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Os Parâmetros Curriculares Nacionais – PCN’s sugerem para a educação no ensino fundamental que o aluno, ao longo da escolaridade, deve ter a oportunidade de vivenciar o maior número de formas de arte, mas destaca que isso precisa ocorrer de modo que cada modalidade artística possa ser desenvolvida e aprofundada. Tal orientação refere-se à(aos)
Avaliação.
Objetivos Gerais.
Conteúdos.
Objetivos específicos.
I – II e III.
I – III e IV.
I – III e IV.
II – III e IV.
II e IV.
Segundo os PCN's, para o aluno descrever e representar o mundo em que vive, ele precisa saber se localizar no espaço, movimentar-se nele, dimensionar sua ocupação, perceber a forma e o tamanho de objetos e a relação disso com o seu uso. Neste contexto, cabe ao professor das séries iniciais do Ensino Fundamental
saber que a criança inicia sua fase escolar possuindo muitas noções matemáticas incompletas e informais e que parte do ponto zero em relação à construção das noções espaciais.
considerar que, enquanto a criança observa, compara e manipula objetos, ela vai descobrindo formas, percebendo dimensões, observando semelhanças e diferenças, já trabalhando com a geometria.
conduzir a criança a explorar, descobrir e construir conceitos geométricos por meio de aulas visuais e de uma boa literatura, para que ela possa trabalhar a habilidade que organiza a percepção espacial: a coordenação motora visual.
trabalhar a linguagem geométrica correta desde o momento inicial em que a criança chega à escola ouvindo a nomenclatura correta dos objetos, a criança trabalha sua memória auditiva.
As orientações curriculares da Secretaria Municipal de Educação - SME/RJ apontam para um ensino de Língua Portuguesa que priorize:
a leitura de textos dos diferentes gêneros discursivos
a análise de textos literários dos diferentes estilos
a escrita seguindo o padrão ortográfico vigente
a leitura como descoberta da intenção do autor
Uma professora atuante em uma escola pública constantemente faz consultas aos PCN – Parâmetros Curriculares Nacionais e à Proposta Pedagógica da Rede para que possa desenvolver conteúdos específicos ao ano/ ciclo com que trabalha e promover avanços significativos junto aos alunos. Sobre os PCN, assinale a alternativa correta.
Os PCN foram criados para serem referencial de qualidade à educação, já que se respaldam em estudos que se propõem a padronizar o ensino e o conteúdo programático nas diferentes escolas brasileiras.
Os PCN retratam de forma específica o processo ensino-aprendizagem, o que torna o professor condicionado a agir de determinado modo.
Com a leitura e contínua consulta dos PCN, o professor pode valer-se de orientações didáticas. A falha está em não tratar de conteúdos, objetivos e estratégias, tarefas estas que ficam a encargo exclusivo do professor.
Os PCN são norteadores da ação pedagógica, são flexíveis e permitem adaptações, além de serem referencial de qualidade. Não são de uso obrigatório, apenas indicam caminhos que conduzem à aprendizagem significativa e ao direcionamento do trabalho em sala de aula nas diversas áreas do conhecimento, em uma perspectiva crítico-reflexiva.
Ao tratar dos Critérios de avaliação em Arte, os Parâmetros Curriculares Nacionais destacam que, “no transcorrer das quatro séries do ensino fundamental, espera-se que os alunos, progressivamente, adquiram competências de sensibilidade e de __________ em Artes Visuais, Dança, Música e Teatro, perante a sua produção de arte e o contato com o patrimônio artístico, exercitando sua cidadania cultural com qualidade.”
criação.
habilidades.
percepção.
cognição.
