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Segundo Lück (2013), dentre as funções de organização para a realização de objetivos propostos pela Orientação Educacional, destacam-se o levantamento de dados, o planejamento e
o controle.
a supervisão.
o diagnóstico.
a Formação.
a avaliação.
A avaliação é uma tarefa didática necessária e permanente do trabalho docente, que deve acompanhar passo a passo o processo de ensino e aprendizagem visando, através da verificação e qualificação dos resultados obtidos, determinar correspondência destes com os objetivos propostos. LIBÂNEO (2008)
Segundo o mesmo autor, a avaliação cumpre determinadas funções. Dentre as alternativas abaixo, qual apresenta de forma correta uma das funções da avaliação?
Pedagógico-didática: refere-se aos meios e à frequência das verificações e de qualificação dos resultados escolares;
Controle: refere-se ao papel da avaliação no cumprimento dos objetivos gerais e específicos da educação escolar;
Diagnóstico: permite identificar progressos e dificuldades dos alunos e a atuação do professor;
Verificação: avaliação propriamente dita dos resultados, referindo-os a padrões de desempenho esperados;
Apreciação qualitativa: coleta de dados sobre o aproveitamento dos alunos, através de provas, exercícios, entre outros.
De forma geral, a avaliação escolar pode ser definida como um meio de obter informações sobre os avanços e as dificuldades de cada aluno, constituindo-se em um procedimento permanente de suporte ao processo ensino-aprendizagem.
Observe as assertivas abaixo e enumere de acordo com os respectivos autores:
(1) HOFFMANN (2)LUCKESI (3) PERRENOUD (4) LIBÂNEO
( ) A avaliação pode ser caracterizada como uma forma de ajuizamento da qualidade do objeto avaliado, fator que implica uma tomada de posição a respeito do mesmo, para aceitá-lo ou para transformá-lo. A avaliação é um julgamento de valor sobre manifestações relevantes da realidade, tenso em vista uma tomada de decisão.
( ) A avaliação é uma tarefa didática necessária e permanente do trabalho docente, que deve acompanhar passo a passo o processo de ensino e aprendizagem. Através dela os resultados que vão sendo obtidos no decorrer do trabalho conjunto do professor e dos alunos são comparados com os objetivos propostos a fim de constatar progressos, dificuldades, e reorientar o trabalho para as correções necessárias.
( ) O significado primeiro e essencial da ação avaliativa mediadora é o “prestar muita atenção” nas crianças, nos jovens, eu diria “pegar no pé” desse aluno mesmo, insistindo em conhecê-lo melhor, em entender suas falas, seus argumentos, ouvindo todas as suas perguntas, fazendo-lhes novas e desafiadoras questões, “implicantes”, até, na busca de alternativas para uma ação educativa voltada para a autonomia moral e intelectual.
( ) Em todos os casos, a avaliação não é um fim em si. É uma engrenagem no funcionamento didático e, mais globalmente, na seleção e na orientação escolares. Ela serve para controlar o trabalho dos alunos e, simultaneamente, para gerir os fluxos.
Marque a correta.
1,2,3,4
2,4,1,3
3,2,1,4
4,2,3,1
2,1,3,4
O processo de avaliação se aplica aos sujeitos, mas também às condições oferecidas para que isso ocorra.
Para se avaliar a empresa em sua globalidade é necessário, não só avaliar os processos institucionais, como também realizar a avaliação de desempenho de cada membro da instituição. Denominamos todo esse processo de avaliação
de desempenho.
por mérito.
mediadora.
em larga escala.
institucional.
A avaliação é um importante instrumento para que o professor possa obter dados sobre o processo de aprendizagem de cada criança, reorientar sua prática e elaborar seu planejamento, propondo situações capazes de gerar novos avanços na aprendizagem das crianças. A avaliação formativa deve se dar de forma:
cumulativa e seletiva.
sistemática e contínua.
linear e seletiva.
cumulativa e contínua.
