Questões de Concurso sobre Emilia Ferreiro

 
 
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Durante o intervalo, a professora Clemilda mostrou para sua colega Geralda algumas palavras escritas por seu aluno Jailton (6 anos de idade), que estava em processo de alfabetização. Clemilda havia solicitado a Jailton que escrevesse as palavras “PATO”, “TOURO”, “CABELO” e “PETECA”.

Com base em Ferreiro (2010), Clemilda concluiu corretamente que a escrita de Jailton apresentava características da escrita silábica (com valor sonoro convencional).


Considerando que a conclusão de Clemilda está correta, assinale a alternativa que apresenta as palavras escritas por Jailton.


A

KA ... RS ... MPA ... TIO


B

AO ... TO ... AEO ... EEA


C

PTO ... TORO ... CABLO ... PTECA


D

PATO ... TOURO ... CABELO ... PETECA


E

JITOLN ... JTONIAL ... JJAAILTO ... JAATNNO

A concepção psicogenética da escrita, desenvolvida por Emilia Ferreiro, revolucionou a compreensão do processo de alfabetização, influenciando as práticas inclusivas. Acerca dessa concepção, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:


(__)A criança é um sujeito ativo que constrói hipóteses originais sobre o sistema de escrita, passando por etapas previsíveis em seu desenvolvimento, como a pré-silábica, a silábica e a alfabética.

(__)O processo de alfabetização deve se basear em métodos de memorização de sílabas e letras, como as cartilhas, desconsiderando os conhecimentos prévios e as tentativas de escrita da criança.

(__)Os erros produzidos pela criança em sua escrita não são vistos como falta de conhecimento, mas como indicadores construtivos de suas hipóteses e de seu processo de pensamento.

(__)A diversidade de hipóteses sobre a escrita em uma mesma sala de aula é um problema para o professor, que deve buscar a homogeneização por meio de atividades repetitivas.


Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:


A

V, V, V, V.


B

F, V, F, V.


C

F, F, V, V.


D

V, F, V, F.


E

V, F, F, F.

Discutindo os discursos oficiais dos governos em torno do enfrentamento do analfabetismo, Ferreiro (Com todas as letras, 2000) constata a mobilização de “linguagem militar ou linguagem dos órgãos de saúde pública”, sendo que “batalhas contra o analfabetismo” e “erradicação do analfabetismo” são expressões comuns.


Assinale a alternativa que expressa a posição da autora, refletida no documento final da reunião preparatória do Ano Internacional da Alfabetização, acerca dessas expressões.


A

A caracterização do analfabetismo como guerra ou enfermidade é imprescindível para o enfrentamento público desse flagelo.


B

Termos como esses fazem do analfabetismo um problema maior do que ele é, uma vez que a alfabetização deve ser uma opção individual de cidadãos livres.


C

Essas expressões produzem efeito negativo sobre os analfabetos, pois reforçam o sentimento de inferioridade, exclusão e marginalidade.


D

A compreensão do analfabetismo como “praga” ou “epidemia” é o modo mais preciso de diagnosticar um problema uniformemente distribuído pelo mundo.


E

A terminologia médica, mais do que metafórica, é conceitualmente exata, pois o analfabetismo é hoje compreendido como condição médico-patológica.

De acordo com Emília Ferreiro, a alfabetização e o letramento são processos interligados e que ocorrem simultaneamente. A alfabetização não é apenas um processo de aprender a ler e escrever, mas também de se apropriar da língua escrita e de entender seu funcionamento. Analise as assertivas abaixo e identifique a alternativa que corresponde às concepções de Ferreiro sobre a alfabetização e o letramento:


A

Ferreiro defende que a criança elabora hipóteses sobre a linguagem escrita antes mesmo de ser formalmente alfabetizada, construindo conhecimentos por meio da interação com portadores reais de texto.


