Questões de Concurso sobre Filosofia e a Grécia Antiga

 
 
Disciplina 1
Assunto 10
Banca
Instituição
Cargo
Ano
Carreira
Área de formação
Escolaridade
Dificuldade
 
Comentários:
Professores
Alunos
Meus Comentários
Vídeo
 
Minhas questões:
Resolvidas
Não resolvidas
Certas
Erradas
 
Tipo de questão:
Certo e errado
Múltipla escolha
Incluir questões:
Anuladas
Desatualizadas
 
Questões:
Todas as questões
 
Filtro simplificado
 
Questões
Todas as questões
 
557 questões encontradas
Questões por página
20
Mais recentes
 

Leia o texto abaixo.


“De fato, deve haver alguma realidade natural (uma só ou mais de uma), da qual derivam todas as outras coisas, enquanto ela continua a existir sem mudança. Todavia, esses filósofos não são unânimes quanto ao número e à espécie desse princípio. Tales, iniciador desse tipo de filosofia, diz que o princípio é a água (por isso afirma também que a terra flutua sobre a água), certamente, tirando esta convicção da constatação de que o alimento de todas as coisas é úmido, e da constatação de que até o calor se gera do úmido e vive no úmido”.

Aristóteles, Metafísica.



Segundo o texto, Tales é o “iniciador desse tipo de filosofia”, pois ele


A

inaugura a filosofia pré-socrática, cujos pensadores colocam a água como o princípio de tudo.


B

funda a filosofia naturalista grega, ao estabelecer a água como arché de todas as coisas.


C

unifica as contradições pré-socráticas acerca do número e espécie do princípio de toda a realidade.


D

cria a filosofia da natureza fundada na lógica, no método e no estudo da experiência sensível.


E

funda a filosofia da natureza, baseada na eterna mudança, ao observar as várias formas e funções que a água pode ter.

A crítica de Parmênides a Heráclito, ao caracterizar o movimento como um aspecto superficial das coisas e sustentar que além da experiência dos sentidos está a verdadeira realidade, única e imutável, introduz uma das distinções mais básicas do pensamento filosófico antigo:


A

Entre mythos e logos.


B

Entre monismo e paradoxo.


C

Entre realidade e aparência.


D

Entre lógica e dialética.


E

Entre senso comum e filosofia.

Analise o texto abaixo:


Um filosofo relevante da Antiguidade foi o grego ________. Ele foi aluno de Platão na Academia, mas fundou sua própria escola, o Liceu. Tornou-se conhecido pelo hilemorfismo, isto é, sua teoria sobre a ________, composta de matéria e forma.


Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.


A

Sófocles • virtude


B

Sócrates • essência


C

Heráclito • movimento


D

Aristóteles • substância


E

Parmênides • permanência

É pois a Tragédia imitação de uma ação de caráter elevado, completa e de certa extensão, em linguagem ornamentada e com as várias espécies de ornamentos distribuídas pelas diversas partes [do drama], [imitação que se efetua] não por narrativa, mas mediante atores, e que suscitando o “terror e a piedade, tem por efeito a purificação dessas emoções”.

(ARISTÓTELES. Poética (Capítulo VI). In: DUARTE, Rodrigo (org.). O belo autônomo: textos clássicos de estética. Belo Horizonte: Autêntica, 2012. p. 37.)


Segundo o pensamento aristotélico, é correto afirmar que a Tragédia



A

imita o cotidiano e os homens comuns, da mesma forma que a Epopeia, diferindo apenas em métrica.


B

não é uma imitação dos homens, como na Comédia, mas de ações e de vida, de felicidade ou infelicidade.


C

assim como a Comédia, procura imitar de modo apaixonado, os homens inferiores, focando em sua torpeza anódina e inocente.


D

assim como a Epopeia, não se regula pela política e pela oratória, uma vez que a linguagem do cidadão foi substituída pela fala do orador.