Leia abaixo:
“(...) tanto alunos quanto professores estão insatisfeitos com relação à avaliação. Avaliamos 20% do formativo e 80% do cognitivo. Formativo é: interesse, participação, assiduidade, pontualidade. Até nisso temos divergências, por exemplo, a participação. Alguns alunos participam quando você solicita, eles respondem e alguns professores consideram como aluno participante. Outros consideram que só a oralidade é participação... Os alunos reclamam muito desse aspecto... Mesmo com essas dificuldades, os professores preferem continuar com os aspectos formativos. Não querem só a avaliação cognitiva.” (VILLAS BOAS, B.M. DE F. A avaliação nos cursos de formação de profissionais da educação no Distrito Federal: Confronto entre a teoria e a prática. Relatório de pesquisa, UnB, 2000.)
As conclusões obtidas são que as avaliações formativas são bem aceitas por alunos e professores por permitirem:
Que o aluno use o que adquiriu de conhecimento voltado para as situações práticas do dia-a-dia e na rotina escolar.
Beneficiar não só os alunos com facilidade nas matérias, mas também àqueles que buscam e se interessam pela aula e com isso conseguem aumentar o próprio rendimento.
Que os professores não tenham que desenvolver atividades avaliativas, podendo focar somente no envolvimento dos alunos com os temas apresentados.
Romper com padrões ultrapassados de sistemas de avaliação que não trazem benefı́cios aos alunos, nem permitem aos professores compreender as dificuldades dos mesmos.
Sobre avaliação é incorreto afirmar:
É uma dimensão formadora.
Deve considerar a criança sujeito integral.
Deve levar em consideração que a criança é uma pessoa que procura desenvolver-se com a finalidade de suprir as próprias necessidades pessoais e as do grupo ao qual pertence.
A avaliação não deve ser entendida como um processo contínuo.
“A avaliação contemplada nos Parâmetros Curriculares Nacionais é compreendida como: elemento integrador entre a aprendizagem e o ensino, conjunto de ações cujo objetivo é o ajuste e a orientação da intervenção pedagógica para que o aluno aprenda da melhor forma [...]”.
(BRASIL, 1997, p. 83.)
Uma concepção desse tipo pressupõe considerar:
I. o processo que o aluno desenvolve ao aprender como o produto alcançado.
II. as expectativas de aprendizagem aplicando a avaliação apenas ao aluno.
III. o ensino oferecido e sua finalidade.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativas(s):
I, apenas.
II, apenas.
III, apenas.
I e III, apenas.
I, II e III.
Didonet, no documento A avaliação na e da Educação Infantil, defende que a avaliação depende do conceito de qualidade que se adota, destacando as características de qualidade. É correto afirmar que, dentre as características elencadas pelo autor, está a de
variar conforme as condições de treinamento das equipes pedagógicas dos centros de educação infantil.
depender do conceito de infância e de criança que se constitui no projeto político-pedagógico da instituição.
identificar-se com os modelos socialmente presentes na atualidade, como o de diversidade racial, de gênero e de crença religiosa.
ser um conceito socialmente construído, sujeito a constantes negociações, dependente do contexto.
avaliar o desenvolvimento infantil como conjunto de conteúdos selecionados pelo currículo vigente e socialmente inserido na cultura.
Didonet, ao analisar a prática da avaliação na educação infantil, aborda os Referenciais Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, citando que: “No que se refere às crianças em idade pré-escolar, a avaliação deve permitir que se acompanhem suas conquistas, suas dificuldades e suas possibilidades ao longo de seu processo de aprendizagem.” Ainda conforme esse documento, é correto afirmar que a prática adequada para acesso às aprendizagens infantis é a
do registro e da observação.
de aplicação de questionário para triagem.
de aplicação de provas, a fim de verificar se o desenvolvimento esperado para a etapa foi atingido.
de entrevistas individuais progressivas.
de aplicação de provas de identificação de nível de alfabetização.