B

A alfabetização deve iniciar-se apenas quando a criança já dominar completamente a linguagem oral, uma vez que esta é pré-requisito absoluto para o letramento, segundo os estudos de Ferreiro.


C

Segundo Ferreiro, a aprendizagem da escrita é um processo passivo no qual o adulto transmite o sistema alfabético à criança, que o absorve gradualmente por imitação e treino.


D

A criança aprende a escrever por meio da memorização progressiva das letras e da repetição de sílabas, sendo o papel do educador conduzir esse processo com base em métodos sintéticos e fônicos.


E

De acordo com Ferreiro, o processo de alfabetização deve seguir uma ordem rígida de apresentação das letras, respeitando a sequência do alfabeto para não comprometer a compreensão da estrutura escrita.

Em seu livro, Com todas as letras (2005), Emilia Ferreiro problematiza a alfabetização de crianças e afirma, com base em pesquisas, que, no processo de aquisição da língua, a repetição desempenha papel:


A

limitado, pois as crianças aprendem muito mais construindo do que repetindo


B

preponderante, porque não é possível que a criança crie no início da alfabetização


C

importante, em virtude de estar inserida em grande parte das atividades alfabetizadoras


D

insignificante, tendo em vista que nenhum criança consegue repetir informações recebidas sobre a língua que está aprendendo

Ferreiro (2000) problematiza uma noção em alfabetização que tem servido para, entre outros: abrir um mercado comercial de testes e livros com exercícios preparatórios; trazer uma nova clientela para psicólogos ou psicopedagogos no encaminhamento de “problemas de aprendizagem” e de “pré-diagnósticos dos problemas de aprendizagem” e manter o pré-escolar “assepticamente” isolado da língua escrita.


Trata-se da noção de


A

neurociência.


B

competência.


C

proficiência.


D

maturidade.


E

multiculturalidade.

Emília Ferreiro, na obra “Reflexões sobre alfabetização”, defende que a criança aprende a ler e escrever por meio do(a):


A

Decodificação passiva de símbolos e memorização.


B

Processo ativo de construção de hipóteses acerca da linguagem escrita, em interação com o meio social.


C

Treinamento repetitivo voltado para sanar as dificuldades, sem considerar o contexto da criança.


D

Processos exclusivamente cognitivos, sem interação com fatores culturais ou sociais.

Emília Beatriz Maria Ferreiro Schavi é uma pesquisadora, escritora e psicóloga que, sob as lentes da psicolinguística, compreende os mecanismos pelos quais as crianças aprendem a ler e a escrever. Emília Ferreiro é, indiscutivelmente, um nome extremamente importante para a educação mundial, ela afirma que a construção do conhecimento da leitura e da escrita tem uma lógica individual, embora aberta à interação social, na escola ou fora dela. Neste processo, a criança passa por etapas, com avanços e recuos, até se apossar do código linguístico e dominá-lo. De acordo com a teoria exposta em Psicogênese da Língua Escrita de sua autoria, toda criança passa por quatro fases até que esteja alfabetizada, são elas:


A

Pré-escola, silábica, silábico-alfabética, alfabética.


B

silábica, silábico sem valor sonoro, silábico-alfabética, alfabética.


C

Pré-silábica, valor sonoro, silábico-alfabética, alfabética.


D

Pré-silábica, silábica, silábico-alfabética, alfabética.

Emília Ferreiro é conhecida por suas pesquisas sobre o processo de alfabetização e o desenvolvimento da escrita na criança. Sua teoria destacou a importância de compreender como as crianças constroem o conhecimento sobre a escrita. Qual das alternativas abaixo reflete uma prática pedagógica baseada nas contribuições de Emília Ferreiro?


A

Incentivar as crianças a experimentarem e formularem hipóteses sobre a escrita, permitindo que explorem as relações entre sons e letras de maneira ativa.


B

Ensinar as crianças a escreverem copiando palavras e frases prontas sem explorar seu entendimento sobre a escrita.