Agora, porém, partirá injustiçado se de fato for embora, mas não por nós, as leis, e sim pelos homens; mas se fugir depois de tão vergonhosamente revidar injustiça com injustiça e o mal com o mal, rompendo os seus pactos e acordos conosco e ferindo àqueles que menos deveria - a si mesmo e aos amigos, ao país e a nós - , ficaremos zangadas com você...

(PLATÃO, Críton. In MARCONDES, Danilo. Textos básicos de filosofia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2007. p. 25)


Com o argumento exposto no texto, Sócrates convence Críton de que, apesar da pena que recebe, sua recusa a fugir faz sentido. Sobre o argumento de Sócrates, é correto afirmar que



A

fugir é alternativa correta, porém a morte eleva a alma até as ideias, o Bem e a Verdade.


B

as leis são injustas e seu destino é cumprir a sentença de morte, a verdade absoluta da vida, pois o Estado pretende uma verdade menor.


C

as leis dizem a verdade que o Estado ordena, e os homens são livres para fugir ou submeter-se às leis, que são válidas conforme interesses.


D

homens cometem injustiça e as leis representam a verdade, fugir consistiria em abdicar do que é precioso, o acordo com as leis e a reverência ao Estado.

Numa visão geral, os gregos Sócrates, Platão e Aristóteles possuíam alguns pensamentos em comum. Exemplo disso são as paixões, essas que eram consideradas por eles como matéria‐prima do


A

bem e do mal.


B

vício e da virtude.


C

falso e verdadeiro.


D

conhecimento e ignorância.

Aristóteles foi um filósofo clássico de fundamental importância para a filosofia. Em seu pensamento trabalhou com vários temas, inclusive a felicidade, ao pensar sobre viver uma boa vida. São formas de felicidade para Aristóteles, EXCETO:


A

A vida como pesquisador e filósofo.


B

A vida como de prazeres e satisfações.


C

A vida como cidadão livre, responsável.


D

A vida como protagonista da bondade.

Assinale a alternativa correta sobre uma acusação de Sócrates aos sofistas:


A

De confundirem a racionalidade com a dependência aos deuses.


B

De consumir a vida com devaneios poéticos e sensuais.


C

De não serem filósofos, pois não tinham amor à filosofia.


D

De ensinar aos jovens o desapego aos bens materiais.


E

De propagar ideias heréticas sobre a origem do universo.

Sobre felicidade e prazer em Epicuro, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.


( ) O prazer é, na verdade, considerado por nós como o primeiro dos bens naturais, é ele que nos leva a aceitar ou a rejeitar as coisas, a ele vamos parar, tomando a sensibilidade como critério do bem.

( ) Uma teoria verídica dos desejos ajustará os desejos e a aversão à saúde do corpo e à ataraxia da alma, pois é esse o escopo de uma vida feliz, e todas as nossas ações têm por fim evitar ao mesmo tempo o sofrimento e a inquietação.

( ) A morte não é lembrada, pois o seu fato ou mesmo o seu símbolo psicológico em nada contribuem com a reflexão existencial e essencial, portanto não se relaciona com a felicidade da alma e do corpo, muito menos com as sensações.

( ) Quando dizemos que o prazer é o soberano bem, falamos dos prazeres dos debochados, dos gozos sensuais, dos mentirosos, dos traidores, dos infiéis, pois o que dizemos nada tem a ver com a moral, mas sim com a sensação, e se algo dá a sensação agradável do bem para uma pessoa isso é em si o supremo bem.


A sequência está correta em


A

V, V, F, F.


B

F, V, F, V.


C

V, F, F, V.


D

F, F, V, V.

Leia o fragmento abaixo.


"Conhece-te a Ti mesmo e conhecerás todo o universo e os deuses, porque se o que procuras não achares primeiro dentro de ti mesmo, não acharás em lugar algum" [...].

