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Em uma reunião de planejamento estratégico da UBS, observou-se um aumento no índice de mortalidade infantil no território durante o último ano.
Para direcionar políticas públicas e identificar melhor as origens do problema, qual indicador deve receber maior atenção na análise inicial?
Cobertura vacinal para doenças da infância, como rotavírus.
Taxa de partos domiciliares realizados pela comunidade local.
Proporção de gestantes com consultas adequadas de pré-natal.
Taxa de mortalidade neonatal e pós-neonatal, avaliadas separadamente.
Taxa de internações por doenças preveníveis com ações básicas de saúde.
A forma de abdome agudo no recém-nascido (RN) caracterizada por dor abdominal intensa, distensão, vômitos (frequentemente biliosos), irritabilidade, recusa alimentar e sinais de sepse, podendo evoluir para perfuração intestinal, choque ou óbito, se não manejado precocemente, com incidência maior em prematuros (<37 semanas, especialmente <1.500g) e fatores de risco como asfixia perinatal, alimentação enteral precoce, infecções ou uso de fórmulas artificiais, prevalente responsável por até 50% dos casos cirúrgicos neonatais é a:
Invaginação intestinal idiopática.
Apendicite aguda perfurada.
Enterocolite necrosante.
Vólvulo por malrotação intestinal.
Hérnia inguinal encarcerada, com estrangulamento de alças intestinais.
Recém-nascido a termo, com peso de nascimento de 4.200 g (GIG), filho de mãe com diabetes mellitus tipo 1 mal controlado durante a gestação, apresenta, nas primeiras horas de vida, taquipneia, irritabilidade e um sopro sistólico ejetivo suave em borda esternal esquerda. O ecocardiograma revela hipertrofia acentuada do septo interventricular com redução da via de saída do ventrículo esquerdo.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente a conduta inicial mais adequada e o prognóstico dessa condição cardíaca.
Manter estabilidade hemodinâmica e monitorar glicemia; a condição costuma ser transitória, com regressão espontânea da hipertrofia em alguns meses.
Prescrever diuréticos de alça e restrição hídrica rigorosa; a hipertrofia é permanente e evoluirá para insuficiência cardíaca crônica.
Indicar correção cirúrgica de urgência (miectomia septal); o risco de morte súbita é elevado no período neonatal.
Iniciar digitálicos imediatamente para melhorar a contratilidade; o prognóstico é reservado e exige cirurgia corretiva precoce.
Iniciar prontamente a infusão de prostaglandina E1 (alprostadil) para manter a patência do canal arterial e encaminhar para cirurgia de bandagem da artéria pulmonar.
Recém-nascido pré-termo (31 semanas de idade gestacional) nasceu por parto cesáreo por descolamento prematuro de placenta. Ao nascimento, o bebê apresenta-se em apneia e com hipotonia acentuada. O clampeamento do cordão umbilical é imediato. Após os passos iniciais de prover calor, posicionar a cabeça, aspirar vias aéreas (devido à presença de sangue) e secar, o neonato permanece em apneia. É iniciada a ventilação por pressão positiva (VPP) com máscara e balão autoinflável. Após 30 segundos de VPP técnica e efetivamente aplicada, o pediatra avalia a frequência cardíaca (FC) através da ausculta do precórdio e verifica que a FC é de 50 batimentos por minuto (bpm).
De acordo com o Programa de Reanimação Neonatal da SBP (2022), o próximo passo deve ser
iniciar massagem cardíaca externa e ventilação coordenada (3:1) imediatamente.
aumentar a concentração de oxigênio para 100% e iniciar compressões torácicas.
administrar adrenalina por via endovenosa ou via cânula traqueal.
checar a técnica da ventilação, considerar a intubação orotraqueal e manter a VPP por mais 30 segundos.
fazer intubação orotraqueal, iniciar compressões torácicas e administrar adrenalina intracânula.
Um recém-nascido de 10 dias de vida, nascido de parto cesáreo por indicação materna, sem intercorrências no pré-natal, é levado à emergência por apresentar episódios de apneia em casa, recusa alimentar e irritabilidade ao manuseio. Ao exame físico, apresenta-se hipoativo, com fontanela levemente abaulada, perfusão periférica de 4 segundos e temperatura axilar de 35,8 ºC. Após estabilização inicial, foi realizada punção lombar. O resultado da análise do líquido cefalorraquidiano (LCR) revelou:
• Citometria: 80 células/mm³ (85% de polimorfonucleares).
• Bioquímica: proteína de 180 mg/dL e glicose de 35 mg/dL (glicemia sérica de 80 mg/dL).
Considerando o quadro clínico e os parâmetros liquóricos, assinale a alternativa correta.
