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Ao realizar uma consulta ambulatorial, o Nutricionista recebeu os seguintes resultados dos exames laboratoriais de uma mulher de 38 anos de idade: albumina 2,9 g/dL, ferritina 18 μ g/L, triglicérides 275 mg/dL, glicemia pós-prandial de 138mg/d L
Nenhuma outra informação ainda havia sido obtida, mas a avaliação inicial permitiu inferir que se trata de paciente que apresenta
hiproteinemia, anemia, dislipidemia e diabetes. .
desnutrição proteica, anemia, dislipidemia e resistência insulínica.
quadro inflamatório, anemia, colesterolemia normal e pré-diabetes.
hiproteinemia, estoque de ferro limítrofe, dislipidemia e normoglicemia.
hipoalbumenia, estoques de ferro reduzido e controle glicêmico adequado.
A hemoglobina é a medida do percentual de glóbulos vermelhos no volume de sangue total. Geralmente, o percentual de hemoglobina é três vezes maior do que a concentração de hematócritos em g/dL.
A desnutrição energético-proteica torna o indivíduo mais susceptível a infecções. Processos infecciosos, por sua vez, aumentam a demanda metabólica, podendo agravar ainda mais a desnutrição. Nesse sentido, o nutricionista precisa reconhecer pacientes na vigência de processos infecciosos agudos para possibilitar a terapia nutricional mais adequada. Um paciente em vigência de infecção, provavelmente, apresentará:
proteína C reativa elevada, alfa-1-glicoproteína ácida elevada e albumina baixa.
leucocitose, alfa-1-glicoproteína ácida baixa e albumina elevada.
ferritina elevada, velocidade de hemossedimentação baixa e albumina elevada.
ferritina baixa, proteína C reativa elevada e albumina elevada.
O hemograma é o parâmetro mais utilizado na prática clínica para identificação da anemia. Qual seria o tipo de anemia, considerando os resultados de um hemograma com os seguintes valores reduzidos: eritrócitos – 3,3 X 106, hematócrito – 30%, hemoglobina – 9,0 g/DL, VCM e HCM?
Anemia, normocítica e normocrômica.
Anemia, microcítica e hipocrômica.
Anemia macrocítica e normocrômica.
Anemia macrocítica e hipercrômica.
Os níveis de homocisteína se elevam no sangue quando há falta de folato e das vitaminas B12 e B9.
O uso da hemoglobina glicada é um bom marcador de controle glicêmico. Para o diagnóstico de diabetes mellitus, considera-se diabético quando:
a hemoglobina glicada estiver acima de 5,7%.
a hemoglobina glicada estiver acima de 6,5%.
somente quando os valores de glicemia pósprandial estiverem acima de 130 mg/dL.
somente com os valores de glicemia em jejum acima de 126 mg/dL em uma ocasião.
A utilização da avaliação de exames laboratoriais na prática clínica possibilita a detecção de deficiências nutricionais que podem comprometer gravemente o estado nutricional. Sobre a interpretação de exames laboratoriais, analise as afirmações e marque a alternativa INCORRETA:
A hipocromia é a redução anormal do tamanho celular dos eritrócitos que está associada a anemia ferropriva, sideroblástica, talassêmica e por deficiência de vitamina B6;
A correta interpretação dos dados laboratoriais deve levar em conta as variáveis que podem modificar o resultado, sendo atribuído aos eventos pré-analíticos e analíticos as principais fontes de variação nos ensaios bioquímicos;
A análise do hemograma compreende o conjunto de informações sobre anemias, infecções, inflamações, leucemias e alguns distúrbios da coagulação;
A ferritina pode ser mais um marcador não lipídico para a doença arterial coronariana, em decorrência da formação de radicais livres pelo ferro, com posterior peroxidação lipídica;
Uma lesão à membrana dos hepatócitos por toxina ou hipoxia, por exemplo, resulta em aumento da ALT (alanina aminotransferase) sérica; nas doenças hepáticas crônicas, o valor dessa enzima pode estar normal ou somente um pouco aumentado.
Considerando o exame laboratorial utilizado para a melhor detecção e monitoramento de deficiência de ferro, não sendo necessária a realização de jejum e preparação nutricional, deve ser utilizada a dosagem sérica de
ferro.
ferritina.
hematócrito.
hemoglobina.
transferrina.
Assinale a alternativa que corresponde ao ponto de corte de hemoglobina para o diagnóstico de anemia em crianças de 6 meses a 6 anos, proposto pela Organização Mundial de Saúde.
< 10 g/dL.
< 11 g/dL.
< 12 g/dL.
< 13 g/dL.
< 14 g/dL.
