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Uma das alternativas abaixo não diz respeito à efetivação do princípio de gestão democrática na escola. Assinale-a.
Participação e envolvimento dos profissionais da educação na discussão e elaboração do projeto pedagógico.
Vinculação entre educação escolar, o trabalho, a prática social, inclusão e projetos de aceleração
Participação e envolvimento da comunidade escolar e local na composição dos conselhos escolares
Articulação entre família e comunidade criando processos de integração entre sociedade escola
Envolvimento da comunidade escolar e usuária na tomada de decisões e enfrentamento dos desafios da realidade escolar.
Em conseqüência, Mônica Thurler defende que a avaliação das escolas deve partir do pressuposto de que
a avaliação produz o consenso em torno dos objetivos educacionais no interior da escola.
todos os objetivos podem ser igualmente avaliados.
a identificação da ineficácia induz à mudança.
a eficácia das escolas não pode ser medida, portanto o próprio conceito de avaliação é "ineficaz".
os instrumentos de avaliação não são aceitos unanimemente.
Para que o Projeto Político Pedagógico de uma escola possa de fato ser um processo participativo, é preciso
definir os objetivos de acordo com as normas da Secretaria de Educação.
preparar professores que acompanhem as ações da comunidade escolar.
exercitar a capacidade de tomar decisões coletivamente.
escolher as pessoas competentes para a elaboração de um bom projeto.
avaliar a capacidade de trabalho das pessoas que irão participar do processo.
Os Conselhos de Escola e comunidade trouxeram para o cotidiano escolar vozes diferentes e discordantes que assustam por vezes a direção, o corpo docente e os técnicos das secretarias de educação mas, que são importantes no conjunto das relações democráticas.
A partir do exposto, é possível afirmar que o Conselho de Escola
contribui na reflexão e prova que a realidade e a forma de analisá-la não são homogêneas.
provoca a desorganização das atividades planejadas pela equipe técnica.
conserva a autoridade do diretor, não permitindo a atuação dos pais na alteração das diretrizes pedagógicas da escola.
promove um contínuo atraso nos encaminhamentos administrativos da escola pelo excesso de discussões.
institui o conflito, ameaçando o bom andamento da rotina escolar.
Cidadania é, essencialmente consciência/vivência de direitos e deveres. Todo pedagogo, comprometido com seu tempo reconhece que não há cidadania sem democracia. É correto afirmar que a democracia fundamenta-se em três direitos a saber:
direitos civis, direitos filosóficos e direitos políticos.
direitos civis, direitos sociais e direitos políticos.
direitos civis, direitos sociais e direitos científicos.
direitos civis, direitos sociais e direitos pedagógicos.
As políticas dirigidas à democratização da gestão partem da premissa de que cabe ao cidadão decidir os rumos daquilo que é público. No âmbito da educação é de fundamental importância que o pedagogo contemporâneo oportunize a discussão com a comunidade, no processo de planejamento das ações educativas. Em relação ao planejamento, como instrumento de mobilização popular, é correto afirmar que:
O planejamento popular não envolve partilha de poder. A participação no processo substitui a deliberação sobre as prioridades.
O planejamento popular envolve partilha de poder. A participação no processo não substitui a deliberação sobre as prioridades definidas por um grupo gestor.
O planejamento popular é fruto da ação de um grupo gestor, que repassa os encaminhamentos aos grupos envolvidos.
O planejamento popular é fruto de uma ação coletiva, que explicita as tensões e os anseios dos grupos envolvidos.
Quando analisamos modelos sistematizados para propostas de mudança educativa, constatamos que tanto a descentralização como a centralização são instrumentos para a gestão de problemas permanentes, cujas soluções se situam em tempos e contextos específicos. Aplicando o quadro conceitual abaixo, assinale a alternativa correta:
O vetor principal da descentralização educativa é o da territorialização da decisão, isto é, o reconhecimento de que territórios são recursos instrumentais para a democratização e a eficiência.
A crítica à heterogeneidade e à defesa de uma democracia próxima dos atores, com competência para interpretar localmente as decisões centrais, não são aspectos de maior relevância nas políticas centralizadas.
