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A coesão por substituição mostra, em textos, uma expressão sendo retomada pela outra. Isto ocorre, nos primeiro e segundo parágrafos, em:
profissionais de diferentes perfis/ trabalhadores.
uma angústia/ na economia.
antidepressivos/ médicos.
predisposição/ aumentou.
cautela/ remédios.
“Sem o comprometimento dos países e a garantia de que vão revisitar suas metas, Paris vai resultar em nada”. Nessa frase, Paris se refere:
À cidade de Paris.
Ao acordo sobre as questões do clima.
Às metas do acordo.
Ao comprometimento dos países.
Os recursos que fazem progredir o tema do texto são as
retomadas de personagens.
expressões catafóricas.
enumerações de fatos e ideias.
correlações aspectuais.
Quem procura a essência de um conto no espaço que fica entre a obra e seu autor comete um erro: é muito melhor procurar não no terreno que fica entre o escritor e sua obra, mas justamente no terreno que fica entre o texto e seu leitor.
Oz, A. De amor e trevas. São Paulo: Cia. das Letras, 2005 (fragmento).
A progressão temática de um texto pode ser estruturada por meio de diferentes recursos coesivos, entre os quais se destaca a pontuação. Nesse texto, o emprego dos dois pontos caracteriza uma operação textual realizada com a finalidade de
comparar elementos opostos.
relacionar informações gradativas.
intensificar um problema conceitual.
introduzir um argumento esclarecedor.
assinalar uma consequência hipotética.
O recurso linguístico que faz progredir o texto é
a intransigência dos superiores.
a falta de colaboração da equipe.
o diálogo estabelecido entre as partes envolvidas.
o desencontro entre as expectativas dos grupos.
“O responsável pela morte da vítima não foi o meu cliente. Ele disparou a arma, é certo. Entretanto, o que provocou a morte foi a hemorragia causada pela perfuração do projétil”.
A falta de coerência é o principal fator de textualidade que interfere nessa comunicação.
A ausência de progressão e de continuidade compromete a produção de sentido.
A forma de organizar o enunciado tenta subverter a lógica da compreensão.
A situacionalidade e intencionalidade justificam o objetivo desse enunciador.
Assinale a opção que apresenta a frase do texto que motiva a progressão textual.
“Deu no Datafolha: para 62% dos brasileiros, a democracia ‘é sempre melhor que qualquer outra forma de governo’”.
“Folgo em saber que a imagem da democracia vai bem, mas a frase é verdadeira?”
“Eu não faria uma afirmação tão forte. Como Churchill, acho melhor limitar a comparação ao universo do conhecido”.
“‘Ninguém pretende que a democracia seja perfeita ou sem defeito. Tem‐se dito que a democracia é a pior forma de governo, salvo todas as demais que têm sido experimentadas de tempos em tempos’, proclamou o estadista britânico”.
“Com efeito, não há necessidade de transformar a democracia num valor religioso. Ela deve ser defendida por suas virtudes práticas”.
Leia o trecho a seguir e as proposições sobre as relações linguísticas apontadas.
“... nesta brincadeira boba passamos todos, os inquietos, a maior parte da vida — e às vezes reparamos que é ela que se vai...”
I. nesta é um pronome catafórico, elemento coesivo no texto.
II. os inquietos retoma e nomeia os seres expressos anteriormente pelo termo todos.
III. A expressão às vezes recebe crase por causa da regência do verbo reparar.
Está CORRETO o que se afirma, apenas, em:
II e III.
III.
II.
I e II.
I.
No trecho: “Este será meu instrumento de defesa...”, o termo que nos remete à imagem é:
‘meu’.
‘instrumento’.
‘defesa’.
‘será’.
’este’.
Representa-se um encadeamento progressivo de fatos na seqüência:
centralização da produção - concentração do capital - influência preponderante nas escolas e na imprensa.
centralização da produção - domínio esmagador - concentração do capital.
defesa da liberdade de ensino - interação das forças econômicas - influência preponderante nas escolas.
grande perigo que ameaça a liberdade - controle sistemático das forças econômicas - processo de concentração econômica.
defesa da liberdade de ensino - desemprego de parte dos que estão aptos a trabalhar - desenvolvimento da vida no país.
Assinale o parágrafo que dá continuidade coerente e gramaticalmente correta ao texto.
O grande erro de o Brasil neste século, de solucionar a crise dos anos 60, proibindo o debate de alternativas, ocorreu devido a pressão ideológica dos pensadores e políticos brasileiros.
Para complicar, essas estratégias terão que ser construídas em um movimento de crise dos paradigmas estrangeiros, de cujos pensadores brasileiros estão órfãos de idéias.
A modernização de hoje exige a modernização do próprio conceito de modernidade. E isso muda o trabalho estratégico, dificultando a base de apoio para isto por causa dos interesses divergentes.
Nessas condições surge a grande possibilidade que os estrategistas que buscam um caminho para o Brasil pensem pela primeira vez na nossa história, em um caminho brasileiro para o Brasil.
Definindo os próprios fins, sem defender a estratégia neoliberal em uma sociedade mundial que não conhece, eficazmente, esse instrumento de propaganda tão abstrato e desviado da realidade quanto era a propaganda da nova modernidade em um desenho de apartação entre os povos.
Assinale o trecho que dá continuidade ao texto, respeitando as relações de coerência, coesão e correção gramatical.
Entretanto, é um erro tomar a herança genética como destino inflexível – tanto para o bem como para o mal.
Assim, o talento embutido no código genético de cada indivíduo só emerge em condições favoráveis.
Embora o talento genético é um componente da personalidade individual – mas não é o único e, nem sempre, o maior.
