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No âmbito da TA, diversos recursos destinam-se a promover autonomia funcional, participação social e independência de pessoas com deficiência em diferentes ambientes. Considerando as categorias de auxílios para a vida diária e prática, próteses e órteses, adaptações arquitetônicas e adaptações em veículos, assinale a alternativa correta.
Auxílios para a vida diária e prática incluem recursos que facilitam tarefas rotineiras, sendo fundamentais para o desenvolvimento da autonomia, especialmente quando usados como precondição para participação em ambientes escolares e sociais.
As próteses e órteses, por serem dispositivos biomecânicos de substituição ou estabilização corporal, são prescritas exclusivamente para uso clínico ou hospitalar, não tendo impacto significativo em atividades educacionais ou de vida diária.
As adaptações arquitetônicas, por atingirem a estrutura física de residências e instituições, são consideradas intervenções não relacionadas à TA, uma vez que não se configuram como dispositivos ou equipamentos específicos.
Adaptações em veículos, apesar de promoverem mobilidade e autonomia de deslocamento para pessoas com deficiência física, não são classificadas como TA, pois não envolvem dispositivos voltados à funcionalidade humana.
Auxílios para a vida prática e adaptações arquitetônicas são indicados apenas para pessoas com deficiência motora grave, não sendo recomendados para indivíduos com deficiências sensoriais, cognitivas ou múltiplas.
A proposta pedagógica deve dialogar com as características da comunidade e prever espaços de formação e participação. Nesse contexto, cabe ao secretário escolar:
Monitorar a adesão da equipe pedagógica aos processos formativos previstos, registrando frequências e encaminhando relatórios para a gestão.
Intermediar a comunicação entre escola e seus órgãos representativos, garantindo registros formais e organização dos documentos produzidos nesses espaços.
Acompanhar as reuniões de planejamento curricular, oferecendo suporte técnico-administrativo para consolidar informações relevantes ao processo decisório.
Assumir a coordenação logística e pedagógica dos encontros de participação, garantindo que as discussões avancem conforme os objetivos definidos pela equipe gestora.
Realizar a análise inicial dos conteúdos da proposta pedagógica, indicando ajustes necessários antes de seu envio aos colegiados escolares.
A Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.1462015) estabelece o conceito de 'barreiras' que podem obstruir a participação plena das pessoas com deficiência. No contexto escolar, quando um gestor se depara com atitudes, comportamentos e práticas que impedem ou prejudicam a participação social do aluno com deficiência em igualdade de condições, ele está enfrentando tecnicamente:
Barreiras atitudinais.
Barreiras arquitetônicas.
Barreiras tecnológicas.
Barreiras urbanísticas.
Leia o trecho a seguir.
Pessoas com deficiência podem participar das várias esferas da sociedade, desde que se mostrem aptas a isso, por méritos próprios. Ou seja, sem exigir alterações nos ambientes e nas práticas de convivência social. Para tanto, são submetidas a avaliações médicas.
Fonte: diversa.org.br
Assinale a opção que indica corretamente o paradigma histórico relacionado às pessoas com deficiência ao qual o trecho se refere.
Inclusão.
Segregação.
Capacitismo.
Exclusão.
Integração.
A legislação nacional e as políticas de educação inclusiva no Brasil são voltadas para os seguintes perfis de alunos, exceto aqueles que:
manifestam interesse em ingressar em escolas públicas na educação superior, e para isso necessitam de laudo de acompanhamento.
apresentam impedimentos de longo prazo, de natureza física, mental, intelectual ou sensorial.
têm transtornos globais do desenvolvimento, com alterações qualitativas das interações sociais recíprocas.
apresentam autismo, síndromes do espectro do autismo e psicose infantil, além de outras síndromes.
possuem altas habilidades ou superdotação, demonstrando potencial elevado em áreas do conhecimento isoladas ou combinadas.
