Questões de Concurso sobre Quadrinho

 
 
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Para compreender o Texto 2, o leitor deve entender a informação do último quadrinho como:


A

Apesar de falarmos a mesma língua, empregamos um vocabulário diferente.


B

Por sermos de idades diferentes, nossa maneira de falar é também diferente.


C

Falamos uma mesma língua, mas ela tem variantes que atrapalham a comunicação.


D

Falamos a mesma língua, mas discordamos quanto à adoção de certas gírias.


E

Falamos a mesma língua, mas temos gostos diferentes.

A coletânea de textos desta prova pertence a diferentes gêneros textuais. Assinale a opção que está de acordo com a caracterização do gênero que representa.


A

Na tirinha, a postura e a expressão facial das personagens não colaboram para a produção do humor.


B

Na reportagem e na notícia, não há detalhamentos do assunto.


C

Na narração, há pontos de conflito e o discurso pode ser em primeira ou terceira pessoa.


D

Na reportagem, não se deve entrevistar especialistas sobre o tema tratado.


E

Na narrativa, a história é encenada.

Na tirinha de Jim Davis, os verbos precisar e dever estão conjugados consecutivamente em que tempo e modo verbais?

Imagem associada para resolução da questão


A

Presente do indicativo e futuro do pretérito do indicativo.


B

Pretérito perfeito do indicativo e futuro do subjuntivo.


C

Presente do subjuntivo e presente do indicativo.


D

Pretérito imperfeito do indicativo e futuro do subjuntivo.

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 a seguir para responder à questão 04.


Texto 02

Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: <https://br.pinterest.com/susyannesouza/dinho/>.Acesso em: 15 de out. 2019.


O texto permite inferir que


A

não ter acesso à escola significa não ter acesso à educação.


B

quanto maior a escolaridade, maior o nível de educação


C

a escolaridade é inversamente proporcional à educação.


D

maior grau de escolaridade representa maior entendimento de educação.


E

ter acesso à escola não é garantia de se ter educação

Sobre o verbo “pegar”, no primeiro quadrinho, é correto afirmar que:


A

exprime um pedido, mas não está conjugado conforme as determinações da gramática normativa da língua portuguesa.


B

exprime um pedido e está conjugado conforme as determinações da gramática normativa da língua portuguesa.


C

está empregado em uma das formas nominais do verbo.


D

está empregado no modo subjuntivo.

Atente para a fala de Calvin no quadrinho 4: “Na verdade é difícil discutir com alguém que parece tão feliz”.


Essa afirmação de Calvin foi feita por quê?


A

Porque Haroldo, o tigre, olhava pensativo, Calvin e suas ambições.


B

Porque Haroldo, o tigre, olhava contrariado, Calvin e suas ambições.


C

Porque Haroldo, o tigre, gargalhava das frases ambiciosas de Calvin.


D

Porque Haroldo, o tigre, escutava com atenção a fala ambiciosa de Calvin.


E

Porque Haroldo, o tigre, dormia tranquilo enquanto Calvin falava sobre ambição.

Assinale a alternativa que, mantendo o sentido original do texto, reescreve passagem de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.


A

Papai, descobri que qualquer palavra pode variar e ter qualquer significado, desde que possamos nos comunicar!


B

O nosso velho idioma passaria a ser um código mais amplo, caso déssemos novos significados às palavras.


C

Tentarei inventar palavras com novos sentidos, papai, para que a gente não possa mais se comunicar.


D

Papai eu descobri: duas gerações podem ser divididas pelo mesmo idioma ainda que o significado das palavras possa variar.


E

Quanto ao significado das palavras, descobri que não se trata de algo imutável, sendo possível recriá-lo.

Na fala do 1o quadrinho, o vocábulo e liga ações em uma relação de


A

condição e conformidade.


B

concomitância e ênfase.


C

modo e oposição.


D

tempo e espaço.


E

causa e efeito.

O texto apresenta uma reflexão sobre o impacto da internet na vida privada do indivíduo. No terceiro quadrinho, o interlocutor


A

respeita, sem restrições, a vida privada no ambiente virtual.


B

faz uso da câmera para manter um relacionamento interpessoal.


C

aproveita de uma situação privada para torná-la pública.


D

reconhece o limite que há entre o espaço público e o espaço privado nas redes sociais.


E

sente necessidade de chorar diante das câmeras.

Tendo em vista o contexto do primeiro quadrinho, assinale a alternativa que melhor se adéqua, em relação ao tempo verbal do termo destacado, em "Com certeza dizem qualquer coisa [...]".

A
Diriam.

B
Dirão.

C
Disseram.

D
Dissessem.

E
Diziam.

Texto 01


“Conhece-te a ti mesmo”: a conquista do seu lugar no mundo


Somos ensinados desde cedo a conhecer e aprender com o mundo. O resultado dessa crença é que a imensa maioria das pessoas não vive exatamente no mundo, reage a ele. É o que Nietzsche chama de niilista reativo. No sentido mais alargado, é o indivíduo que não cria, não tem iniciativa, não tem capacidade de reflexãoB Os efeitos perversos desse ensinamento aparecem em todas as fases da vida.

