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Determinado município paulista lançou e cobrou de João Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana em valor superior ao permitido na legislação vigente no ano de 2020. Desavisadamente, João pagou o valor devido em parcela única, tempestivamente, só percebendo um mês depois que o pagamento era indevido.
Considerando a situação descrita, João tem direito à restituição total do tributo, devendo pleiteá-la no prazo de
2 (cinco) anos, contados do lançamento.
5 (cinco) anos, contados do lançamento.
2 (dois) anos, contados do primeiro dia de 2026.
5 (cinco) anos, contados do pagamento.
5 (cinco) anos, contados do primeiro dia de 2026.
Sobre tributos municipais, assinale a alternativa CORRETA:
O ITBI é estadual, pois envolve transmissão patrimonial.
O IPTU é federal, regulamentado diretamente pela União.
A taxa de coleta de lixo é tributo de competência municipal.
Contribuições de melhoria são cobradas exclusivamente pelos estados.
O município não pode instituir taxas relacionadas a fiscalização de obras.
O IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) é um imposto de competência dos municípios devido pelos contribuintes que têm uma propriedade em área urbana, como casa, apartamento, terreno ou sala comercial. Sua principal finalidade é obter recursos para a administração pública, servindo também como instrumento de controle sobre o preço de imóveis.
O lançamento do IPTU é realizado:
Por declaração do contribuinte, no início de cada exercício, no ato do recebimento do documento para pagamento.
Por homologação do valor venal, informado pelo contribuinte, no primeiro dia de cada exercício financeiro.
Por estimativa da autoridade fazendária, mensalmente, conforme opção do contribuinte.
Por delegação do sujeito ativo, anualmente, na data de vencimento ou de pagamento (se parcelado).
De ofício pela autoridade fazendária, anualmente, no início de cada exercício financeiro.
O contribuinte "X" deixou de pagar o IPTU de sua residência. O fisco municipal, após o vencimento, realiza o procedimento administrativo para verificar a ocorrência do fato gerador e determinar a matéria tributável. Com base no Código Tributário Nacional (CTN), o ato administrativo que constitui o crédito tributário denomina-se:
Inscrição em dívida ativa.
Lançamento.
Execução Fiscal.
Notificação de infração.
Após a ocorrência do fato gerador do IPTU, a prefeitura registra em sistema o valor devido por cada contribuinte, com identificação do imóvel, da base de cálculo e da alíquota aplicada; indique o estágio da receita associado a esse procedimento:
Previsão.
Lançamento.
Arrecadação.
Recolhimento.
Restos a pagar.


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O Município de Altinópolis efetuou o lançamento e a cobrança de IPTU sobre um prédio comercial de propriedade de uma Autarquia do Estado de São Paulo, o qual é utilizado exclusivamente para o regular funcionamento das atividades administrativas do ente estadual. Inconformada com a cobrança, a Autarquia aciona a Procuradoria Municipal requerendo o cancelamento do lançamento. Diante do Sistema Tributário Nacional e das limitações do poder de tributar, a cobrança efetuada pelo Município é:
Inconstitucional, pois a autarquia estadual goza de imunidade tributária recíproca quanto ao patrimônio vinculado às suas finalidades essenciais.
Lícita, pois a imunidade tributária recíproca é restrita à administração pública direta (União, Estados e Municípios), não se estendendo a autarquias ou fundações.
Inconstitucional, caracterizando um caso de isenção tributária obrigatória, a qual deve ser concedida de ofício pelo ente municipal.
Lícita, visto que o IPTU é imposto de natureza real e incide sobre a propriedade do bem imóvel, independentemente de quem seja o seu titular.
A legislação tributária prevê diferentes modalidades de lançamento do crédito tributário, conforme a participação do sujeito passivo na apuração do tributo. Analise as afirmativas a seguir:
I.No lançamento por declaração, o Fisco, com base na declaração prestada pelo contribuinte, notifica-o do valor do crédito tributário a ser pago, sendo a declaração a única informação necessária para a constituição do crédito.