C

Introduzir a leitura e a escrita apenas após o ensino completo do alfabeto.


D

Focar exclusivamente no ensino de gramática normativa antes de as crianças começarem a escrever.

As ações pedagógicas sofrem influência dos grandes pensadores da educação no que diz respeito à organização dos processos de ensino desenvolvidos na escola. Analise a questão abaixo associando o nome do educador a sua respectiva teoria.


1 - Montessori

2 - Paulo Freire

3 - Emília Ferreiro


( ) A construção do conhecimento da leitura e da escrita tem uma lógica individual embora aberta a interação social na escola ou fora dela.

( ) A principal transformação dessa proposta é o entendimento da criança como sujeito integral com direitos, necessidades e potencialidades próprias. Entender infância como um período de desenvolvimento inviolável.

( ) Segundo este teórico ensinar não é transferir conhecimento, mas criar possibilidades para a sua produção e construção. Liderou por algum tempo o programa de alfabetização de adultos.


A sequência correta é:


A

3, 1, 2.


B

1, 2, 3.


C

3, 2, 1.


D

2, 1, 3.


E

2, 3, 1.

Em sua pesquisa sobre a construção da leitura e escrita, Emília Ferreiro, juntamente com Ana Teberosky, descreve o processo que cada indivíduo passa para aprender a língua escrita.


A pesquisa de Emília Ferreiro permitiu-lhe identificar diversos níveis de evolução da escrita, até o momento em que se pode considerar que a criança venceu as barreiras do sistema, sendo capaz de interpretar (ler) e reproduzir (escrever) símbolos gráficos.


Caderno do educador : alfabetização e letramento 1 / Janine Ramos Lopes, Maria Celeste Matos de Abreu, Maria Célia Elias Mattos. − Brasília : Ministério da Educação, Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade, 2010.


Assinale a alternativa que apresenta esses níveis de escrita:


A

Pré-silábico, silábico, alfabético e alfabético-ortográfico.


B

Pré-silábico, silábico, silábico-alfabético e alfabético


C

Pré-silábico, silábico sonoro, silábico-alfabético e alfabético.


D

Pré-silábico, silábico, silábico-alfabético, silábico-alfabético e alfabético.


E

Pré-silábico, silábico, silábico-alfabético, alfabético e alfabético-ortográfico.

De acordo com a teoria de Emília Ferreiro e Ana Teberosky sobre as fases do desenvolvimento da leitura e da escrita, assinale a alternativa que indica corretamente uma característica da fase denominada "Pré-Silábica":


A

a criança compreende a correspondência entre letras e sons, realizando leitura fluida de textos;


B

a escrita é caracterizada por sílabas, mas sem um vínculo sistemático com os sons da fala;


C

há uma compreensão profunda de textos, incluindo inferências e análises críticas;


D

a criança utiliza a pontuação de maneira eficaz na produção escrita;


E

a leitura é marcada pela capacidade de realizar inferências complexas.

Em seu livro Com todas as letras, Emília Ferreiro (2005, p. 26) afirma que “o preconceito linguístico é um dos mecanismos de discriminação, no interior da escola, com maiores consequências para a criança”. Isso acontece porque ao:


A

fazer uso da variante de prestígio, as professoras oferecem o padrão a ser seguido


B

desprezar uma variante dialetal se despreza também a criança e o grupo social a que pertence


C

modificar a variante linguística da comunidade, as diferenciações regionais e socioculturais se evidenciam


D

comparar duas variantes linguísticas, a usada pela criança e a exigida pela escola, há uma equivalência de valor entre elas

Na obra de Magda Soares “Alfabetização: a questão dos métodos” (2018), a autora aborda os processos e fases da alfabetização das crianças de acordo com estudos desenvolvidos sobre o tema. Nesse livro, observa-se a contribuição de Emília Ferreiro (1937-2023), grande estudiosa do desenvolvimento da leitura e escrita, que revolucionou as práticas pedagógicas neste campo. De acordo com Emília Ferreiro, são níveis de desenvolvimento da escrita:


A

garatuja, pré-silábico, silábico, silábico-alfabético e alfabético.


