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O questionamento sobre o que faz o psicólogo na equipe de Cuidados Paliativos (CP) sustenta a ideia de articulação entre teoria e prática, definindo assim a identidade do psicólogo nesta equipe. Nesse sentido, analise as afirmativas abaixo, no que diz respeito a intervenção psicológica em Cuidados Paliativos.
I.A OMS (2007) preconiza que o papel da equipe multiprofissional, sobretudo do assistente social e do psicólogo, é ajudar a família e paciente com os problemas pessoais, sociais de doença e incapacidade, bem como prestar apoio durante a progressão da doença e do processo de luto se o paciente estiver no final da vida.
II.O psicólogo, ao atuar com paciente em CP, acessa suas informações sobre sua saúde, possibilitando através de perguntas diretas sobre os significados de vida e de morte, a elaboração dos momentos chaves que deram significado à vida do mesmo.
III.São amplas as possibilidades de atuação da psicologia no âmbito dos CP, tanto em equipes multidisciplinares como no serviço especializado. A prática da intervenção psicológica por profissionais capacitados para o processo de CP é orientada a maximizar o sofrimento inerente a essa fase da vida, na elaboração das eventuais sequelas emocionais decorrentes deste processo.
Fonte: MELO, A.C., et al. A intervenção psicológica em cuidados paliativos. Revista Eletrônica Psicologia, Saúde e Doenças, v.14, n.3, p.452-469, 2013.
É CORRETO o que se afirma em:
II e III, apenas.
I e II, apenas.
I e III, apenas.
I, II e III.
No livro organizado por Kamers, Marcon e Moretto (2016), Franco afirma que os cuidados paliativos
defendem a eutanásia, porque essa prática evita o prolongamento inapropriado do morrer. Proporciona ao paciente o alcance do senso de controle, evita o sofrimento, principalmente no caso de uma doença incurável.
são focados exclusivamente em controle de dor e de sintomas físicos. Só quando esse controle é assegurado ao paciente é que a equipe de profissionais pode optar por direcionar seus cuidados para os domínios psiquiátrico, psicossocial, existencial e espiritual.
devem ser iniciados o mais precocemente possível, juntos a outras medidas de tratamento de vida e incluem todas as investigações necessárias para melhor compreender e controlar situações clínicas estressantes.
possibilitam melhora da qualidade de vida do paciente, pois lhe é transmitida esperança do prolongamento de sua vida, desde que os profissionais envolvidos possuam habilidades e competências técnicas necessárias para a boa prática da Medicina Paliativa.
são direcionados especificamente aos pacientes. As questões relacionadas aos familiares e aos cuidados com cuidadores e estresse do profissional não são contempladas nesse tipo de prática.
O papel do psicólogo junto aos cuidados paliativos é fundamental e exige dele a habilidade de comunicação com profissionais de outras áreas do saber, bem como clareza e propriedade do conhecimento dos princípios e temas relevantes para essa área de atuação. Tendo em vista o papel e os conhecimentos do psicólogo, assinale a afirmativa que apresenta a orientação para acompanhamento psicológico de forma correta.
Deve ser iniciado o mais precocemente possível, independente do âmbito da assistência (enfermaria, ambulatório, hospedaria, visita domiciliar).
A atenção à família requer do psicólogo habilidades de terapia sistêmica, dado que a família prolonga o sofrimento ao revelar minúcias do diagnóstico.
Deve ser aplicado após terem sido empregadas todas as alternativas técnicas e estratégicas da assistência, independente do cenário (enfermaria, ambulatório, hospedaria, visita domiciliar).
A atenção à família requer a capacidade de manejar situações grupais e relacionais, visto que a família pode prolongar e desengodar a comunicação acerca do diagnóstico e do tratamento.
Analise as afirmativas abaixo relacionadas aos cuidados paliativos no contexto hospitalar.
