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Assinale a alternativa correta considerando a Atualização da Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose.
Suplementação com EPA e DHA (1 g/dia) pode ser recomendada na insuficiência cardíaca.
Os ácidos graxos poli-insaturados da dieta relacionam-se com a elevação da trigliceridemia, por aumentarem a lipogênese hepática e a secreção de VLDL.
A ingestão recomendada mínima de fibras insolúveis por dia é de 25 g, a fim de proteger contra DCV e câncer.
O consumo diário de peixes está associado à redução do risco cardiovascular entre indivíduos em prevenção primária e secundária.
Suplementação com EPA e DHA (2 a 4 g) deve ser recomendada para hipercolesterolemia na vigência do risco de pancreatite, refratária a medidas não farmacológicas e tratamento medicamentoso.
De acordo com a Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose – 2025 (Sociedade Brasileira de Cardiologia), é uma recomendação dietética para o tratamento das dislipidemias o controle da ingestão de gorduras saturadas, que deverá ser, em relação ao valor calórico total da dieta, em um percentual inferior a
15%.
13%.
10%.
7%.
3%.
Assinale a alternativa correta considerando a Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose – 2025.
A redução do peso através de medidas não farmacológicas é recomendada para aumento dos níveis de HDL-c, redução de triglicérides e redução menos pronunciada de LDL-c.
Para o tratamento das dislipidemias, recomenda- se dietas hipolipídicas, perfazendo entre 15 e 25% do valor calórico total.
Recomenda-se que indivíduos com dislipidemia ingiram, diariamente, 25g de psyllium.
Para o tratamento das dislipidemias, recomenda- se que a ingestão de carboidratos perfaça entre 45 e 65% do valor calórico total.
Para o tratamento da hipercolesterolemia familiar, recomenda-se que a ingestão de gordura saturada não ultrapasse 10% do valor calórico total.
Para pacientes com dislipidemia, alguns alimentos podem ser considerados como uma estratégia adicional para aqueles que não atingem as metas lipídicas apenas com mudanças no estilo de vida. Segundo a Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose (2025), os principais alimentos funcionais estudados são:
fitosteróis, óleo de peixe e chás de frutas vermelhas ricos em resveratrol.
fitosteróis, probióticos e óleo de peixe.
óleo de peixe, arroz de levedura vermelha e linhaça dourada.
óleo de peixe, arroz de levedura vermelha e shots contendo gengibre.
Durante a inspeção, o aparecimento de xantomas em áreas cutâneas específicas pode ser associado a um excesso de colesterol ou triglicerídeos no organismo, indicando a necessidade de intervenção dietética.
Certo
Errado
As recomendações dietéticas para dislipidemias visam a modificar o metabolismo lipídico por meio de ajustes no consumo de nutrientes e padrões alimentares.
Considerando os mecanismos envolvidos, assinale a alternativa correta.
A ingestão de fibras insolúveis reduz a absorção intestinal de colesterol, contribuindo diretamente para a diminuição de LDL-c em pacientes com hipercolesterolemia.
O consumo de fibras solúveis e fitosteróis auxilia na redução da concentração de LDL-c no sangue por mecanismos de aumento da excreção de ácidos biliares e competição com o colesterol na absorção intestinal, respectivamente.
A restrição de ácidos graxos monoinsaturados, como o ácido oleico, é recomendada para reduzir triglicerídeos e aumentar HDL-c, especialmente em pacientes com síndrome metabólica e em pacientes com câncer.
O padrão alimentar rico em carboidratos complexos de baixo índice glicêmico está associado ao aumento do VLDL hepático e da concentração de HDL-c, devendo ser evitado em pacientes com hipertrigliceridemia.
A dislipidemia é uma condição caracterizada por níveis anormais de lipídios no sangue, incluindo colesterol e triglicerídeos. Essa desregulação pode envolver níveis elevados de colesterol LDL, níveis baixos de colesterol HDL e níveis elevados de triglicerídeos.
Sobre os fatores de risco atrelados a dislipidemia, assinale a alternativa INCORRETA:
Aterosclerose, que ocorre devido ao acúmulo de colesterol LDL nas artérias. A ingestão excessiva de gorduras saturadas e trans aumenta o colesterol LDL, contribuindo para a formação de placas nas artérias.
Infarto do miocárdio, que pode ser causado por níveis elevados de colesterol LDL e triglicerídeos. O consumo de alimentos ricos em gorduras saturadas e açúcar pode elevar esses níveis, aumentando o risco de obstrução das artérias coronárias.
Acidente vascular cerebral (AVC), em que a obstrução de vasos sanguíneos no cérebro pode ser provocada por um aumento dos níveis de colesterol HDL, que facilita o acúmulo de gordura nas artérias cerebrais.
Doença arterial periférica, que resulta da obstrução das artérias das extremidades. Dietas ricas em gorduras trans e alimentos processados aumentam o colesterol LDL, contribuindo para o bloqueio da circulação sanguínea nas pernas e pés.
Dislipidemia está associada à resistência à insulina e diabetes tipo 2. Dietas com alto índice glicêmico e excesso de carboidratos refinados podem agravar o quadro de dislipidemia, levando ao aumento de triglicerídeos e redução do colesterol HDL.