II.O Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) é um exemplo clássico de tributo sujeito ao lançamento de ofício, no qual a autoridade administrativa realiza todo o procedimento para apurar e constituir o crédito, notificando o contribuinte para pagamento.
III.O lançamento por homologação ocorre quando o contribuinte apura o montante do tributo devido, efetua o pagamento antecipado e submete sua atividade à autoridade fiscal, que tem um prazo decadencial de cinco anos para homologar expressa ou tacitamente o procedimento.
Está correto o que se afirma em:
I e II apenas.
I apenas.
I, II e III.
II e III apenas.
Suponha que o Fiscal Tributário da Prefeitura Municipal realize o lançamento do Imposto Sobre a Propriedade Predial Urbana (IPTU) com base nos dados do cadastro dos imóveis, sem qualquer intervenção por parte dos sujeitos passivos. Assinale a alternativa que apresenta a modalidade de lançamento da situação apresentada:
Lançamento Direto.
Lançamento por homologação.
Lançamento de ofício.
Lançamento por consolidação.
No âmbito dos tributos municipais, o lançamento deve refletir de forma precisa a ocorrência do fato gerador e a correspondente determinação da base de cálculo, observando os limites legais para a aplicação das alíquotas. Além disso, a definição dos sujeitos ativo e passivo deve estar em consonância com os preceitos constitucionais e legais, e a concessão de benefícios fiscais — como imunidades, isenções e reduções tanto na base de cálculo quanto nas alíquotas — deve obedecer a critérios objetivos e previsíveis, de modo a assegurar a segurança jurídica e a equidade no tratamento dos contribuintes.
Assinale a alternativa que melhor descreve essa complexa integração dos institutos.
A determinação da base de cálculo dos tributos municipais independe do fato gerador, permitindo à autoridade municipal flexibilizar as alíquotas conforme conveniência administrativa, sendo desnecessária a comunicação clara dos sujeitos ativo e passivo aos contribuintes.
A concessão de imunidades, isenções e reduções de base de cálculo ou de alíquotas nos tributos municipais está condicionada à conveniência do sujeito ativo durante o lançamento, que pode desconsiderar os critérios objetivos previstos na legislação, desde que haja interesse público.
O lançamento dos tributos municipais exige a integração da verificação do fato gerador com a correta fixação da base de cálculo e alíquotas legalmente estabelecidas, sendo a aplicação de benefícios fiscais condicionada à observância de critérios objetivos e à transparência na definição dos sujeitos ativo e passivo, conforme os limites constitucionais e legais.
O fato gerador dos tributos municipais é identificado independentemente da existência de uma base de cálculo, a qual pode ser arbitrada pela autoridade municipal, sem a necessidade de previsão em lei, e os benefícios fiscais podem ser concedidos de forma discricionária, dispensando justificativa legal.
Em uma fiscalização de rotina, o Agente Fiscal Tributário de uma Prefeitura verificou três situações distintas envolvendo tributos municipais, conforme conduta a seguir.
I. A primeira envolvia o Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis Inter Vivos (ITBI), cujo valor foi apurado pelo Fisco com base em informações prestadas pelo contribuinte sobre a transação imobiliária.
II. A segunda dizia respeito ao Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), cujo lançamento é realizado automaticamente pela Prefeitura, com base no cadastro imobiliário.
III. E a terceira tratava do Imposto sobre Serviços (ISS), cujo contribuinte havia recolhido o imposto por conta própria, sem análise prévia da autoridade administrativa.
Com base no Código Tributário Nacional (CTN), relacione cada situação à modalidade de lançamento correspondente e assinale a alternativa com a sequência CORRETA.
I – lançamento por homologação; II – lançamento de ofício; III – lançamento por declaração.
I – lançamento por declaração; II – lançamento por homologação; III – lançamento de ofício.
I – lançamento de ofício; II – lançamento por homologação; III – lançamento por declaração.
I – lançamento por declaração; II – lançamento de ofício; III – lançamento por homologação.


