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Leonardo presta serviços de manutenção e conservação de aparelhos de videogames. Ao tomar conhecimento do valor do salário de Peter, Leonardo o procurou oferecendo os seus serviços pelo quíntuplo do valor de mercado. inexperiente, Peter aceita a proposta e se obriga a realizar pagamentos mensais pelos serviços oferecidos por Leonardo. Considerando as disposições da Lei n º 10.406, de 1 O de janeiro de 2002 (Código Civil), é correto afirmar que no caso operou o seguinte defeito no negócio jurídico, ao qual acompanha o seguinte prazo de decadência para pleitear a sua anulação:
Erro ou ignorância, com prazo de decadência de 5 (cinco) anos, contado do dia em que cessar o vício.
Lesão, com prazo de decadência de 4 (quatro) anos, contado do dia em que se realizar o negócio jurídico.
Estado de Perigo, com prazo de decadência de 4 (quatro) anos, contado do dia em que se realizar o negócio jurídico.
Lesão, com prazo de decadência de 5 (cinco) anos, contado do dia em que cessar a incapacidade de Peter.
Erro ou ignorância, com prazo de decadência de 4 (quatro) anos, contado do dia em que cessar a incapacidade de Peter.
Assinale a alternativa que corresponde, respectivamente, a causas impeditiva da prescrição, interruptiva da prescrição e impeditiva da decadência.
Cônjuges, na constância da sociedade conjugal; protesto cambial; e ausentes do País em serviço público da União.
Ascendentes e descendentes, durante o poder familiar; ato judicial que constitua em mora o devedor; e absolutamente incapazes.
Entre tutelados e seus tutores durante a tutela; pendendo ação de evicção; e absolutamente incapazes.
Despacho do juiz, mesmo incompetente que ordenar a citação; apresentação do título de crédito em juízo; e contra aqueles que se acharem servindo nas Forças Armadas, em tempo de guerra.
Pendendo condição suspensiva; contra os absolutamente incapazes; e não estando vencido o prazo.
Quanto ao instituto da decadência, é incorreto afirmar que:
salvo disposição legal em contrário, se aplicam à decadência as normas que impedem, suspendem ou interrompem a prescrição;
salvo disposição legal em contrário, não se aplicam à decadência as normas que impedem, suspendem ou interrompem a prescrição;
é nula a renúncia à decadência fixada em lei;
deve o juiz, de ofício, conhecer da decadência, quando estabelecida por lei;
se a decadência for convencional, a parte a quem aproveita pode alegá-la em qualquer grau de jurisdição, mas o juiz não pode suprir a alegação.
A decadência é instituto que, quando de sua ocorrência, fulmina o próprio direito, cuidando o Código Civil de contemplar previsões genéricas a seu respeito a partir do Art. 207 de referido diploma legal. Acerca da decadência, tem-se por oposta à previsão legal:
Após consumada, não se admite a renúncia à decadência.
À decadência convencional pode ser alegada qualquer grau de jurisdição.
Decorrendo de previsão legal à decadência, deve o Juiz conhecê-la de ofício.
À decadência aplica-se, a rigor, as regras que impedem, suspendem ou interrompem a prescrição.
De acordo com o Código Civil, a renúncia à decadência prevista em lei é
nula.
admitida somente se prevista em contrato.
admitida mesmo sem previsão em contrato.
admitida apenas se realizada em juízo.
vedada apenas aos incapazes.
Foi celebrado um negócio jurídico bilateral no qual uma das partes, intencionalmente, silenciou a respeito de fato que a outra parte ignorou e que, se fosse conhecido, não se teria celebrado o negócio jurídico. Constou no instrumento contratual que as partes renunciam ao prazo para pleitear a anulação do negócio por vício do consentimento.
Pode-se corretamente afirmar que
em regra, aplicam-se à decadência as normas que impedem, suspendem ou interrompem a prescrição.
é nula a renúncia ao prazo decadencial previsto em lei.
não pode o juiz, em eventual litígio, conhecer de ofício da decadência, em razão da renúncia realizada no negócio jurídico.
a decadência prevista em lei deve ser alegada na primeira oportunidade que falar nos autos, sob pena de preclusão.
o prazo decadencial para se pleitear a anulação do negócio jurídico por vícios do consentimento é de 3 anos.
