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A alternativa que destoa das atribuições do cargo de Tradutor e Intérprete de Libras é:
Interpretar diálogos realizados entre pessoas que falam idiomas diferentes, em Libras e Língua Portuguesa.
Interpretar as produções de textos, escritas ou sinalizadas dos servidores surdos, com ênfase na obrigatoriedade do desenvolvimento da oralidade dos mesmos.
Interpretar discursos, palestras, aulas expositivas, comentários, explicações, debates, enunciados de questões avaliativas e outras reuniões análogas.
Interpretar discussões e negociações entre pessoas que falam idiomas diferentes, em Libras e Língua Portuguesa.
De acordo com o Código de Ética do Tradutor e Intérprete de Libras, é CORRETO afirmar que o intérprete deve:
I- Apresentar-se adequadamente com relação à postura e à aparência.
II- Utilizar todos os conhecimentos linguísticos, técnicos, científicos ou outros ao seu alcance, para o melhor desempenho de sua função.
III- Conhecer as diferentes formas de comunicação utilizadas pelas pessoas surdocegas e conhecer as tecnologias assistivas.
IV- Solidarizar-se com as iniciativas em favor dos interesses de sua categoria, ainda que não lhe tragam benefício direto.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I.
I e II.
I, II e IV.
III e IV.
I, II e III.
O Código de Ética orienta o intérprete para o exercício de sua atuação, uma vez que esse profissional estabelece interação com as partes envolvidas durante o processo de conversa e discurso, sendo responsável pela veracidade e fidelidade das informações.
Dessa forma, a alternativa que destoa do papel que deve ser desempenhado pelo intérprete é:
O intérprete deve ser uma pessoa de alto caráter moral, honesto, consciente, confidente e de equilíbrio emocional
O intérprete deve manter uma atitude imparcial durante o transcurso da interpretação, evitando interferências e opiniões próprias, a menos que seja requerido pelo grupo a fazê-lo.
O intérprete deve interpretar fielmente e com o melhor da sua habilidade, sempre transmitindo o pensamento, a intenção e o espírito do palestrante.
O intérprete deve adotar uma conduta inadequada de se vestir, com adereços, e, durante o exercício da função, deve buscar chamar a atenção sobre si mesmo.
Para Santos (2017), um dos mecanismos criados para dar um norte à prática do Tradutor e Intérprete de Libras é o Código de Ética, que é um documento com o objetivo de pautar os princípios e as normas de condutas para esse profissional realizar seu ofício. De acordo com o Código de Ética, em seu Capítulo 1, dos princípios fundamentais, Artigo 1º, parágrafo 4º, um dos deveres fundamentais do intérprete é
negociar conteúdos com o professor e revelar suas dúvidas às questões de sala de aula. Cabe ao intérprete realizar as tarefas escolares do surdo para que o conhecimento seja construído.
tomar a responsabilidade pelo aluno surdo, uma vez que o sucesso ou insucesso desse aluno é atribuição do intérprete.
pedir orientações ao diretor escolar e às famílias, quando o aluno surdo não compreender alguma questão específica de sala de aula.
proporcionar ao surdo um entendimento igualitário ou superior em relação aos ouvintes sobre o assunto que o professor explanar em classe.
reconhecer seu próprio nível de competência e ser prudente em aceitar tarefas, procurando assistência de outros intérpretes e/ou profissionais, quando necessário, especialmente em palestras técnicas.
O Projeto de Lei 9382/17, da Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência, no Art. 3º, diz que são atribuições do tradutor, guia-intérprete e intérprete, no exercício de suas competências:
I. efetuar comunicação entre surdos e ouvintes, surdos e surdos, surdos e surdocegos, surdocegos e ouvintes, por meio da Libras para a língua oral e vice-versa.
II. interpretar, em Língua Brasileira de Sinais – Língua Portuguesa, as atividades didático-pedagógicas e culturais desenvolvidas nas instituições de ensino nos níveis fundamental, médio e superior, de forma a viabilizar o acesso aos conteúdos curriculares.
