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De acordo com os dados apresentados, assinale a alternativa correta.
Um pesquisador testa uma hipótese sobre o valor de um parâmetro da distribuição de probabilidades que descreve a população da qual extraiu uma amostra. O pesquisador define uma estatística S a ser usada no teste, bem como as hipóteses nula H0 e alternativa H1.
Nesse contexto de teste estatístico, verifica-se que o(a)
Considere hipoteticamente que um fabricante de tonner para impressoras informa que a média (μ) de impressão é de 40.000 folhas por cartucho com desvio padrão populacional + () de 3.600 folhas. Um cliente de grande porte, a fim de confirmar a veracidade da informação, avaliou uma amostra (n) de 36 cartuchos e obteve média amostral (X) igual a 38.950 folhas.

Acerca dos resultados obtidos, assinale a alternativa correta.


Os salários dos 901 empregados de uma empresa são normalmente distribuídos com média μ e um desvio padrão populacional igual a R$ 450,00. Uma amostra aleatória, sem reposição, de 225 destes salários é selecionada apresentando uma média amostral igual a R$ 3.365,00. Deseja-se testar a hipótese, com base nesta amostra, se μ é igual a R$ 3.300,00, a um nível de significância α. Foram então formuladas as hipóteses H0: μ = R$ 3.300,00 (hipótese nula) e H1: μ ≠ R$ 3.300,00 (hipótese alternativa), considerando que na curva normal padrão (Z) as probabilidades P(Z > 1,96) = 0,025 e P(Z > 2,58) = 0,005. Então, a hipótese H0
é rejeitada para α = 1%.
não é rejeitada para α = 5%.
não é rejeitada para α < 1%.
não é rejeitada para α > 5%.
é rejeitada para qualquer valor de α, pois 3.300 ≠ 3.365.
Uma análise de variância foi realizada com o objetivo de testar a hipótese de igualdade de médias de 5 grupos com 10 observações em cada um. Considere satisfeitas todas as suposições para a realização de uma análise de variância e os dados a seguir.
4; 9; 1,4
4; 45; 7,0
5; 45; 5,6
5; 50; 6,2
Uma população, considerada de tamanho infinito, formada pelas alturas dos habitantes de uma cidade é normalmente distribuída com média μ e variância populacional igual a 225 cm2. Deseja-se saber, a um determinado nível de significância, se a altura média dos habitantes da cidade é superior a 170 cm com a formulação das hipóteses H0: μ = 170 cm (hipótese nula) e H1: μ > 170 cm (hipótese alternativa). Uma amostra aleatória de tamanho 400 é extraída desta população, obtendo-se uma média amostral igual a 171,5 cm. Considere que na distribuição normal padrão (Z) as probabilidades P(Z > 1,64) = 0,05 e P(Z > 2,33) = 0,01. Com base nesta amostra, tem-se que a hipótese H0
não é rejeitada ao nível de significância de 1% e é rejeitada ao nível de 5%.
é rejeitada ao nível de significância de 1%, mas não ao nível de 5%.
é rejeitada tanto ao nível de significância de 1% como ao nível de 5%.
é rejeitada para qualquer nível de significância inferior a 1%.
não é rejeitada para qualquer nível de significância superior a 5%.
Se os dados forem pareados, será recomendável a aplicação de um teste para amostras independentes.
O gráfico dos resíduos permite diagnosticar a hipótese de sua normalidade, ou seja, com base nesse gráfico, é possível efetuar uma análise confirmatória.
Em relação ao teste de postos com sinais de Wilcoxon, é CORRETO afirmar:
Pode ser utilizado para testar se uma amostra foi retirada de uma população com uma mediana especificada.
Para n > 30, a estatística de teste é determinada pelo menor valor entre a soma dos valores absolutos dos pontos negativos das diferenças não nulas e a soma dos postos positivos das diferenças não nulas.
Pode ser utilizado tanto em amostras pareadas quanto em amostras independentes.
Se a soma dos valores absolutos dos 11 postos negativos for igual a 18 e a soma dos 13 postos positivos for igual a 26, a hipótese nula de que as duas amostras provêm de populações com a mesma distribuição será rejeitada para qualquer valor crítico menor ou igual a 18.
A região crítica definida pela razão entre as verossimilhanças sob a hipótese nula e a hipótese alternativa é aquela que minimiza a soma das probabilidades dos erros do tipo I e do tipo II.
A instrução paste(c(“X”, “Y”), 1:9, sep=””) permite gerar a sequência [“X1”, “X2”, “X3”, “X4”, “X5”, “X6”, “X7”, “X8”, “X9”, “Y1”, “Y2”, “Y3”, “Y4”, “Y5”, “Y6”, “Y7”, “Y8”, “Y9”].

4,55% e 30,854%
27,611% e 68,916%
30,854% e 4,55%
68,916% e 27,611%