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Na turma do Infantil II, uma criança recém-matriculada demonstra pouca familiaridade com livros, brinquedos de faz de conta e materiais de arte, pois vive em um contexto com poucas oportunidades culturais. A professora percebe que essa criança observa os colegas com atenção, mas hesita em participar das atividades. Qual a conduta CORRETA do professor em relação ao planejamento pedagógico para acolher essa criança e fortalecer seu desenvolvimento cultural?
O professor define metas para que a criança alcance rapidamente desempenho semelhante ao da turma e organiza tarefas adicionais centradas em treino individual de habilidades escolares básicas.
O professor revê o planejamento para incluir vivências culturais variadas, favorece a participação da criança em atividades compartilhadas, oferece mediação próxima e dialoga com a família sobre possibilidades de ampliar experiências.
O professor mantém o planejamento previsto para o grupo e aguarda que a criança, ao observar os colegas, reproduza gradualmente comportamentos esperados, intervindo principalmente em situações de conflito.
O professor concentra as interações em orientações para a família sobre rotinas de estudo em casa e delega aos responsáveis a responsabilidade principal pela oferta de estímulos culturais.
O professor organiza atividades específicas dirigidas à criança com poucas experiências culturais, em espaço separado, priorizando exercícios de coordenação motora e atenção antes da participação em propostas coletivas.
Observe o enunciado abaixo e assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna: É um direito de aprendizagem e desenvolvimento na Educação Infantil participar ativamente, com adultos e outras crianças, tanto do planejamento da gestão da escola e das atividades propostas pelo educador quanto da realização das atividades da vida cotidiana, tais como a escolha das brincadeiras, dos materiais e dos ambientes, desenvolvendo diferentes _________ e elaborando conhecimentos, decidindo e se posicionando.
rotinas
avaliações
regras fixas
proibições
linguagens
A gestão do trabalho pedagógico em uma unidade escolar exige que o Supervisor supere a fragmentação das tarefas individuais para construir uma identidade institucional sólida. Para consolidar uma cultura de corresponsabilidade e unidade de propósitos diante das múltiplas demandas locais, qual instrumento deve ser priorizado?
Delegar a formulação das diretrizes curriculares exclusivamente à equipe diretiva para evitar conflitos locais.
Focar o planejamento escolar tão-só no cumprimento de metas estatísticas impostas por avaliações externas.
Elaborar participativamente o Projeto PolíticoPedagógico prevendo metas claras, funções e monitoramento.
Dividir as responsabilidades por setores isolados, evitando a interferência mútua entre as áreas da escola.
Implementar rotinas pedagógicas fixas que dispensem a necessidade de reuniões de avaliação de resultados.
Analise as afirmações a seguir sobre o planejamento participativo escolar.
I- É um processo imprescindível na escola por ser predominantemente técnico e administrativo, voltado ao cumprimento de rotinas escolares, sem relação direta com a organização da ação docente e com as demandas do contexto social.
II- É uma tarefa docente que inclui tanto a previsão das atividades didáticas em termos da sua organização e coordenação em face dos objetivos propostos, quanto a sua revisão e adequação no decorrer do processo de ensino.
III- Se fundamenta na ideia de homogeneidade dos estudantes, sendo essencial que a escola adote práticas uniformizadoras que minimizem diferenças para garantir a equidade no ensino.
IV- É uma ação reflexiva que tange às ações e opções da realidade escolar, cujo movimento implica em reconhecer as mais distintas possibilidades pedagógicas e os aspectos sociais que perpassam o ambiente escolar, na perspectiva de uma comunidade educativa.
V- É um meio para se restringir as ações docentes, mas é também um momento de pesquisa e reflexão limitado à avaliação.
É CORRETO o que se afirma em:
III, IV e V, apenas.
I, IV e V, apenas.
I, II e III, apenas
II e IV, apenas
I, II, III, IV e V.
Apresenta o espírito da criança como um tecido simultaneamente em dois planos diferentes, de certo modo superpostos um ao outro. O trabalho operado no plano inferior é, nos primeiros anos, muito mais importante. É obra da própria criança, que atrai para si e cristaliza ao redor das suas necessidades tudo o que é capaz de satisfazê-la. É o plano da subjetividade, dos desejos, do brinquedo, dos caprichos. O plano superior é, pelo contrário, edificando pouco a pouco pelo meio social, cuja pressão impõe-se cada vez mais à criança. É o plano da objetividade, da linguagem, dos conceitos lógicos, em uma palavra, da realidade. Esse plano superior é, desde logo, de uma fragilidade muito grande. Desde que sobrecarregado, estala, encolhe, afunda, e os elementos de que é feito vêm cair sobre o plano inferior para aí misturarem-se aos que a este pertencem, outros pedaços ficam ainda a meio-caminho, suspensos entre o céu e a terra.
