Questões de Concurso sobre Seção III - Dos Atos de Improbidade Administrativa que Atentam Contra os Princípios da Administração Pública

 
 
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Observe os itens a seguir:


I. Receber, para si ou para outrem, dinheiro, bem móvel ou imóvel, ou qualquer outra vantagem econômica, direta ou indireta, a título de comissão, percentagem, gratificação ou presente de quem tenha interesse, direto ou indireto, que possa ser atingido ou amparado por ação ou omissão decorrente das atribuições do agente público.

II. Realizar operação financeira sem observância das normas legais e regulamentares ou aceitar garantia insuficiente ou inidônea.

III. Agir negligentemente na arrecadação de tributo ou renda, bem como no que diz respeito à conservação do patrimônio público.

IV. Praticar ato visando fim proibido em lei ou regulamento ou diverso daquele previsto, na regra de competência.

V. Negar publicidade aos atos oficiais.


São itens que constituem Ato de Impropriedade Administrativa que atentam contra os Princípios da Administração Pública:


A

IV e V.


B

II e V.


C

I e IV.


D

II e III.


E

I e III.

Ainda, sobre os atos de improbidade, analise as afirmações abaixo.


I - Uma ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade, e lealdade às instituições constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública.

II - praticar ato visando fim proibido em lei ou regulamento ou diverso daquele previsto, na regra de competência é crime e não ato de improbidade.

III - revelar fato ou circunstância de que tem ciência em razão das atribuições e que deva permanecer em segredo constitui ato de improbidade, porem, não atenta contra os princípios da administração pública.


Marque a alternativa correta.


A

As afirmações I e II são verdadeiras e a afirmação III é falsa.


B

As afirmações I e II são falsas e a afirmação III é verdadeira.


C

As afirmações I e III são falsas e a afirmação II é verdadeira.


D

A afirmação I é verdadeira e as afirmações II e III são falsas.

Considerando o que dispõe a Lei n.º 8429/92 – Lei de Improbidade Administrativa, assinale V (verdadeiro) ou F (falso) as afirmações listadas abaixo.


( ) Constitui ato de improbidade administrativa que importa em enriquecimento ilícito do agente público receber vantagem econômica para intermediar a liberação ou aplicação de verba pública de qualquer natureza.

( ) Usar, em proveito próprio, bens integrantes do acervo patrimonial de empresa incorporada ao patrimônio público constitui ato de improbidade administrativa.

( ) A negativa de publicidade aos atos oficiais constitui ato de improbidade administrativa que atenda contra Princípio da Administração Pública.

( ) A declaração de bens e valores que compõem o patrimônio privado do servidor público deve ser atualizada a cada dois anos, sob pena de demissão, a bem do serviço público.


A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é


A

V – F – V – F.


B

V – V – V – F.


C

F – V – F – V.


D

F – F – V – V.


E

F – V – F – F.

Carlos Fernando é servidor público da área financeira e constituiu ato de improbidade administrativa contra os princípios da administração pública. De acordo com a Lei nº 8.429/1992, são considerados tais atos:


I. Frustrar a licitude de concurso público.

II. Prestar contas quando esteja obrigado a fazê-lo.

III. Retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício.

IV. Revelar ou permitir que chegue ao conhecimento de terceiro, antes da respectiva divulgação oficial, teor de medida política ou econômica capaz de afetar o preço de mercadoria, bem ou serviço.

V. Dar publicidade aos atos oficiais.


Quais estão corretos?


A

Apenas I e II.


B

Apenas I, II e V.


C

Apenas I, III e IV.


D

Apenas II, III e IV.


E

I, II, III, IV e V.

Constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade, e lealdade às instituições, e notadamente:


I - Negar publicidade aos atos oficiais;

II - Revelar ou permitir que chegue ao conhecimento de terceiro, antes da respectiva divulgação oficial, teor de medida política ou econômica capaz de afetar o preço de mercadoria, bem ou serviço;

III - Deixar de prestar contas quando esteja obrigado a fazê-lo.


Estão corretos os itens:


A

I e II.


B

I e III.


C

II e III.


D

I, II e III.

Dentre as condutas que caracterizam ato de improbidade administrativa, da classe dos atos atentatórios aos princípios da Administração Pública (art. 11 da Lei Federal nº 8.429/1992), está o ato de:


A

permitir ou facilitar a alienação, permuta ou locação de bem integrante do patrimônio de entidades para cuja criação ou custeio o erário haja concorrido ou ainda a prestação de serviço por parte delas, por preço inferior ao de mercado.


B

frustrar a licitude de processo licitatório ou dispensá-lo indevidamente.


C

celebrar contrato de rateio de consórcio público sem suficiente e prévia dotação orçamentária.


D

revelar fato ou circunstância de que tem ciência em razão das atribuições e que deva permanecer em segredo.

Constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública:


A

Perceber vantagem econômica, direta ou indireta, para facilitar a alienação, permuta ou locação de bem público ou o fornecimento de serviço por ente estatal por preço inferior ao valor de mercado.