Na infância, o reativo é aquele que critica. É a criança que na escola ri da roupa do outro, humilha os diferentes, faz bullying. Na vida adulta, é o que se ocupa da vida alheia, o delator, o fofoqueiro, o manipulador, o que fiscaliza, o que controlaBO reativo pensa pouco sobre si. Sem conteúdo, não há sobre o que refletir. O nosso repertório interno precisa ser cultivado, ele não se faz sozinho. Mas o reativo não tem tempo. Ele está ocupado demais confrontando o mundo. Toda a sua energia está direcionada para a reação.

Por trás de quase todo o mal na sociedade, há um reativo. Qual é a característica dominante do agressor, do contraventor, do adicto, do fundamentalista religioso? São reativos. São indivíduos que reagem ao mundo que se apresenta. Os seus impulsos — sem controle e sem filtro — estão no comando. Vivem no nível da semianimalidade. Comem quando têm fome, agridem quando são ameaçadosB Esse é o modelo em vigor.

Diz-se que o mundo está aí e nós temos de fazer um ajuste, um alinhamento para o acompanhar. A tarefa é seguir a manada. Esse modelo diz: use a cabeça (a razão) para conhecer o mundo. “O mundo te dará as respostas”. Ora, não seria assim se a filosofia fizesse parte da educação, porque ela diz exatamente o contrário. Desde Sócrates — passando por Spinoza, Nietzsche e Freud — o fundamento básico é: conheça você primeiro. O mundo só será importante quando ele contribuir para essa tarefa.

Não é por acaso que essa é a primeira e mais importante máxima da história do pensamento ocidental. Está lá, ainda hoje, nas ruínas gregas, o Templo de Apolo, o oráculo de Delfos com a inscrição “conhece-te a ti mesmo”. Num tempo em que os homens buscavam antecipar o encontro com o mundo através da consulta aos oráculos — havia dezenas deles espalhados pela Grécia, sendo Delfos o mais famoso — deparavam-se com esse aviso logo à entrada. Foucault vai mais fundo e afirma que a tradução mais completa desse aviso é “saiba bem qual é a natureza da tua pergunta antes de consultar o oráculo”. Antes de nos dirigirmos ao mundo e interrogá-lo, saibamos primeiro quem somos.

Enquanto a cultura diz “o mundo é o mais importante”, esteja atento ao que o mundo espera de você”; a filosofia diz “é você primeiro”, “você tem a preferência”, “o mundo é instrumento, use o mundo para construir a si próprio”. O mundo é um espelho que serve ao autoconhecimento. É através do que ele mostra que você identifica os seus talentos, suas inclinações, suas fragilidades, suas alegrias. E não se trata de menosprezar o mundo, é uma questão de primazia. Até porque há coisas que você só sabe, se o mundo te mostra. A vida autêntica só é possível quando eu presencio o diálogo entre o que eu sou e o mundo que se apresenta. Essa é a premissa de Sócrates, a vida que vale a pena é a vida examinada, é a autoanálise. O mundo só será importante quando ele permitir que você saiba quem você é. Não é por acaso que, de todos os hábitos do ser humano, o mais comum e o que traz mais sofrimento, é o querer ser diferente do que se é. Gastamos tempo e energia imitando ou se comparando com os outros, ao invés de buscar na nossa essência quem e como somos e o que temos para oferecer ao mundo.

A questão que se segue é: como se faz isso? Seja um observador atento! Separe com precisão o seu “eu” e o mundo que está lá fora.

A falta de divisão entre um e outro é fonte de engano e perdição. E pode ser um desastre. Afinal, definitivamente, o mundo não é um lugar seguro (atenção: essa não é uma afirmação politicamente incorreta). Encare o mundo olho no olho, mas que o olhar seja clínico. E desconfie de quase tudo. DesconfiarB desconfiarB Pode não dar em nada. Pode não ser necessário. Mas é útil para o necessário estado de alerta, contribui para uma parada estratégica e pode funcionar como uma barreira. A desconfiança te situa, faz você pensar: “eu estou aqui e aquilo está lá. Eu quero aquilo para mim? Vai me edificar? Vai contribuir com o meu caminho? Eu quero isso? Isso me convém”. Conheça muito bem quais são os seus desejos a ponto de julgá-los: “quero isso e isso é bom, portanto vou trabalhar para obter”, “desejo aquilo, mas não é bom, não quero”.

Para além dos efeitos no indivíduo singular, o “conhece-te a ti mesmo” é o caminho do bem praticado no mundo. Sócrates afirma que nenhum homem é capaz de praticar o mal conscientemente, pois o mal é o resultado da ignorância e da falta de autoconhecimento. Além de pavimentador do bem, é um escudo protetor: quem sabe quem realmente é, dá pouca importância à crítica e ao ataque dos outros.