Segundo o Currículo do Ensino Fundamental da Rede Municipal de Chapecó (2019), assinale a alternativa que expressa corretamente o significado de valorizar a diversidade no processo de ensino-aprendizagem.
Tratar todos os estudantes de forma idêntica.
Estabelecer um currículo unificado para todos.
Reconhecer e respeitar as diferenças dos estudantes.
Evitar abordar diferenças em sala de aula inclusiva.
Incentivar apenas as manifestações culturais nacionais.
Uma escola pretende adotar práticas inclusivas em sua proposta pedagógica. Para isso, organiza capacitações regulares para professores, incentiva metodologias diversificadas e promove momentos de troca de experiências. Essa iniciativa atende ao princípio de que:
A inclusão deve priorizar a padronização dos processos de ensino-aprendizagem.
A escola deve centralizar todas as decisões pedagógicas apenas no professor.
A formação continuada e o trabalho colaborativo fortalecem a inclusão escolar.
A inclusão se limita à presença de alunos com deficiência em sala regular.
As práticas inclusivas eliminam a necessidade de adaptações pedagógicas.
A Secretaria de Estado da Educação (SEE) redefiniu suas competências gerais, alinhando sua atuação às necessidades e aos desafios da educação no contexto atual. Esse ajuste visa garantir uma educação mais qualitativa, inclusiva e equitativa para todos os estudantes da Paraíba. Nesse sentido, de acordo com as Diretrizes Operacionais para o ano letivo de 2025 da Rede Estadual da Paraíba, assinale a alternativa correta no que se refere à redefinição das competências da SEE.
Cabe à SEE desenvolver ações de avaliação exclusivamente externas, voltadas ao monitoramento estatístico da Educação Básica, sem interferência direta na formulação de políticas públicas pedagógicas.
A competência da SEE é desenvolver exclusivamente políticas voltadas ao Ensino Médio, cabendo aos municípios a gestão plena dos anos iniciais e finais do Ensino Fundamental.
A Secretaria de Estado da Educação da Paraíba deve fomentar práticas inclusivas que promovam a equidade educacional, respeitando identidades culturais e assegurando o acesso à aprendizagem de todos os estudantes.
A Secretaria de Estado da Educação da Paraíba deve centralizar todas as decisões administrativas das escolas estaduais, reduzindo a autonomia das unidades escolares em prol da uniformização da gestão educacional.
A SEE deve promover a valorização da cultura regional apenas nas escolas situadas em comunidades tradicionais, sem necessidade de incorporar práticas culturais em todo o currículo escolar.
Como se chama o programa cujo objetivo é viabilizar o alcance da meta 06 do Plano Nacional de Educação 2014-2024 e tem como finalidade estimular a criação de matrículas na educação básica com ampliação dos tempos e vivências, considerando os estudantes em maior situação de vulnerabilidade social e que está alinhado à Base Nacional Comum Curricular?
Escola para todos.
Escola em Tempo Integral.
Pacto Nacional pela Permanência.
Todos pela Educação.
Trajetória Plural.
A diversidade cultural constitui elemento essencial na formação das crianças e na consolidação de uma sociedade democrática e plural. A escola, enquanto espaço de convivência, deve reconhecer e valorizar as múltiplas identidades, histórias e linguagens que compõem o cotidiano educacional.
Considerando essa concepção, a prática pedagógica comprometida com a diversidade pressupõe:
Respeito às diferenças culturais e promoção de experiências que favoreçam o diálogo, a empatia e a valorização das identidades, de modo a combater estereótipos e práticas excludentes no ambiente escolar.
Implementação de um currículo único, no qual as práticas e valores predominantes sejam tratados como universais e superiores.
Organização de atividades que mantenham distanciamento das expressões artísticas populares, priorizando apenas conteúdos formais.
Manutenção de uma abordagem pedagógica homogênea, que não reconheça a diversidade como princípio formativo.
Valorização exclusiva das manifestações culturais locais, entendendo a cultura como algo estático e desvinculado do contexto histórico e social.