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O Município X editou uma lei municipal que delegava ao Poder Executivo a avaliação individualizada, para fins de cobrança do IPTU, de imóvel novo não previsto na Planta Genérica de Valores (PGV). A lei estabelecia os critérios para a avaliação técnica e previa possibilidade de o contribuinte apresentar defesa.
O proprietário de um imóvel novo, ao receber o carnê do IPTU lançado com base na legislação municipal acima descrita, questionou a legalidade do procedimento, alegando que a administração estaria majorando a base de cálculo do imposto por meio de ato administrativo, sem previsão na PGV, o que violaria o princípio da legalidade.
Sobre a hipótese, assinale a afirmativa correta.
O lançamento do IPTU é inconstitucional, pois a avaliação individualizada de imóveis para fins de IPTU só pode ocorrer se o imóvel estiver previsto na PGV.
O lançamento do IPTU é inconstitucional, pois qualquer majoração do valor venal de imóveis deve ser feita por meio de lei específica aprovada pelo Poder Legislativo, e não por ato administrativo.
O lançamento do IPTU é constitucional, desde que a avaliação individualizada seja realizada com base em critérios técnicos fixados em lei e seja assegurado ao contribuinte o direito ao contraditório.
O lançamento do IPTU somente será constitucional se o valor venal estipulado pela administração pública for inferior ao valor constante na última PGV.
O lançamento do IPTU é inconstitucional, pois a avaliação individualizada de imóveis novos só pode ocorrer mediante a edição de nova PGV pelo Poder Legislativo.
Suponha que um determinado contribuinte tenha recebido em sua residência notificação de lançamento do imposto municipal sobre propriedade urbana (IPTU), no qual a base de cálculo do tributo tenha sido calculada com a aplicação de acréscimos já considerados inconstitucionais pelo Supremo Tribunal Federal com efeitos erga omnes.
É correto afirmar, nesse cenário e com base na legislação nacional, que:
se não desejar impugnar o lançamento administrativamente, o contribuinte poderá ingressar com ação anulatória do débito fiscal, com pedido de antecipação de tutela, a fim de obter a suspensão da exigibilidade do tributo.
caso ação judicial venha invalidar o crédito, a Administração poderá realizar novo lançamento do tributo, sem os acréscimos considerados inconstitucionais, não se aplicando sobre esse novo lançamento de ofício o prazo decadencial.
o contribuinte deverá ingressar com ação direta de inconstitucionalidade junto ao Supremo Tribunal Federal, para que este faça valer o seu precedente de maneira vinculante.
o contribuinte poderá realizar o depósito judicial da parcela incontroversa do tributo, obtendo com isso efeito suspensivo para a dívida, enquanto se discute judicialmente a validade do lançamento.
o prazo para impugnação administrativa do tributo lançado será de 2 (dois) anos, a contar do recebimento da notificação de lançamento, por se tratar de alegação de inconstitucionalidade.
No momento da emissão dos boletos para a cobrança do IPTU de 2022 (20/1/2022), quando a Prefeitura de Cachoeiro de Itapemirim identificou a ocorrência do fato gerador do IPTU, determinou a matéria tributável, calculou o montante do tributo devido e identificou o sujeito passivo, o estágio da receita do IPTU era o da cobrança.
Certo
Errado
O lançamento do IPTU é composto pelo cálculo do montante do tributo devido e pela notificação ao contribuinte, para que seja feito o pagamento. Não saldado o crédito fazendário, torna-se possível a sua inscrição na dívida ativa, por meio do termo de inscrição, que
gera um título executivo judicial.
constitui a exigibilidade da obrigação tributária.
torna necessária a realização de procedimento administrativo para a inscrição do débito em dívida ativa.
extrai a Certidão de Dívida Ativa, com que a Fazenda Pública pode ajuizar a execução fiscal contra o devedor.