III. atuar nos processos seletivos para cursos na instituição de ensino e nos concursos públicos.
IV. atuar no apoio ao ensino nas instituições de privadas de ensino.
V. prestar seus serviços em depoimentos em juízo, em órgãos administrativos ou policiais.
VI. atuar na tradução de atividades e materiais artístico-culturais a fim de prestar acessibilidade para o público usuário de Português.
Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.
I – II – V – VI.
II – III – IV – V.
I – III – IV – VI.
I – II – III – V.
II – III – V – VI.
Analise as afirmativas a seguir sobre os deveres fundamentais do intérprete. O intérprete deve
I. ser uma pessoa de alto caráter moral, honesto, consciente, confidente e de equilíbrio emocional. Ele guardará informações confidenciais e não poderá trair confidências, as quais foram confiadas a ele.
II. manter uma atitude parcial durante o transcurso da interpretação, dando opiniões próprias.
III. interpretar fielmente e com o melhor da sua habilidade, sempre transmitindo o pensamento, a intenção e o espírito do palestrante. Ele deve lembrar dos limites de sua função e não ir além da responsabilidade.
IV. reconhecer seu próprio nível de competência e ser prudente em aceitar tarefas, procurando assistência de outros intérpretes e/ou profissionais, quando necessário, especialmente em palestras técnicas.
V. adotar uma conduta adequada de se vestir, com adereços, mantendo a dignidade da profissão, chamando atenção sobre si mesmo, durante o exercício da função.
Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.
I – II – V.
I – III – IV.
I – III – V.
II – IV – V.
II – III – IV.
O capítulo 2 do Código de Ética do Intérprete de Libras, que trata da relação com o contratante do serviço, prevê que
acordos em níveis profissionais com o intérprete devem ter remuneração de acordo com a empresa que contrata sem negociação.
o intérprete deve ser autônomo em decidir o valor de sua remuneração de acordo com o tipo de atuação profissional na esfera federal, quando concursado.
o intérprete deve esforçar-se para reconhecer os vários tipos de assistência ao surdo. Em atendimentos privados, o surdo vunerável economicamente, pode solicitar serviço de qualquer intérprete de Libras de forma gratuita e deve ser atendido por esse profissional na empresa solicitante.
o intérprete deve ser remunerado por serviços prestados e se dispor a providenciar serviços de interpretação, em situações onde fundos não são possíveis.
acordos em níveis profissionais devem ter remuneração tendo como base a tabela do Instituto Nacional da Educação de Surdos – INES.
O Projeto de Lei 9382/17, da Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência, no Art. 2º, relata que o exercício da profissão de tradutor, guia-intérprete e intérprete é privativo
I. dos portadores de diploma em cursos superiores de bacharelado em tradução e interpretação em Libras – Língua Portuguesa ou em Letras com habilitação em tradução e interpretação de Libras e Língua Portuguesa, oficiais ou reconhecidos pelo Ministério da Saúde.
II. dos portadores de diploma em cursos superiores em outras áreas que, na data de publicação desta Lei, tenham sido aprovados em exame de proficiência em tradução e interpretação em Libras – Língua Portuguesa.
III. dos portadores de diploma em cursos superiores em outras áreas que possuírem diplomas de cursos de extensão, formação continuada ou especialização, com carga horária mínima de 180 (cento e oitenta horas).
IV. dos profissionais habilitados nos termos do art. 4º da Lei nº 12.319, de 1º de setembro de 2010, até a data de publicação desta Lei.
V. dos profissionais que comprovarem atuação de 3 anos, até a publicação desta Lei.
VI. dos portadores de certificado de exame de proficiência em Tradução e Interpretação de Libras – Língua Portuguesa, até a data de publicação desta Lei.
Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.
I – II – VI.
II – V – VI.
I – III – IV.
I – III – V.