Disponível em: https://ria.ufrn.br/jspui/handle/123456789/1225. Acesso em: 30 mar. 2026 (adaptado).
O texto apresenta uma síntese do livro
O mal-estar na civilização de Sigmund Freud.
A linguagem e o pensamento da criança de Jean Piaget.
A evolução psicológica da criança de Henri Wallon.
Estruturas da Mente de Howard Gardner.
A Formação Social da Mente de Lev Vygotsky.
Analise as afirmativas a seguir, considerando o planejamento da prática docente na perspectiva de uma escola crítica e marque V para as Verdadeiras e F para as Falsas.
( ) O planejamento valoriza a transmissão de conhecimento de forma autoritária.
( ) O planejamento prioritário é a promoção do pensamento crítico dos alunos.
( ) O planejamento desconsidera a participação dos alunos no processo de aprendizagem.
( ) O planejamento busca a transformação social e a conscientização dos alunos em relação às questões sociais.
Assinale a alternativa correta, considerando as afirmativas de cima para baixo:
V - V - F - F
F - F - V - V
V - F - V - F
F - V - F - V
De acordo com as atuais pesquisas sobre a prática pedagógica na educação infantil, que enfatizam o protagonismo da criança, e, ainda, considerando a psicologia histórico-cultural, qual é o papel central do professor no planejamento das atividades?
Atuar como um mediador, planejando situações sociais de desenvolvimento que promovam as funções psicológicas superiores.
Limitar a ludicidade a momentos específicos da rotina, garantindo que a maior parte do tempo seja dedicada a exercícios de memorização.
Priorizar a organização de atividades que visem à antecipação de conteúdos do ensino fundamental, preparando a criança para a alfabetização formal.
Restringir-se a aplicar as atividades propostas pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC) de forma padronizada, sem envolver a criança no processo de planejamento e execução.
No exercício de suas atribuições técnico-pedagógicas de grande complexidade, o Professor deve realizar o planejamento do processo de ensino-aprendizagem de forma a garantir que os objetivos educacionais sejam atingidos, tanto no Ensino Fundamental quanto na alfabetização de adultos. Considerando a ação de planejar como um processo dinâmico, assinale a alternativa que apresenta a conduta CORRETA do docente.
Conceber o planejamento como uma atividade burocrática de preenchimento de formulários exigidos pela coordenação, sem necessidade de articulação com a prática real de sala de aula.
Elaborar um plano de curso rígido e imutável no início do ano letivo, assegurando que o cronograma seja cumprido fielmente, independentemente do ritmo de aprendizagem da turma.
Adotar um planejamento padronizado fornecido por materiais externos, desconsiderando as especificidades regionais ou a faixa etária dos alunos para manter a uniformidade do ensino.
Desenvolver um planejamento flexível e participativo, que tome como base o diagnóstico da realidade dos estudantes e que possa ser revisto e readequado ao longo do processo.
Em uma turma de Educação Infantil, a equipe pedagógica observa que algumas práticas ainda estão centradas na repetição de atividades padronizadas e na pouca valorização das experiências das crianças. Considerando as concepções contemporâneas de infância, é correto o que se afirma:
Reformular o planejamento pedagógico para valorizar as experiências infantis, as interações, as brincadeiras e a participação ativa das crianças na construção do conhecimento.
Reduzir a integração de brincadeiras no planejamento escolar diário, para ampliar o tempo dedicado às atividades de registro e sistematização formal de conteúdos, focando em atividades padronizadas.
Aumentar as atividades estruturadas e repetitivas, evitando a exploração dos diferentes espaços escolares no planejamento diário, para garantir controle sobre o comportamento e o desempenho das crianças.
Centralizar o planejamento nas orientações dos materiais didáticos, desvalorizando a construção e apropriação de conhecimentos baseados em diferentes vivências e interesses das crianças.
Mendes et al. (Ensino colaborativo como apoio à inclusão escolar: unindo esforços entre educação comum e especial, 2014), com base em Argueles, Hughes & Schumm (2000), apresentam os sete fatores considerados importantes para o sucesso do ensino colaborativo.
Considerando a definição dos fatores para o sucesso do coensino, a definição correta para o sucesso do tempo para o planejamento em comum é a de que o tempo para o planejamento em comum é
o momento em que os professores iniciam novas rotinas e experiências de trabalho conjunto, reorganizando suas tarefas diárias.
o momento de compartilhar aulas e currículos, refletir sobre a aprendizagem dos alunos e definir, coletivamente, responsabilidades antes, durante e após as aulas.
um período de ajustes técnicos e administrativos, voltado à elaboração de relatórios e registros formais das ações docentes.
um momento de experimentação de metodologias ativas, no qual os professores aplicam novas estratégias diretamente com os alunos.
o tempo reservado para reuniões informais, troca de experiências e debates sobre as dificuldades enfrentadas, prescindindo de planejamento de ações.