B

Celebrar contrato de rateio de consórcio público sem suficiente e prévia dotação orçamentária ou sem observar as formalidades previstas na lei.


C

Adquirir, para si ou para outrem, no exercício de mandato, cargo, emprego ou função pública, bens de qualquer natureza cujo valor seja desproporcional à evolução do patrimônio ou à renda do agente público.


D

Adotar modalidade de licitação não prevista em lei.


E

Revelar ou permitir que chegue ao conhecimento de terceiro, antes da respectiva divulgação oficial, teor de medida política ou econômica capaz de afetar o preço de mercadoria, bem ou serviço.

Felipe, servidor público ocupante de cargo em comissão no âmbito do Ministério da Fazenda, revelou a empresários com os quais mantinha relações profissionais anteriormente ao ingresso no serviço público, teor de medida econômica prestes a ser divulgada pelo Ministério, tendo em vista que a mesma impactaria diretamente os preços das mercadorias comercializadas pelos referidos empresários. A conduta de Felipe


A

somente é passível de caracterização como ato de improbidade administrativa se comprovado que recebeu vantagem econômica direta ou indireta em decorrência da revelação.


B

não é passível de caracterização como ato de improbidade administrativa, tendo em vista o agente não ser ocupante de cargo efetivo.


C

é passível de caracterização como ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da Administração, independentemente de eventual enriquecimento ilícito.


D

é passível de caracterização como ato de improbidade administrativa, desde que comprovado efetivo prejuízo ao erário.


E

não é passível de caracterização como ato de improbidade administrativa, podendo, contudo, ensejar a responsabilização administrativa do servidor por violação do dever de sigilo funcional.

Mesmo que determinada conduta de um agente público não cause prejuízo ao erário, ela tipificará a prática de um ato de improbidade administrativa caso viole princípio da administração pública.

C
Certo

E
Errado

I – À caracterização da conduta do agente público que aceitar emprego ou comissão de pessoa física ou jurídica que tenha interesse suscetível de ser atingido ou amparado por ação ou omissão decorrente das atribuições daquele, durante a atividade, é indispensável que o agente público tenha satisfeito efetivamente o interesse privado, não bastando a potencialidade desse interesse que precisa ser amparado ou atingido.

II – O enriquecimento indevido pela prática de ato de improbidade a que alude o art. 9º, inciso XII, da LIA, já está presumido pela própria norma, uma vez que trata-se de hipótese típica de prestação negativa em razão de o agente público poupar o que normalmente gastaria se utilizasse bens, rendas, verbas ou valores de seu acervo patrimonial.

III – Para a configuração de ato de improbidade administrativa com lesão ao erário a que alude o art. 10, da Lei n. 8.429/92, por dolo ou culpa, a ilicitude (imoralidade) é traço essencial à lesividade por força de presunção legal absoluta. Combate-se, em regra, o enriquecimento ilícito do particular. Lesão sem repercussão patrimonial não configura essa espécie de improbidade e os incisos do referido artigo refletem hipóteses de lesividade presumida.

IV – Na ação civil pública inviável a cumulação de provimentos típicos e atípicos.

V – O critério da potencialidade para a produção do dano gerado pelo ato pode servir como indicador da presença da improbidade na ilegalidade, desde que por algum meio esteja demonstrado o elemento subjetivo do tipo previsto ano art. 11, da Lei n. 8.429/92.


A

Apenas as assertivas I, II e IV estão corretas.


B

Apenas as assertivas I, IV e V estão corretas.


C

Apenas as assertivas II, III e V estão corretas.


D

Apenas as assertivas II e III estão corretas.


E

Todas as assertivas estão corretas.

O art. 11, I, da Lei no 8.249/92 caracteriza como improbidade administrativa "praticar ato visando fim proibido em lei ou regulamento ou diverso daquele previsto na regra de competência". As hipóteses constantes nesse dispositivo correspondem à(s) figura(s)


A

da ilegalidade do objeto e do desvio de finalidade, respectivamente.


B

da ilegalidade do objeto e da incompetência, respectivamente.


C

da ilegalidade do objeto, apenas.


D

do desvio de finalidade, apenas.


E

da incompetência, apenas.

São considerados atos de improbidade administrativa os praticados por agentes públicos, aqui compreendidos todos aqueles que exercem mandato, cargo, emprego ou função, remunerada ou não, na Administração Pública direta, indireta ou fundacional.

Assinale a alternativa que não contém exemplo(s) de ato(s) de improbidade administrativa:


A
Facilitar a aquisição de bem ou serviço por preço superior ao de mercado.

B
Frustrar a licitude de processo licitatório ou dispensá-lo indevidamente.

C
Permitir, facilitar ou concorrer para que terceiro se enriqueça ilicitamente.

D
Utilizar veículos, máquinas e equipamentos públicos para fins particulares.

E
Permitir a licitude de concurso público.
   
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