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Em relação à Orientação Nutricional na Encefalopatia Hepática, é correto afirmar:
A utilização de prebiótico, probiótico e simbiótico associada a uma alimentação saudável para controle da disbiose intestinal não é considerada uma estratégia eficiente para o tratamento da cirrose hepática e suas complicações.
Evidências científicas demonstraram que pacientes com cirrose hepática e encefalopatia são beneficiados com a utilização de dietas normo ou hiperproteicas modificadas, com aumento na ingestão de proteínas lácteas e proteínas vegetais.
A suplementação da dieta com aminoácidos aromáticos é indicada principalmente nos casos em que existe intolerância alimentar à proteína.
Os suplementos à base de aminoácidos de cadeia ramificada são contraindicados nos casos de encefalopatia hepática.
Na encefalopatia hepática grau 3 e 4, a quantidade de proteína recomendada é em torno de 1.2 a 1.6 g/Kg/dia, sendo que 80% devem ser proteína vegetal.
Para esse paciente, a prescrição nutricional deve ser de 2,5 g a 3 g de proteína por quilo de peso por dia.
Em paciente com síndrome do esvaziamento rápido, as proteínas e os lipídios não são bem tolerados, diferentemente dos carboidratos.
Xerostomia é um efeito colateral comum em pacientes com câncer; para amenizar esse sintoma, deve-se ingerir líquidos durante todo o dia, para manter a umidade da boca, evitar alimentos ácidos em qualquer circunstância e comer alimentos macios e úmidos.
Doença Celíaca é uma enteropatia imunomediada desencadeada pela ingestão de glúten em indivíduos suscetíveis. O glúten está presente em
amido de milho, farinha de arroz, tapioca e farinha de sorgo.
fécula de batata, fubá, milheto e centeio.
quinoa, cevada, farinha de soja e araruta.
cevada, malte, centeio e semolina.
polvilho, amido de milho, farinha de sorgo e mandioca.
O emprego de dieta hipoproteica na fase NÃO Dialítica da Doença Renal Crônica (DRC) está associado ao(à)
I. Aumento do estresse oxidativo renal.
II. Melhora da proteinúria.
III. Desnutrição, mesmo quando bem implementada.
IV. Aumento do tempo para início da terapia renal substitutiva.
V. Aumento dos níveis de paratormônio.
Quantos itens estão CORRETOS?
Um, apenas.
Todos.
Dois, apenas.
Quatro, apenas.
Três, apenas
A concentração plasmática de triglicerídeos é muito sensível a variações do peso corporal e a alterações na composição da dieta, particularmente quanto à qualidade e à quantidade de carboidratos e gorduras. A quantidade recomendada destes nutrientes depende do tipo de hipertrigliceridemia, que pode se apresentar na forma primária ou secundária, cujas bases fisiopatológicas são distintas. De acordo com Sociedade Brasileira de Cardiologia (2017), qual a recomendação de ingestão de ácido eicosapentaenoico (EPA) e ácido docosahexaenoico (DHA) em gramas/dia para um paciente com nível de triglicerídeos de 382 mg/dL?
A Síndrome Metabólica (SM), alvo de muitos estudos nos últimos anos, pode ser caracterizada por um grupo de fatores de risco (FR) inter-relacionados, de origem metabólica, que diretamente contribuem para o desenvolvimento de doença cardiovascular e(ou) diabetes do tipo 2. A abordagem terapêutica conjunta de várias comorbidades no mesmo indivíduo é complexa. As primeiras orientações devem visar a intervenção no estilo de vida do paciente, a correção das anormalidades metabólicas e o incentivo à prática de atividade física regular. O acompanhamento do paciente por um nutricionista é fundamental no tratamento da SM, para elaboração de um plano alimentar adequado e personalizado. Considerando os aspectos explicitados referentes à SM, analise as afirmações a seguir.
I- Alimentos como gema de ovo, vísceras, queijo tipo cheddar e camarões têm influência insignificante sobre os FR que aumentam a incidência da SM e, por conterem aminoácidos essenciais, importantes para a manutenção da massa magra nos pacientes com SM, podem ser consumidos à vontade.
II- Os altos níveis da proteína C reativa (envolvida em eventos cardiovasculares), do fator inibidor da ativação do plasminogênio (PAI-1) e do fibrinogênio caracterizam estado pró-inflamatório e pró-trombótico e estão associados à incidência da SM.
III- O excesso de peso corporal influi no desenvolvimento da SM, pois a obesidade contribui para hipertensão arterial, níveis elevados de colesterol total, baixos níveis de HDL-C e hiperglicemia.
IV- A resistência à insulina tem papel fundamental na gênese da SM, uma vez que a ausência deste hormônio contribui para a incidência de diabetes insipidus.
V- A ingestão elevada de carboidratos (acima de 60% do total de energia) pode contribuir para hipertrigliceridemia, que é um dos FR da SM.
É CORRETO apenas o que se afirma em:
I, III e IV.
I, II e V.
I, II e IV.
II, III e V.
III, IV e V.