Se é função da escola criar condições para que o aluno aprenda determinados conteúdos e, sobretudo, desenvolva determinadas habilidades, ela precisa, o tempo todo e de diversas formas, avaliar se está atingindo seus objetivos. Sobre a avaliação, assinale a alternativa incorreta.
Durante o processo, o professor não deve fazer paradas para alterar rotas.
Avaliando permanentemente, o professor capta o crescimento do aluno no decorrer do tempo e evita que uma situação não desejável permaneça acontecendo até que chegue ao patamar do irremediável.
A fase investigativa ou diagnóstica inicial instrumentaliza o professor para pôr em prática seu planejamento de forma a atender às características de seus alunos.
A fase final inclui a observação dos avanços e da qualidade da aprendizagem alcançada pelos alunos ao final de um período de trabalho, com base na síntese de todas as informações sobre o aluno obtidas pelo professor, ao acompanhá-lo contínua e sistematicamente.
Quando um professor entra na sala de aula e diz - “Hoje vamos fazer uma avaliação!” - essa fala possui um equívoco. A fala correta seria:
“Hoje vamos fazer um teste”, porque o teste reflete todo o processo de aprendizagem do aluno.
“Hoje, vamos fazer uma prova”, porque avaliação é um processo que acontece ao longo de todo o percurso de aprendizagem dos estudantes.
“Hoje vamos fazer alguns exercícios de avaliação”, porque os exercícios darão conta de avaliar o aluno integralmente.
“Hoje vamos fazer uma prova”, porque a prova é o instrumento que possibilita acompanhar o processo de avaliação.
“Hoje vamos fazer um relatório sobre o processo de aprendizagem”, porque só assim o professor pode acompanhar os conteúdos aprendidos pelos alunos.
Entende-se avaliação sistêmica como:
I. uma modalidade de avaliação em larga escala, desenvolvida no âmbito de sistemas de ensino com vistas a, especialmente, subsidiar políticas públicas na área educacional.
II. um mecanismo privilegiado, capaz de fornecer informações sobre processos e resultados dos sistemas de ensino às instâncias encarregadas de formular e tomar decisões políticas na área da educação.
III. um programa que abrange o sistema federal de ensino.
IV. uma estratégia que pode influenciar parcialmente as experiências educativas e a eficiência dos sistemas.
V. uma modalidade que possibilita investimentos públicos de maneira intuitiva, desarticulada ou insuficiente para atender às necessidades educacionais.
Estão corretos apenas os itens:
I e III.
III e IV.
I e II.
II e V.
IV e V.
O acompanhamento dos processos de ensinar e aprender faz parte da dimensão avaliativa
de desempenhos.
das aprendizagens.
institucional.
externa.
dos testes de larga escala.
A seleção de diferentes instrumentos de avaliação no desenvolvimento dos alunos, aplicando a teoria da avaliação e os princípios da progressão continuada relaciona-se a seguinte afirmativa correta:
As atividades de auto avaliação e os elementos de observação indisciplinar.
Ao planejamento pedagógico de acordo o método representativo linear.
Planejamento e desenvolvimento do processo de avaliação da aprendizagem escolar
As medidas descritivas e estatísticas de acordo com os princípios de validade.
A avaliação é essencialmente um processo de comunicação, sendo diferente da simples medida de desempenho dos alunos. Assim sendo, é correto afirmar que:
Os testes de aproveitamento escolar devem ser o único instrumento de avaliação suficientemente confiável para os professores.
Os testes de aproveitamento escolar, as provas bimestrais, semestrais ou finais (de caráter somativo, globalizado) e os “exames” (incluindo os instrumentos padronizados de testagem e/ou bancas examinadoras externas) têm sido instrumentos suficientes para a avaliação da aprendizagem.
É indispensável a problematização dos testes de aproveitamento escolar, pois eles são consagrados pela tradição e pelo uso.
Os testes de aproveitamento escolar são instrumentos, constituindo meios auxiliares que podem fornecer informações sobre a aprendizagem dos educandos.