De acordo com a Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção de Aterosclerose (2017), assinale a afirmativa que indica, respectivamente, os valores referenciais de colesterol total, HDL, triglicerídeos e LDL para adultos maiores de 20 anos, na categoria de risco intermediário, com jejum de 12 horas.
<190, > 40, < 150 e < 100
< 190, > 50, < 150 e < 100
< 190, > 40, < 150 e < 130
< 200, > 40, < 150 e < 100
< 200, > 50, < 150 e < 130
Segundo a atualização da Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose (2017), da Sociedade Brasileira de Cardiologia, qual é a recomendação de ácidos graxos saturados, para um indivíduo com valores LDL-C entre 150 e 199 mg/dL, em relação ao valor calórico total diário (VET)?
< 7%
< 9%
< 11%
< 13%
< 15%
As dislipidemias são reconhecidas como um dos principais fatores de risco para a doença arterial coronária (DAC), devido ao seu potencial significativo para o desenvolvimento da placa aterosclerótica. São caracterizadas pela elevação dos níveis plasmáticos de triglicerídeos ou alterações das lipoproteínas que transportam colesterol.
Considerando um quadro de dislipidemia, relacione as recomendações dietéticas para seu tratamento:
1. ácidos graxos trans
2. ácidos graxos saturados
3. ácidos graxos poli-insaturados
4. ácidos graxos monoinsaturados
( ) < 1% das calorias totais
( ) até 10% das calorias totais
( ) até 20% das calorias totais
( ) < 7% das calorias totais
Assinale a opção que indica a relação correta na ordem apresentada.
1, 3, 4, 2.
1, 4, 2, 3.
2, 4, 3, 1.
3, 1, 4, 2.
4, 3, 1, 2.
"Existem dois tipos de colesterol, o "bom" e o "ruim", embora esses não sejam os termos mais apropriados. O colesterol "ruim", chamado LDL, é aquele que se acumula no sangue. O "bom", chamado HDL, é responsável por retirar o colesterol "ruim" do sangue e levá-lo até o fígado para ser destruído. Todos nós temos os dois tipos de colesterol e existe um nível sanguíneo normal para cada um deles".
Fonte: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/alimentacao _saudavel.pdf
Com base nesse contexto, analise as afirmativas abaixo.
I.Dependendo do tipo de gorduras que ingerimos, a concentração sanguínea desses elementos pode aumentar ou diminuir.
II.O HDL reduz-se apenas quando a dieta é pobre em gorduras saturadas e trans, pois esses tipos de gordura são essenciais para elevar o colesterol "bom".
III.Ácidos graxos poli-insaturados aumentam significativamente o LDL e reduzem drasticamente o HDL.
É CORRETO o que se afirma em:
I e II, apenas.
II e III, apenas.
I, apenas.
I, II e III.
Diagnosticada com dislipidemia (colesterol total elevado e triglicerídeos altos), Cláudia apresenta um histórico de consumo excessivo de gorduras saturadas e baixo consumo de fibras. Após a realização de uma avaliação em determinado hospital, o exame de colesterol HDL mostrou níveis reduzidos. Considerando que Cláudia completou 50 anos, qual a recomendação nutricional mais apropriada para o controle da dislipidemia nesse paciente?
Recomendar uma dieta rica em gorduras saturadas e trans, com aumento da ingestão de carboidratos simples, o aumento de gorduras saturadas e trans e carboidratos simples pode piorar a dislipidemia, aumentando os níveis de colesterol LDL e triglicerídeos.
Prescrever uma dieta rica em fibras solúveis, ácidos graxos ômega-3 e redução de gorduras saturadas e trans, o aumento de fibras solúveis e ácidos graxos ômega-3 ajuda a melhorar o perfil lipídico e reduzir os níveis de colesterol LDL.
Aumentar a ingestão de gorduras trans e proteínas de origem animal para melhorar o controle do colesterol, o aumento de gorduras trans e proteínas de origem animal não é recomendado para o controle da dislipidemia, pois pode agravar a condição.
Iniciar uma dieta de baixo carboidrato e aumento da ingestão de gorduras saturadas para controlar os níveis de triglicerídeos, dietas ricas em gorduras saturadas não são eficazes no controle da dislipidemia e podem aumentar os níveis de colesterol LDL.
Recomendar uma dieta com redução da ingestão de fibras e aumento de carboidratos refinados, a redução de fibras e o aumento de carboidratos refinados podem piorar o quadro de dislipidemia e aumentar os níveis de triglicerídeos.
Segundo a Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose (2025), como deverá ser a distribuição de calorias entre os macronutrientes para um paciente com dislipidemia, consumindo 1500 kcal diariamente?
750 kcal/dia de carboidrato, 375 kcal/dia de lipídio, 375 kcal/ dia de proteína.
675 kcal/dia de carboidrato, 450 kcal/dia de lipídio, 375 kcal/dia de proteína.
630 kcal/dia de carboidrato, 570kcal/dia de lipídio, 300 kcal/dia de proteína.
