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Fazem parte do processo diagnóstico todos os passos abaixo descritos, EXCETO:
Levantamento quantitativo e qualitativo de dados.
Comunicação de resultados e orientação sobre o caso.
Planejamento, seleção e utilização de instrumentos de exame psicológico.
Supervisão instrumental institucional, tendo como pontos de referência os resultados e a análise dos dados.
Integração de dados e informações e formulação de inferências pela integração dos dados, tendo como pontos de referência as hipóteses iniciais e os objetivos do exame.
No que se refere ao desenvolvimento normal e psicopatológico da criança e do adolescente, assinale a opção correta.
O diagnóstico é fundamental para averiguação do curso e do tratamento adequado ao transtorno apresentado.
O curso e o tratamento são elementos fundamentais no tratamento e devem ser estabelecidos antes mesmo do diagnóstico de transtorno.
O curso e o tratamento do transtorno são irrelevantes, pois cada indivíduo responde de maneira singular aos distúrbios.
Em casos de transtornos simultâneos, o curso e o tratamento relativos aos distúrbios mais brandos não devem ser vislumbrados, uma vez que essas desordens tendem a desaparecer após três meses, em média, de tratamento.
O curso e o tratamento de transtornos estão relacionados com o início do surgimento dos sintomas, bem como o modo como a criança ou o adolescente se adapta às mudanças advindas.
Processo pelo qual, por intermédio de métodos e técnicas psicológicas, analisa-se e estuda-se o comportamento de pessoas, de grupos, de instituições e de comunidades, na sua estrutura e no seu funcionamento, identificando-se as variáveis nele envolvidas. Trata-se de
prognóstico psicológico.
orientação profissional.
seleção profissional.
diagnóstico psicológico.
Em relação ao Psicodiagnóstico, assinale a alternativa correta.
A entrevista não é considerado o instrumento mais poderoso ou indispensável do psicólogo, uma vez que existem outros instrumentos disponíveis para serem utilizados num processo diagnóstico.
A entrevista clínica semi-estruturada para o DSM-IV (SCID) é o instrumento mais atual e abrangente para o diagnóstico dos transtornos mentais.
O processo do psicodiagnóstico pode ter um ou vários objetivos, dependendo dos motivos alegados ou reais do encaminhamento e/ou da consulta.
O exame do estado mental do paciente não pode ser considerado um tipo de recurso diagnóstico, pois se limita à exploração da presença de sinais e sintomas.
O psicodiagnóstico deve ser visto como um processo não-científico, ilimitado no tempo, que utiliza testes psicológicos em nível individual ou coletivo.
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os recursos básicos de um diagnóstico:

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
1 – 3 – 2 – 4 – 5.
1 – 2 – 3 – 4 – 5.
2 – 3 – 1 – 5 – 4.
4 – 3 – 2 – 1 – 5.
Com relação a violência sexual na infância e na adolescência, assinale a opção correta.
Após a revelação de abuso, os sentimentos de raiva e desgosto, frequentemente apresentados pelos pais, são positivos, no que tange ao enfrentamento, para o tratamento e restabelecimento emocional da vítima.
O grau de afinidade com o agressor e a frequência do abuso são características pouco relevantes no tratamento das vítimas.
Diferentemente das vítimas, os agressores não devem ser indicados para tratamento, devido aos traços comuns de personalidade perversa e ao caráter irreversível da patologia.
Sintomas de transtorno pós-traumático, baixa autoestima e comportamento sexualizado podem ser sinais indicativos apresentados pelas vítimas de abuso sexual.
Sentimentos de culpa e vergonha são comuns em casos de violência sexual, mas não são relevantes no acolhimento de crianças e adolescentes sexualmente abusados.
O diagnóstico psicológico de acordo com Jurema Cunha pode ser realizado por equipe multiprofissional, para consecução dos objetivos, desde que cada profissional utilize seu modelo próprio, em avaliação mais complexa e inclusiva, em que é necessário integrar dados, muito
Interdependentes;
Independentes;
Plurideterminados;
Dependentes;
Heterogêneos.
Nos últimos anos, a prática psicológica tem revisado seus paradigmas. Um modelo que entrou em questão foi o do psicodiagnóstico como simples etapa do processo psicoterápico. Pesquisas recentes apontam para novas formas de psicodiagnóstico; entre elas, o denominado psicodiagnóstico interventivo, que é entendido como
uma bateria de testes, entre os quais, escalas de habilidades sociais, com vistas ao diagnóstico psiquiátrico e à indicação de encaminhamentos a outros profissionais.
uma forma de avaliação psicomotora, de origem pedagógica, que apreende distúrbios do desenvolvimento visando a uma intervenção eficaz.
um conjunto de técnicas psicopedagógicas, originadas na Psicologia da Aprendizagem, que apreendem conflitos e incertezas do sujeito, buscando seu encaminhamento a serviços psiquiátricos.
uma forma de avaliação psicológica, subordinada ao pensamento clínico, para apreensão da dinâmica intrapsíquica, dos conflitos e dos desajustamentos, visando a uma intervenção eficaz.
um modo de intervenção de reforço das habilidades sociais do sujeito objetivando a melhoria de seu desempenho escolar e social.
De acordo com a concepção de Benedetto Saraceno, a propósito do papel do diagnóstico na reabilitação em saúde mental, é correto afirmar que
os resultados do tratamento dependem, fundamentalmente, dos diagnósticos atribuídos aos pacientes.
as variáveis diagnósticas são os principais elementos para orientar o processo de reabilitação em saúde mental.