II – IV – VI.
Em relação à postura ética do Intérprete, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(_) Interpretar fielmente e com o melhor da sua habilidade, sempre transmitindo o pensamento, a intenção e o espírito do palestrante.
(_) Reconhecer seu próprio nível de competência e ser prudente em aceitar tarefas, procurando assistência de outros intérpretes/profissionais, quando necessário, especialmente em palestras técnicas.
(_) Adotar uma conduta adequada de se vestir, com adereços e chamando atenção indevida sobre si mesmo, durante o exercício da função.
C - C - C.
C - E - C.
C - C - E.
E - C - E.
E - E - C.
O intérprete de Libras pode atuar:
ensino superior.
ensino médio.
ensino fundamental.
educação infantil.
Todas as respostas anteriores.
Em conformidade com o "Código de Ética de Intérpretes de LIBRAS, CAPÍTULO III - Responsabilidade Profissional", marque a alternativa com informação que não está de acordo com nenhum dos seus artigos.
(http://www.unifal-mg.edu.br/acessibilidade/codigo-de-etica-interprete)
O intérprete deve considerar os diversos níveis da Língua Brasileira de Sinais bem como de qualquer outra língua estrangeira.
O intérprete jamais deve encorajar pessoas surdas a buscarem decisões legais ou outras em seu favor.
O intérprete deve procurar manter a dignidade, o respeito e a pureza das línguas envolvidas. Ele também deve estar pronto para aprender e aceitar novos sinais, se isso for necessário para o entendimento.
Em casos legais, o intérprete deve informar à autoridade qual o nível de comunicação da pessoa envolvida, informando quando a interpretação literal não é possível e o intérprete, então terá que parafrasear de modo claro o que está sendo dito à pessoa surda e o que ela está dizendo à autoridade.
Sobre o código de ética do intérprete de Libras, é correto afirmar que
prevê que o intérprete não tem como função intermediar um processo interativo que envolve determinadas intenções conversacionais e discursivas, mas sim participar de todas as conversas.
orienta que a ética não necessariamente deve estar na essência desse profissional.
é um instrumento que orienta o profissional intérprete na sua atuação. A sua existência justifica-se a partir do tipo de relação que o intérprete estabelece com as partes envolvidas na interação
orienta que, durante as interações, o intérprete não precisa ter uma grande responsabilidade pela veracidade e fidelidade das informações, ficando a cargo dele limitar as conversas.
Considerando a ética e os princípios fundamentais dos intérpretes de Libras, assinale a alternativa correta.
O Intérprete não pode influenciar o surdo a buscar decisões legais ou outra a seu favor.
O intérprete não deve esclarecer o público em relação ao surdo, sendo que sua função é traduzir.
O intérprete não deve ser imparcial, já que uma melhor tradução é efeito de uma interpretação pessoal do profissional.
O intérprete não deve ser um confidente de informações, ou seja, as informações confiadas a ele podem ser mencionadas a terceiros.
Leia as afirmativas a seguir:
I. O poder público deve apoiar o uso da Libras como meio de comunicação objetiva das comunidades surdas do Brasil.
II. O modernismo brasileiro apresentou características como o progresso, a sensação de instabilidade e transitoriedade, a criação e investigação pessoal, o livre exame e o futuro.
Marque a alternativa CORRETA:
As duas afirmativas são verdadeiras.
A afirmativa I é verdadeira, e a II é falsa.
A afirmativa II é verdadeira, e a I é falsa.
As duas afirmativas são falsas.
A responsabilidade do profissional intérprete de Libras definida no código de ética dessa profissão, é
encorajar as pessoas surdas a buscarem decisões legais ou outras em seu favor e procurar manter a dignidade, o respeito e a pureza das línguas envolvidas.
desencorajar pessoas surdas a buscarem decisões legais ou outras em seu favor e estar pronto para aprender e aceitar novos sinais.
esforçar-se para reconhecer os vários tipos de assistência ao surdo, fazer o melhor para atender as suas necessidades particulares e encorajar as pessoas surdas a buscarem decisões legais ou outras em seu favor.
procurar manter a dignidade, o respeito e a pureza das línguas envolvidas, ter controle emocional e respeito à dignidade humana e, sempre que possível, receber remuneração pelo serviço prestado.
