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A tirinha acima é um exemplo de:
Palavra homônima- perfeita;
Palavra homônima -homófona;
Palavra homônima- homógrafa:
Palavra sinônima.
Quanto ao gênero textual desenvolvido, pode-se afirmar que o texto acima, considerando todos os elementos constitutivos de sua produção, é:
Um editorial.
Uma reportagem.
Um artigo de opinião.
Um discurso parlamentar.
Texto 7
O Tempo
Mario Quintana
01 A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
02 Quando se vê, já são seis horas!
03 Quando se vê, já é sexta-feira!
04 Quando se vê, já é Natal...
05 Quando se vê, já terminou o ano...
06 Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida.
07 Quando se vê, passaram 50 anos!
08 Agora é tarde demais para ser reprovado...
09 Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
10 Seguiría sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
(Disponível em: https://contobrasileiro.com.br/o-tempo-poema-de-mario-quintana/ Acesso em 05/09/2019. Adaptado)
Ao se comparar os textos 7 e 8, pode-se afirmar que há em comum entre eles:
A reflexão sobre a forma como o tempo é aproveitado.
A incerteza diante da passagem implacável do tempo.
O arrependimento diante das escolhas feitas ao longo da vida.
A determinação de alterar uma rotina que traz descontentamento.
A indiferença com o que é adequado para cada fase da vida.
A crônica é um tipo de texto:
descritivo longo.
descritivo curto.
narrativo curto.
narrativo longo.
expositivo.
Teoricamente, para Marcushi, os gêneros textuais podem ser designados como:
metacomunicativos, ilocucionais e comunicativos.
figurativos e formais.
sequenciais, heterogêneos, narrativos, condicionais.
narrativos, descritivos, argumentativos, expositivos e injuntivos.
composicionais, enunciativos, propositais, resumidos, avaliativos.
Na tirinha pode-se perceber o predomínio da tipologia:
argumentativa.
expositiva.
injuntiva.
descritiva.
narrativa.
A frase “Se eu resolver isso aqui...” expressa, em relação ao restante do enunciado do terceiro quadrinho, ideia de
causa.
condição.
conclusão.
proporção.
comparação.
Em conformidade com KOCH e ELIAS, sobre gêneros textuais, analisar os itens abaixo:
I. Os gêneros são dinâmicos e sofrem variações na sua constituição.
II. As alterações sofridas pelos gêneros textuais resultam, muitas vezes, em outros gêneros, novos gêneros.
Os itens I e II estão corretos.
Somente o item I está correto.
Somente o item II está correto.
Os itens I e II estão incorretos.
O enunciado “Hoje estamos aqui, mas... até quando?” adota um procedimento de linguagem denominado de
declaração irônica
avaliação metadiscursiva
reiteração enfática
pergunta retórica
paráfrase reformuladora
De acordo com o documento BNCC, as práticas de linguagem contemporâneas não só envolvem novos gêneros e textos cada vez mais multissemióticos e multimidiáticos, como também novas formas de produzir, de configurar, de disponibilizar, de replicar e de interagir. NÃO é exemplo de gênero discursivo que represente esses conceitos:




O texto “Guardar”, de Martha Medeiros, pode ser considerado uma crônica porque:
a autora, na busca por defender seu ponto de vista no que diz respeito à espera, em vão, da “ocasião especial”, utiliza uma linguagem rebuscada, além de uma sintaxe perfeita, assemelhando-se à escrita literária.
a partir de um fato cotidiano, a leitura de um texto anônimo, proveniente das conhecidas correntes da internet, a autora apresenta sua própria visão sobre a espera do momento oportuno.
possui como objetivo principal informar ao leitor sobre a existência de correntes, que circulam na internet, apresentando fatos que comprovem a inutilidade de tais práticas.
diferente de um texto literário, a crônica de Martha Medeiros apresenta elementos típicos de um texto jornalístico, como depoimentos, apresentação de um fato, bem como dos diferentes posicionamentos acerca desse fato e uma linguagem que oscila entre o rebuscamento e a espontaneidade.
O fragmento do texto que você acabou de ler pertence ao gênero textual diário, e é um tipo de texto na qual pessoal faz um relato. A personagem do fragmento relata:
O gênero textual da tirinha é chamado de história em quadrinhos, pois:
Utiliza e repete muitas informações já conhecidas pela maioria das pessoas, transformando esse gênero textual agradável e de fácil compreensão por todas as camadas da sociedade.
