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À medida que o tempo passa e com um trabalho em rede, o adolescente poderá adquirir uma visão crítica a respeito dos caminhos que tenha escolhido para trilhar sua vida, como bem ilustra o seguinte trecho de um rap:
“Pular o muro é só atraso, o que dá lucro é os estudos Vantagem de verdade é liberdade, livre arbítrio. Não sinto nenhum orgulho por ter fama de bandido Montado no dinheiro, drogas, armas, bem vestido. Quando se está por cima, tem mulher e tem amigo Mas dentro do presídio, no domingo, é esquecido Sem visita, sem Cobal, sem notícia, sem sorriso ...”
O trabalho em rede é uma prerrogativa de destaque nas diretrizes pedagógicas do SINASE. Com base nos aspectos conceituais e metodológicos do trabalho em rede, julgue os itens que se seguem.
I A literatura aponta a prática de redes sociais como uma metodologia que se tem mostrado efetiva no resgate da convivência familiar e comunitária de adolescentes envolvidos com drogas e atos infracionais.
II O trabalho em rede com adolescentes em situação de vulnerabilidade social e familiar exige intervenção junto à rede primária, dispensando-se a rede secundária pela fragilidade das políticas públicas locais.
III O conceito de redes é polissêmico. A literatura aponta para uma diversidade de concepções diferenciadas, uma vez que o trabalho em rede contempla diferentes contextos da intervenção.
IV No âmbito da gestão governamental, a rede é vista como tópico oriundo da junção de disciplinas de política e administração, ou como um modelo estratégico de gestão de políticas ou, ainda, como um novo modelo de governança centrado no nível local.
V A conceituação de redes integra contribuições de diversas áreas do conhecimento, tais como: a psicologia social, a sociologia, a terapia familiar sistêmica, a administração de empresas, a antropologia.
A quantidade de itens certos é igual a
1
2
3
4
5
Tendo como referência o Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei 8.069 / 90, de 13 de julho de 1990, marque a alternativa correta:
A guarda obriga a prestação de assistência material, moral e educacional à criança ou adolescente, conferindo a seu detentor o direito de opor-se a terceiros, inclusive aos pais.
Os filhos, havidos ou não da relação do casamento, ou por adoção, não terão os mesmos direitos e qualificações, proibidas quaisquer designações discriminatórias relativas à filiação.
O poder familiar não poderá ser exercido, em igualdade de condições, pelo pai e pela mãe na forma do que dispuser a legislação civil.
A falta ou a carência de recursos materiais constitui motivo suficiente para a perda ou suspensão do poder familiar.
A colocação em família substituta admitirá transferência da criança ou adolescente a terceiros ou a entidades governamentais ou não-governamentais, sem autorização judicial, sempre que houver necessidade.
O papel do psicólogo no contexto judicial estabelece-se em dois pólos: na relação com o cidadão e com a instituição. Atendendo a esses dois campos de atuação, o psicólogo precisa
fortalecer o contexto relacional particular do jurisdicionado.
fomentar no contexto institucional a noção de cidadania como princípio organizador.
estabelecer políticas integradas que favoreçam o fluxo institucional e interinstitucional.
criar espaços onde o jurisdicionado possa ter derimido o seu sofrimento.
reforçar os paradigmas vigentes no contexto institucional para fortalecer o aspecto integrativo.
As mudanças sociais e as transformações das normas legais tem trazido diferentes demandas ao psicólogo que trabalha na área jurídica. Outro fator que contribuiu para o aumento da demanda de avaliações psicológicas na esfera jurídica pode ser atribuído
à grande pressão exercida pelos sindicatos.
ao número crescente de ações envolvendo questões trabalhistas.
à desorganização da área de cuidados sociais dentro das instituições.
à judicialização dos conflitos interpessoais.
à insuficiência de assistentes sociais atuando na esfera pública.
A Doutrina que orienta o Estatuto da Criança e do Adolescente é a:
Da Situação Irregular.
Da Prevenção.
Da Garantia de Direitos.
Da Proteção Integral.
Da Defesa de Direitos.
O Estatuto da Criança e do Adolescente, em seu Art. 86, reza: "A política de atendimento dos direitos da criança e do adolescente far-seá através de um conjunto articulado de ações governamentais e não-governamentais, da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios".
Podemos afirmar então, que o artigo diz:
Que o Estado não pode interferir na politica de atendimento dos direitos da criança e do adolescente.
Que a sociedade é a responsável em dar a assistência para fazer cumprir a política de atendimento ao Direito da Criança e do Adolescente.
Da exigência de articulação das ações governamentais e não-governamentais, mediante a contínua integração nos três níveis da administração pública do Estado para fazer cumprir a política de atendimento do Direito da Criança e do Adolescente.
Que não há necessidade de integralidade de ações para a política de atendimento do Direito da Criança e do Adolescente.
Que a estrutura da política de atendimento ao Direito da Criança e do Adolescente deve ser transitória.
O problema da responsabilidade e da culpabilidade, antes de ser uma questão jurídica , é questão _________________ . Não podem ser examinados sem a consideração dos fatores _________________ ensejadores do ato responsável e culpável.
ética – psicóticos
moral – psíquicos
moral – neuróticos
ética – neuróticos
moral – psicóticos
São áreas de intervenção do psicólogo jurídico:
I – No Juizado da Infância: estado psicológico de adotantes e adotandos, estudo da situação de risco, avaliação de maus tratos e indicação de medidas sócio-educativas.