Sobre as orientações contidas na lei n.º 10 436, de 24 de abril de 2002, que dispõem sobre a Língua Brasileira de Sinais (Libras), é incorreto afirmar que:
Os serviços de radiodifusão sonora e de sons e imagens adotarão plano de medidas técnicas, na forma e no prazo previstos em regulamento, para licença de funcionamento.
Entende-se como Língua Brasileira de Sinais (Libras) a forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos, oriundo de comunidades de pessoas surdas do Brasil.
Devem ser garantidas, por parte do poder público em geral e empresas concessionárias de serviços públicos, formas institucionalizadas de apoiar o uso e a difusão da Língua Brasileira de Sinais como meio de comunicação objetivo e de utilização corrente das comunidades surdas do Brasil.
O sistema educacional federal e os sistemas educacionais estaduais, municipais e do Distrito Federal devem garantir a inclusão nos cursos de formação de Educação Especial, de Fonoaudiologia e de Magistério, em seus níveis médio e superior, do ensino da Língua Brasileira de Sinais - Libras, como parte integrante dos Parâmetros Curriculares Nacionais - PCNs, conforme legislação vigente.
Durante a prática profissional do Tradutor e Intérprete de Língua de Sinais, devem ser observados os preceitos de conduta e ética. NÃO faz parte do Código de Conduta e Ética desse profissional:
Compromisso pelo desenvolvimento profissional.
Acerca do Código de Conduta e Ética da FEBRAPILS, de 13 de abril de 2014, que dispões sobre princípios orientadores para a prática profissional de Tradutores e Intérprete de Língua de Sinais (TILS) e Guia-Intérprete para pessoas surdo cegas (GI), assinale a afirmativa CORRETA.
O TILS e o GI devem exercer sua atividade de forma digna e consciente, com o propósito de garantir a acessibilidade e valorizar a sua atuação individual.
O TILS e o GI devem aceitar todos os serviços quando lhes for solicitados e/ou houver a presença de surdo, de modo a lhe garantir acessibilidade. Dessa forma, é necessário informar aos beneficiários (surdos), envolvidos no processo, o nível e a competência tradutória.
O TILS e o GI devem manter e valorizar a confidencialidade como condição para proteger os envolvidos, o trabalho de tradução e/ou interpretação e/ou guia-interpretação, salvo quando interpelado judicialmente, o que poderá levar à quebra de confidencialidade, devendo essa quebra ser informada ao solicitante e ao beneficiário.
O TILS e o GI não devem corrigir prontamente eventuais equívocos cometidos no ato de tradução e/ou interpretação e ou/guia interpretação.
O TILS e o GI não são responsáveis civil e penalmente por atos profissionais lesivos ao interesse do solicitante e beneficiário.
Sobre o código de ética, é correto afirmar que o intérprete deve
lembrar-se dos limites de sua função e não ir além da responsabilidade devida a ele; reconhecer seu próprio nível de competência e ser prudente em aceitar tarefas, procurando assistência de outros intérpretes e/ou profissionais, quando necessário.
vestir-se adequadamente e ser voluntário como condição social de sua profissão; procurar assistência de outros intérpretes, quando necessário.
interpretar fielmente e com o melhor da sua habilidade, sempre transmitindo o pensamento, a intenção e o espírito do palestrante; ser humilde e contar com ajuda de professores de Libras na interpretação.
interpretar fielmente e com o melhor da sua habilidade, sempre transmitindo o pensamento, a intenção e o espírito do palestrante; possuir função ilimitada, podendo atender a todas as situações que envolvem a pessoa surda.