Durante a formação continuada, uma equipe escolar percebe que o ensino colaborativo entre professor titular, AEE e equipe pedagógica só será efetivo se houver mudança nas práticas e nas atitudes adotadas tradicionalmente na escola. Nesse contexto, a coordenadora pedagógica afirma que o trabalho multiprofissional depende de formação sistemática e de construção conjunta de estratégias. Diante da situação descrita, a postura da coordenadora está baseada na compreensão de que:
A atuação multiprofissional deve ser restrita ao AEE, não envolvendo o professor titular.
O ensino colaborativo se desenvolve automaticamente, sem necessidade de formação específica.
O desenvolvimento de práticas inclusivas depende apenas da experiência prévia do professor.
A formação continuada promove mudanças que fortalecem o trabalho integrado entre diferentes profissionais.
A Atividade Motora Adaptada visa atender às necessidades específicas de pessoas com deficiência, transtornos ou condições particulares, por meio da adaptação dos conteúdos e estratégias da Educação Física. Nesse contexto, qual das alternativas melhor representa o princípio fundamental dessa área?
A padronização dos movimentos, de modo que todos os alunos realizem as mesmas tarefas independentemente de suas limitações.
A ênfase exclusiva em atividades competitivas para estimular a superação das limitações.
A individualização e flexibilização das práticas corporais, respeitando as potencialidades e necessidades de cada aluno.
A exclusão temporária dos alunos com deficiência até que atinjam autonomia motora básica.
Os profissionais da educação, ao atuarem de forma sistemática e colaborativa no ambiente escolar, devem aprofundar de forma contínua seu conhecimento sobre educação inclusiva. Considerando as atuações frente às deficiências intelectuais, assinalar a alternativa INCORRETA.
Atentar-se aos programas de ensino e de aprendizagem, garantindo que sejam geradores de novas competências, não apenas acadêmicas.
Considerar as dificuldades apresentadas pelos estudantes, mas não se restringir a elas, comprometendo-se com o desenvolvimento de habilidades e potencialidades.
Realizar exclusivamente a elaboração de relatórios necessários para assegurar os direitos da pessoa com deficiência.
Desenvolver estratégias junto aos estudantes para que contemplem uma visão prospectiva de suas trajetórias escolares e de vida.
Sobre a Educação Inclusiva Na Educação Infantil, analise as alternativas e assinale a INCORRETA:
A Educação Inclusiva na Educação Infantil refere-se à prática de garantir o acesso e a participação de todas as crianças, independentemente de suas habilidades, características ou diferenças, em ambientes educacionais inclusivos.
A Educação Inclusiva na Educação Infantil reconhece que todas as crianças têm o direito de receber uma educação de qualidade, em um ambiente que respeite suas diferenças e necessidades individuais. Isso significa que crianças com deficiências, crianças de diferentes origens étnicas, culturais e socioeconômicas, bem como aquelas com habilidades diferentes, devem ser atendidas em ambientes característicos e específicos, com materiais diferenciados, com base nas suas necessidades de aprendizado.
Promover a diversidade significa defender e respeitar as diferenças culturais, étnicas, linguísticas, religiosas e de gênero presentes nas salas de aula da Educação Infantil. Isso envolve criar um ambiente acolhedor, onde todas as crianças se sintam seguras, aceitas e valorizadas. Além disso, implica em adotar práticas médicas que considerem como características individuais de cada criança, adaptando os métodos de ensino para atender às suas necessidades específicas.
A igualdade na Educação Inclusiva na Educação Infantil busca garantir que todas as crianças tenham acesso às mesmas oportunidades educacionais, independentemente de suas circunstâncias pessoais. Isso implica em eliminar barreiras físicas, sociais e educacionais que podem limitar a participação plena e igualitária das crianças.