Um planejamento deve ser feito de forma participativa. Uma vez que, dessa forma, a probabilidade de concretização é ________________dado de quem ajudou a construílo, mas está predisposto a____________________ .
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente as lacunas do trecho acima.
Maior - descumprí-lo
Menor - ensiná-lo
Maior - estudá-lo
Maior - realizá-lo
O brincar consolidou-se como eixo estruturante das práticas pedagógicas na Educação Infantil a partir de distintas concepções históricas sobre infância, educação e desenvolvimento humano. Considerando a organização curricular da Educação Infantil e o brincar como eixo dinamizador do currículo, marque a alternativa que não corresponde a essa compreensão.
A concepção de brincar como recreação, artifício pedagógico ou exercício corporal esteve associada às representações históricas de criança anteriores à valorização de sua autonomia e expressividade.
As contribuições escolanovistas reforçaram o brincar como expressão da natureza infantil, defendendo práticas educativas fundamentadas nos interesses, necessidades e experiências das crianças.
A pedagogia froebeliana atribuiu centralidade ao brincar ao compreendê-lo como meio de exteriorização do mundo interior da criança, sustentado na atividade livre e na mediação do educador.
A perspectiva histórico-cultural compreende o brincar como manifestação inata do desenvolvimento infantil, cujo principal objetivo é revelar estágios cognitivos previamente definidos.
No contexto da gestão de projetos educacionais no setor público, especialmente em instituições ambientais como o IPAAM, que desenvolvem ações formativas voltadas a servidores, comunidades e demais atores sociais, a condução do projeto deve considerar princípios de liderança, planejamento, avaliação da aprendizagem e participação dos sujeitos envolvidos. Assinale a opção que apresenta a abordagem mais adequada para a gestão de um projeto educacional público alinhado às concepções contemporâneas de liderança, andragogia e avaliação.
A principal função da avaliação do projeto é classificar o desempenho dos participantes e estabelecer rankings de desempenho, garantindo a identificação dos melhores resultados individuais.
O gestor do projeto deve atuar de forma colaborativa, articulando liderança humanizada, planejamento participativo, foco no público adulto, metodologias ativas e avaliação formativa, de modo a favorecer o engajamento, a aprendizagem significativa e a melhoria contínua do projeto.
O gestor deve centralizar as decisões pedagógicas e operacionais do projeto, garantindo maior controle técnico sobre as atividades e reduzindo a participação dos educadores e dos cursistas para evitar conflitos de gestão.
A condução do projeto deve seguir diretrizes curriculares previamente definidas, sem possibilidade de ajustes durante sua execução, a fim de assegurar padronização institucional.
A gestão do projeto deve priorizar o cumprimento do cronograma físico-financeiro, sendo a avaliação limitada à verificação de presença dos participantes e à entrega dos produtos previstos.
Um docente planeja uma atividade digital em que os estudantes, organizados em grupos, criam animações interativas sobre temas de seu interesse, podendo reelaborar produções de colegas e publicar versões aprimoradas para a turma. Durante o processo, são incentivados a testar hipóteses, registrar erros, propor ajustes e refletir coletivamente sobre o percurso. Ao analisar a atividade sob o referencial da Aprendizagem Criativa, o docente reconhece que a efetividade pedagógica do design proposto depende, centralmente, de qual das seguintes condições? Assinale a alternativa correta:
A articulação entre projetos com intencionalidade pessoal, colaboração entre pares, exploração aberta de possibilidades e reflexão metacognitiva sobre o processo produtivo, de modo que cada dimensão sustente as demais em uma espiral iterativa.
A centralidade da autoria compartilhada como produto pedagógico, desde que o processo contemple rodadas formativas de revisão capazes de conferir progressão conceitual mensurável às versões publicadas.
A garantia de que a reelaboração de produções entre pares seja acompanhada de registro reflexivo sobre as escolhas realizadas, de modo que a colaboração produza aprendizagem conceitual e não apenas acumulação de versões sem ancoragem no percurso criativo.
A valorização do erro e da tentativa como dados do processo criativo, articulada à publicação progressiva das versões como mecanismo de retroalimentação entre pares que sustente o engajamento ao longo da atividade.
A organização dos grupos de modo que cada estudante mantenha envolvimento ativo com o projeto como um todo, assegurando que a colaboração não se fragmente em contribuições isoladas desconectadas da intencionalidade coletiva.