Ao invés de narrador, o diálogo é retratado de forma direta representado em formas de balões e na qual as imagens representam um papel de destaque, de modo a promover a interação entre os interlocutores por meio de uma relação de causa e efeito.
Tem como principal finalidade a linguagem irônica com o objetivo de ridicularizar problemas e hábitos da sociedade moderna.
É um texto visual e humorístico que tem por objetivo criticar um personagem, fato ou acontecimento político ou social específico, tornando o leitor desse texto mas consciente de sua realidade. Na maioria delas, são utilizadas caricaturas e símbolos mas não desenhos fantasiosos.
É uma forma de linguagem atemporal, seu tema é universal, compreendido por todos independente do tempo e lugar. Seu humor está na utilização de caricaturas, ou seja, a representação exagerada de características ou hábitos de um personagem.
Assinale a alternativa INCORRETA quanto à relação entre a obra, o autor e o gênero a que pertence.
São Bernardo – Graciliano Ramos – romance.
Libertinagem – Manoel Bandeira – poesia.
Gota d’água – Nelson Rodrigues – romance.
Morangos Mofados – Caio Fernando Abreu – conto.
O Analista de Bagé – Luis Fernando Verissimo – crônica humorística.
A partir do estudo dos gêneros e tipos textuais, é CORRETO afirmar, sobre o texto que:
É um texto de opinião.
É um texto informativo.
É um texto narrativo.
É um texto instrucional.
Leia as orações abaixo e assinale a alternativa que apresenta a classificação dos tipos de textos apresentados:
I. Falam de animais que apresentam características humanas e interagem entre si.
II. Transmite informações de fatos que estão acontecendo.
III. São textos curtos, falam de um fato real, despertam a curiosidade.
IV. Narrativas de ficção, de fantasia ou acontecimentos.
Jornalísticos, fábulas, crônicas, contos.
Fábulas, jornalísticos, crônicas, contos.
Fábulas, contos, jornalísticos, crônicas.
Crônicas, fábulas, contos, jornalísticos.
Texto 02
Língua portuguesa no ensino fundamental – anos finais: práticas de linguagem, objetos de conhecimento e habilidades
No componente Língua Portuguesa, amplia-se o contato dos estudantes com gêneros textuais relacionados a vários campos de atuação e a várias disciplinas, partindo-se de práticas de linguagem já vivenciadas pelos jovens para a ampliação dessas práticas, em direção a novas experiências. Como consequência do trabalho realizado em etapas anteriores de escolarização, os adolescentes e jovens já conhecem e fazem uso de gêneros que circulam nos campos das práticas artístico-literárias, de estudo e pesquisa, jornalístico-midiático, de atuação na vida pública e campo da vida pessoal, cidadãs, investigativas.
Aprofunda-se, nessa etapa, o tratamento dos gêneros que circulam na esfera pública, nos campos jornalístico-midiático e de atuação na vida pública. No primeiro campo, os gêneros jornalísticos – informativos e opinativos – e os publicitários são privilegiados, com foco em estratégias linguístico-discursivas e semióticas voltadas para a argumentação e persuasão. Para além dos gêneros, são consideradas práticas contemporâneas de curtir, comentar, redistribuir, publicar notícias, curar etc. e tematizadas questões polêmicas envolvendo as dinâmicas das redes sociais e os interesses que movem a esfera jornalística-midiática. A questão da confiabilidade da informação, da proliferação de fake news, da manipulação de fatos e opiniões tem destaque e muitas das habilidades se relacionam com a comparação e análise de notícias em diferentes fontes e mídias, com análise de sites e serviços checadores de notícias e com o exercício da curadoria, estando previsto o uso de ferramentas digitais de curadoria. A proliferação do discurso de ódio também é tematizada em todos os anos e habilidades relativas ao trato e respeito com o diferente e com a participação ética e respeitosa em discussões e debates de ideias são consideradas. Além das habilidades de leitura e produção de textos já consagradas para o impresso são contempladas habilidades para o trato com o hipertexto e também com ferramentas de edição de textos, áudio e vídeo e produções que podem prever postagem de novos conteúdos locais que possam ser significativos para a escola ou comunidade ou apreciações e réplicas a publicações feitas por outros. Trata-se de promover uma formação que faça frente a fenômenos como o da pós-verdade, o efeito bolha e proliferação de discursos de ódio, que possa promover uma sensibilidade para com os fatos que afetam drasticamente a vida de pessoas e prever um trato ético com o debate de ideias.