A principal hipótese diagnóstica é meningite por Listeria monocytogenes, e o tratamento imediato deve ser realizado com penicilina associada a uma cefalosporina de 3a geração (ceftriaxona).
O liquor apresenta uma pleocitose à custa de neutrófilos e hipoglicorraquia acentuada, o que sugere meningite bacteriana; o esquema antibiótico de escolha para esse paciente (sepse/meningite tardia comunitária) deve ser ampicilina e gentamicina.
A tríade clássica de rigidez de nuca, febre alta e sinal de Brudzinski está presente na maioria dos neonatos com meningite, o que facilita o diagnóstico precoce antes da punção lombar.
A presença de hipoglicorraquia e hiperproteinorraquia no LCR neonatal pode ter relação com infecção congênita até o 28o dia de vida, não devendo ser utilizada para guiar o início da antibioticoterapia na ausência de culturas positivas.
Considerando a idade cronológica e o perfil liquórico, os agentes mais prováveis são o Streptococcus agalactiae e bacilos gram-negativos; o esquema terapêutico recomendado envolve o uso de ampicilina associada a cefotaxima.
Recém-nascido a termo, com 48 horas de vida, apresenta lesões cutâneas disseminadas caracterizadas por pápulas e pequenas pústulas sobre base eritematosa, poupando palmas das mãos e plantas dos pés. O lactente encontra-se em bom estado geral, sem febre ou outros sinais sistêmicos. Há grande preocupação com a possibilidade de infecção grave. Sobre o quadro descrito, assinale a alternativa correta.
O eritema tóxico neonatal é uma dermatose infecciosa que exige antibioticoterapia sistêmica imediata.
As lesões costumam surgir nas primeiras 24 a 72 horas de vida e apresentam resolução espontânea em cerca de uma semana.
O acometimento predominante de palmas e plantas é característico do eritema tóxico neonatal.
O quadro se diferencia das demais lesões de pele, pois no eritema tóxico não existem vesículas.
Qual mecanismo de ação da fototerapia é responsável pela redução da toxicidade da bilirrubina?
Aumento da circulação enterohepática.
Conversão de bilirrubina em fotoisômeros polares.
Estímulo da produção de radicais livres.
Ativação de linfócitos T.
Inibição da absorção intestinal da bilirrubina.
Quais são os principais critérios necessários para o diagnóstico da síndrome alcoólica fetal (SAF) completa?
Presença de fissura palpebral pequena, problemas de crescimento e convulsões não febris.
Apenas a presença de dismorfias faciais é suficiente para o diagnóstico.
Anomalias faciais, deficiência de crescimento e comprometimento neurológico.
Dismorfias faciais, problemas de crescimento e alterações nos níveis de hemoglobina.
Fissura palpebral pequena, altura acima do percentil 10 e anomalias genitais.
Em relação à avaliação inicial de recém-nascidos com malformações congênitas nefrourológicas, assinale a alternativa correta.
A dosagem de sódio, potássio e fósforo deve ser solicitada nas primeiras 24h de vida.
Deve-se solicitar urografia excretora para avaliar a morfologia renal.
Nas primeiras 48h de vida, deve-se coletar urina para urocultura.
Com 72h de vida, deve-se realizar clearance de creatinina.
A ultrassonografia pós-natal deve ser realizada após 48 a 72 horas de vida.
Qual é a recomendação correta sobre a periodicidade das consultas de seguimento ambulatorial para um RNPT de alto risco após a alta hospitalar?
A primeira consulta deve ser realizada um mês após a alta hospitalar.
As revisões devem ser mensais até os 6 meses de idade corrigida, seguidas de revisões trimestrais até os 2 anos de idade.
Não há necessidade de revisão após os 6 meses de idade corrigida se o ganho ponderal e o desenvolvimento estão dentro do esperado.
Consultas devem ser agendadas sem considerar o ganho ponderal ou o desenvolvimento observado.
É recomendado que todas as revisões ocorram semestralmente até a puberdade.
Sobre a administração de surfactante em recém-nascidos com síndrome do desconforto respiratório (SDR), assinale a alternativa correta.
Deve ser administrado profilaticamente em todos os RNPT, independentemente da presença de desconforto respiratório.
A dose inicial recomendada de surfactante natural para pacientes com evidência de SDR é de 100 mg/kg, independentemente da idade gestacional.
Pacientes com menos de 34 semanas devem receber surfactante somente se a necessidade de oxigênio for maior que 50%.
A terapia de reposição de surfactante deve ser realizada nas primeiras duas horas de vida, quando a necessidade de oxigênio for superior a 30%, para manter a saturação acima de 90%.
A técnica INSURE é considerada a melhor opção para administrar surfactante em pacientes com respiração espontânea.