é fundamental padronizar os instrumentos de avaliação dos resultados do processo de reabilitação.
as variáreis sociais e situacionais são mais importantes para orientar o processo de reabilitação.
neste campo, os profissionais conseguem atingir uma coerência entre o diagnóstico real e o sistema padronizado das classificações internacionais.
A respeito do diagnóstico psicológico considere as seguintes afirmativas:
1. Um diagnóstico bem formulado leva em conta aquilo que é especifico do sujeito, os aspectos típicos do grupo sociocultural de que faz parte e os elementos característicos da categoria nosográfica em que possivelmente está inserido.
2. Emprego de testes psicológicos, desde que corretamente escolhidos, permite uma completa avaliação da estrutura e dinâmica da personalidade do sujeito diagnosticado.
3. Toda atividade diagnóstica exclui a subjetividade da pessoa em análise, reduzindo-a a uma classificação em entidades nosográficas. 4. A elaboração do psicodiagnóstico inclui descrições e classificações que devem ser referidas ao marco teórico que orientou a avaliação do sujeito. 5. A escolha do instrumental de avaliação psicológica é realizada em função dos aspectos considerados mais relevantes no caso analisado.
Estão corretas apenas:
1, 2 e 3;
1, 3 e 4
1, 4 e 5;
2, 3 e 4;
2, 4 e 5.
O laudo psicológico resultante do processo psicodiagnóstico de Françoise, e que será encaminhado ao solicitante, deve
ser sucinto, sistemático, descritivo do exame realizado com Françoise, evitando fazer interpretações.
ser detalhado e conter todas as informações colhidas durante a avaliação, por ser um documento que tem o objetivo de auxiliar no tratamento clínico.
informar ao solicitante que as características de personalidade apontadas no resultado dos testes determinam com segurança a qualidade da relação conjugal.
fornecer ao solicitante somente os dados que sejam relevantes para a tomada de decisões sobre o tratamento da paciente, evitando detalhes, e deve primar pela prudência e confiabilidade dos dados.
Acerca das fases de um processo psicodiagnóstico para o caso de Françoise, relatado no texto, assinale a opção incorreta.
Diante da queixa relatada por Françoise, deve-se definir as hipóteses iniciais e os objetivos do exame.
É necessário, como primeira etapa do processo, iniciar a psicoterapia com Françoise.
Planejar e selecionar os instrumentos de exame psicológico e submeter Françoise a eles faz parte de uma das etapas do processo.
É importante integrar dados e informações, comunicar a Françoise os resultados e oferecer-lhe orientação.
Quanto à devolução a respeito do psicodiagnóstico realizado, é correto afirmar que:
as informações não causam surpresa, pois o indivíduo certamente sabe, exatamente, porque foi encaminhado ao psicólogo.
a finalização de um psicodiagnóstico deve necessariamente ser sucedida pelo início de uma psicoterapia familiar ou individual.
as informações possibilitam ao sujeito conceber a si próprio com melhores critérios de realidade, com menos distorções idealizadas ou pejorativas.
o sujeito terá acesso aos resultados, obrigatoriamente, por meio oral e não por documento escrito.
o sujeito terá acesso aos resultados somente na data de audiência designada pelo juiz, no decorrer do processo judicial.
A dor descrita é uma resposta psicofisiológica multidimensional, desencadeada por estímulos endógenos neurológicos a serem tratados por equipes interdisciplinares.
A análise funcional desse tipo de dor pode ser parte de uma entrevista inicial, semi-estruturada, conduzida para investigar as características da dor.
A avaliação acurada da intensidade da dor é feita de modo objetivo e direto, excluindo o caráter emocional que sempre acompanha o episódio doloroso.
Walter Trinca afirma que, na prática clínica, ao realizar um diagnóstico da personalidade, o psicólogo opta por determinada organização dos elementos, construindo, assim, um "processo diagnóstico". Como instrumento de investigação e exploração diagnósticas, desenvolveu
testes psicológicos para uso prático, como por exemplo, os inventários de interesses.
uma forma de comunicação com crianças e adolescentes, colocando-os frente a frente ao examinador, momento no qual se dá um diálogo verbal e gráfico, em que o examinador traça um rabisco no papel e pede ao sujeito que faça as alterações que desejar, procurando dar formas ao rabisco e formando suas associações verbais.
o processo de ludoterapia, que consiste em aplicações do método psicanalítico ao diagnóstico da personalidade, durante a observação da hora de jogo.
o procedimento de desenhos-estórias, que requer que o sujeito realize uma série de desenhos livres (cromáticos ou acromáticos), como estímulo, para que conte uma estória livremente associada, logo após a realização de cada desenho.
o TAT - Teste de Apercepção Temática.
Podemos afirmar que a maioria das ações do psicólogo com a pessoa deficiente tem ocorrido em instituições especializadas, o que significa que o serviço básico de saúde tem se omitido. O profissional de psicologia, neste contexto, pode facilitar para que a pessoa deficiente tenha acesso aos programas de saúde atuando de acordo com as afirmativas abaixo, com exceção de:
O psicólogo, na equipe multiprofissional, deve promover momentos para reflexão sobre preconceito.
A avaliação psicológica seja repensada e sirva para quebrar as cristalizações sobre incapacidade.
O diagnóstico psicológico precisa compreender como funciona o sujeito, que lhe foi encaminhado, enfatizando suas deficiências e dificuldades.
O psicólogo tenha conhecimento das técnicas de exame psicológico.
O psicólogo deve possuir conhecimento sobre o desenvolvimento humano.
Para minimizar a possibilidade de depressão de Paulo, ele deveria ser afastado totalmente de suas funções laborais desde o momento do diagnóstico até seu completo restabelecimento.