B

garatuja, pré-alfabético, silábico, silábico-alfabético e alfabético.


C

garatuja, pré-silábico, parcialmente alfabético, alfabético consolidado.


D

garatuja, pré-silábico, parcialmente alfabético, plenamente alfabético.

Emilia Beatriz María Ferreiro Schavi foi doutoranda de Jean Piaget. Promoveu a continuidade do trabalho de Piaget sobre epistemologia genética - uma teoria do conhecimento centrada no desenvolvimento natural da criança - estudando um campo que ele não havia explorado: a escrita.


A partir de 1974, na Universidade de Buenos Aires, desenvolveu uma série de experimentos com crianças que deu origem às conclusões apresentadas na sua mais importante obra: Psicogênese da Língua Escrita, publicado em 1979 e escrito em parceria com a pedagoga espanhola Ana Teberosky. A obra apresenta os processos de aprendizado das crianças, chegando a conclusões que puseram em questão os métodos tradicionais de ensino da leitura e da escrita.


Fonte: http://www.gestaoescolar.diaadia.pr.gov.br/modules/ conteudo/conteudo.php?conteudo=334


Em relação à construção do conhecimento da leitura e da escrita, Emília Ferreira afirma que:


A

a evolução da alfabetização e da capacidade de escrita segue uma trajetória compartilhada, embora seja moldada pela interação histórico-cultural em todos os espaços da sociedade. Durante essa jornada, as crianças passam por estágios alternativos, com avanços e recuos, até alcançarem um completo domínio do código linguístico. O tempo necessário para cada aluno atravessar esses estágios são invariáveis.


B

a construção do conhecimento da leitura e da escrita tem uma lógica individual, embora aberta à interação social, na escola ou fora dela. Neste processo, a criança passa por etapas, com avanços e recuos, até se apossar do código linguístico e dominá-lo. O tempo necessário para o aluno transpor cada uma das etapas é muito variável.


C

o desenvolvimento da alfabetização e da habilidade de escrita segue um percurso coletivo, embora seja influenciado pela interação cultural, seja dentro ou fora do ambiente escolar. Durante esse processo, a criança atravessa estágios semelhantes, com progressos e retrocessos, até que ela adquira pleno domínio do código linguístico. O tempo que cada aluno leva para progredir por essas etapas pode variar consideravelmente.


D

o progresso da alfabetização e da habilidade de escrita segue uma trajetória comum, sendo influenciado pela interação histórico-crítico em todos os âmbitos da psicogênese. Ao longo desse processo, as crianças atravessam estágios variados, com avanços e retrocessos, até atingirem um domínio pleno do código linguístico. O tempo requerido para cada aluno percorrer esses estágios pode ser variável.

Em resposta à pergunta “deve-se ou não ensinar a ler e a escrever na pré-escola?”, Ferreiro (2010) afirma e defende que


A

a resposta a essa pergunta é sempre afirmativa. Sim, devemos antecipar a alfabetização para a pré-escola, já que quase a totalidade das crianças só inicia o seu contato com a escrita e a leitura quando entra na escola de educação infantil.


B

a sala da pré-escola deve assemelhar-se a do primeiro ano, e cabe ao docente seguir as tradicionais atividades do primário, como os exercício motriz, cópia de letras, memorização do alfabeto e cópia de sílabas.


C

a pré-escola deveria permitir a todas as crianças a liberdade de experimentar os sinais escritos, num ambiente rico em escritas diversas, ou seja: escutar alguém lendo em voz alta e ver adultos escrevendo, tentar escrever e brincar com a linguagem.