I - Os cuidados paliativos são um tipo de assistência para pacientes em fim de vida, geralmente com um prognóstico de dois meses ou menos. Nessa fase, os cuidados se concentram na qualidade de vida e no alívio dos desconfortos, sintomas e dor do paciente.
II - Todos os profissionais de saúde paliativistas, independentemente da sua profissão, devem estar capacitados para identificar as necessidades do paciente, sejam estas de ordem física, emocional, social ou espiritual.
III - Em cuidados paliativos devem-se respeitar a autonomia do paciente em relação ao tratamento, inclusive para abandoná-lo, mantendo- se cuidado no que diz respeito aos sintomas.
IV - Os cuidados paliativos são uma modalidade de assistência de baixa tecnologia, pois concentram-se no alívio de sintomas e nunca recorrendo a recursos médicos complexos como cirurgias e procedimentos invasivos como a radioterapia.
Marque a alternativa correta.
Os itens II e III são verdadeiros.
Os itens I, II e III são verdadeiros.
Os itens II, III e IV são verdadeiros.
Somente o item I é verdadeiro.
Os itens I e II são verdadeiros.
A respeito do papel do Psicólogo na abordagem familiar em cuidados paliativos, assinale a alternativa correta.
A relação entre o paciente e familiares é sempre benéfica nos processos de adoecimento, morte e luto, devendo o psicólogo incentivá-la.
É indicado que haja separação da equipe entre quem dará suporte ao paciente e à família, para evitar a contratransferência.
O psicólogo deve auxiliar na reorganização egóica diante do sofrimento.
O psicólogo não deve interferir nos pactos de silêncios entre os familiares.
No contexto de atenção à saúde psicológica, qual das alternativas abaixo representa a definição mais adequada de cuidados paliativos?
Utilizar práticas que promovam uma qualidade de vida, baseada principalmente na prevenção e alívio do sofrimento de pacientes com doenças terminais, enfocando esferas de ordem física, psicossocial e espiritual.
Utilizar práticas que promovam uma qualidade de vida, baseada principalmente na prevenção e alívio do sofrimento de pacientes com doenças ameaçadoras a vida, enfocando esferas de ordem física, psicossocial e espiritual. Promove-se também o bem-estar da família no momento da detecção da doença, juntamente com o tratamento curativo, não apenas no final da vida.
Utilizar práticas que promovam uma qualidade de vida, baseada principalmente na prevenção e alívio do sofrimento de pacientes com doenças ameaçadoras a vida, enfocando esferas de ordem física, psicossocial e espiritual. Promove-se também o bem-estar da família no momento da detecção da doença até o final da vida.
Utilizar práticas que promovam uma qualidade de vida, baseada principalmente na prevenção e alívio da dor em pacientes com doenças terminais, enfocando esferas de ordem física, psicossocial e espiritual. Promove-se também o bem-estar da família após a fase final da vida.
Em relação ao tratamento de pacientes terminais, analise as afirmativas a seguir:
I. Cuidados Paliativos consistem na assistência promovida por uma equipe multidisciplinar, que objetiva a melhoria da qualidade de vida do paciente e seus familiares, diante de uma doença que ameace a vida, por meio da prevenção e alívio do sofrimento, da identificação precoce, avaliação impecável e tratamento de dor e demais sintomas físicos, sociais, psicológicos e espirituais.
II. O sofrimento do paciente terminal, bem como o das pessoas que o cercam, abrange os aspectos biopsicossociais. Esse paciente necessita e é capaz de compreender que sua vida ainda não acabou na ocasião da notícia, ele ainda terá planos a realizar.
III. Numa equipe multidisciplinar, o psicólogo poderá atuar como mediador tanto nas relações entre os profissionais da equipe, quanto nas relações da equipe com os pacientes – relações estas que nem sempre serão harmoniosas num primeiro momento, dada toda a carga emocional presente na revelação de um diagnóstico trágico. A presença desse profissional poderá ser decisiva na resolução de conflitos existenciais que, possivelmente, eclodirão nessa situação de terminalidade imposta pela doença.
