Questões de Concurso sobre Decreto-lei nº 05/1975 - Institui o Código Tributário do Estado do Rio de Janeiro e dá outras providências. - Página 2 | Gran Questões

Questões de Concurso sobre Decreto-lei nº 05/1975 - Institui o Código Tributário do Estado do Rio de Janeiro e dá outras providências.

 
 
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Pedro é sujeito passivo da obrigação tributária decorrente de tributo estadual e pretende exonerar-se de tal encargo. Nessa linha, mediante pagamento, transfere o seu débito para Job da Silva, cuja especialidade é adquirir débitos tributários para utilização futura em eventuais negociações. Nos termos do Código Tributário do Estado do Rio de Janeiro, a cessão particular de débitos é:


A

permitida, sendo fruto da autonomia da vontade das partes


B

permitida, desde que haja concordância do credor


C

ineficaz em relação ao credor tributário


D

dependente de existência de cessão de créditos


E

admitida, se existir lei específica conferindo efeitos em relação ao credor

Determinado jornal de circulação local no Município W é surpreendido por notificação do Fisco Estadual, comunicando o lançamento de tributo estadual incidente sobre as atividades desenvolvidas na aquisição do papel para jornal e do valor de venda do jornal. Nos termos do Código Tributário do Estado do Rio de Janeiro, essas atividades e operações seriam:


A

pertinentes por se caracterizarem como operações tributáveis


B

dependentes de análise da existência de lei local isentiva


C

submetidas ao regime da não incidência tributária


D

relacionadas à atividade lucrativa da empresa


E

vinculadas à natureza assistencial da entidade

O Imposto Sobre os Serviços de Qualquer Natureza (ISS) é da competência dos municípios, sendo, entretanto, a fixação das alíquotas máxima e mínima da alçada exclusiva de Lei Complementar. Dentro de sua competência, o município do Rio de Janeiro estabeleceu alíquotas diferenciadas para alguns serviços prestados em seu território. Os serviços concernentes à concepção, redação, produção e veiculação de propaganda e publicidade, inclusive divulgação de material publicitário, estão sujeitos à incidência de ISS, com a alíquota de


A

1%


B

2%


C

3%


D

4%


E

5%

Nos termos do art. 1º do Decreto-lei 5/75, o Código Tributário do Estado do Rio de Janeiro compõe-se dos dispositivos constantes do próprio Decreto-lei 5, de 15 de março de 1975, obedecidos os mandamentos oriundos:


A

dos tratados internacionais, da Constituição da República Federativa do Brasil, da Constituição do Estado do Rio de Janeiro, das leis complementares e do Código Tributário Nacional.


B

da Lei 2.657/96 e das demais leis expedidas pela Assembléia Legislativa.


C

da Constituição da República Federativa do Brasil, das leis complementares e do Código Tributário Nacional.


D

dos decretos, das resoluções e das portarias expedidas pela Secretaria de Estado de Fazenda.


E

da Constituição da República Federativa do Brasil, da Constituição do Estado do Rio de Janeiro, das leis complementares e do Código Tributário Nacional.

De acordo com o art. 2º do Código Tributário Estadual, os tributos estaduais são:


A

os impostos sobre transmissão causa mortis e transmissão onerosa de bens imóveis, circulação de mercadorias e serviços, propriedade de veículos automotores, taxas em razão do exercício do poder de polícia ou pela utilização, efetiva ou potencial, de serviços públicos específicos e divisíveis, prestados ao contribuinte ou postos à sua disposição, e contribuições de melhoria, decorrentes de obras públicas.


B

os impostos sobre transmissão causa mortis e doação, circulação de mercadorias e serviços de qualquer natureza, propriedade de veículos automotores, taxas em razão do exercício do poder de polícia ou pela utilização, efetiva ou potencial, de serviços públicos específicos e divisíveis, prestados ao contribuinte ou postos à sua disposição, e contribuições de melhoria, decorrentes de obras públicas.


C

os impostos sobre transmissão causa mortis e doação, circulação de mercadorias e serviços, propriedade de veículos automotores, taxas em razão do exercício do poder de polícia ou pela utilização, efetiva ou potencial, de serviços públicos específicos e divisíveis, prestados ao contribuinte ou postos à sua disposição, de iluminação pública, e contribuições de melhoria, decorrentes de obras públicas.


