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"A justificativa que a gente mais escuta nas entrevistas com imigrantes brasileiros que chegam aos EUA é a economia brasileira, devido à alta da inflação e à estagnação dos salários" (2º parágrafo).
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O uso das aspas nesse trecho serve para indicar que se trata:
da reprodução exata da fala de uma pessoa
de um uso figurado da linguagem
de um uso mais formal da língua
do registro da fala de outra pessoa por um narrador
No trecho: “Usar o carro em excesso gerou diretamente problemas de trânsito e poluição. (...) Por isso, queremos levar as pessoas para as ruas, fazê-las tomarem gosto pela caminhada no dia a dia”, o uso das aspas (“”)Justifica-se para:
exemplificar.
indicar as falas de alguém.
destacar expressões.
indicar expressões irônicas.
indicar estrangeirismo.
Em: O conteúdo produzido é guardado nas chamadas "nuvens". - justifica-se o uso das aspas para:
indicar uma expressão popular.
mostrar que a palavra está em sentido diverso do usual.
isolar a palavra estranha à língua culta.
marcar a presença de um neologismo.
A expressão “retorno à normalidade” (linha 10) está entre aspas para sinalizar que se trata de um(uma)
expressão enfática.
exemplar de discurso indireto.
forma de discurso direto.
caso de ironia.
caso de estrangeirismo.
Considere as seguintes frases do texto:
• A primeira foi um luxo: "Itinerário de Pasárgada", de Manuel Bandeira, em 1954. (2o parágrafo)
• Não "essenciais", as livrarias cariocas estão fechadas para cumprir o recesso sanitário. (4o parágrafo)
No contexto em que são empregadas, as aspas (" ") atendem, respectivamente, ao propósito de
distinguir uma citação do restante do texto; realçar ironicamente uma expressão.
realçar ironicamente uma expressão; indicar o título de uma obra.
indicar o título de uma obra; acentuar o valor significativo de uma palavra.
distinguir uma citação do restante do texto; assinalar inflexão de natureza emocional.
assinalar inflexão de natureza emocional; distinguir uma citação do restante do texto.
No momento em que escrevo estas linhas, o Brasil parece que começa a deixar para trás o pior da pandemia: bares e restaurantes já não têm mais limitações em seu funcionamento, “você já se vacinou?” é uma frase que usamos na abertura de nossas conversas, as reuniões presenciais são cada vez menos estranhas e o trânsito paralisa o fluxo novamente nas grandes cidades. Ainda que nosso modo de vida pareça voltar ao ponto anterior ao pequeno ensaio de apocalipse que vivemos recentemente, algo dá a impressão de estar deslocado. O mundo não parece estar voltando ao “normal”. Se antes da pandemia dizíamos que de perto ninguém é normal, hoje definitivamente dá pra dizer que de longe já dá pra sacar que estamos irremediavelmente anormais.
(GUERRA, Facundo. Nunca fomos normais. Pequenas empresas & grandes negócios. São Paulo: Ano 31. Ed. 390, set. 2021. Editora Globo. p. 24-25. Fragmento adaptado.)
As aspas utilizadas no termo “normal” indicam que
o jornalista está colocando o sentido do termo em xeque.
se trata de uma citação de outro texto.
após a pandemia a palavra caiu em desuso, tornando-se um arcaísmo.
a palavra merece destaque no texto.
Assinale a alternativa que apresenta uma afirmação correta sobre o uso das aspas no texto de Luciana Rodrigues.
No 11º parágrafo, as aspas foram utilizadas para destacar termos estrangeiros.
No 7º parágrafo, as três ocorrências das aspas servem para destacar títulos
No 14º parágrafo, as aspas foram empregadas para sinalizar uma fala em sentido figurado.
No 9º parágrafo, as aspas foram utilizadas para sinalizar um discurso indireto.
No 12º parágrafo, as aspas sinalizam uma palavra escrita de maneira informal.
O emprego das aspas em “Não há [...] de saúde” (linhas de 14 a 18) justifica-se por ser o trecho uma advertência importante que o autor do texto quis destacar.
Certo
Errado
Na linha 21, empregaram-se as aspas, de acordo com o que preconiza Cunha e Cintra (2017)*:
*CUNHA, Celso; CINTRA, Lindley. Nova gramática do português contemporâneo. 7 ed. Rio de Janeiro: Lexikon, 2017, p. 676-677.
“para realçar ironicamente uma palavra ou uma expressão”.
“para acentuar o valor significativo de uma palavra ou expressão”.
“no início e no fim de uma citação para distingui-la do resto do contexto”.
“para fazer sobressair termos ou expressões, geralmente não peculiares à linguagem normal de quem escreve (estrangeirismos, arcaísmos, neologismos, vulgarismos, etc.)”.
No último parágrafo do texto (linhas 30 a 33), as aspas foram empregadas para indicar
ironia.
o destaque de uma ideia.
o discurso direto.
uma expressão popular.
"coitadismo" (linha 18) está entre aspas no texto para destacar que
o autor do texto discorda completamente do presidente.
a palavra foi dita pelo presidente, não pelo autor do texto.
se trata de um discurso indireto.
a palavra é manifestação de discurso indireto livre.
se trata de um caso de neologismo.