Ao definir o currículo de Língua Portuguesa, o ensino de gramática se impõe como objeto de discussão e polêmica. Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais (1998), esse ensino deve:
descrever a variante padrão, explicitando as regras e a nomenclatura necessárias ao bom uso do idioma
fundamentar-se em exercícios que favoreçam o estabelecimento e a memorização dos padrões linguísticos
ser definido a partir das necessidades apresentadas pelos alunos nas atividades de produção, leitura e escuta de textos
estar relacionado à vasta exemplificação, utilizando-se como base textos de literatura brasileira de diferentes épocas
Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais (1998), o ensino de Língua Portuguesa deve tomar “a linguagem como atividade discursiva, o texto como unidade de ensino e a noção de gramática como relativa ao conhecimento que o falante tem de sua linguagem”. Nesse sentido, a atividade de análise linguística deve:
utilizar a metodologia de definição, classificação e exercitação e identificar fatos gramaticais
refletir sobre os recursos expressivos presentes nos textos, e quais efeitos de sentido se constroem a partir da seleção desses recursos
partir do conhecimento da nomenclatura gramatical para sistematizar os recursos expressivos utilizados nos textos
descrever os diferentes níveis linguísticos, tendo em vista a aquisição de paradigmas morfológicos e sintáticos
TEXTO 6
A interação linguística
A língua só tem existência no jogo que joga na sociedade, na interlocução. E é no interior de seu funcionamento que se pode procurar estabelecer as regras de tal jogo. Tomo um exemplo.
Dado que alguém (Pedro) dirija a outro (José) uma pergunta como: “Você foi ao cinema ontem?”, tal fala de Pedro modifica suas relações com José, estabelecendo um jogo de compromissos. Para José, só há duas possibilidades: responder (sim ou não) ou pôr em questão o direito de Pedro em lhe dirigir tal pergunta (fazendo de conta que não ouviu ou respondendo “o que você tem a ver com isso?”). No primeiro caso, diríamos que José aceitou o jogo proposto por Pedro. No segundo caso, José não aceitou o jogo e pôs em questão o próprio direito de jogar assumido por Pedro.
Estudar a língua é, então, tentar detectar os compromissos que se criam por meio da fala e as condições que devem ser preenchidas por um falante para falar de certa forma em determinada situação concreta de interação.
Dentro de tal concepção, já é insuficiente fazer uma tipologia entre frases afirmativas, interrogativas, imperativas e optativas a que estamos habituados, seguindo manuais didáticos ou gramáticas escolares. No ensino da língua, nessa perspectiva, é muito mais importante estudar as relações que se constituem entre os sujeitos no momento em que falam do que simplesmente estabelecer classificações e denominar os tipos de sentenças.
A democratização da escola
Tal perspectiva, ao jogar-nos diretamente no estudo da linguagem em funcionamento, também nos obriga a uma posição, na sala de aula, em relação às variedades linguísticas. Refiro-me ao problema, enfrentado cotidianamente pelo professor, das variedades, quer sociais, quer regionais. Afinal - dadas as diferenças dialetais e dado que sabemos, hoje por menor que seja nossa formação, que tais variedades correspondem a distintas gramáticas -, como agir no ensino?
(...)
A democratização da escola, ainda que falsa, trouxe em seu bojo outra clientela e com ela diferenças dialetais bastante acentuadas. De repente, não damos aulas só para aqueles que pertencem a nosso grupo social. Representantes de outros grupos estão sentados nos bancos escolares. E eles falam diferente.
Sabemos que a forma de fala que foi elevada à categoria de língua nada tem a ver com a qualidade intrínseca dessa forma. Fatos históricos (econômicos e políticos) determinaram a “eleição” de uma forma como a língua portuguesa. As demais formas de falar, que não correspondem à forma “eleita”, são todas postas num mesmo saco e qualificadas como “errôneas”, “deselegantes”, “inadequadas para a ocasião” etc.
Entretanto, uma “variedade linguística ‘vale’ o que ‘valem’ na sociedade os seus falantes, isto é, vale como reflexo do poder e da autoridade que eles têm nas relações econômicas e sociais. Essa afirmação é válida, evidentemente, em termos internos quando confrontamos variedades de uma mesma língua, e em termos externos pelo prestígio das línguas no plano internacional” (Gnerre, 1978).
(...)
