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As formas verbais deve (2º quadrinho) e Acabei (3º quadrinho), respectivamente, indicam:
uma possibilidade e a conclusão recente de uma ação.
uma obrigação e o resultado de uma ação iniciada no passado.
uma possibilidade e a consequência de uma causa passada.
uma obrigação e a consequência de uma causa passada.
uma condição e a conclusão recente de uma ação.
No terceiro quadrinho, a expressão “além disso” NÃO poderia ser substituída corretamente, sob pena de alteração do sentido original do texto, por:
Ademais.
De mais a mais.
Outrora.
Outrossim.
Além do mais.
O fato que gera circunstância para se ter humor na tira é
Armandinho correr até seus amigos.
Armandinho fazer o convite aos seus colegas para a brincadeira.
os colegas de Armandinho aceitarem o convite para a brincadeira.
os colegas de Armandinho começarem a manusear cada um o seu celular.
Armandinho não ter um celular novo para brincar com seus colegas.
No primeiro quadrinho, a fala de Calvin se organiza sintaticamente por um processo de subordinação. Assinale a alternativa que classifica CORRETA e respectivamente as orações subordinadas presentes neste trecho:
Oração subordinada substantiva objetiva direta e oração subordinada adverbial temporal.
Oração subordinada adverbial comparativa e oração subordinada adverbial temporal.
Oração subordinada adverbial temporal e oração subordinada adverbial causal.
Nenhuma das alternativas.
O sinal de interrogação está presente nos três quadrinhos da história. Sobre ele, e de acordo com as imagens da tirinha, é correto afirmar que
no primeiro quadrinho, o aluno se questiona, ao pensar na diferença entre homens e animais.
no segundo quadrinho, o aluno se questiona sobre o que pensa, mas acaba aceitando o tema.
no terceiro quadrinho, o aluno diz ao sapo a ideia que teve sobre a diferença entre os seres.
no segundo quadrinho, o aluno faz uma pergunta retórica e estimula uma reflexão a si mesmo.
no primeiro quadrinho, o aluno não conseguiu resolver a pergunta porque não a entendeu.
Texto 01
VEJA O LADO BOM DA VIDA
1 Ana Paula chegou cansada em casa e só queria descansar. Mas como ter coragem de dizer isso para as duas
crianças pequenas que já estavam de roupa de banho e óculos de mergulho na sua frente, prontos para cair na
piscina? Meio a contragosto, ela se trocou e os acompanhou. Essa foi, de longe, a melhor decisão daquele dia.
“Entre os muitos momentos de felicidade que vivemos naquele fim de tarde, lembro-me de um que considero
5 perfeito: eu, meu marido e as crianças, abraçados juntinhos e fazendo breves mergulhos ao mesmo tempo, por
alguns segundos, para depois sair da água e respirar. Eu não ria tanto há muito tempo. Saí dali revigorada, e com a
sensação de que a vida é sempre maravilhosa se a gente deixar espaço para que o maravilhoso se manifeste”. Pois
é isso mesmo. Para ser feliz e ir ao encontro dos momentos mágicos e perfeitos, o melhor que temos a fazer é nos
tirar, junto com nossos pesos e reclamações, da nossa própria frente. Dar licença para o inesperado chegar, dar
10 boas-vindas ao não programado. [...]
É assim, ao dar uma chance para que a existência se mostre de outro jeito, que abrimos a porta para ela entrar.
Às vezes, mansamente. Às vezes, com enorme intensidade. No caso de Ana, uma amiga de longa data e
protagonista da história que dá início a esse texto, ela pode contar com os filhos pequenos para reconhecer a
perfeição no seu cotidiano. Eles a estimularam a vencer os limites do desânimo, palavrinha que significa,
15 literalmente, “sem alma”. Quantas vezes não estamos assim, sem alma, deprimidos ou exaustos? Estar nesse
estado é um dos grandes motivos para não enxergar as estrelinhas cintilantes que brilham sem parar na frente dos
nossos olhos e que apontam em uma outra direção. Porque é somente a alma que tem a capacidade de ver a sua
luz. Crianças são grandes mestres em identificar estrelas e nos devolver o contato com o espírito. Elas sabem, como
ninguém, rasgar véus escuros para que possamos vislumbrar um mundo encantado e cheio de possibilidades, isto é,
20 do jeito como elas mesmas o veem. [...]
O momento perfeito não existe no passado nem no futuro, mas no agora. Não deve ser esperado, idealizado ou
pré-fabricado. Ele pode ser vivenciado apenas quando estamos atentos ao que acontece naquele instante, e não
quando estamos distraídos com nossos pensamentos e emoções (quase sempre negativas). De uma certa forma,
temos de estar livres do peso do nosso angustiado mundo interno para que nossa criança, ou estado de puro ser,
25 possa surgir. Mas por que será que somos tão apaixonados pela perfeição? Por que ela é uma meta? Pode colocar
na conta dos gregos antigos: em grande parte são eles os responsáveis pela busca insana pela perfeição. A precisão
era uma virtude cultuada na Grécia Clássica. A perfeição é apenas um ideal não atingível. E se ficarmos obcecados
por ela, retiramos as possibilidades de felicidade que existem no mundo real para pessoas, relações e situações
imperfeitas. [...]
Disponível em: <https://vidasimples.co/conviver/veja-o-lado-bom-da-vida/>. Acesso em: 12 março 2019. Adaptado.
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 a seguir para responder às questões que a ele se referem.
Texto 02