Indivíduo do sexo masculino, 42 anos de idade, comparece a consulta nutricional e apresenta o seguinte resultado dos exames bioquímicos que foram realizados após adequado período de jejum:
∙ Colesterol total= 257 mg/ dL
∙ HDL colesterol= 32 mg/ dL
∙ LDL colesterol= 174 mg/ dL
∙ Glicemia= 85 mg/ dL
De acordo com esses resultados, pode-se concluir que o indivíduo:
apresenta glicemia normal, colesterol total alto, LDL colesterol e HDL colesterol na faixa de normalidade.
apresenta glicemia normal, colesterol total e LDL colesterol altos e HDL colesterol baixo.
apresenta glicemia acima do normal, colesterol total e LDL colesterol na faixa de normalidade e HDL colesterol baixo.
Apresenta glicemia acima do normal, colesterol total e LDL colesterol altos e HDL colesterol na faixa de normalidade.
Os valores referenciais de colesterol para adultos maiores de 20 anos são:
<200mg/dl: desejável; 200 – 239 mg/dl: limítrofe e ≥240 mg/dl: alto
<180mg/dl: desejável; 180 – 200 mg/dl: limítrofe e ≥200 mg/dl: alto
<150mg/dl: desejável; 150 – 180 mg/dl: limítrofe e ≥180 mg/dl: alto
<100mg/dl: desejável; 100 – 150 mg/dl: limítrofe e ≥150 mg/dl: alto
<80mg/dl: desejável; 80 – 139 mg/dl: limítrofe e ≥139 mg/dl: alto
O valor referência do colesterol total em exame bioquímico é:
< 120 mg/dL.
< 200 mg/dL.
≥ 120 mg/dL.
≥ 200 mg/dL.
Um usuário da Unidade de Saúde da Família – USF foi encaminhado para Nutricionista com um exame laboratorial, apresentando os seguintes resultados: Colesterol total 270mg/dL; HDL colesterol 38 mg/dL; LDL colesterol 158 mg/dL triglicerídeos 240 mg/dL.
Esse resultado evidencia uma
hiperlipidemia mista em que apenas o nível sérico de HDL – colesterol está normal.
hipercolesterolemia isolada com colesterol total e LDL – colesterol elevados.
hipertrigliceridemia muito alta.
hiperlipidemia mista com LDL – colesterol limítrofe.
diminuição isolada do HDL – colesterol.
São exames séricos, EXCETO:
glicose.
creatinina.
parasitológico.
bilirrubina.
A solicitação de exames ou testes laboratoriais para diagnóstico no campo da nutrição tem sido de grande relevância. O nutricionista deverá solicitar exames, EXCETO:
avaliação dietética e nutricional do paciente.
determinar a prescrição e a evolução no campo nutricional do paciente.
determinar planos de tratamentos dietéticos.
verificar e avaliar condutas médicas.
A anemia é uma síndrome que causa fraqueza orgânica, fadiga, palidez e descoloração da mucosa. O melhor parâmetro para avaliar, laboratorialmente, a reserva de ferro no organismo é:
Hemoglobina
Ferritina
Tranferrina
Hematócrito
Reticulócitos
Qual exame laboratorial é considerado o marco para o diagnóstico clínico da nefropatia diabética?
Hemoglobina glicada
Microalbuminúria
Razão insulina/glicose
Creatinina sérica
Creatinina na urina de 24 horas
Para o cálculo do Índice de Risco Nutricional (IRN) é necessário o valor da:
proteína C reativa.
transferrina sérica.
albumina sérica.
contagem total de linfócitos.
Considerando a determinação bioquímica das proteínas plasmáticas na prática clínica, é CORRETO afirmar:
A medida de níveis séricos de aminoácidos plasmáticos tem ampla utilidade prática no diagnóstico de desnutrição ou na monitorização da terapia nutricional. Seu uso na pesquisa é restrito.
A albumina tem meia-vida de 35 dias e é indicador de resposta inflamatória. Já a pré-albumina tem meia-vida de 21 dias e o principal uso clínico é de prognóstico e monitorização nutricional.
São proteínas plasmáticas de importância para avaliação do estado nutricional: albumina, préalbumina, proteína C-reativa, fibronectina, proteína ligadora de retinol e ácido úrico.
A interpretação dos níveis séricos de proteínas plasmáticas requer cautela, pois pode haver alteração em resposta ao estresse metabólico, estado de hidratação e hepatopatias.
Na avaliação nutricional o uso da albuminemia baseia-se na sua associação com alterações no perímetro muscular braquial, na facilidade e baixo custo de sua dosagem. Mas, algumas alterações patológicas alteram a albuminemia, tais como:
Pancreatite e úlcera gástrica.
Anemia falciforme e espru tropical.
Doença de Addison e colagenoses.
Desidratação e hepatopatias.