Disponível em: <http://www.elivieira.com/2010/10/ti-mesmo-e-conheceras-todo-o-universo-e.html>. Acesso em: 28 set. 2015. Fragmento.



Esse fragmento ilustra a máxima de maior difusão do pensamento filosófico desenvolvido por Sócrates, no século V a.C., na Grécia. Sócrates teve o primeiro contato com essa máxima, que busca conhecer a verdade, através do autoconhecimento


A

na ágora de Atenas, local destinado às discussões políticas.


B

no pórtico do templo de Apolo, localizado na região de Delfos.


C

nos diálogos que são fundamentados na dialética, escritos por Platão.


D

nos diálogos que Sócrates teve com Teeteto, conforme narra Platão.


E

nos estudos históricos sobre a virtude, propostos por Aristóteles.

Leia o texto abaixo.


Se alguém me diz por que razão um objeto é belo, e afirma que é porque tem cor ou forma, ou devido a qualquer coisa do gênero – afasto-me sem discutir, pois todos esses argumentos me causam unicamente perturbação. Quanto a mim, estou firmemente convencido, de um modo simples e natural, e talvez até ingênuo, que o que faz belo um objeto é a existência daquele belo em si, de qualquer modo que se faça a sua comunicação com este. O modo por que essa participação se efetua, não o examino neste momento; afirmo, apenas, que tudo o que é belo é belo em virtude do Belo em si”.

Platão, Fédon.



Na obra filosófica de Platão, a convicção de Sócrates presente no texto representa


A

a crença na anterioridade lógica dos valores estéticos em relação à ciência.


B

a comprovação do monadismo platônico que unifica o corpo e a alma, mundo sensível e mundo inteligível.


C

a crítica ao naturalismo, fundado na experiência sensível, e a fundamentação da metafísica platônica, fundada nas ideias (logoi).


D

a influência da noção de beleza para os gregos, nas ideias postas em toda filosofia platônica.


E

a defesa da superioridade ontológica do Belo em relação às demais causas da realidade.

A arte de imitar está muito afastada da verdade, sendo que por isso mesmo dá a impressão de poder fazer tudo, por só atingir parte mínima de cada coisa, simples simulacro. O pintor, digamos, é capaz de pintar um sapateiro, um carpinteiro ou qualquer outro artesão, sem conhecer absolutamente nada das respectivas profissões. No entanto, se for bom pintor, com o retrato de um carpinteiro, mostrado de longe, conseguirá enganar pelo menos crianças ou pessoas simples e levá-las a imaginar que se trata de um carpinteiro de verdade.

(PLATÃO. A República (Livro X). In: MARÇAL, Jairo (org.). Antologia de textos filosóficos. Curitiba: SEED, 2009. p. 558.)


Sobre a relação entre arte e verdade, assinale a alternativa correta, segundo o pensamento platônico.



A

As obras de arte estão distanciadas três graus da realidade, e, por isso, estão muito distantes da representação da verdade.


B

Não poderíamos nos aproximar da verdade por meio das obras de arte, uma vez que elas apresentam somente uma representação das ideias.


C

Existe um valor positivo da arte imitativa, mas no âmbito da cidade ela era corrosiva, pois, em relação à verdade, desloca a atenção que a política necessitava.


D

As obras de arte são necessárias para uma aproximação da verdade, mas apenas no âmbito privado, negando dessa forma, sua função na cidade e, portanto, deveriam ser excluídas.

“SÓCRATES: E agora, Mênon, vê que progressos ele já fez em termos de memória? De início não sabia que linha forma a figura de oito pés e mesmo agora não sabe, mas antes achava que sabia e respondeu confiante como se soubesse, sem ter consciência das dificuldades; ao passo que agora sente a dificuldade em que se encontra e, além de não saber, não acha mais que sabe.”

(PLATÃO. Mênon. In: MARCONDES, Danilo. Textos básicos de filosofia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1999, p. 35)


Dentre as características da filosofia socrática inferidas dos escritos de Platão, o trecho acima retrata



A

o uso da dialética como meio de alcançar as verdades imutáveis da alma.