D

os impostos sobre transmissão causa mortis e doação, circulação de mercadorias e serviços, propriedade de veículos automotores, taxas em razão do exercício do poder de polícia ou pela utilização, efetiva ou potencial, de serviços públicos específicos e divisíveis, prestados ao contribuinte ou postos à sua disposição, e contribuições de melhoria, decorrentes de obras públicas ou privadas.


E

os impostos sobre transmissão causa mortis e doação, circulação de mercadorias e serviços, propriedade de veículos automotores, taxas em razão do exercício do poder de polícia ou pela utilização, efetiva ou potencial, de serviços públicos específicos e divisíveis, prestados ao contribuinte ou postos à sua disposição, e contribuições de melhoria, decorrentes de obras públicas.

De acordo com o Decreto-lei 5/75, são nulos:


A
os atos praticados por autoridade, órgão ou servidor incompetente; as decisões mal fundamentadas; os atos ou decisões que impliquem preterição ou prejuízo do direito de defesa; o auto de infração e a nota de lançamento que formularem exigência de tributo ou multa descabida.

B

os atos praticados por autoridade, órgão ou servidor em desacordo com o devido processo legal; as decisões não fundamentadas; o auto de infração e a nota de lançamento que formularem exigência de tributo ou multa já efetuada anteriormente, mediante idêntico procedimento.


C

as decisões não fundamentadas; os atos ou decisões que impliquem preterição ou prejuízo do direito de defesa; o auto de infração e a nota de lançamento que formularem exigência de tributo considerado indevido pelo Supremo Tribunal Federal, em controle difuso de constitucionalidade.


D

os atos praticados por autoridade, órgão ou servidor incompetente; as decisões não fundamentadas; os atos ou decisões que impliquem preterição ou prejuízo do direito de defesa; o auto de infração e a nota de lançamento que formularem exigência de tributo ou multa já efetuada anteriormente, mediante idêntico procedimento.


E

os atos praticados por autoridade, órgão ou servidor incompetente; as decisões contrárias à Fazenda e ao interesse público; os atos ou decisões que impliquem preterição ou prejuízo do direito de defesa; o auto de infração e a nota de lançamento que formularem exigência de tributo ou multa já efetuada anteriormente, mediante idêntico procedimento.

De acordo com o Decreto-lei 5/75, o ingresso do interessado em juízo, postulando matéria contida em processo administrativo-tributário, originário de auto de infração ou nota de lançamento importará:


A

confissão de dívida, renúncia ao direito de recorrer na esfera administrativa e desistência de recurso acaso interposto.


B

renúncia ao direito de recorrer na esfera administrativa, desistência de recurso acaso interposto e impedimento de participar em licitação com o Poder Público.


C

renúncia ao direito de recorrer na esfera administrativa e desistência de recurso acaso interposto.


D

renúncia ao direito de recorrer na esfera administrativa e desistência de recurso acaso interposto, ainda que relativo a outro processo administrativo que tenha o mesmo objeto.


E

renúncia ao direito de recorrer na esfera administrativa, desistência de recurso acaso interposto e suspensão da inscrição estadual.

Não é correto afirmar que estão isentos(as) das taxas de serviços estaduais:


A

as autarquias instituídas e mantidas pelo Estado do Rio de Janeiro.


B

a União, os demais Estados, o Distrito Federal, os Municípios e respectivas autarquias e fundações desde que, em suas legislações, dispensem ao Estado do Rio de Janeiro e suas autarquias e fundações o mesmo tratamento tributário.


C

os partidos políticos, as instituições de educação e de assistência social, observados quanto a essas entidades os requisitos estatutários fixados no Decreto-lei 5/75.


D

as empresas públicas instituídas e mantidas pelo Estado do Rio de Janeiro.


E

as fundações instituídas e mantidas pelo Estado do Rio de Janeiro.

