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Um paciente encontra-se em dieta de eliminação para investigação de alergia alimentar. Sua dieta atual não pode conter: leite, ovo, trigo, peixe, frutos do mar, soja, amendoim e frutos secos. Qual dos alimentos abaixo esse paciente pode consumir?
Dadas as afirmativas sobre o cuidado nutricional para pacientes cirúrgicos,
I. Na ocorrência de obstrução intestinal pós-operatória, a Terapia Nutricional Parenteral está indicada.
II. Na maioria dos casos pós-operatórios, sem complicações clínicas, recomenda-se que a ingestão nutricional via oral seja continuada sem interrupção.
III. Apesar de uma prática frequente, a modulação imune por meio de suplementos nutricionais orais contendo arginina, ácidos graxos ômega-3 e nucleotídeos não é recomendada.
IV. Nos pacientes em pós-operatório, quando a terapia nutricional oral e/ou enteral for inferior a 50% da necessidade calórica por mais de sete dias, a combinação de nutrição enteral e parenteral está recomendada.
verifica-se que estão corretas apenas
I, III e IV.
I, II e IV.
II e IV.
II e III.
I e III.
Caso clínico – Paciente MDMA com diagnóstico de Insuficiência Cardíaca (IC) Classe Funcional II, internada na clínica médica há 5 dias com quadro de congestão pulmonar e dispneia (++++/++++): MDMA, sexo feminino, 55 anos, peso há 6 meses 58 Kg (eutrófica) e peso atual 42 Kg (desnutrida). Apresenta intensa inapetência, náuseas, vômitos, episódios de diarreia e dor abdominal, mas evolui com boa aceitação da dieta, fracionada e em pequenos volumes atingindo ingestão calórica de 1.000 calorias. Sem retenção hídrica e dispneia presente aos esforços (++/++++). Eletrocardiograma (ECG) evidencia alterações na frequência e no ritmo cardíaco, raio x do tórax evidencia Índice Cárdio Torácico (ICT) 0,55 e ecocardiograma revela Fração de Ejeção do Ventrículo Esquerdo (FEVE) 55%. Em tratamento farmacológico com digoxina, propranolol e captopril. Sódio sérico 100 mEq/L e Hb 11 g/dL. Que quantidade de calorias totais é recomendada pelas III Diretrizes Brasileiras de Insuficiência Cardíaca Crônica (2009) para essa paciente?
1.344
1.470
1.596
1.680
1.890
O acompanhamento nutricional que antecede a cirurgia bariátrica tem como um dos principais objetivos:
evitar que o paciente tenha complicações gastrintestinais e metabólicas no pós-operatório imediato.
evitar que o paciente tenha refluxo e distensão abdominal no pós-operatório tardio.
confirmar a ineficiência do tratamento conservador em atingir a meta de peso corporal.
propiciar ao paciente uma rápida perda de peso, sem complicações, no pós-operatório.
Pacientes em hemodiálise devem ser orientados em relação aos seus cuidados nutricionais, principalmente durante os intervalos das sessões de hemodiálise.
Nesse caso, é importante informar que:
O paciente deve fazer restrição da quantidade de líquidos e sal ingerida entre as sessões de hemodiálise.
A ingestão de líquidos entre as sessões de hemodiálise deve ocorrer sempre que o paciente sentir sede, pois a hemodiálise vai drenar esse líquidos.
Não é relevante informar ao paciente sobre restrição de potássio e sódio, pois esses nutrientes são perdidos na hemodiálise.
O paciente deve seguir uma dieta hipoproteica (0,6 g de proteína/kg peso/dia) devido ao seu problema renal.
O paciente deve ter uma ingestão normal de fósforo e cálcio para que ele não apresente comprometimento ósseo.
Quando e como deve ser iniciada a realimentação no pósoperatório de cirurgia abdominal eletiva?
Imediatamente, por via parenteral, mesmo que o paciente esteja hemodinamicamente instável.
Após 72 horas, iniciando com alimentação parenteral.
Após 24 horas, iniciando com alimentação oral associada à enteral.
Precocemente, em até 24 horas de pós-operatório, desde que o paciente esteja hemodinamicamente estável.
Segundo Aguilar-Nascimento (2017), a terapia nutricional pré-operatória deve ser instituída aos pacientes candidatos a cirurgia de
pequeno a moderado porte, sem risco nutricional.
moderado a grande porte, que apresentem risco nutricional de moderado a alto.
grande porte, mesmo sem comprometimento do estado nutricional.
grande porte, com risco nutricional baixo.