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O volume I do Portal Recursos Pedagógicos Adaptados apresenta o processo de desenvolvimento das ajudas técnicas e uma série de brinquedos adaptados que facilita o manuseio, a percepção visual e tátil. A decisão de escolha de um desses recursos é
do professor especializado em educação especial, que definirá tanto o aluno que deverá usufruí-lo como o procedimento de sua utilização.
do professor de sala de aula comum, que deverá ter como critério a utilidade do recurso para a aprendizagem de todos os alunos.
do professor de sala de aula comum, que deverá experimentar o recurso em situações simuladoras para avaliar sua eficiência e só depois aplicá-lo em situações reais.
do coordenador pedagógico, que definirá tanto o aluno que deverá usufruí-lo como o procedimento de sua utilização.
bilateral, ou seja, do professor e do aluno, pois o recurso deve auxiliar tanto o aluno na aquisição de conceitos como o professor no trabalho de sala de aula.
deve evitar organizar a base estrutural da brincadeira, por meio da oferta de determinados objetos, fantasias, brinquedos ou jogos, da delimitação e arranjo dos espaços e do tempo para brincar.
observa e constitui uma visão dos processos de desenvolvimento das crianças em conjunto e de cada uma em particular, registrando suas capacidades de uso das linguagens, assim como de suas capacidades ociais e dos recursos afetivos e emocionais que dispõem.
para que as crianças possam ampliar suas capacidades de apropriação dos conceitos, dos códigos sociais e das diferentes linguagens, é fundamental que o professor apenas as observe.
É preciso que o professor tenha consciência que a brincadeira das crianças é apenas um momento recreativo.
Nos momentos nos quais as crianças brincam, devem ser evitados jogos que possuem regras, como atividades didáticas, pois o brincar não deve estar associado às atividades didáticas.
Sobre o brincar, assinale a alternativa INCORRETA.
Nem toda brincadeira é uma imitação transformada, no plano das emoções e das ideias, de uma realidade anteriormente vivenciada.
No ato de brincar, os sinais, os gestos, os objetos e os espaços valem e significam outra coisa daquilo que aparentam ser.
Ao adotar outros papéis na brincadeira, as crianças agem frente à realidade de maneira não-literal, transferindo e substituindo suas ações cotidianas pelas ações e características do papel assumido, utilizando-se de objetos substitutos.
A brincadeira favorece a auto-estima das crianças, auxiliando-as a superar progressivamente suas aquisições de forma criativa.
As experiências de brincar podem ser agrupadas em três modalidades básicas: brincar de faz-de-conta ou com papéis, considerada como atividade fundamental da qual se originam todas as outras; brincar com materiais de construção e brincar com regras.
Brincar é uma das atividades fundamentais para o desenvolvimento da identidade e da autonomia. O fato de a criança, desde muito cedo, poder se comunicar por meio de gestos, sons e, mais tarde, representar determinado papel na brincadeira faz com que ela desenvolva sua imaginação. Nas brincadeiras, as crianças podem desenvolver algumas capacidades importantes, tais como a atenção, a imitação e a memória. Amadurecem também algumas capacidades de socialização, por meio da
utilização e experimentação de regras e papéis sociais.
criação e vivências somente de personagens dos contos de fadas.
elaboração e apropriação de situações fictícias.
consciência de seu papel de criança no mundo infantil.
Dias (1996) defende que é preciso resgatar o trabalho com jogos e brincadeiras na educação infantil. Assim, na criança, a imaginação criadora surge na forma de jogos que se transformam num primeiro instrumento de enfrentamento da realidade. O conhecimento deixa de estar preso ao aqui e agora para se transformar em canal de expressão de linguagem verbal, experiências vividas e interpretação da realidade. Outros benefícios didáticos decorrentes do uso do lúdico na educação pré-escolar, além da capacidade criadora, incluem, EXCETO:
Aprendizagem de normas e regras.
Socialização.
Desenvolvimento da coordenação motora.
Superficialidade nos aspectos cognitivos.
Considere a seguinte dinâmica: Em uma grande roda, o recreador começa a brincadeira dizendo o nome de uma parte do corpo, passando a vez. A criança que está ao seu lado direito coloca a mão na parte do seu corpo que a primeira pessoa falou, e diz outra parte do corpo, passando a vez. E assim sucessivamente. Vale destacar que a mão deve ser colocada no próprio corpo, e não no do colega.
A contribuição dessa atividade para o aprendizado das crianças está expressa nas proposições seguintes, EXCETO:
explora o conceito de identidade levando à familiarização e a descoberta do próprio corpo.
incentiva para que todos os envolvidos sigam as regras preestabelecidas, desenvolvendo assim a noção de limites.
promove uma interação dos alunos envolvidos contribuindo, assim, para o processo de socialização dos mesmos.
propicia uma diversão para os alunos sem a preocupação do professor delimitar objetivos e explorar conceitos.
Brincar é uma arte, é no brincar que a criança se desenvolve e se liberta de algumas frustrações. Bruegel, um artista representou isso muito bem. Esta imagem tem como título:
http://www.google.com.br/imgres
Jogo;
O brincar;
A brincadeira;
Jogos infantis;
Faz-de-conta.