Assinale
se apenas as afirmativas I e II estiverem corretas.
se apenas as afirmativas I e III estiverem corretas.
se apenas as afirmativas II e III estiverem corretas.
se todas as afirmativas estiverem corretas.
A atuação do psicólogo em cuidados paliativos ocorre junto a um paciente que possui uma doença incurável e para o qual a morte se coloca de maneira muito mais concreta.
Nesse cenário, o objetivo da atuação é
alcançar a verdade sobre a doença que acomete o paciente, ainda que sob experiências de medo e angústia, visando o controle do quadro clínico e da comunicação com familiares.
analisar a configuração que a proximidade da morte terá para cada sujeito, individualmente, favorecendo ao paciente o enfrentamento e a interpretação do sofrimento e responsabilizando-o por ele.
levar em conta as particularidades do caso e as necessidades de cada paciente, com escuta que dê voz ao paciente e aos seus familiares, favorecendo a construção do caso clínico e da conduta médica.
levar o paciente a reconhecer e a lidar com o sofrimento pela própria morte, de modo que se obstrua a tendência em construir explicações para o processo de adoecimento, e a busca pelo sentido de vida.
Um importante tema envolvido nos cuidados paliativos é o diagnóstico e abordagem do sofrimento humano, já que o objetivo principal do cuidado paliativo é a melhora da qualidade de vida de pacientes e familiares. Sobre o diagnóstico e abordagem do sofrimento humano, assinale a alternativa correta.
O centro da análise é o sofrimento e a esfera a ser percebida a seguir é o próprio paciente.
O objetivo da dimensão psíquica da abordagem é atingir uma morte digna e pacífica, o que não necessariamente significa morrer em casa.
O diagrama de abordagem multidimensional é uma ferramenta que abrevia a dimensão das discussões em cuidados paliativos por ser uma forma visual e interativa.
O diagrama de abordagem multidimensional visa sintetizar o raciocínio da equipe de cuidados, desde que considere as dimensões física, familiar/social, psíquica e espiritual.
A área dos cuidados paliativos é um campo de cuidado multidisciplinar em saúde que consiste na intervenção da busca do alívio do sofrimento e na melhoria da qualidade de vida de pacientes e familiares que se encontram diante de uma doença que ameaça a vida e não apresenta prognóstico de cura.
Acerca da conduta que os profissionais da saúde devem ter diante do paciente em cuidados paliativos, dadas as afirmativas,
I. Deve-se evitar falar sobre a morte, tanto com a pessoa em cuidados paliativos como com seus familiares.
II. Deve-se usar todos os recursos para retardar a morte do paciente, utilizando-se de todos os instrumentos diagnósticos e terapêuticos possíveis.
III. É importante fazer um screening espiritual para determinar se o paciente precisa de uma avaliação espiritual mais profunda.
IV. A eutanásia é uma situação em que a morte é evento certo, iminente e inevitável, que representa uma possibilidade de dar conforto ao paciente terminal o qual, diante do inevitável, terá uma morte menos dolorosa e mais digna.
verifica-se que está/ão correta/s
III, apenas.
I e II, apenas.
II e IV, apenas.
III e IV, apenas.
I, II, III e IV.
Palliative Care is based on knowledge inherent to the different specialties, possibilities of clinical and therapeutic intervention in the different areas of knowledge of medical science and specific knowledge. The World Health Organization (WHO) has established principles that govern the performance of the multidisciplinary Palliative Care team. Among the options mentioned below, select the alternative that does NOT correspond to a principle that governs the actions of the multidisciplinary Palliative Care team.
Fonte: https://dms.ufpel.edu.br/static/bib/manual_de_cuidados_ paliativos_ancp.pdf
Promote relief from pain and other unpleasant symptoms.
Affirm life and consider death as a normal process of life.
Speed up and accelerate death.
Integrate psychological and spiritual aspects in patient care.