Recém-nascido de 34 semanas, 2.050 g, nasce com bradicardia, Apgar 3/5/7, pH 7,01, BE –15 e evolui com letargia e crises convulsivas sutis. Considerando a evidência atual, a conduta mais adequada nesse caso é
iniciar hipotermia terapêutica, pois pré-termos tardios têm benefício comprovado.
contraindicar hipotermia, pois aumenta risco de morte nesse grupo.
realizar hipotermia apenas se RM mostrar padrão clássico de HIE.
realizar hipotermia apenas se o peso for > 2.500 g.
realizar hipotermia com meta de temperatura mais baixa (31 °C) devido ao menor peso.
Acerca da síndrome do desconforto respiratório (SDR) do recém-nascido, assinale a alternativa correta.
O risco é maior em RN pós-termo devido à maior sensibilidade alveolar à hipoxemia.
A incidência é maior em recém-nascidos cujas mães receberam corticoide antenatal.
O quadro é raro em prematuros tardios (> 34 semanas), ocorrendo em menos de 1% dos casos.
A radiografia típica mostra infiltrado reticulogranular difuso e broncogramas aéreos.
O surfactante exógeno não reduz mortalidade e não faz parte do protocolo terapêutico.
Recém-nascido a termo, 39 semanas de idade gestacional, com 12 dias de vida, apresenta icterícia persistente observada pelos pais. O recém-nascido encontra-se em bom estado geral, com ganho ponderal adequado e aleitamento materno exclusivo. Exames laboratoriais mostram: bilirrubina total: 8,2 mg/dL, bilirrubina direta: 2,1 mg/dl. Considerando o quadro clínico e laboratorial, assinale a alternativa que apresenta a interpretação diagnóstica inicial e a conduta mais adequada nesse caso.
O quadro é compatível com icterícia fisiológica prolongada, sendo indicada apenas observação clínica.
Os achados sugerem icterícia associada ao leite materno, não havendo necessidade de investigação adicional nesse momento.
A elevação da bilirrubina direta indica colestase neonatal, devendo ser iniciada investigação etiológica específica.
A hiperbilirrubinemia observada é típica de hemólise tardia, sendo indicada apenas fototerapia conforme nomograma.
O padrão laboratorial sugere adaptação metabólica pós-natal, com tendência à normalização espontânea.
Em uma UTI neonatal, a auditoria interna identificou: ausência de análise sistemática de eventos adversos, inexistência de plano anual de segurança, falha na comunicação de incidentes e falta de capacitação recente da equipe. Segundo a Portaria MS nº 529/2013, qual medida deve ser prioritariamente implementada para corrigir essas não conformidades?
Criar o Núcleo de Segurança do Paciente (NSP) e implementar o Plano de Segurança do Paciente da instituição.
Realizar campanhas educativas anuais sem formalização de processos.
Centralizar a notificação de incidentes somente no setor administrativo.
Treinar a equipe apenas em biossegurança e EPIs.
Substituir todos os profissionais envolvidos nos incidentes.
Em uma UTI neonatal, a taxa de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS) associada a cateter venoso central aumentou de 7 para 11/1000 cateter-dia nos últimos dois meses. Auditorias mostram adesão à higiene das mãos de apenas 63%, descarte inadequado de resíduos contaminados e ausência de discussão sistemática dos indicadores no Núcleo de Segurança do Paciente (NSP). Segundo as RDC nº 36/2013, nº 36/2015 e nº 222/2018, a ação mais apropriada para reduzir IRAS nesse cenário é
aumentar o uso empírico de antimicrobianos de amplo espectro até normalização das taxas de IRAS.
intensificar o Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) e focar apenas o correto descarte de resíduos, pois é o principal determinante de IRAS.
implantar plano de ação do NSP com monitoramento ativo de indicadores, reforço de higiene das mãos e implementação de bundles de prevenção.
padronizar banho diário com clorexidina para todos os recém-nascidos, independentemente da idade gestacional.
reduzir o número de profissionais na UTI para minimizar trânsito e risco de contaminação cruzada.
Recém-nascido de 29 semanas, 1.080 g, ventilado desde o nascimento por SDR. Ao longo dos primeiros dias, apresenta necessidade crescente de O₂, episódios de infecção neonatal e persistência de PCA hemodinamicamente significativa. Qual das alternativas representa o conjunto de fatores mais consistentemente associado ao desenvolvimento de displasia broncopulmonar (DBP)?
Sexo feminino, parto vaginal e uso de CPAP nasal precoce.
Idade gestacional alta, ausência de ventilação invasiva e ausência de infecção.
Sexo masculino, baixo peso, infecção neonatal e necessidade de ventilação mecânica prolongada.
Alto peso ao nascer, corioamnionite ausente e ausência de suporte ventilatório.
Gestação prolongada, nutrição parenteral mínima e ausência de oxigenoterapia.