B

o constante recurso a analogias e abundantes exemplos para testar definições.


C

a crença na reminiscência ou recordação como meio de acessar o conhecimento.


D

a convicção de que a investigação se inicia com um reconhecimento do não saber.

Todos compreendem o quanto seja louvável a um príncipe manter a palavra dada e viver com integridade e não com astúcia. Contudo, pela experiência de nossos tempos, vê-se que certos príncipes realizaram coisas notáveis, mas tiveram em pouca conta a fé dada e souberam com astúcia manejar a cabeça dos homens. Superaram, enfim, aqueles que se apoiaram na sinceridade.

(MAQUIAVEL, Nicolau. O príncipe (Capítulo XVIII). In MARÇAL, Jairo (org.). Antologia de textos filosóficos. Curitiba: SEED, 2009, p. 457.)


A partir do trecho selecionado, marque a opção em que se encontra a melhor definição para o pensamento político maquiaveliano, em relação à filosofia política desenvolvida na Grécia Clássica.



A

Diferentemente do pensamento desenvolvido na Grécia Clássica, a obra de Maquiavel revela o realismo político sob uma análise das ações humanas.


B

Diferentemente do pensamento desenvolvido na Grécia Clássica, a obra de Maquiavel revela o idealismo político sob uma análise ideal do Bom Governo.


C

Semelhante ao pensamento desenvolvido na Grécia Clássica, a obra de Maquiavel revela o idealismo político sob uma análise ideal do Bom Governo.


D

Semelhante ao pensamento desenvolvido na Grécia Clássica, a obra de Maquiavel revela o realismo político sob uma análise das ações de sua época.

Parmênides e Heráclito foram dois pensadores pré-socráticos com ideias antagônicas: este considerava que é essencial a mudança e a contradição existente nas próprias coisas; aquele, contrariamente, considerava que o que não pode ser pensado não pode existir e o que não existe não pode ser pensado.

Considere:

I. “Nós nos banhamos e não banhamos no mesmo rio. Não é possível descer duas vezes no mesmo rio”.

II. “O ser tampouco é divisível, pois é todo inteiro, idêntico a ele; não sofre nem acréscimos, o que seria contrário à sua coesão, nem dominação, mas todo inteiro, está cheio de ser; é, assim, inteiramente contínuo, pois o ser é contínuo ao ser”.

III. “Este cosmos, o mesmo para todos, nenhum dos deuses e nenhum dos homens o criou: mas sempre foi, é e será um fogo sempre vivo, acendendo-se e apagando-se com medida”.

IV. “É uma a mesma e a mesma coisa: o vivo e o morto, o acordado e o adormecido, o jovem e o idoso, pois a mudança de um converte no outro, reciprocamente”.

V. “Não há que temer que jamais se prove que o não ser é. Só nos resta um caminho a percorrer, o ser é. E há uma multidão de sinais de que o ser é incriado, imperecível, pois somente (o ser) é completo, imóvel e eterno”.

Correspondem ao pensamento de Heráclito, o que se afirma APENAS em


A
I, II e IV.

B
II, III e V.

C
III, IV e V.

D
I, III e IV.

E
II, IV e V.

O pensamento filosófico na Grécia sempre esteve vinculado ao contexto político. A filosofia se desenvolve na polis e o advento da democracia é fator proeminente para tal. Os primeiros filósofos fazem a crítica dos problemas para apontar as soluções, dentro de uma visão que apresenta um humanismo que dissolve o homem no cosmos. Os sofistas vão utilizar um enfoque mais antropológico. Surgem no período em que as relações entre filosofia e polis se estreitam ainda mais, exprimindo a situação de fato da valorização do humano. Isto é comum a toda a sofística, como também a Sócrates, seu contemporâneo. Rompendo a tradição, os sofistas se apresentam como professores da arte de bem falar, uma escola laica preparando o indivíduo para a vida pública.