Relativamente ao caso, quanto aos cuidados paliativos, assinale a alternativa que corresponde ao papel do psicólogo.
A questão da religião demonstra ser um fator protetivo, mas como a psicologia é uma profissão laica, o profissional deve se ater às necessidades psicológicas e sociais.
Aumentar o conforto físico, especialmente durante a fase de internação da paciente.
Atender às necessidades dos familiares e cuidadores apenas após a morte.
Promover autoconhecimento e desenvolvimento profissional.
Sobre cuidados paliativos
I. O movimento dos cuidados paliativos começou na Inglaterra na década de 1960, com os trabalhos de Cicely Saunders, fundadora do primeiro hospice em Londres.
II. O hospice fundado por Cicely não tinha cuidado humanizado nem assistência adequada para os pacientes sem possibilidade de cura, seguiam o mesmo modelo dos hospícios dos “doentes mentais” da época.
III. Cicely Saunders criou o termo “dor total”, que se refere à natureza multidimensional do sofrimento, abrangendo não apenas a dimensão biológica da dor, mas também o conforto emocional, psicológico e espiritual ao paciente e seus familiares.
IV. O conceito de cuidados paliativos, sem finalidade de cura, abrange o oferecimento de programas efetivos de cuidados paliativos, durante todo o curso da doença, desde a fase do diagnóstico até a fase final da vida do paciente englobando o processo de luto dos familiares
V. O conceito de cuidados paliativos, sem finalidade de cura, abrange o oferecimento de programas efetivos de
cuidados paliativos, apenas na fase final da vida do paciente, mas não deve abarcar o processo de luto dos familiares, visto que o processo deve ser voltado para o paciente enquanto em vida.
Estão erradas :
As questões I, II e V
As questões II e V
As questões I, III e V
Apenas a questão II
Apenas a questão V
Na medicina paliativa, cresce a importância do trabalho do psicólogo junto a pacientes terminais. Do ponto de vista psicológico, o ponto central do trabalho deve ser
eliminar os conflitos emocionais do paciente, particularmente os relacionados aos seus entes queridos.
seguir os protocolos de atendimento fundamentados na literatura da área, particularmente os que promovem a espiritualidade.
adotar uma “empatia técnica”, que protege o psicólogo do sofrimento, mas aparenta interesse pelo paciente.
manter a autoestima e a estabilidade do paciente com o conjunto peculiar de mecanismos de enfrentamento usados por ele no passado.
cuidar da saúde mental da equipe de atendimento, de modo a assegurar que sejam tomadas as melhores decisões quanto às intervenções a adotar.
Os cuidados paliativos são um conjunto de práticas e discursos voltados para o período final de pacientes cujas possibilidades de cura são mínimas ou inexistentes. Diante de notícias difíceis e maus prognósticos, o paciente passa por alguns estágios. Assim sendo, julgue as seguintes afirmações como verdadeiras (V) ou falsas (F):
(_)O primeiro estágio é a negação e o isolamento, que ocorre como um mecanismo de defesa temporário diante da morte.
(_)O quarto estágio baseia-se na barganha, na qual o paciente passa a negociar com a espiritualidade um adiamento dos seus desfechos.
(_)O quinto estágio é o de aceitação, quando o paciente passa a entender e manifestar tranquilidade diante do cenário de doença ou da impossibilidade de cura.
Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento esteja correta:
V − V − V
F − F − F
V − F − V
V − F − F
O objetivo principal do cuidado paliativo é a melhora da qualidade de vida de pacientes e familiares e é realizado através da prevenção e alívio de sofrimento físico, psíquico, social e espiritual. Desse modo, um diagnóstico adequado do sofrimento e suas causas é imprescindível para o adequado manejo em cuidado paliativo. Nesse contexto, dadas as afirmativas:
I. A avaliação psicológica preliminar em cuidados paliativos no contexto de interconsulta é uma ferramenta utilizada para investigação situacional psico-emocional do paciente e de seus familiares e cuidadores.