Com base exclusivamente no Código Civil, é CORRETO afirmar que:
Quando a ação se originar de fato que deva ser apurado no juízo criminal, correrá a prescrição independentemente da sentença criminal definitiva, em razão da independência das instâncias
Suspensa a prescrição em favor de um dos credores solidários, só aproveitam os outros se a obrigação for divisível.
Prescreve em três anos, a pretensão relativa à tutela, a contar da data da aprovação das contas.
Se a decadência for convencional, a parte a quem aproveita pode alegá-la em qualquer grau de jurisdição, mas o juiz não pode suprir a alegação.
A respeito da prescrição e decadência no Código Civil, assinale a alternativa correta.
Não corre a prescrição pendendo ação de evicção.
Os prazos de prescrição, em regra, podem ser alterados por acordo das partes.
A decadência ocorre em dez anos, quando a lei não lhe haja fixado prazo menor.
Em regra, aplicam-se à decadência as normas que impedem, suspendem ou interrompem a prescrição.
Sobre os institutos da prescrição e da decadência, assinale a alternativa INCORRETA:
A interrupção da prescrição por um credor não aproveita aos outros; semelhantemente, a interrupção operada contra o codevedor, ou seu herdeiro, não prejudica aos demais coobrigados.
A interrupção da prescrição por um dos credores solidários aproveita aos outros; assim como a interrupção da prescrição efetuada contra o devedor solidário envolve os demais e seus herdeiros.
Salvo disposição legal em contrário, se aplicam à decadência as normas que impedem, suspendem ou interrompem a prescrição.
Se a decadência for convencional, a parte a quem aproveita pode alegá-la em qualquer grau de jurisdição, mas o juiz não pode suprir a alegação.
A renúncia à decadência legal é
válida.
inexistente.
impossível.
anulável.
nula.
Sobre prescrição e decadência de acordo com o que está previsto no Código Civil brasileiro, analise as afirmações abaixo.
I. Prescreve em três anos a pretensão para haver prestações alimentares, a partir da data em que se vencerem.
II. Prescreve em dois anos a pretensão relativa à tutela, a contar da data da aprovação das contas.
III. Se a decadência for convencional, a parte a quem aproveita pode alegá-la em qualquer grau de jurisdição, mas o juiz não pode suprir a alegação.
IV. A interrupção da prescrição operada contra um dos herdeiros do devedor solidário não prejudica os outros herdeiros ou devedores, senão quando se trate de obrigações e direitos indivisíveis.
V. Prescreve em três anos a pretensão do beneficiário contra o segurador, e a do terceiro prejudicado, no caso de seguro de responsabilidade civil obrigatório.
Marque a opção que apresenta TODAS as alternativas CORRETAS.
I, III e V.
II, IV e V.
I, II e IV.
III, IV e V.
I, II e III.
Mineração S/A contratou seguro de responsabilidade civil com Seguradora S/A, que tinha como objeto a garantia de indenização por eventuais danos ambientais que a contratante viesse a ocasionar. Dentre as cláusulas contratuais, as partes estabeleceram, sob pena de perda da garantia, que na hipótese de ocorrência de qualquer dano passível de indenização, Mineração S/A deveria comunicar o ocorrido em até 30 (trinta) dias. Também ajustaram reduzir os prazos prescricionais pela metade, tudo com o intento de adequar o valor do prêmio.
A respeito de ambas as cláusulas, é correto afirmar que:
são nulas, visto que não se faculta às partes alterar prazos decadenciais e prescricionais;
é válida a disposição acerca do prazo decadencial;
são válidas, pois tratam de condições do negócio jurídico;
é válido o ajuste quanto ao prazo prescricional;
são nulas, pois encerram condições meramente potestativas para o segurado.
Em regra, aplicam-se à decadência, no que couberem, as normas de suspensão e interrupção da prescrição.
Certo
Errado
Em um contrato, as partes pactuaram livremente o prazo de trinta dias para o exercício de eventual direito de arrependimento.
Esse prazo possui natureza
Com base nos institutos de prescrição e decadência como consignados no ordenamento civil brasileiro, assinale a alternativa correta:
O prazo decadencial não pode ser suspenso.
Os prazos decadenciais contam com rol taxativo previsto nos artigos 205 e 206 do Código Civil.
A prescrição não admite renúncia.
A decadência não corre contra incapazes, cônjuges, ascendentes e descendentes
Os prazos prescricionais contam com rol elucidativo distribuído por todo o Código Civil.