O trabalho da psicomotricidade se dá por duas vertentes, uma é a psicomotricidade funcional, que toma como referência inicial o perfil psicomotriz da criança avaliada, perfil traçado através de testes padronizados. E a outra é a psicomotricidade relacional que se serve de métodos não diretivos, que é a usada dentro das instituições escolares, pois usa o jogo como atividade-meio, como elemento pedagógico, propicia à criança o ato de criar, representar e usar a imaginação, porém a partir de uma ação pedagógica previamente elaborada pelo professor.
São funções psicomotoras:
I. Relaxamento total, diferencial e segmentar;
II. Organização espacial e temporal, ritmo;
III. Lateralidade, equilíbrio;
IV. Esquema corporal, tônus da postura;
V. Coordenações globais, motricidade fina;
VI. Atenção, percepção.
De acordo com Araújo, “a concepção de lúdico e de brincar aqui defendida contrapõe-se àquela imposta pela sociedade de consumo quando afirma a existência do brincar somente através da posse e uso de um objeto denominado 'brinquedo'. Todo este apelo ao consumo existe para fortalecer...”:
a imaginação das crianças que assistem aos programas de televisão e podem ficar mais espertas adquirindo brinquedos modernos.
as famílias das crianças que compram os brinquedos de acordo com a idade de cada uma.
a aquisição pelos pais de brinquedos que na época de suas infâncias não existiam.
a aquisição de brinquedos propagados pelo mercado e para valorizar o lúdico segundo os valores mercantis.
a aquisição de brinquedos propagados pelo mercado que servem para a ludicidade da criança.
As crianças se divertem e aprendem com jogos corporais, jogos com objetos do cotidiano e jogos didático-pedagógicos, desenvolvendo o pensamento lógico-matemático. São exemplos de jogos didático-pedagógicos para as crianças com deficiência visual no aprendizado do pré-soroban:
lápis e compasso.
blocos lógicos e material dourado.
cuisinaire e giz de cera.
formas geométricas vazadas e giz de cera.
blocos lógicos e compasso.
Para que crianças de um grupo da Educação Infantil aprendam a pular corda, a professora conta alto até três antes de mover a corda. Essa atividade contribui para desenvolver nas crianças
a psicomotricidade e a coordenação motora fina.
O professor de educação física deve evitar a inserção precoce da criança no mundo da linguagem escrita, selecionando atividades voltadas para o desenvolvimento de habilidades psicomotoras globais, como equilíbrio e coordenação motora.
Em relação à alfabetização, a principal contribuição da educação física se dá no último ano da educação infantil, quando a criança deve se dedicar às atividades psicomotoras, vistas como essenciais no alcance da prontidão maturacional para o aprendizado da escrita.
Os princípios da inclusão recomendam que uma criança portadora de deficiência participe da aula e permaneça junto com a turma durante todo o tempo. Em decorrência desses princípios, o professor que colocar uma criança com deficiência física para auxiliar-lhe na arbitragem do jogo agirá corretamente, pois, garantirá a inclusão dessa criança.
John Dewey critica a educação como mera transmissão de conhecimentos, cultivada pelas escolas, e propõe uma aprendizagem por meio de jogos, criticando aqueles que utilizam a atividade lúdica como simplesmente uma excitação física. Ele afirma que há duas qualidades de prazer: o aspecto pessoal e consciente de uma energia em exercício, que pode ser encontrado onde “[...] haja um desenvolvimento pleno do indivíduo.[...] Esse prazer é sempre absorvido, na própria atividade com que se identifica. É o prazer que acompanha o interesse autêntico e legítimo. Sua fonte é, no fundo, uma necessidade do organismo”. DEWEY, J. Vida e educação. (Trad. Anísio Teixeira.) 10 ed. Rio de Janeiro: Melhoramentos, 1978, p. 69.
Sob essa perspectiva, a ludicidade é concebida como:
prazer funcional que cria impossibilidade de acúmulo de energia.
condição que modela o comportamento do ser humano a uma dada dimensão.
componente inerente à condição humana e cuja manifestação e expressão é culturalmente situada, isto é, varia de acordo com o meio em que o sujeito vive.
abordagem de forma isolada em uma ou em outra atividade (brinquedo, festa, jogo, brincadeira, etc.) que traz bem estar à condição humana.
Em virtude das dificuldades geradas pela diversidade de características e necessidades dos alunos, deve-se fornecer apoio diferenciado para os alunos, a fim de garantir que possam jogar e participar das brincadeiras.
Considerando que a organização das situações de ensino deve tornar possível personalizar experiências comuns de aprendizagem, a equipe de educação física da escola deve orientar cada professor a, juntamente com seus alunos, modificar, totalmente se necessário, as regras de jogos e brincadeiras, a fim de garantir que as atividades sejam mais dinâmicas e divertidas.
A educação física deve proporcionar à criança um conhecimento do próprio corpo, articulado com um discurso ético, possibilitando a ela um agir diferente diante dos desafios presentes no jogo.
Com intuito de diversificar as experiências corporais das crianças, um professor de educação física sugeriu que fossem escolhidos quatro temas de trabalho, um para cada bimestre. Nessa situação, o professor agiu de forma adequada, pois, nessa fase do desenvolvimento infantil, não é recomendada uma especialização das habilidades motoras.
Como existem muitas atividades que podem ampliar as vivências corporais das crianças, o professor não deve restringir a escolha dos conteúdos à sua experiência pessoal, mesmo que ele seja campeão em um esporte específico.