Não há unidade entre os diferentes sofistas, mas pode-se destacar, dentre os pontos comuns entre suas posições:


A

a dessacralização do saber e relativismo da verdade, construída no exercício da razão humana.


B

o predomínio do exercício pedagógico, considerado uma missão sagrada e não uma atividade profissional.


C

a prioridade do humano, explicado como parte do cosmos e submetido exclusivamente às suas leis.


D

a defesa incondicional da democracia grega, propondo a extensão da cidadania a todos, inclusive mulheres e escravos.


E

a criação de grandes sistemas filosóficos, abrangendo todos os aspectos do saber até então construído.

Aristóteles distingue os vícios e virtudes pelos critérios do excesso, da falta e da moderação. Para ele, enquanto a virtude é um sentimento ou conduta moderada, o vício ocorre de dois modos: pela falta da virtude ou pelo excesso da mesma. Assinale a sequência CORRETA dos vícios por deficiência e dos vícios por excesso que correspondem, especificamente, às virtudes da coragem, do respeito próprio, da gentileza, e da prodigalidade.


A

Covardia e temeridade; modéstia e vaidade; avareza e esbanjamento; indiferença e irascibilidade.


B

Covardia e temeridade; condescendência e vaidade; indiferença e inveja; vileza e vulgaridade.


C

Covardia e orgulho; indiferença e vaidade; vileza e temeridade; avareza e condescendência.


D

Covardia e orgulho; modéstia e vaidade; avareza e irascibilidade; vileza e inveja.


E

Covardia e temeridade; modéstia e inveja; indiferença e temeridade; orgulho e esbanjamento.

Nas discussões com Céfalo, Trasímaco e Cálicles, Sócrates é porta‐voz de Platão ao tratar sobre o problema ético. Nas alternativas a seguir, apenas uma não se trata de um problema ético dentro da teoria da conduta moral de Platão. Assinale‐a.


A

O que é justiça?


B

É melhor ser bom ou ser forte?


C

É mais importante o público ou o privado?


D

Devemos procurar a integridade ou o poder?

Se é verdade que as distinções platônica e aristotélica tiveram como resultado colocar a filosofia no topo do saber, situando-a no vértice da pirâmide ou na copa da árvore do conhecimento, não é menos exato, em contrapartida, que elas terminaram por fixar a distinção entre as formas de saber ou de conhecimento, levando o filósofo a acostumar-se com a ideia de diversidade.


Analise as afirmativas abaixo e marque a alternativa correta.


I. Ao entrar na era moderna muita coisa muda nesse modo de ver as coisas e o próprio conhecimento

II. A lógica cede lugar para a matemática, a experiência converte-se em experimentação e os experimentos em laboratório passam a ter um papel central.

III. A técnica se dissocia do saber empírico e se vincula à ciência, gerando a tecnologia, a filosofia perde a primazia para a ciência, primeiro para a física, depois para a biologia, e, desde então, é toda a diversidade dos saberes que é questionada, modificada e invertida.

IV. A tendência passa a ser valorizar mais e mais a ciência, e junto com ela a tecnologia, cuja fusão e interdependência vão gerar o complexo das tecnociências.


Estão corretas.


A

I e II apenas;


B

II e III apenas;


C

Todas;


D

Nenhuma.

O problema da relação entre mito e filosofia é colocado desde a Antiguidade, quando os primeiros filósofos se voltavam criticamente contra a tradição mítica da cultura grega arcaica.


Analise as alternativas abaixo e marque a incorreta.


A

Xenófanes – fez a primeira crítica do mito a partir da filosofia;


B

Aristóteles – Reconhece o mito como precursor da atitude filosófica;


C

Platão – não admite o mito no campo da filosofia;


D

O mito platônico – tem função heurística e pedagógica.

 
Ir para a página:
OK
 
Gerar simulado