A indefinição dos limites entre as dimensões de localização do poder (nível central ou nível local) e de assunção do poder (responsabilidade política e responsabilidade profissional) é uma das questões em permanente debate na concepção de política curricular de consenso entre os atores e que não merece relevância na discussão de descentralização educativa.
A política centralista tem papel predominante, nos territórios locais, na contextualização da política curricular mediante a concepção, implementação e avaliação de projetos curriculares que são recontextualizados em função de orientações políticas que assegurem a igualdade.
Quando se fala que a escola de educação infantil deve compartilhar com as famílias a educação das crianças e criar formas de participação das mesmas na vida escolar, podemos dizer que a maneira mais importante de promover essa participação é:
chamar os familiares para executarem trabalhos na escola, como forma de conhecerem e valorizarem o trabalho dos professores.
abrir canais de comunicação entre pais e profissionais da escola de forma que eles possam participar das decisões sobre a vida escolar de seus filhos.
organizar reuniões e palestras de orientação sobre temas relacionados à educação das crianças para ensinar aos pais.
manter as famílias informadas sobre as decisões tomadas, projetos desenvolvidos e resultado das avaliações da escola sobre as crianças.
abrir espaços para que os familiares organizem as festas e eventos da escola, pois esse trabalho estará associado ao prazer e à afetividade.
Mônica Abranches, no livro Colegiado Escolar, afirma que participar da gestão da escola significa:
As ações de ajuda, materiais e humanas, que os pais ou a comunidade oferecem à escola.
Mais do que a integração entre a escola e a comunidade, é preciso entender essa presença como um mecanismo de participação política, e como uma possibilidade real de decisão.
Uma escola voltada somente para a sua clientela, para os seus alunos.
Total ruptura com uma ordenação em que prevalecem as relações hierárquicas de mando e submissão, em particular nas escolas que já implantaram as estruturas participativas.
Enganação, pois os Conselhos de escola são manipulados pelos diretores.
A construção da gestão democrática na escola é um processo que requer o envolvimento de todos os atores envolvidos internamente e externamente na busca de uma sociedade mais justa e igualitária. Nesta perspectiva, analise as afirmativas abaixo.

Assinale a alternativa que apresenta a(s) afirmativa(s) correta(s).
I e II.
I.
I e III.
III.
Todas.
Para Mello (1985), a educação escolar democrática, no conjunto dos demais processos de transformação social, exerce um papel que é específico, mas não isolado, ou seja, que se articula, organicamente, às vezes contraditoriamente com a dinâmica de transformação da sociedade. Que papel é esse?
O de transmitir e repassar conhecimentos que preparem o aluno para o vestibular no término do ensino médio.
O de transmitir e repassar conhecimentos que preparem o aluno para o vestibular no término do ensino médio.
O de garantir, às camadas populares, a aquisição de conhecimentos que favoreçam sua inserção na dinâmica mais geral das mudanças que ocorrem na sociedade.
O de transmitir conhecimentos úteis e técnicos aos alunos, para garantir-lhes uma vaga no mercado de trabalho.
A temática participação aqui considerada refere-se a como
os professores se relacionam com os pais em reuniões de conselhos de classe.
os diretores, equipe técnica e professores discutem a organização curricular.
a gestão democrática pode gerar projetos pedagógicos criativos e ousados.
são e estão sendo construídas as relações de poder dentro de cada instância do sistema público.
estão sendo construídos os currículos: com participação de professores junto à equipe técnica ou apenas pelos especialistas.

Segundo Moacir Gadotti, a criação de conselhos de escola representa uma parte de um processo; eles só serão eficazes num conjunto de medidas políticas que visem
à participação e à democratização das decisões.
ao desenvolvimento de habilidades e competências dos alunos.
à organização de grêmios estudantis.
à elaboração de um projeto político-pedagógico, que viabilize a auto-avaliação.
à organização de um currículo que proponha que os pais se transformem em professores e vice-versa.
A gestão democrática em educação é de fundamental importância para uma sociedade mais equânime e inclusiva. É, portanto, atitude e método. Existem algumas limitações e obstáculos a instauração de um processo democrático como parte de uma gestão mais eficiente. Dentre eles é correto afirmar que:
Em gestão educacional temos muita experiência democrática, estão faltando líderes mais autoritários.