600 kcal/dia de carboidrato, 450 kcal/dia de lipídio, 450 kcal/dia de proteína.
Analise as afirmativas a seguir sobre o tratamento não medicamentoso para dislipidemias, segundo Rosa & Hermsdorff (2021).
I- O tratamento da dislipidemia deve ser focado em mudança de estilo de vida, incluindo controle ou perda de peso, exercício físico e alimentação saudável.
II- A orientação dietética deve incentivar práticas alimentares saudáveis para redução da ingestão de ácidos graxos saturados e trans, inserção de fitoesteróis e fibras na rotina alimentar e redução do consumo de álcool.
III- Todos os indivíduos dislipidêmicos, independente do peso, devem reduzir seu peso corporal entre 5 e 10%.
IV- Para a perda de peso, o plano alimentar deve proporcionar um déficit calórico entre 500 e 1000 kcal.
Assinale a opção correta.
Apenas a afirmativa I está correta.
Apenas as afirmativas I e Il estão corretas.
Apenas as afirmativas I e IV estão corretas.
Apenas as afirmativas Il e IIl estão corretas.
Apenas as afirmativas Il e IV estão corretas.
De acordo com a atual Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC 2017), a recomendação percentual para o consumo de ácidos graxos saturados para indivíduos saudáveis e para indivíduos com maior risco cardiovascular, respectivamente, é:
Menor que 10 / Menor que 7.
Menor que 20 / Menor que 10.
Menor que 7 para os dois grupos.
Menor que 10 para os dois grupos.
O nutricionista Felipe recebe, em seu consultório, um paciente do sexo masculino, de 37 anos, com peso de 88 kg e altura de 1,70 m, com os exames laboratoriais a seguir.
Parâmetros | Resultado (mg/dL) |
Colesterol total | 150 |
LDL-c | 28 |
HDL-c | 62 |
Triglicerídeos | 300 |
Avalie, a seguir, as orientações nutricionais para o controle de dislipidemias.
I. Recomenda-se a redução de 500 a 1000 Kcal na dieta, visando a redução de 5 a 10% do peso corporal.
II. A suplementação com 2 g de fitoesteróis ao dia reduz o colesterol total, sendo recomendada para a dislipidemia.
III. As gorduras totais deverão contribuir com 30 a 35 % das calorias da dieta, devendo-se eliminar ácidos graxos trans, controlar o consumo de saturados, priorizar poli-insaturados e monoinsaturados, reduzir açúcares e incluir carnes magras, frutas, grãos e hortaliças na dieta.
IV. A suplementação com EPA e DHA (2 a 4 g) deve ser realizada na vigência do risco de pancreatite, caso a dislipidemia seja refratária a medidas não farmacológicas e tratamento medicamentoso.
De acordo com a Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose, as recomendações para esse paciente estão nos itens
II e IV.
II e III.
I e IV.
I e III.
Com a finalidade de identificar indivíduos assintomáticos, porém em risco de um evento coronário agudo, a estratificação do risco cardiovascular para prevenção e tratamento da aterosclerose − resultado da somatória de risco derivado de fatores de risco − é crucial para uma prevenção efetiva e decisões terapêuticas individualizadas. Para o tratamento não-medicamentoso, a Diretriz de Dislipidemias (2017) recomenda uma dieta isenta de ácidos graxos trans e reduzida do consumo de ácidos graxos saturados. Para um indivíduo diabético, com concentração de LDL-c ≥ 190 mg/dL, mas sem tratamento com hipolipemiante, o percentual máximo de gordura saturada da dieta deve ser menor que
10%.
15%.
7%.
9%.
5%.
Como parte do tratamento não medicamentoso das dislipidemias, para indivíduos com valores de triglicerídeos considerados limítrofe (150 a 199 mg/dL), a ingestão diária de ácidos graxos saturados (AGS) e de fibras é, respectivamente
< 10% de AGS e 25 g de fibras.
< 7% de AGS e 25 g de fibras.
< 10% de AGS e 35 g de fibras.
< 7% de AGS e 35 g de fibras.
No tratamento dietético da dislipidemia, é recomendado a redução de gordura saturada e, consequentemente, do consumo de alimentos contendo:
ácido palmítico e ácido oleico;
ácido oleico e acido mirístico;
ácido linolênico e ácido láurico;
ácido mirístico e ácido araquidônico;
ácido palmítico e ácido láurico.
Em relação às medidas para controle da hipertrigliceridemia, a Atualização da Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose (Sociedade Brasileira de Cardiologia, 2017) recomenda
para hipertrigliceridemia de causa secundária, observada na obesidade e no diabetes, ingestão de, aproximadamente, 15 a 20% das calorias na forma de gorduras.
para todos os casos de hipertrigliceridemia, consumo de bebida alcoólica em quantidade máxima de 50 g/dia para homens e 40 g/dia para mulheres.
consumo máximo de 15% em Kcal do valor energético da dieta na forma de açúcares de adição, nos quais se incluem a sacarose e o xarope de milho.
para hipertrigliceridemia primária moderada, ingestão de aproximadamente 25 a 35% das calorias na forma de gorduras.
substituição total de ácidos graxos saturados por mono e poli-insaturados.