Determinado Municipio promulgou quatro leis tributárias, em 22 de novembro de 2023, fixando, para o ISS, IPTU, ITBI e taxas pelo exercicio do poder de polícia, bases de cálculo em patamares superiores áqueles fixados pelas respeciivas leis até então vigentes, e obedecendo às disposições da Constituição Federal, do Código Tributário Nacional e das demais normas que disciplinam essa matéria. De acordo com a disciplina constitucional acerca dessa matéria, as novas regras legais para a fixação da base de cálculo poderiam ser utilizadas, a partir de 1º de janeiro de 2024, para cobrar
as taxas pelo exercicio do poder de polícia.
o ITBI.
todos os tributos.
os três impostos.
o IPTU.


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O prazo decadencial para que seja possível ao Estado de Goiás realizar o lançamento de ofício do Imposto Sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e do Município de Goiânia lançar o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) referente ao ano de 2023, se inicia e termina nas seguintes datas, respectivamente:
inicia em 01/01/2023 e termina em 31/12/2028.
inicia em 01/01/2024 e termina em 31/12/2029.
inicia em 01/01/2024 e termina em 31/12/2028.
inicia em 01/01/2023 e termina em 31/12/2029.
Determinado Municipio brasileiro publicou uma nova lei do IPTU, mas, por um lapso, não fez constar dessa lei a data para O pagamento do imposto, nem estabeleceu qualquer critério para determinação dessa data. Dona Silvéria, proprietária de imóvel nesse Municipio, recebeu o camê do IPTU em sua residência, com a notificação do lançamento do IPTU do respectivo ano, entregue pelos Correios, mediante recibo, e, quando percebeu que não havia data estabelecida para o pagamento, foi até a repartição Municipal responsável por orientar o contribuinte, onde lhe informaram, corretamente, com base no Código Tributário Nacional, que
os contribuintes estavam dispensados de pagar o IPTU referente áquele exercicio, por falta de indicação da data para pagamento na lei do imposto.
o dia de vencimento do crédito ocorreria 30 dias depois da data em que se considera que ela foi notificada do lançamento, por meio da entrega do camé pelos Correios.
o dia de vencimento do crédito ocorreria 10 dias úteis depois da data em que se considera que ela foi notificada do lançamento, por meio da entrega do carnê pelos Correios.
o dia de vencimento do crédito ocorreria no último dia útil de janeiro daquele exercicio, desde que ela houvesse sido notificada por meio da entrega do camê pelos Correios.
o dia de vencimento do crédito ocorreria 15 dias depois da data em que ela compareceu à repartição fiscal para se infor- mar a respeito da data do vencimento.
No Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), ocorre o lançamento:
Por declaração.
Presumido.
De ofício.
Indireto.
Por colaboração.
Dentre as alternativas abaixo, marque apenas aquela que apresenta, respectivamente, situações de: suspensão da exigibilidade, extinção e exclusão de crédito tributário municipal:
Parcelamento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU); pagamento de contribuição de melhoria decorrente de construção de praça pública com verba municipal e isenção de Imposto sobre Serviços (ISS).
Não realização do lançamento fiscal do Imposto Territorial Rural (ITR) dentro do prazo legal; ausência de interposição, dentro do prazo legal, de ação de execução fiscal relativa ao Imposto sobre Serviços (ISS) e perdão de débitos do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), decorrente de previsão legal.
Impugnação administrativa à cobrança de Imposto sobre Serviços (ISS); pagamento do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD) e isenção de Imposto de Renda (IR).
Moratória de Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços de Transporte e de Comunicação (ICMS); decisão administrativa definitiva que reconhece indevida a cobrança de Imposto de Importação (II) e anistia de multa tributária, por não apresentação de declaração de imposto de renda.
Parcelamento de Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD), impugnação administrativa à cobrança de Imposto sobre Serviços (ISS) e anistia de multa tributária por não apresentação de declaração de imposto de renda.
Uma vereadora pretende apresentar uma proposta no plenário da Câmara para ser votada por seus pares, a fim de sugerir ao prefeito a diminuição da alíquota de IPTU no município. Nesse caso, a proposta mais indicada é o(a):
Projeto de Lei
Projeto de Resolução
Projeto de Decreto Legislativo
Indicação
Requerimento


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