delegante.
viabilidade da pretensão, pois se trata de órgãos do mesmo Poder Executivo estadual.
inviabilidade da pretensão, pois a delegação de competência depende da existência de norma expressa nesse sentido.
viabilidade da pretensão, tendo em vista que se trata de matéria comum.
inviabilidade da pretensão, pois não é viável a delegação para a edição de atos de caráter normativo.
Com vistas a preservar a imparcialidade do administrador, o processo administrativo se inicia e se desenvolve sempre por iniciativa das partes.
Certo
Errado
É terminantemente proibido exigir o reconhecimento de firma no bojo de processos administrativos.
Certo
Errado
Por força da proporcionalidade exigida em sede de processo administrativo, as sanções devem se restringir ao ressarcimento dos prejuízos experimentados pelo Estado, sem excedentes, ainda que com caráter pedagógico.
Certo
Errado
Autoridade hierarquicamente superior delegou a competência de decisão sobre pedidos de alvará de funcionamento para uma autoridade inferior. Em determinado momento, a autoridade inferior, no gozo da competência delegada, concedeu um alvará de funcionamento a determinada empresa. Anos depois, observou-se que a decisão tinha vícios e deveria ser declarada nula.
Considerando essa situação hipotética e as disposições da Lei n.º 9.784/1999 e suas alterações, assinale a opção correta.
A delegação torna a autoridade superior incompetente definitivamente, por ser uma renúncia da competência.
Em razão da delegação, não cabe recurso administrativo à autoridade superior para evitar a declaração da nulidade.
A delegação deveria ser inválida, pois a lei não permite a delegação de atos decisórios.
Por ser uma decisão nula, a autoridade superior pode revogá-la em lugar da autoridade inferior.
A administração pública tem o prazo decadencial de cinco anos para anular decisão viciada.
Não cabe responsabilização se o agente público cometer erro grosseiro no desempenho de suas funções.
Certo
Errado
Nos processos administrativos, em razão da possibilidade de rediscussão judicial de seus objetos, não há necessidade de observância dos princípios do contraditório e da ampla defesa.
Certo
Errado
Dentre os princípios da Administração Pública aplicáveis aos concursos públicos, assinale o principio que NÃO está expressamente estabelecido n o art. 37 da CF/88, mas que também fundamenta a realização dos atos públicos.
Princípio da Legalidade.
Princípio da Probidade Administrativa.
Princípio da Igualdade.
Principio da Ampla Defesa e Contraditório.
Princípio da Eficiência.
A Lei n° 9.784 de 1999 regula o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal, e no Art. 4º encontra-se a seguinte redação:
“São deveres do administrado perante a Administração, sem prejuízo de outros previstos em ato normativo.”
I expor os fatos conforme a verdade.
II proceder com lealdade, urbanidade e boa-fé.
III agir de modo temerário.
IV prestar as informações que lhe forem solicitadas e colaborar para o esclarecimento dos fatos.
Denotando-se por V as afirmativas verdadeiras e por F as afirmativas falsas, as afirmativas I, II, III e IV são, respectivamente:
F, V, F e V.
V, V, V e F.
F, F, V e F.
V, F, V e V.
V, V, F e V.
Segundo a Lei n.º 9.784/1999, o recurso de João deve ser direcionado à autoridade hierarquicamente superior a Messias.
Certo
Errado
A lei que dispõe sobre o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal (Lei nº 9.784, de 29/01/1999) estabelece regras sobre suspeição e impedimento de servidor ou autoridade, no que concerne à atuação em processo administrativo. De acordo com as normas da referida lei,
o servidor ou a autoridade que tenha interesse direto ou indireto na matéria fica impedido de atuar em processo administrativo.
a omissão em comunicar o impedimento à autoridade competente não constitui falta, para efeitos disciplinares.
o indeferimento da alegação de suspeição poderá ser objeto de recurso, com efeito suspensivo.
a autoridade ou o servidor que incorrer em impedimento pode comunicar o fato à autoridade competente, sendo-lhe facultada a abstenção de atuar.
Nos processos que tramitam perante a Administração, salvo se houver disposição legal em sentido contrário, o administrado deverá, necessariamente, se fazer representar por advogado.
Certo
Errado
De acordo com a regulamentação do processo administrativo, pode ser arguida a suspeição do servidor ou da autoridade pública que tenha participado ou venha a participar, como perito ou testemunha, de processo que tenha como interessado cônjuge, companheiro ou parentes e afins até o 3.o grau.
Certo
Errado
Em relação ao processo administrativo, com base na Lei 9.784/99, o requerimento inicial do interessado, salvo casos em que for admitida solicitação oral, deve ser formulado por escrito e conter os dados elencados nas alternativas a seguir, À EXCEÇÃO DE UMA. Assinale-a.
órgão ou autoridade administrativa a que se dirige
identificação do interessado ou de quem o represente, indicando e-mail e telefone de contato
domicílio do requerente ou local para recebimento de comunicações
formulação do pedido, com exposição dos fatos e de seus fundamentos
data e assinatura do requerente ou de seu representante
Conforme reza a Lei 9.784/99, NÃO é critério a ser observado no processo administrativo
atendimento a fins de interesse geral, vedada a renúncia total ou parcial de poderes ou competências, salvo autorização em lei.
adequação entre meios e fins, vedada a imposição de obrigações, restrições e sanções em medida superior àquelas estritamente necessárias ao atendimento do interesse público.
adoção de formas simples, suficientes para propiciar adequado grau de certeza, segurança e respeito aos direitos dos administrados.
garantia dos direitos à comunicação, à apresentação de alegações finais, à produção de provas e à interposição de recursos, em processos disciplinares, excetuando-se os que possam resultar sanções e nas situações de litígio.
As associações legalmente constituídas não são legitimadas para atuar em defesa dos direitos ou dos interesses difusos no processo administrativo.
Certo
Errado