Agora, dada a situação de fato em que estamos, qual poderia ser a atitude do professor de língua portuguesa? A separação entre a forma de fala de seus alunos e a variedade linguística considerada “padrão” é evidente. Sabendo-se que tais diferenças são reveladoras de outras diferenças e sabendo-se que a “língua padrão” resulta de uma imposição social que desclassifica os demais dialetos, qual a postura a ser adotada pelo professor?
(GERALDI, J.W. Concepções de Linguagem e Ensino de Português. In: ______ (Org.). O texto na sala de aula. São Paulo: Ática, 1997, p.42-43.) - Adaptado
O fragmento dos Parâmetros Curriculares Nacionais de Ensino Fundamental – Língua Portuguesa (BRASIL/SEF, 1998) que NÃO expressa sentidos presentes no texto 6 é:
“As possibilidades de aprendizagem dos alunos colocam limites claros para o tratamento que dado conteúdo deve receber.” (p.38)
“O objeto de ensino e, portanto, de aprendizagem é o conhecimento linguístico e discursivo com o qual o sujeito opera ao participar das práticas sociais mediadas pela linguagem.” (p.22)
“Ao ingressarem na escola, os alunos já dispõem de competência discursiva e linguística para comunicar-se em interações que envolvem relações sociais de seu dia-a-dia [...].” (p.24)
“Um dos aspectos da competência discursiva é o sujeito ser capaz de utilizar a língua de modo variado, para produzir diferentes efeitos de sentido [...].” (p.26)
Analise as afirmativas à luz das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de nove anos, e marque V para as verdadeiras e F para as falsas.
( ) O ensino fundamental se traduz como um direito público subjetivo de cada um e como dever do Estado e da família na sua oferta a todos.
( ) A educação de qualidade, como um direito fundamental, deixa de ser pertinente, relevante e equitativa e passa a ser uma educação bancária.
( ) O ensino religioso, de matrícula facultativa ao aluno, é parte integrante da formação básica do cidadão e constitui componente curricular dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental, assegurado o respeito à diversidade cultural e religiosa do Brasil e vedadas quaisquer formas de proselitismo.
( ) A transversalidade constitui uma das maneiras de trabalhar os componentes curriculares, as áreas de conhecimento e os temas sociais em uma perspectiva integrada.
( ) As escolas deverão formular o projeto político-pedagógico e elaborar o regimento escolar de acordo com a proposta do ensino fundamental de nove anos, por meio de processos participativos relacionados à gestão democrática.
( ) A avaliação dos alunos, a ser realizada pelos professores e pela escola, deve apresentar um caráter estático, passivo, classificatório, de modo a contribuir para a organização das turmas.
A sequência correta está em
V, F, V, F, V, F
F, V, F, V, F, V
V, V, F, F, V, V
V, F, V, V, V, F
F, V, V, V, V, V
No ano de 2006, o ensino fundamental foi estendido para nove anos através da Resolução n° 11.274/CNE. Essa resolução dispõe sobre o(a)
duração de nove anos para o ensino fundamental com matrícula obrigatória a partir de seis anos de idade.
ensino fundamental obrigatório, com duração de nove anos (de sete a quinze anos de idade).
ensino fundamental obrigatório, com duração de nove anos com matrícula obrigatória a partir de cinco anos de idade.
ampliação do ensino fundamental para nove anos e a diminuição da educação infantil.
duração de nove anos para o ensino fundamental e quatro anos para a educação infantil.
De acordo com a Resolução que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a educação infantil, pode-se afirmar que, EXCETO:
É dever do Estado garantir a oferta de educação infantil pública gratuita e de qualidade, sem requisito de seleção.
A frequência na educação infantil é pré-requisito para a matrícula no ensino fundamental.
As vagas em creches e pré-escolas devem ser oferecidas próximas às residências das crianças.
As práticas pedagógicas que compõem a proposta curricular da educação infantil devem ter como eixos norteadores as interações e a brincadeira.
A educação infantil, primeira etapa da educação básica, é oferecida em creches e pré-escolas.
De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais, o estudo das transformações isométricas é um excelente ponto de partida para a construção das noções de congruência. Assinale a alternativa que apresenta uma transformação que não está relacionada com a noção de congruência.