Uma gestante de 32 anos, na 34ª semana de gravidez, possui diagnóstico fetal confirmado de Trissomia do 13 (Síndrome de Patau) associada a holoprosencefalia alar e cardiopatia complexa. O prognóstico de sobrevida é reservado e a letalidade em curto prazo é estatisticamente elevada. A equipe de neonatologia é acionada para realizar a consulta pré-natal e o planejamento do parto. Com base no Manual de Seguimento e no Tratado de Pediatria da SBP (2024), assinale a alternativa que apresenta a conduta ética e organizacional CORRETA para esse caso.
A definição acerca da extensão das manobras de reanimação e suporte de vida recai integralmente sobre o julgamento técnico do neonatologista no momento do clampeamento do cordão, poupando a família da carga emocional de participar da escolha de protocolos terminais.
A estratégia de cuidados paliativos neonatais baseia-se na interrupção imediata da oferta hídrica e nutricional após o nascimento, priorizando a utilização isolada de sedativos potentes para acelerar a transição para o óbito em ambiente controlado.
O contato pele a pele e a despedida familiar em casos de terminalidade imediata estão condicionados à estabilidade dos parâmetros vitais do neonato e ao cumprimento rígido das normas de circulação restrita da Unidade de Terapia Intensiva.
A integração da equipe especializada em cuidados paliativos neonatais deve ser postergada para o período após a estabilização hemodinâmica das primeiras 48 horas de vida, assegurando que o foco inicial da assistência seja estritamente curativo e tecnológico.
O planejamento da assistência fundamenta-se no aconselhamento pré-natal multiprofissional, permitindo a elaboração de um plano de cuidados compartilhado que respeite a dignidade do recém-nascido, os valores da família e a oferta de medidas de conforto e alívio do sofrimento.
Um RN prematuro de 28 semanas, com diagnóstico de DBP grave, está em ventilação mecânica. A equipe de enfermagem observa que o oxímetro de pulso registra uma SpO2 de 92%, porém o paciente apresenta-se hipotérmico e com sinais de má perfusão periférica. Foi colhida uma gasometria capilar para auxiliar no manejo. Com base no caso e nos conceitos de monitoração respiratória, assinale CORRETAMENTE:
A gasometria capilar colhida é um método padrão-ouro e totalmente confiável para avaliar tanto a pressão parcial de oxigênio (PO2) quanto a pressão parcial de dióxido de carbono (PCO2) deste neonato.
A leitura da SpO2 de 92% deve ser considerada absolutamente precisa, independentemente do estado hemodinâmico ou da temperatura do paciente, desde que o valor esteja acima de 80%.
A hipercapnia (elevação da PaCO2) observada neste paciente com DBP grave decorre obrigatoriamente apenas da diminuição do impulso respiratório central.
A monitorização do CO2 exalado (capnografia) é mais acurada em pacientes com doença pulmonar significativa, como a DBP grave, do que em pacientes com pulmões sadios.
A confiabilidade da oximetria de pulso está reduzida neste cenário devido à baixa pulsação arterial decorrente da hipotermia e da vasoconstrição, e a gasometria capilar é útil para avaliar o pH e a PCO2, mas não a PO2.
Um RN pré-termo (33 semanas), com peso ao nascer de 1.600g, nasceu de parto vaginal com histórico materno de rotura prolongada de membranas (20 horas) e febre intraparto. Com 36 horas de vida, o neonato apresenta episódios de apneia, instabilidade térmica e resíduos gástricos. O médico intensivista inicia a investigação para Sepse Neonatal. Conforme as definições da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e o Manual de Orientação da SBP sobre Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS), assinale CORRETAMENTE:
A sepse neonatal de início precoce guarda relação direta com a transmissão vertical de patógenos presentes no trato genital materno durante o período intraparto, manifestando-se clinicamente nas primeiras 48 a 72 horas de vida.
A realização de urocultura por punção suprapúbica ou cateterismo vesical constitui etapa obrigatória e prioritária na investigação diagnóstica de rotina da sepse precoce, em virtude da elevada incidência de infecção do trato urinário nas primeiras 24 horas de vida.
A sepse neonatal de início precoce (early-onset) caracteriza-se pela aquisição de patógenos no ambiente hospitalar após o terceiro dia de vida, sendo a colonização horizontal por fômites a principal via de patogênese observada.
As Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS) de início tardio são consideradas consequências inevitáveis da imaturidade imunológica do pré-termo, o que torna as medidas de barreira e a higienização das mãos procedimentos de eficácia secundária no controle de surtos.
O diagnóstico de certeza da síndrome clínica de sepse neonatal prescinde do isolamento de agentes bacterianos em hemoculturas, baseando-se exclusivamente na interpretação de achados radiológicos torácicos e na alteração de marcadores inflamatórios agudos.