Provas escritas e orais substituem suficientemente os relatórios individuais, na Educação Infantil.
Em “Avaliar para promover”, Hoffmann destaca a questão da arbitrariedade na avaliação. Para a autora, o autoritarismo na avaliação decorre de:
interpretação de parâmetros e princípios institucionais
adoção de parâmetros excessivamente objetivos
valorização radical da aprendizagem
relação ajustada entre conhecimento e desenvolvimento do aluno
não consideração de valores e princípios declarados por instituições
Não é um pressuposto básico da avaliação:
Um processo avaliativo permanente de observação, registro e reflexão acerca da ação e do pensamento das crianças.
Um processo avaliativo que desconsidere as diferenças culturais e de desenvolvimento, manter estático seu fazer pedagógico.
Uma proposta pedagógica que vise levar em conta a diversidade de interesses e possibilidades de exploração do mundo pela criança, respeitando sua própria identidade sociocultural, e proporcionando-lhe um ambiente interativo, rico em matérias e situações a serem experienciadas.
Um professor curioso e investigador do mundo da criança, agindo como mediador de suas conquistas, no sentido de apoiá-la, acompanhá-la e lhe trazer novos desafios.
Conforme o documento Programa Mais Educação São Paulo: subsídios para a implantação, é correto afirmar que a avaliação na Educação Infantil
contempla instrumentos que assumem diferentes formas de registro: relatórios descritivos, portfólios individuais e do grupo, fotos, filmagens, as próprias produções das crianças, como desenhos, esculturas, maquetes, entre outras.
é efetivada por meio de relatórios descritivos individuais que têm por função descrever as atividades das crianças, a fim de classificá-las, além de servir de critério para retê-las no prosseguimento de sua vida escolar.
utiliza instrumentos que passam por diferentes formas de registro e que têm como objetivo comparar ou medir o desenvolvimento e a aprendizagem das crianças com finalidades classificatórias e segregacionistas.
contempla a análise progressiva da conquista do sistema alfabético pelo educando, bem como aquelas referentes ao conhecimento matemático e ao alcance dos direitos e objetivos de aprendizagem.
é realizada de forma contínua, cumulativa e sistemática, tendo como uma de suas metas o diagnóstico da situação de aprendizagem de cada criança, em relação à programação curricular prevista e desenvolvida em cada nível e etapa da escolaridade.
João é deficiente auditivo e frequenta uma escola municipal. Foi submetido a uma avaliação educacional do processo ensino e aprendizagem, constatando-se, então, a necessidade de encaminhá-lo a uma SAAI – Sala de Apoio e Acompanhamento à Inclusão, destinada ao apoio pedagógico especializado.
Conforme a Portaria nº 5.718/04, é correto afirmar que a avaliação educacional do processo ensino e aprendizagem será o instrumento orientador da utilização do serviço de apoio pedagógico especializado e será realizada
pelos educadores da unidade educacional de origem do educando, com a participação da família, do professor regente da Sala de Apoio e Acompanhamento à Inclusão – SAAI, do supervisor escolar e do Centro de Formação e Acompanhamento à Inclusão – CEFAI e, se preciso for, dos profissionais da saúde e de outras instituições.
pelos professores da escola de destino do educando, pelo Professor de Apoio e Acompanhamento à Inclusão – PAAI, pelo coordenador pedagógico e, se necessário, pelo diretor de escola.
pelo coordenador pedagógico da escola de origem da criança, pelo professor regente da classe regular e pelos profissionais da saúde que acompanham o caso, com a anuência da família.
pelo diretor da unidade escolar de origem do educando, pelo professor regente da classe comum, pelo professor especializado e pelo Professor de Apoio e Acompanhamento à Inclusão – PAAI, com a presença da família, se for necessário.
pelo professor regente da classe comum, com a participação do profissional do Centro de Formação e Acompanhamento à Inclusão – CEFAI, do coordenador pedagógico da escola de origem do aluno, e com o conhecimento da família.