Educação Inclusiva na Educação Infantil não se trata apenas de incluir crianças com deficiências, mas de criar um ambiente educacional enriquecedor para todas as crianças, onde elas aprendem a competir e confrontam a diversidade humana desde cedo. Ao promover a inclusão, a diversidade e a igualdade na Educação Infantil, estamos construindo as bases para uma sociedade mais justa, tolerante e respeitosa, onde todas as crianças possam se desenvolver plenamente.
A partir da década de 1990, observa-se a emergência de políticas de inclusão educacional que:
Buscaram ampliar o acesso e a permanência de grupos historicamente marginalizados, como pessoas com deficiência, populações do campo, comunidades quilombolas e povos indígenas.
Restringiram a função das escolas públicas à preparação técnica dos estudantes voltada exclusivamente ao mercado de trabalho.
Promoveram a redução das desigualdades regionais a partir da ampla privatização da educação básica em todo o território nacional.
Reforçaram práticas de caráter seletivo, baseadas em processos avaliativos para a entrada de crianças na educação infantil.
Estabeleceram o desempenho escolar como principal parâmetro de seleção e ingresso dos estudantes no ensino superior.
Um dos objetivos centrais de Cidade Ocidental no estado de Goiás em seu Plano Municipal De Educação (PME), conforme a Lei nº 975/2015, é
reduzir a taxa de escolarização da educação infantil.
privatizar as instituições de ensino municipais.
universalizar o acesso e a permanência na educação básica.
eliminar a obrigatoriedade da educação inclusiva.
Em deliberação pedagógica, a equipe de uma escola pública com jornada em tempo integral discute o caso de uma estudante com deficiência múltipla que necessita de atendimentos de saúde rotineiros, frequenta o Atendimento Educacional Especializado (AEE) e está matriculada em uma turma de Educação Integral com atividades diversificadas ao longo do dia. Diante dessa situação, a coordenação escolar questiona se é possível manter a matrícula da aluna nas duas turmas (AEE e Educação Integral), mesmo com horários coincidentes.
Considerando o texto apresentado, é CORRETO o que se afirma em:
A estudante deve obrigatoriamente optar por uma das duas turmas, a partir de uma decisão consensual com a família e com a escola, levando em consideração o choque de horários.
A necessidade de tratamentos médicos contínuos inviabiliza a matrícula na educação integral, pois compromete a frequência mínima exigida.
As matrículas concomitantes no AEE e na educação integral são permitidas, inclusive com horários coincidentes, desde que declaradas corretamente no censo escolar.
As atividades pedagógicas da jornada integral suprem as necessidades educacionais da estudante, tornando o AEE dispensável nesse contexto.
Quando houver sobreposição de horários, deve-se priorizar o AEE, uma vez que manter a matrícula em uma turma de Educação Integral concomitantemente com o AEE não é possível.
Durante uma formação continuada, professores discutiam sobre a constituição da escola brasileira e os processos de acesso e permanência de diferentes grupos sociais ao longo do tempo. Uma professora questionou se a presença de grupos historicamente excluídos nas instituições escolares ocorreu principalmente por políticas públicas de universalização do ensino ou se houve outras formas de relação desses grupos com a educação. A formadora apresentou diferentes perspectivas sobre como compreender essa questão. Considerando princípios de educação inclusiva e a formação docente, a compreensão que orienta adequadamente a prática pedagógica é:
O professor reconhece que diferentes grupos sociais agiram historicamente como protagonistas na busca pela educação, compreendendo que a relação com a escola não se limitou à incorporação passiva, mas envolveu iniciativas coletivas, organizações próprias e reivindicações por condições adequadas de ensino
O professor deve compreender que a presença de pessoas de origens diversas na educação formal ocorreu principalmente por meio de iniciativas filantrópicas e beneficentes, que reconheceram a importância da instrução para a integração desses grupos à sociedade.
A formação docente se efetiva pela compreensão de que a escola brasileira historicamente ofereceu oportunidades equitativas de acesso e permanência, sendo as desigualdades educacionais atuais resultado de fatores externos ao sistema escolar e às políticas educacionais implementadas.