Em gestão educacional ainda temos uma mentalidade que não delega aos técnicos e aos educadores a capacidade de governar e definir rumos para a educação nos pais.
Em gestão educacional ainda temos uma mentalidade que atribui aos técnicos e apenas a eles a capacidade de governar, sendo o povo incapaz de exercer governo e apresentar propostas para a área educativa.
Em gestão educacional a própria estrutura de nosso sistema educativo é extremamente horizontal.
Após terem participado da elaboração do Projeto Político-Pedagógico de uma escola, os professores e os demais profissionais da instituição buscaram uma atuação coerente com o documento, o que, em uma escola democrática e participativa, supõe:
agrupar os planos de ensino do ano letivo e estruturar o calendário escolar.
organizar o trabalho pedagógico de forma contextualizada,ne escola como um todo e na sala de aula.
firmar parcerias com partidos políticos, organizações não governamentais e entidades religiosas.
encaminhar o projeto às autoridades educacionais, conforme as recomendações legais.
estimular as relações competitivas para dar novo sentido ao trabalho e à burocracia escolar.
Analisar a gestão da educação, seja ela desenvolvida nas escolas ou nos sistemas estaduais e municipais de ensino, implica em refletir sobre as políticas de educação no país. Isto porque há uma ligação muito forte entre elas pois a gestão transforma metas e objetivos educacionais em ações, dando concretude às direções traçadas pelas políticas. Neste sentido, a gestão democrática na educação requer mais do que simples mudanças nas estruturas organizacionais. Diante disso é correto afirmar que gestão democrática é:
a preocupação do gestor com problemas administrativos, envolvendo apenas estratégias de ações visando a viabilizar a execução orçamentária dos recursos oriundos dos programas coordenados pelo Governo Federal.
o processo de coordenação das estratégias de ação para alcançar os objetivos definidos e requer liderança centrada na competência humana, política, social e profissional, legitimidade e credibilidade.
o processo de coordenação pedagógica visando a alcançar os objetivos definidos a partir do plano de curso.
o processo de coordenação administrativa e pedagógica visando alcançar os objetivos traçados do plano de unidade didática.
As alternativas C e D estão corretas.
A efetiva defesa da participação popular no interior da unidade escolar, depende de pressupostos.
I. o caráter público da atividade educativa que é mantida pelo Estado;
II. das diretrizes traçadas pelo MEC;
III. o caráter propriamente dito da participação da comunidade escolar.
São corretos APENAS
I
II
III
I e III
II e III
Após consulta feita a uma especialista, uma diretora de escola pública do ensino fundamental preparou e apresentou o projeto pedagógico ao corpo docente da sua unidade escolar. Os professores rejeitaram o projeto, alegando ausência de um processo democrático na construção do referido projeto. Considerando a Lei 9394/96, é possível afirmar que:
o protesto docente tem fundamento legal, já que eles deviam ter participado da elaboração da proposta pedagógica da escola onde trabalham;
a diretora agiu em conformidade com a lei, já que a gestão democrática restringe- se aos estabelecimentos particulares de ensino;
a diretora respeitou a LDB, já que o projeto pedagógico deve ser elaborado pela direção escolar e comunicado aos seus docentes;
a diretora não respeitou a LDB, porque esta determina que o projeto pedagógico deve ser elaborado por uma equipe de pedagogos;
o protesto docente tem fundamento legal, já que a LDB proíbe a consulta a especialistas.
Observe a ilustração.

O Artigo 12º da Lei 9394/96 (LDBEN) estabelece a autonomia da escola em elaborar e executar a sua proposta pedagógica. As figuras sugerem que essa elaboração deve ser:
resultado de um trabalho de técnicos em educação, com a sua execução pelos profissionais da escola e pela comunidade;
conduzida pelos órgãos centrais de ensino e executada pelos profissionais da escola;
feita pelas famílias dos alunos, que decidirão o tipo de escola que os profissionais oferecerão aos alunos;
resultado de decisão dos professores, que são os melhores conhecedores da realidade dos alunos.