II. A avaliação psicológica visa identificar questões/queixas físicas inicialmente apresentadas pelo paciente, as quais definirão se haverá ou não avaliação psicológica, tendo em vista sintomas ainda não controlados, como dor, dispneia, náusea e vômito, delirium, entre outros, que impossibilitam a abordagem;
III. Cabe ao psicólogo identificar se familiares e/ou cuidadores apresentam sinais de luto antecipatório, bem como verificar se não há conspiração do silêncio por parte da equipe para com a família/paciente ou paciente/família, visando quebrar esse mecanismo;
IV. Cabe ao psicólogo avaliar a fadiga por compaixão por parte de familiares e/ou cuidadores, já que se trata de um fenômeno caracterizado pela fadiga física e emocional que os familiares e/ou cuidadores sentem decorrente do contato com o sofrimento do paciente.
Estão corretas as afirmativas:
I, II e III;
II, III e IV;
I, II e IV;
Nenhuma das alternativas;
Todas as alternativas.
No texto “Cuidados paliativos-abordagem contínua e integral” Melo & Caponero (2009) ressaltam que os programas de cuidados paliativos incluem cinco componentes. NÃO fazem parte destes componentes:
Clínica-dia.
Assistência domiciliar e internação.
Educação continuada para médicos paliativistas.
Serviços de consultoria.
Suporte para o luto.
Sobre a atuação da psicologia em Cuidados Paliativos nas relações com os profissionais, com a família e com o paciente, assinale a alternativa correta.
É de responsabilidade do psicólogo o suporte terapêutico aos membros da equipe
As experiências no contato com o paciente comatoso, visto que mínimas, não são capazes de atingir uma dimensão simbólica que representa dignidade para os familiares
A intervenção do psicólogo pode contribuir no processo de alívio da dor familiar, contribuindo para o processo de tomada de decisão
Quando o paciente recusa tratamentos, procedimentos e intervenções, essa medida não deve ser reconhecida pelo psicólogo
No cenário de terminalidade, o afeto é interpretado como uma fonte para a dor
Competências centrais em cuidados paliativos são parte da prática do psicólogo e está presente em todas as fases do tratamento até o momento final. Dentre as competências dos psicólogos, está:
atender às necessidades psicológicas, sociais e espirituais dos doentes e familiares, e responder aos desafios da tomada de decisão clínica e ética em cuidados paliativos (como no momento de parar com os procedimentos desnecessários, seguindo os protocolos).
coordenar a comunicação entre os profissionais envolvidos, o paciente e a família, que esperam ouvir informações do diagnóstico e prognóstico da doença.
o psicólogo que atua em cuidados paliativos, precisa saber orientar, tanto o paciente quanto a família, nos cuidados a serem realizados, esclarecendo a medicação, e os procedimentos a serem realizados.
o psicólogo deve atuar em conjunto com o paciente, orientando sem coagir, mostrando-lhe os benefícios e as desvantagens de cada tratamento, de forma inteligível a seu entendimento.
conhecer a situação socioeconômica do paciente, os serviços disponíveis, as redes de suporte e canais para atender a demanda dos usuários.
O Cuidado Paliativo (CP) é uma abordagem que melhora a qualidade de vida dos pacientes (adultos e crianças) e suas famílias, que enfrentam problemas associados a doenças que ameaçam a vida. Aceitamos a evolução da doença até a finitude? O que é morte digna? Diante da complexidade da questão, o paradigma da saúde passou por muitas transformações ao longo dos anos. O atual paradigma mundial diante da morte iminente é:
paradigma da normalização e integração.
paradigma do cuidar e nem sempre salvar. Mudança do ato de curar para o ato de cuidar.
paradigma do salvar e do prolongamento da vida ao máximo.
o paradigma da institucionalização, que é fundado na ideia de proteger os doentes, criando ambientes especiais para eles.
o paradigma da redução de danos. Um conjunto de políticas e práticas cujo objetivo é reduzir os danos associados à doença.