II – No Direito Civil: incapacidades legais, avaliação de sequelas psicológicas em vítimas de sofrimento.
III – No Direito Penal: seqüelas de acidentes de trabalho, psicopatologias laborais, incapacidades e readaptação funcional.
IV – No Direito de Família: avaliação, diagnóstico, orientação dos casos encaminhados pelo magistrado para orientar suas decisões.
Apenas os itens I e III são verdadeiros.
Apenas os itens III e IV são verdadeiros.
Apenas os itens I, II e IV são verdadeiros.
Apenas os itens III e IV são verdadeiros.
Apenas o item IV é verdadeiro.
Considerando a subdivisão da Psicologia Jurídica, leia os itens relacionados abaixo e assinale a alternativa
correta.I - Psicologia Jurídica e o Direito de Família: separação, disputa de guarda, regulamentação
de visitas, destituição do pátrio poder.
II - Psicologia Jurídica e Direito Cível: casos de interdição, indenizações, entre outras
ocorrências cíveis.
III - Psicologia Jurídica do Trabalho: acidentes de trabalho, indenizações.
Os itens I e III são falsos.
Os itens I, II e III são verdadeiros.
Os itens I, II e III são falsos.
Apenas o item III é verdadeiro.
Apenas o item II é falso.
A ideia de atribuir ao adolescente a responsabilidade pelos múltiplos fatores relacionados à agressividade e à criminalidade geram soluções que retiram dele sua característica de adolescente e o veem como criminoso ou potencialmente criminoso. Essa configuração alimenta a representação social crescente da relação entre juventude e violência.
Grandes instituições favorecem o desenvolvimento de características negativas nos jovens, enquanto instituições pequenas, com características familiares, minimizam a ideia de instituição e favorecem um clima de aprendizado e acolhimento mais saudável para o desenvolvimento socioafetivo.
O trabalho do psicólogo jurídico, muitas vezes, invoca os seguintes artigos do Código de Ética Profissional do Psicólogo:
Art. 4º, Art. 17 e Art. 20.
Art. 9º, Art. 10 e Art. 17.
Art. 9º, Art. 10 e Art. 11.
Art. 10, Art. 11 e Art. 17.
Art. 4º, Art. 9º e Art. 20.
Penas alternativas são medidas:
Aplicadas ao infrator reincidente.
De caráter substitutivo.
Aplicadas a adolescentes.
De privação da liberdade.
De caráter não substitutivo.
Um trabalho ambulatorial para treinar o repertório de assertividade em crianças vítimas de agressão física e psicológica perpetrada por seus pares, como acontece com o jovem agredido em questão, contraria o Estatuto da Criança e do Adolescente, porque, fora do contexto instituído pelo sistema socioeducativo e judicial, treinar a assertividade dos filhos compete apenas à família.
Regulamentação de visitas, negatória de paternidade, regulamentação de guarda e visita, dissolução de união estável, separação litigiosa e modificação ou revogação de guarda são alguns temas que motivam solicitação de intervenção psicológica, emitida pelo juiz da vara (de)
Penitenciária.
Família.
Criminal.
Infância e Juventude.
Policial/Militar.
Verificada a prática de ato infracional, as medidas sócio-educativas que a autoridade competente pode aplicar são:
Advertência, notificação, obrigação de reparar o dano, prestação de serviços à comunidade, liberdade assistida, internação em estabelecimento educacional.
Advertência, pagamento de taxas financeiras ao Estado, prestação de serviços à comunidade, prisão.
Notificação, restrição dos direitos de sair de casa sozinho, internação em regime de semiliberdade, internação em sistema prisional.
Advertência, obrigação de reparar o dano, prestação de serviços à comunidade, inserção em regime de semiliberdade, internação em estabelecimento educacional.
Advertência, obrigação de reparar o dano, prestação de serviços à comunidade, liberdade assistida, inserção em regime de semiliberdade, internação em estabelecimento educacional.
São direitos da pessoa portadora de transtorno mental, exceto
ser tratada com humanidade e respeito e no interesse exclusivo de beneficiar sua saúde, visando alcançar sua recuperação pela inserção na família, no trabalho e na comunidade.
ser tratada em ambiente terapêutico pelos meios mais invasivos possíveis.
ser protegida contra qualquer forma de abuso e exploração.
ter garantia de sigilo nas informações prestadas.
ter livre acesso aos meios de comunicação disponíveis.
O papel do psicólogo recai, substancialmente, sobre todo o âmbito da instituição jurisdicional no que diz respeito a
manutenção de um espaço de acolhimento.
constituição de um saber psicológico que lhe sirva de referência.
construção de sua identidade profissional junto à população-alvo.
disseminação da práxis psicológica.
comunicação com todo o estafe instituído.
A violência contra crianças é um problema grave, com sequelas imediatas e a longo prazo. Os maus-tratos estão relacionados diretamente com as práticas de cuidado infantil consideradas impróprias por determinada cultura e em um período histórico específico. Os abusos físicos, sexual e emocional e a negligência são alguns exemplos incluídos nesta categoria.
Em uma sessão de mediação, proporciona-se às partes uma vivência de escuta qualificada, oferecendo subsídios para cada um formar seu julgamento, em que, enquanto um exerce a fala, o mediador e a outra parte escutam e, assim, todos falam e se escutam.