Comparando o texto 02 ao texto 01, verifica-se que
estabelecem relação quanto à temática abordada.
usam, predominantemente, a linguagem conotativa.
utilizam tanto a linguagem verbal quanto a não verbal.
pertencem ao mesmo gênero textual.
No contexto da tira, emprega-se a frase
“O mundo é uma máquina...”, em sentido próprio, para fazer referência ao atual estágio de evolução tecnológica em que se encontra a humanidade.
“... é uma máquina de moer corações.”, em sentido figurado, para expressar a ideia de que, nas relações sociais, predominam o respeito e o altruísmo.
“Como alguém tem coragem de operar...”, em sentido figurado, para condenar a apatia de algumas pessoas em um contexto de transformações sociais.
“Certamente é gente...”, em sentido próprio, para negar que possam existir pessoas indiferentes ao fato de o mundo ser um ambiente hostil.
“... gente que não tem coração.”, em sentido figurado, para se referir à insensibilidade de pessoas cujas ações tornam o mundo um lugar opressivo.
As duas ocorrências do vocabulário “bonde” têm orientações distintas em cada quadrinho. Ou seja, no primeiro remete à(a) ___________, e no segundo a(ao)_______________.
infância, mau caráter.
caminho, direção certa.
transporte, desconfiança.
transporte, atitude errada.
atitude correta, ficha suja.
Em "E tudo por causa do maldito inquilino que começou a dizer que isso é muito feio, que não se faz e sei lá o quê!". A palavra destacada é:
Pronome relativo
Pronome possessivo
Advérbio
Substantivo
Verbo
Os termos “Mafalda” e “Felipe” são vocativos. Ao reescrever a fala de Felipe no quadrinho, de acordo com as normas de pontuação previstas pela gramática da Língua Portuguesa, a estrutura frasal mantémse correta em:
Às vezes, Mafalda, me pergunto...
Me pergunto, às vezes Mafalda...
Me pergunto, Mafalda às vezes...
Às vezes me pergunto Mafalda...
Indique, dentre as alternativas abaixo, a que possui o mesmo tipo de sujeito do verbo DIZER, presente no 1º quadrinho do texto 4.
Faltou-me cautela naquele momento.
Atividades física e boa alimentação fazem bem à saúde do corpo e da mente.
Estão a sua espera desde ontem.
Faz três semanas que não vou à praia.
Choveu muito no final de janeiro.
Essa história em quadrinhos se comunica com o leitor por meio de palavras e imagens. Observando a fala de Calvin no primeiro e no último quadrinho, é correto perceber que ele expressa, respectivamente,
orgulho e aflição.
medo e confiança.
alegria e precaução.
curiosidade e satisfação.
coragem e arrependimento.

Baseando-se na tirinha, o personagem Cascão exclama: "Ganhei!" pois:
É uma maneira de dizer que ele não toma banho.
Ele explica que toma banho durante mais tempo que os outros personagens.
Ele é mais esperto que os outros personagens.
Trata-se de um personagem extremamente competitivo e não aceita derrotas
O texto está organizado de forma
argumentativo-injuntiva.
narrativo-argumentativa.
injuntivo-dialogal.
dialogal-descritiva.
A mulher que aparece na tirinha:
Prontifica-se a servir aos presentes desde que apareça.
Questiona sobre seu espaço na Declaração dos Direitos.
É escorraçada da sala, pois os homens querem decidir sem que ela atrapalhe.
Irrita-se porque os homens não dizem logo o que querem dela antes de discutirem sobre a Declaração.
Percebe que os homens estão ironizando, já que ela participará ativamente da concepção da Declaração.
Se compararmos a personagem Mwanito do Mia Couto com a Mafalda do Quino, podemos afirmar que:
as personagens e os autores identificam-se na defesa do silêncio.
as duas personagens tratam o silêncio da mesma maneira.
Mafalda reprova o silêncio, Mwanito defende-o.
Mafalda questiona o silêncio repressor, Mwanito exercita silêncios libertários.
as personagens são críticas em relação ao silêncio, diferente dos autores.
Assinale a conjunção coordenativa adversativa que aparece no primeiro quadrinho.
Em
Com
Para
Mas
Não
Com base nos suportes discursivos apresentados em Marcuschi (2008), a tira de Calvin tem como suporte
o jornal impresso, que abarca muitos gêneros discursivos, podendo ser veiculada também em outros suportes convencionais impressos.
a internet, que abarca uma infinidade de gêneros, sendo que, antes de seu advento, gêneros dessa natureza tinham como suporte convencional o jornal.
o livro didático, que trata de muitos gêneros possíveis pela exemplificação com fins pedagógicos, sendo possível encontrá-la também em jornais.
a revista de variedades, que explora diferentes gêneros discursivos para atender a diferentes públicos conforme suas intenções de leitura.
o encarte em um jornal diário, que reproduz alguns gêneros voltados à diversão, os quais também podem circular nos meios digitais.

(garfield. foi mal. jim davis. adaptado)
Fizemos ... gostas
Fizemos ... gostam
Fiz ... gosta
Fiz ... gostam
Fizeram ... gostam
Armandinho, personagem da tira acima, é caracterizado por seus questionamentos. No último quadrinho, sua pergunta, associada à linguagem visual, em relação à própria rotina, revela um sentimento de:
Indiferença.
Tristeza.
Desânimo.
Indignação.
Acomodação.