D

é proibido escrever e apresentar textos, gêneros textuais ou experiências de leituras diversas para crianças na educação infantil, pois essas propostas são consideradas escolarizantes e devem ocorrer apenas no ensino fundamental.


E

na pré-escola, as crianças devem realizar os exercícios de memorização, sonorização e repetição oral das letras, já o exercício mecânico da escrita deve iniciar apenas no quarto bimestre ou no início do primeiro ano do ensino fundamental.

Ao abordar a teoria de aprendizagem de Emília Ferreiro e Ana Teberosky, analise as afirmativas a seguir e assinale a opção correta.


I. Em sua teoria, Ferreiro e Teberosky enfatizam que a aprendizagem da leitura e da escrita ocorre de forma natural, sem a necessidade de intervenção pedagógica.

II. Segundo Ferreiro e Teberosky, a criança passa por estágios específicos na construção do conhecimento sobre a língua escrita, começando pelo estágio silábico e progredindo linearmente até o estágio alfabético.

III. A perspectiva de Ferreiro e Teberosky destaca a importância do ensino formal da leitura e da escrita desde a primeira infância, enfatizando a memorização de palavras como estratégia eficaz.

IV. A teoria de Ferreiro e Teberosky considera a linguagem escrita como um sistema simbólico complexo, no qual as crianças desenvolvem hipóteses sobre a escrita por meio de suas interações com o ambiente.


A

Apenas as afirmativas I e III estão corretas.


B

Apenas a afirmativa II está correta.


C

Apenas as afirmativas II e III estão corretas.


D

Apenas a afirmativa IV está correta.

Emília Ferreiro (1989) propôs a teoria das concepções de escrita, que inclui diversas fases no processo de aprendizagem. Como é chamada a fase em que a criança começa a entender que existem relações entre as letras e os sons, representando as sílabas nas palavras, embora de maneira simplificada?


A

Silábica alfabética.


B

Silábica.


C

Pré-silábica.


D

Alfabética.

A interseção entre as teorias de Emília Ferreiro e Paulo Freire oferece uma visão rica e complexa da educação, onde o foco está no desenvolvimento integral do indivíduo e na transformação da sociedade. Ambas as abordagens destacam a importância de ver o aluno como um participante ativo no processo de aprendizagem e reconhecem a educação como um meio crucial de empoderamento e mudança social. Nesse sentido, podemos afirmar que a ascensão do processo de contextualização dos conteúdos matemáticos, em detrimento dos métodos que usavam a repetição e a memorização, vai ao encontro das teorias defendidas por estes dois ícones. Qual das alternativas abaixo justifica de forma coerente essa afirmação?


A

A contextualização dos conteúdos matemáticos é uma prática que foi criticada por Ferreiro e Freire, pois eles acreditavam que a educação deve se concentrar apenas na memorização e repetição para garantir a eficácia do ensino.


B

A repetição e a memorização são essenciais para a aprendizagem matemática, pois garantem que os alunos dominem os conceitos fundamentais, e fundamentam-se nas teorias de Ferreiro e Freire, que defendem a aquisição de conhecimentos científicos como sendo a única forma do indivíduo evoluir na sociedade.


C

As teorias de Ferreiro e Freire se concentram exclusivamente na aprendizagem de conteúdos matemáticos, defendendo a compreensão de sua contextualização como forma de acessar a base de todas as outras disciplinas.


D

A contextualização dos conteúdos matemáticos permite que os alunos compreendam melhor como os conceitos se aplicam em sua vida cotidiana, promovendo um aprendizado significativo e alinhado com as teorias de Ferreiro e Freire, que enfatizam a importância do contexto sociocultural e a participação ativa dos alunos no processo de aprendizagem.

O ferro é um mineral essencial que atua na formação de células sanguíneas e no transporte do oxigênio, prevenindo a ocorrência de:


A

anemia.


B

diarreia.


C

paralisia infantil.


D

caxumba.


E

sarampo.

   
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