O ensino se organiza pelo reconhecimento de que o Estado foi o principal responsável pela democratização do acesso à educação, cabendo ao professor valorizar as políticas públicas que gradualmente incluíram diferentes grupos sociais no sistema escolar brasileiro.
A prática docente se fundamenta na compreensão de que a universalização da educação básica no século XX representou o momento inicial de acesso das camadas populares à escola, sendo este o marco que permitiu pela primeira vez a presença de grupos historicamente excluídos nas instituições de ensino.
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e falsas ( F ) considerando os diferentes paradigmas na história da educação especial em relação aos princípios ou conceitos que melhor representam a visão atual da Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva no Brasil, conforme preconizado pela legislação vigente.
( ) A oferta do Atendimento Educacional Especializado (AEE) em salas de recurso de escolas regulares, visando a remoção de barreiras, acessibilidade e aprendizagem.
( ) O modelo da Integração Escolar, que exige que o aluno se adapte à estrutura rígida da escola regular para ser aceito, focando na superação da deficiência.
( ) A Educação Especial como um nível substitutivo da escolarização, oferecida em instituições filantrópicas e particulares para aqueles que não conseguem acompanhar o ritmo do ensino comum.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
V • V • F
V • F • V
V • F • F
F • V • V
F • V • F
Leia o excerto que segue:
"A formulação e a implementação integrada das políticas educacionais, ponto central do sistema, são fundamentais para o país universalizar o acesso à educação básica, garantir padrão de qualidade e reduzir a desigualdade educacional (entre as redes pública e privada e entre os estados, por exemplo) e promover adequada infraestrutura física, tecnológica e de pessoal para todas as escolas públicas. Também estão entre os objetivos do Sistema Nacional de Educação (SNE) erradicar o analfabetismo; garantir a equalização de oportunidades educacionais; articular os níveis, etapas e modalidades de ensino; cumprir os planos de educação em todos os níveis da Federação; e valorizar os profissionais da educação, entre outras ações. O texto ainda apresenta medidas específicas para a educação indígena e quilombola."
(Lei Complementar n.º 220/2025 e legislação correlata sobre SNE.)
A partir da leitura do excerto e considerando que o SNE institui mecanismos de colaboração federativa para implementação de políticas educacionais, a integração de medidas específicas para educação indígena dentro dessa estrutura de pactuação colaborativa (Comissão Intergestores Tripartite da Educação (Cite) e Comissão Intergestores Bipartite da Educação (Cibe)), fundamenta-se no princípio de que:
Políticas educacionais indígenas devem permanecer separadas dos sistemas educacionais regulares, funcionando através de comissões indígenas autônomas, sem necessidade de articulação com as instâncias de pactuação federativa (Cite e Cibe) que coordenam educação não indígena.
Educação indígena constitui responsabilidade exclusiva do governo federal, que deve definir unilateralmente currículos, infraestruturas e estratégias pedagógicas para todas as escolas indígenas, independentemente das especificidades de cada comunidade.
Medidas para educação indígena devem ser construídas através de diálogo entre comunidades e entes federados, assegurando que saberes tradicionais e contemporâneos coexistam, mas priorizando adaptação das pedagogias indígenas aos padrões administrativos e curriculares estabelecidos centralmente pela União.
Implementação de educação indígena requer que comunidades indígenas se adequem aos modelos educacionais ocidentais padronizados antes de participarem de espaços de negociação com entes federados, a fim de garantir que suas demandas se alinhem aos critérios técnicos do SNE.
Políticas educacionais indígenas devem ser formuladas e implementadas em articulação com diferentes níveis de governo, respeitando tanto o direito inalienável de acesso à educação de qualidade quanto às autonomias epistemológicas, pedagógicas e administrativas de cada povo indígena, garantindo que decisões sobre educação escolar indígena incorporem participação comunitária substantiva e respeito à diversidade.