Por essa razão resta sempre um enorme espaço para quem o talento seja desenvolvido por circunstâncias externas – uma educação escolar de qualidade, por exemplo.
Conseqüentemente, na maioria dos casos, não é esse único gene que define determinado comportamento, mas diversos.
Assinale a opção que constitui continuação coesa e coerente para o texto abaixo.

Não há dúvida, porquanto, de que essas principais disputas giraram em torno das divergências econômicas entre os Estados Unidos e o Brasil, em particular as negociações da OMC, FMI e ALCA.
O que se vê é a afirmação de uma nova política externa, ativa, presente, baseada no interesse nacional brasileiro e na afinidade histórica e territorial do Brasil com o resto da América do Sul, bem como na sua afinidade de interesses com os demais "grandes países em desenvolvimento".
E do outro lado, naquele momento, estarão os grupos econômicos e as forças sociais, intelectuais e políticas que sempre lutaram por um projeto de desenvolvimento para o Brasil.
E aqui, não há como se enganar sobre as forças que esta batalha despertava, dentro e fora do governo: de um lado estarão, como sempre estiveram, os grupos de interesse que defendem uma relação subserviente com os Estados Unidos, em troca de um acesso mais favorecido ao mercado interno americano.
Orientando-se pelos interesses nacionais do povo e não apenas pelos interesses imediatos e particulares do seu agrobusiness, e dos seus grupos financeiros defendidos e acobertados pela retórica diletante e pela política escandalosamente subserviente dos "diplomatas descalços".
Assinale a opção que constitui continuação coesa e coerente para o texto abaixo:

Essa posição foi mantida, em grandes linhas, pela política externa de quase todos os governos militares, a despeito do seu alinhamento ferrenho em torno da causa anticomunista, e, também, depois da redemocratização, com a política externa do governo Sarney.
Por causa dessa vitória americana na Guerra Fria, a nova utopia da globalização e mais uma onda de liquidez internacional criaram as bases materiais e ideológicas da nova virada liberal das elites e do Estado brasileiro.
Com esse ponto de vista geopolítico, o governo brasileiro apostou num sólido alinhamento com os Estados Unidos e seu projeto de globalização liberal, aceitando a internacionalização dos centros de decisão brasileiros e a fragilização do Estado, em troca de um projeto de governança global rigorosamente utópico.
Esse Plano Marshall para a América Latina impediu que o Brasil se transformasse numa experiência original de desenvolvimento acelerado e "excludente", sob a liderança desses investimentos estatais e desse capital privado estrangeiro, proveniente de quase todos os países do núcleo central do sistema capitalista.
Tais momentos importantes desta nova trajetória como as propostas da Operação Pan-americana, em 1958, e da Operação Brasil-Ásia, nos anos 1959-60, ao mesmo tempo de uma maior aproximação da Europa e da África Negra. No mesmo momento, o governo brasileiro também revia suas relações econômicas internacionais, rompendo seu acordo com o FMI.
Atendendo-se à prescrição gramatical e mantendo-se a coerência com as idéias defendidas no texto, o seguinte período poderia dar continuidade ao texto III: Ou seja, a alteridade é simplesmente o que há. Existe, portanto, igual diferença entre, digamos, um camponês chinês e um funcionário norueguês tal qual entre eu e qualquer pessoa, inclusive, eu mesmo.
Certo
Errado
Leia o trecho abaixo e aponte a opção que lhe dá continuidade, respeitando a coesão, a coerência e a orientação argumentativa do texto.
É verdade que já nos anos 50 numerosos estudos haviam demonstrado que fumar provoca câncer, enfisema, ataque cardíaco e muitas outras doenças, mas a estratégia de defesa adotada pela indústria do tabaco foi a do contra-ataque: de um lado contratava técnicos para criticar a metodologia empregada nessas pesquisas; de outro, pressionava os meios de comunicação para garantir que não fossem divulgadas.
Hoje, não só se divulgam as pesquisas que atenuam o impacto do tabaco no organismo, buscando o controle da venda de cigarro a menores de idade e oferecendo tratamento gratuito aos que querem abandonar o vício de fumar.
Qualquer jornal, emissora de rádio ou de televisão que ousasse levantar a menor suspeita de que o cigarro pudesse trazer algum malefício à saúde sofria retaliação financeira imediata
Naquela época, a indústria do tabaco acatava incondicionalmente ações judiciais de ressarcimentos milionários às famílias dos que morriam vitimados pelos efeitos nocivos da nicotina.
Nos anos 50, a disseminação da epidemia de tabagismo corria velozmente de encontro à forma aliciadora e atraente com que fumavam os astros e estrelas no cinema e na tevê.
Resultado de pesquisa conduzida pelo Ministério da Saúde em sete capitais brasileiras comprova que o número de dependentes de nicotina no país é de aproximadamente 20%.
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Essa crise na leitura ficou mais patente à medida que chegavam à escola alunos oriundos de famílias com baixo grau de letramento, que não podiam contar com o ambiente familiar para sua socialização na cultura da escrita.
É fundamental buscar as conexões entre essas duas dimensões, pois o fazer pedagógico consiste na orientação sistemática dos indivíduos no sentido de sua inserção em um contexto sociocultural específico.
As pesquisas na área vêm enfocando uma ou outra dessas dimensões e ainda, dentro de uma delas, uma infinidade de aspectos específicos, que se configuram como amplo campo de pesquisa e experimentação para os educadores.
Eles não adquiriram o hábito da leitura, não se tornaram escritores autônomos, não conseguiram utilizar a leitura nem a escrita como meios de aprender os demais conteúdos escolares.