Simetria axial.
Homotetia.
Reflexão num ponto.
Rotação.
Os Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio apontam as competências e habilidades a serem desenvolvidas pelo estudante. Neste sentido, compõe o eixo das competências a serem desenvolvidas em Matemática, nesta etapa da educação:
a resolução de problemas
a intervenção no real
a história da Matemática
a representação e comunicação
A educação é um instrumento do governo para impor um projeto de nação e de sociedade que contribua para a superação dos conflitos sociais e melhore a distribuição de renda no país.
Os Parâmetros Curriculares Nacionais auxiliam o professor na tarefa de reflexão e discussão de aspectos do cotidiano da prática pedagógica, a serem transformados continuamente pelo professor.
Analise as proposições seguintes:
I. Subsidiar as discussões de temas educacionais com os pais e responsáveis.
II. Rever objetivos, conteúdos, formas de encaminhamento das atividades, expectativas de aprendizagem e maneiras de avaliar.
III. Instituir mecanismos diversos e diversificados que possam lastrear o aprendizado através de facilidades pedagógicas contidas nos materiais que compõem as novas tecnologias.
IV. Refletir sobre a prática pedagógica, tendo em vista uma coerência com os objetivos propostos; preparar um planejamento que possa de fato orientar o trabalho em sala de aula.
Considerando as possibilidades para a utilização dos PCNs, marque SOMENTE as proposições corretas.
I – II e III.
I – II e IV.
II – III e IV.
I – III e IV.
II e III.
Os PCNs foram elaborados para servir de apoio ao desenvolvimento do projeto educativo das escolas, à reflexão sobre a prática pedagógica e ao planejamento de ensino. Constituem eixos temáticos dos conteúdos propostos pelos PCNs de Ciências Naturais (Brasil, 1998), EXCETO:
Vida e Ambiente.
Ser Humano e Saúde.
Tecnologia e Sociedade.
Sexualidade e Multiculturalidade.
De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais, é INCORRETO afirmar que
uma proposta curricular voltada para a cidadania deve preocupar-se necessariamente para os variados grupos de elite existentes na sociedade, uma das bases concretas em que se praticam os preceitos éticos.
é a ética que norteia e exige de todos, e da escola e educadores em particular, propostas e iniciativas que visem à superação do preconceito e da discriminação.
a contribuição da escola na construção da democracia é a de promover os princípios éticos de liberdade, dignidade, respeito mútuo, justiça, equidade, solidariedade e diálogo no cotidiano.
do ponto-de-vista psicopedagógico, conhecimentos que tragam ao professor a compreensão do fracasso e do sucesso que se apresentam como sendo mais da escola e de sua atividade didática, e não só dos alunos, levam à redefinição de procedimentos em sala de aula.
evitar atitudes que “produzam” o fracasso escolar é uma possibilidade aberta ao professor.
Segundo o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil, “O movimento constitui-se em uma linguagem que permite às crianças agirem sobre o meio físico e atuarem sobre o ambiente humano, mobilizando as pessoas pelo seu teor expressivo” (RCNEI, 1997, p. 15).
Entretanto, muitas práticas docentes remetem a um único objetivo didático em relação ao movimento: a manutenção da disciplina em sala de aula. A ideia é de que o movimento impede a concentração e a atenção da criança, ou seja, que as manifestações motoras atrapalham a aprendizagem.
A alternativa que expressa adequada concepção sobre o valor das diferentes formas de expressão e do movimento da criança é:
A impossibilidade de mover-se ou de gesticular facilita o pensamento e a manutenção da atenção, tornando os alunos disciplinados.
As crianças expressam sentimentos, emoções e pensamentos ao movimentar-se, ampliando as possibilidades do uso significativo de gestos e posturas corporais.
A intervenção do professor nas manifestações motoras das crianças é proibida, pois provoca clima de hostilidade.
O uso de sequências de exercícios sistematizados como forma de ocupação da ação motora da criança é recurso importante na educação infantil.