Para caracterizar uma zona urbana, para os efeitos do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana, é necessária a existência concomitante dos seguintes melhoramentos, construídos ou mantidos pelo Poder Público:


A

sistema de esgotos sanitários e abastecimento de água


B

canalização de águas pluviais e transporte urbano


C

calçamento e canalização de águas pluviais


D

abastecimento de água e linha telefônica

Compete aos municípios instituir taxas na seguinte hipótese:

A

autorizar a instalação de um estabelecimento comercial em seu território e para fiscalizar as respectivas atividades


B

para intervir no domínio econômico, visando a organizar as atividades exercidas no âmbito do município


C

para fiscalizar as mercadorias que sejam procedentes de outros municípios


D

para cobrir os custos com o pagamento da folha de seus funcionários

O valor do ISS pode ser fixado a partir de uma base de cálculo estimada, quando:


A

houver prática comprovada de subfaturamento


B

se tratar de atividade exercida em caráter provisório


C

o contribuinte for obrigado a pagar o imposto por valor fixo


D

o contribuinte não possuir ou deixar de exibir os livros ou documentos fiscais

Não se considera omissão de operações tributáveis pelo ISS, sujeita ao pagamento de multas fixadas na legislação:


A

a ocorrência de saldo devedor nas contas do ativo circulante ou do realizável contábil


B

a efetivação de pagamento sem a correspondente disponibilidade financeira


C

qualquer entrada de numerário sem comprovação de origem


D

a adulteração de livros ou de documentos fiscais

Não se incluem na base de cálculo do ISS:


A

os reajustamentos do preço contratado


B

os ônus relativos à concessão de financiamento


C

os descontos e abatimentos concedidos sem condição


D

os reembolsos de despesas incorridas na prestação dos serviços

Em caso de alteração da imposição tributária inicial, decorrente de diligência ou perícia realizada antes da decisão de primeira instância, adotar-se-á o seguinte procedimento:


A

o processo será imediatamente encaminhado à autoridade lançadora


B

o processo será encaminhado ao Conselho de Contribuintes


C

novo processo administrativo deverá ser instaurado


D

o prazo para impugnação será reaberto

Para efeito de cálculo do valor venal do IPTU, considerar-se-á como unidade autônoma:


A

apenas a área do terreno


B

a edificação sem incluir a fração ideal


C

a edificação sem incluir a garagem construída


D

a edificação mais a área ou fração ideal do terreno a ela vinculada

O litígio administrativo tributário será julgado em primeira instância:


A

pelo Conselho de Contribuintes


B

pela própria autoridade lançadora


C

pelo superior hierárquico imediato da autoridade lançadora


D

pelo titular da Coordenadoria de Revisão e Julgamento Tributários

O contribuinte que receba, antes ou durante a prestação dos serviços, dinheiro, bens ou direitos, como adiantamento ou quando o pagamento total do preço dos serviços for feito de forma antecipada, deve:


A

pagar o ISS, no momento do recebimento dos valores ou ao final da execução dos serviços, a seu critério


B

pagar o ISS, em qualquer das hipóteses, apenas após a realização dos serviços, quando ocorre o fato gerador da obrigação tributária


C

pagar o ISS quando do recebimento total pelos serviços prestados, não sendo devido o ISS no momento em que houve um adiantamento


D

pagar o ISS devido em razão do recebimento do adiantamento ou do pagamento antecipado do preço, mesmo que não tenha ainda realizado o serviço contratado

Para efeito de cobrança do imposto respectivo, a mudança de tributação predial para territorial ou de territorial para predial, prevalecerá a partir do:


A

mesmo exercício em que ocorrer o evento causador da alteração


B

exercício anterior àquele em que ocorrer o evento causador da alteração


C

exercício seguinte àquele em que ocorrer o evento causador da alteração


D

exercício em que o proprietário comunicar às autoridades a ocorrência do evento causador da alteração

Em relação à denominada avaliação contraditória, é verdadeira a afirmação de que:


A

pode ser realizada pela via administrativa e também judicialmente


B

é realizada antes do arbitramento, em obséquio ao devido processo administrativo


C

é expediente do lançamento, em qualquer situação que envolva a apuração do valor venal


D

é expediente judicial, quando o cálculo do imposto depender do preço de bens, e houver evidência da má-fé nas declarações do contribuinte

 
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