Como já destacado, além dos gêneros jornalísticos, também são considerados nesse campo os publicitários, estando previsto o tratamento de diferentes peças publicitárias, envolvidas em campanhas, para além do anúncio publicitário e da propaganda impressa, o que supõe habilidades para lidar com a multissemiose dos textos e com as várias mídias. Análise dos mecanismos e persuasão ganham destaque, o que também pode ajudar a promover um consumo consciente. No campo de atuação da vida pública ganham destaque os gêneros legais e normativos – abrindo-se espaço para aqueles que regulam a convivência em sociedade, como regimentos (da escola, da sala de aula) e estatutos e códigos (Estatuto da Criança e do Adolescente e Código de Defesa do Consumidor, Código Nacional de Trânsito etc.), até os de ordem mais geral, como a Constituição e a Declaração dos Direitos Humanos, sempre tomados a partir de seus contextos de produção, o que contextualiza e confere significado a seus preceitos. Trata-se de promover uma consciência dos direitos, uma valorização dos direitos humanos e a formação de uma ética da responsabilidade (o outro tem direito a uma vida digna tanto quanto eu tenho).
Ainda nesse campo, estão presentes gêneros reivindicatórios e propositivos e habilidades ligadas a seu trato. A exploração de canais de participação, inclusive digitais, também é prevista. Aqui também a discussão e o debate de ideias e propostas assume um lugar de destaque. Assim, não se trata de promover o silenciamento de vozes dissonantes, mas antes de explicitá-las, de convocá-las para o debate, analisá-las, confrontá-las, de forma a propiciar uma autonomia de pensamento, pautada pela ética, como convém a Estados democráticos. Nesse sentido, também são propostas análises linguísticas e semióticas de textos vinculados a formas políticas não institucionalizadas, movimentos de várias naturezas, coletivos, produções artísticas, intervenções urbanas etc.
(In: Base Nacional Comum Curricular. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_E F_110518_versaofinal_site.pdf)
Sobre o estudo dos gêneros textuais, a proposta atual para o ensino de Língua portuguesa nos anos finais do Ensino Fundamental norteia-se pela seguinte concepção:
Os gêneros textuais a serem estudados devem corresponder exclusivamente às esferas escolares de comunicação, compreendendo apenas a elaboração de textos com tipologia expositiva.
Os gêneros textuais tornam-se necessários para o desenvolvimento de uma abordagem de conteúdos gramaticais, dissociados das práticas de linguagem.
Os gêneros textuais se apresentam intimamente vinculados às práticas sociais de uma comunidade, por isso cabe à escola propiciar ao aluno experiências mais próximas das situações reais de comunicação e o contato com a diversidade de gêneros que circulam na sociedade.
Utiliza-se a expressão gênero textual para designar um tipo de sequência ou modo de composição, teoricamente determinada pela natureza linguística de sua organização, compreendendo cinco tipos de categorias.
O estudo dos gêneros textuais exclui a prática da análise linguística, na qual se realiza o reconhecimento de recursos linguísticos específicos para a produção dos efeitos de sentido pretendidos.
Analise a tirinha a seguir:

A expressão “OH!” presente no segundo quadrinho representa:
Uma interjeição.
Um vocativo.
Uma onomatopeia.
Uma aliteração.
Para caracterizar o estilo e a grandeza literária de Euclides da Cunha, o autor do texto 1, parte da afirmativa: “Misto de ensaio, tratado científico e análise social com caudalosa prosa poética, ‘Os sertões’ é um livro que só Euclides poderia escrever, graças à sua trajetória e a interesses únicos” (3º §), além de recorrer ao testemunho de proeminentes professores. Com base nas informações contidas no texto, quanto ao gênero literário, está correto definir “Os sertões” no gênero:
lírico, em razão de o autor ter utilizado o lirismo para desenvolver o tema da Guerra de Canudos, com fortes traços de subjetivismo relacionados à natureza.
épico, devido ao fato de o texto focalizar a epopeia do heroico povo de Canudos, em extensas narrativas imortalizando os acontecimentos narrados, visto serem de interesse mundial.
narrativo, pelo fato de o livro narrar em prosa o fatídico confronto entre soldados do exército republicano brasileiro e os sertanejos monarquistas liderados pelo beato Antônio Conselheiro.
dramático, em vista de o texto desenvolver um acontecimento ou situação com intensidade emocional, como foi a Guerra de Canudos, com o objetivo posterior de representação em teatro.
narrativo em forma de romance, por se tratar de uma prosa extensa e complexa, sobre personagens fictícios que vivenciaram os acontecimentos relacionados a uma suposta Guerra de Canudos.