O mundo é voraz e embrulha tudo. Esquenta e esfria, aperta e solta, acelera e abranda, escraviza e liberta, agita e sossega, acolhe e hostiliza, alegra e entristeceB É necessário que definamos os nossos próprios critérios e façamos escolhas porque é impossível viver ao sabor de tudo o que ele oferece. É preciso analisar e manter uma reflexão permanente sobre como ele nos afeta. É tarefa fácil? Não. Benjamin Franklin observou que “há três coisas extremamente duras: o aço, o diamante e conhecer a si mesmo”. Mas é o único caminho para sermos senhores na nossa própria história.


CARDOSO, Margot. Conheça-te a ti mesmo: a conquista do seu lugar no mundo. Disponível em: . Acesso em: 25 set. 2019. Adaptado.




Tendo em vista os textos 01 e 02, é CORRETO afirmar que ambos defendem:


A

O autoconhecimento torna as pessoas inseguras e passivas.


B

O autoconhecimento pode provocar o conhecido “efeito manada”.


C

Os meios de comunicação impedem que as pessoas fiquem alienadas.


D

As pessoas que não conhecem a si mesmas podem ser manipuladas.


E

Aqueles que não têm acesso às informações televisivas são os mais alienados.

Sobre o uso dos verbos no imperativo no primeiro quadrinho do texto 02, é CORRETO afirmar:


A

Constrói o perfil de Mafalda, personagem caracterizada como autoritária e reativa.


B

Assim como no título do texto “Conhece-te a ti mesmo”, correspondem à pessoa gramatical “tu”.


C

Comprova a presença da função apelativa, normalmente presente nos textos publicitários.


D

Encontram-se entre aspas para enfatizar o tom de desaprovação da personagem Mafalda.


E

Encontram-se na 3.ª pessoa do plural, correspondendo ao pronome “eles”, presente na fala em questão.

A crítica à internet implícita na tira está associada


A

à circulação, na rede, de notícias de caráter popular.


B

ao teor das mensagens e conteúdos nela veiculados.


C

à falta de comprovação dos dados de usuários da rede.


D

à divulgação ilegal de informações dos usuários da rede.


E

ao conteúdo edificante de textos apócrifos que nela circulam.

De acordo com o último quadrinho:


A

A oração de Calvin é atendida, por isso sente vontade de ingressar no sacerdócio.


B

A professora percebe a falta de vontade de Calvin e o chama mesmo assim.


C

A oração de Calvin não é atendida, tendo que ir até a lousa com as calças rasgadas.


D

Calvin não aceita ir até a lousa por estar com as calças rasgadas e é deixado de castigo.

Da leitura da tirinha, é CORRETO afirmar que:


A

O poder pode ser comparado a drogas sintéticas.


B

O poder é um tipo de droga viciante.


C

O poder destrói toda a sociedade.


D

Ainda que cause danos, o poder é necessário.


E

Porque causa danos, o poder vicia.

O valor semântico da conjunção “mas”, no último quadrinho, é:

A
conclusivo.

B
alternativo.

C
adversativo.

D
explicativo.

E
aditivo.

A palavras que se repetem nas tirinhas, são classificadas como:

Imagem associada para resolução da questão


A

Parônimas.


B

Homônimas homógrafas.


C

Homônimas homófonas.


D

Paronímias perfeitas.


E

Nenhuma das alternativas

Leia a tira.



Imagem associada para resolução da questão


(André Dahmer, Malvados. Folha de S.Paulo, 10.11.2018. Adaptado)

Para que o diálogo entre as personagens faça sentido e esteja em conformidade com a norma-padrão, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com:


A

beijar ela ... Absolutamente


B

beijá-la ... Claro


C

lhe beijar ... Talvez


D

a beijar ... Nunca


E

beijar-lhe ... Provavelmente

Leia, atentamente, o texto abaixo, tirinha de Grump – Orlandeli.

Imagem associada para resolução da questão

Fonte: http://www.orlandeli.com.br/novo/wordpress/index.php/category/grump. Acesso em 30/09/2018.


Analise as frases da fala do tio, transcritas do primeiro quadrinho da tirinha de Grump. Em seguida, responda à questão proposta.



“Pra essa molecada é moleza. Estão aprendendo agora. Não tem os vícios da gente, que já usa as antigas regras faz tempo.”


Considerando o contexto de comunicação, os interlocutores e o sujeito simples “molecada”, explícito na primeira oração, a adequação das frases, obedecendo às normas de concordância verbal, seria:


A

Pra essa molecada é moleza. Está aprendendo agora. Não tem os vícios da gente, que já usa as antigas regras faz tempo.


B

Pra essa molecada é moleza. Estão aprendendo agora. Não têm os vícios da gente, que já usa as antigas regras faz tempo.


C

Pra essa molecada é moleza. Estão aprendendo agora. Não têm os vícios da gente, que usamos as antigas regras fazem tempo.


D

Pra essa molecada é moleza. Está aprendendo agora. Não tem os vícios da gente, que já usam as antigas regras faz tempo.

   
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