A utilização de metodologias híbridas na educação representa uma resposta à necessidade de plasticidade no processo de ensino e aprendizagem. Nos últimos anos, as tecnologias digitais permitiram desenvolver novas formas de aprender e ensinar, com práticas de experimentação e vivência no ambiente escolar. Nessa perspectiva, a sala de aula invertida se constitui como uma estratégia caracterizada, fundamentalmente, pelo fato de que:
o aluno é o protagonista da sua aprendizagem e o professor assume o papel de observador. Assim, o conteúdo é mais lúdico e sem a obrigatoriedade de fazer atividades e leituras exaustivas.
o professor tem a responsabilidade de transmitir o conteúdo e as atividades avaliativas são realizadas em casa. Isso possibilita que o aluno exerça sua autonomia e responsabilidade.
os conteúdos são estudados a partir de vídeos disponíveis na internet. Dessa maneira, o aluno tem autonomia para escolher os vídeos que deseja assistir para realizar as atividades que serão enviadas para o professor.
o conteúdo passa a ser estudado em casa e as atividades realizadas em sala de aula. Com isso, o estudante deixa para trás aquela postura passiva de ouvinte e assume o papel de protagonista do seu aprendizado.
a aprendizagem é mais significativa porque o aluno é o protagonista do processo, dispensando a sistematização dos conteúdos escolares e a mediação pedagógica do professor.
Ao acompanhar o planejamento de inclusão de uma criança com deficiência em Centros-Dia, a equipe e o Auxiliar Escolar podem utilizar a elaboração de MAPs (Mapas de desejos, perspectivas e possibilidades). O que se busca ao aplicar esse instrumento?
Medir o coeficiente de inteligência (QI) do aluno para justificar retenções no ano letivo.
Engessar o planejamento diário em tratamentos puramente médicos e administração de medicamentos controlados.
Identificar o significado das representações do usuário, prestando atenção ao que ele gosta, ao que não gosta, às suas manias e aos seus sonhos de futuro.
Investigar a renda financeira familiar para definir critérios de corte da assistência pública.
Em uma escola que reorganiza seu projeto político-pedagógico, o grupo assume o compromisso com planejamento participativo em perspectiva de ação-reflexão-ação. Assim sendo, está CORRETO o que se afirma em
Planejamento participativo estrutura-se em ciclos em que professores, estudantes, famílias e equipe técnica formulam objetivos, experimentam ações, analisam resultados e reelaboram caminhos para o período seguinte.
A proposta prevê que o coordenador elabore o plano anual, apresente ao corpo docente em reunião e registre sugestões que surgem em momentos informais ao longo do ano.
A ação-reflexão-ação realiza-se quando cada professor constrói seu plano de forma individual, partilhando experiências em encontros pontuais no fim do semestre.
O planejamento em perspectiva participativa utiliza consultas pontuais a estudantes e famílias, integra poucas decisões ao documento oficial e preserva a estrutura anterior.
A ideia de ação-reflexão-ação aparece em projetos específicos, enquanto o plano geral de trabalho segue modelo estático, com ajustes mínimos.
Em uma escola pública, a equipe docente reúne-se para elaborar o plano geral da instituição, garantindo que sua construção ocorra de forma democrática. Durante o processo, foram discutidos elementos como concepção pedagógica, bases teórico-metodológicas, organização didática, contexto social da escola, objetivos educacionais, currículo, avaliação e estrutura organizacional, além da necessidade de revisão contínua das ações pedagógicas ao longo do processo de ensino. Com base nisso, a ação supracitada configura CORRETAMENTE:
Um processo de planejamento escolar que envolve organização, coordenação, avaliação contínua e reflexão, articulado às condições sociais e à prática docente.
Um instrumento burocrático que se limita à definição de conhecimentos curriculares, sem relação com a realidade social da escola.
Uma prática individual do professor, que não requer participação coletiva nem construção democrática no âmbito escolar.
Um processo técnico e fixo de organização escolar, desvinculado da avaliação e da reflexão docente ao longo do processo educativo.
É um modelo de planejamento concebido como um processo contínuo de reflexão e ação, opondo-se à visão burocrática e meramente administrativa. Pressupõe a construção coletiva, em que os objetivos e métodos são definidos a partir do diálogo entre os diversos atores da comunidade escolar. Nele, o plano não é um documento estático, mas um instrumento flexível que deve ser constantemente reavaliado para responder às necessidades reais dos estudantes e às transformações do ambiente de aprendizagem. De acordo com essa perspectiva, o planejamento é um ato político-pedagógico que visa a transformação social e o exercício da democracia na escola. O trecho refere-se a qual tipo de planejamento?
Normativo.
Estruturalista.
Participativo.
Tradicional.
Tecnicista.
Uma escola, ao preparar o seu planejamento a partir da perspectiva do Planejamento Participativo, possibilita, na realização da construção do seu Projeto Político-Pedagógico (PPP), a vivência de um processo pedagógico que valoriza a(o)
disciplina como fundadora da transformação social.
explicação da realidade a partir da dimensão econômica.
aplicação de normas técnicas para a experimentação da ação.
preenchimento de formulários para a organização do trabalho a ser executado.
exercício do poder de forma coletiva.