Considere o seguinte trecho: “Será que, no futuro, poderemos superar “a velocidade da luz”?”. O uso de aspas, no trecho grifado e no contexto em que se apresenta, justifica-se por tratar-se:
da citação de uma obra literária conhecida.
de uma gíria.
de termos em destaque.
do título de uma obra.
Com uma função informativa, o texto apresenta declarações de Marcelo Gleiser marcadas pela indicação de aspas. Tal recurso linguístico sinaliza a:
observação da dicotomia existente entre aquilo se apresenta na matéria e as declarações do físico e astrônomo que traz, em suas falas, argumentos de concessão ao que se lê no texto
confirmação que determina o perfil do autor do texto, uma vez que as matérias argumentativas precisam usar as aspas para comprovarem o que afirmam os entrevistados
importância de mostrar que, mesmo o texto apresentando dados e informações imprecisas, as declarações delimitam o tema em discussão ao longo da matéria em foco
necessidade de se demarcar as falas do físico e astrônomo, para que fique evidente a presença de argumentos de autoridade que comprovam o que se diz no texto
O limite do humor
O humor é subjetivo, e não há uma linha exata para definir quais são os limites. Dentro da sociologia, o consenso é de que a comédia é produzida e interpretada a partir de contextos específicos, condutas sociais acordadas entre os grupos com quem o humor dialoga e um senso de identidade compartilhado.
A partir desses elementos, o humor produz o riso majoritariamente pela subversão de expectativas. De acordo com a neurociência, a reação automática do cérebro na maioria dos casos é rir quando as expectativas são subvertidas.
Uma “regra não escrita” do humor é de que não há tema “proibido” na comédia, mas que os comediantes devem escolher seus alvos a fim de não reforçar estruturas de preconceito e opressão – afinal, reforçar sistemas que já estão consolidados não é subverter expectativas, mas reproduzi-las. Nessa linha de pensamento, é válido fazer uma piada com racismo, por exemplo, desde que o alvo da gozação seja o racista e não a vítima.
Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/expresso/2022/03/29/- A profusão de interpretações sobre o tapa no Oscar. Acesso em: 02 abr.2022.
O emprego de aspas no termo “proibido” tem a finalidade de
exemplificar a ideia defendida por neurocientistas.
relativizar a definição literal do conceito de proibição.
enfatizar a subjetividade mencionada no primeiro parágrafo.
referenciar o sentido que os comediantes atribuem à palavra.
ironizar as regras impostas pelo humor politicamente correto.
As aspas em "Dr. Google" (linha 02) estão sendo usadas com a função de
indicar a fala de alguém.
indicar o nome de um livro.
indicar sentido figurado.
indicar estrangeirismo.
indicar citação.
Releia este trecho.
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Segundo a pasta, os pacientes estão “isolados e em recuperação, sendo monitorados pelas equipes de vigilância em saúde. A investigação dos casos está em andamento e será feita coleta para análise laboratorial”.
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Nesse período, as aspas foram utilizadas para
marcar a opinião do autor.
citar o discurso de outra pessoa.
sinalizar uma expressão que indica ironia.
isolar uma expressão fora de contexto.
Leia o fragmento do texto abaixo:
“Adélia Prado disse: “Deus de vez em quando me tira a poesia. Olho para uma pedra e vejo uma pedra”.” (4º parágrafo)
É correto afirmar que
o uso de aspas destacando o fragmento de Adélia Prado é facultativo no texto.
a expressão “de vez em quando” poderia estar isolada entre vírgulas, de acordo com a norma culta.
o pronome oblíquo “me” foi empregado em posição enclítica.
a conjunção “e” marca relação de alternância entre as orações.
Sobre o uso das aspas simples em: ‘você sabe o que é a semana do modernismo?’, assinale a alternativa ADEQUADA.
Usadas para destacar expressões ou frases que já se encontram dentro de um trecho destacado por aspas duplas.
Usadas para intercalar a presença de ironia na frase interrogativa.
Usadas para evidenciar a baixa qualidade da aprendizagem dos estudantes de ensino médio.
Usadas para incorporar citações com argumentos de especialistas.
Usadas para apontar o uso de um enunciado aproximado ao sentido que se deseja expressar.
As aspas foram empregadas em vários momentos ao longo do texto com a finalidade de
indicar que aquilo que está entre aspas refere-se à palavra e não ao que a palavra designa.
criar para o leitor pausas que facilitam a leitura do texto e a compreensão do assunto tratado.
realçar no texto as palavras-chave, de modo que o leitor não precise ler todo o texto.
apontar as palavras que são pejorativas, isto é, que desonram um grupo étnico ou social.
evidenciar que as palavras entre aspas não são do autor, mas de uso dos preconceituosos.
No texto, a expressão “ecologia da pele” (2º parágrafo) é utilizada entre aspas. Nesse caso específico, o uso desse sinal de pontuação indica:
uma fala direta do jornalista responsável pela matéria
um uso não literal da expressão
um estrangeirismo
uma ironia