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O assédio moral tem um potencial devastador na vida de uma pessoa e seu entorno. De acordo com Rodrigues (in ARLLANO; CESAR, 2017), é INCORRETO afirmar que:
Os agressores podem ser profissionais bem vistos por seus superiores em função de sua capacidade de tomar decisões difíceis e polêmicas. Muitas vezes são admirados por sua eficiência e eficácia, apesar da arrogância com que tratam seus subordinados.
Os agressores são pessoas que normalmente possuem traços narcisistas, destrutivos e que se sentem inseguros a respeito de sua competência profissional, podendo exibir traços paranoicos e/ou agir com desconfiança em relação às atitudes alheias.
O assédio moral raras vezes acontece em ambientes de trabalho onde a violência é um elemento que faz parte da própria cultura organizacional.
As vítimas incluem profissionais que possuem desempenho acima da média.
A vítima poderá entrar em processo depressivo, prejudicando seu desempenho no trabalho. Ela se encontra inserida em um contexto em que é levada a pensar que é merecedora ou culpada pelas situações constrangedoras.
De acordo com Vazquez et al. (2019), os obstáculos laborais com potencial de frustrar o crescimento pessoal, a aprendizagem ou o alcance de objetivos, como conflito de papéis, burocracia e disputas interpessoais ou de equipes, desgastam intensamente a energia laboral e afetam o clima organizacional, com risco de ter qual consequência mais provável aos trabalhadores?
Fobia.
Depressão.
Dependência química.
Ansiedade.
Burnout.
De acordo com Abbad; Borges-Andrade (in ZANELLI et al., 2014), alguém que fosse planejar o ensino de conhecimentos, habilidades e atitudes deveria pensar nas seguintes questões, EXCETO:
Evitar expectativas de sucesso e informar os objetivos ao aprendiz.
Dirigir a atenção ao aprendiz e provocar a lembrança de pré-requisitos.
Apresentar material de estímulo e prover orientação de aprendizagem.
Ampliar o contexto de aprendizagem por meio de situações ou novos exemplos, programar ocasiões de prática e provocar o desempenho.
Prover retroalimentação, confirmando ou corrigindo o desempenho.
Chiavenato (2014) destaca os métodos de avaliação de desempenho mais utilizados. Sobre eles, relacione a Coluna 1 à Coluna 2.
Coluna 1
1. Escalas gráficas.
2. Escolha forçada.
3. Pesquisa de Campo.
4. Método dos incidentes críticos.
5. Listas de verificação.
..
Coluna 2
( ) É um dos métodos mais completos. Baseia-se no princípio da responsabilidade de linha e da função de staff no processo de avaliação do desempenho. Requer entrevistas com os gerentes, para, em conjunto, avaliar o desempenho dos funcionários.
( ) É o método que se baseia nas características extremas, buscando avaliar os desempenhos altamente positivos e altamente negativos. Avalia pontos fortes e os pontos fracos de cada colaborador.
( ) É o método que avalia o desempenho das pessoas através de fatores de avaliação previamente definidos e graduados, e é baseado em uma tabela de dupla entrada.
( ) É o método que avalia o desempenho das pessoas por meio de blocos de frases descritivas que focalizam aspectos do comportamento. O avaliador escolhe uma ou duas frases que mais se aplicam ao desempenho do avaliado.
( ) É o método baseado em uma relação de fatores de avaliação (check-list) a respeito de cada funcionário. Cada um dos fatores recebe uma avaliação quantitativa e esses servem como uma espécie de lembrete para o gerente avaliar as características principais de um funcionário.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
1 – 2 – 3 – 4 – 5.
2 – 3 – 4 – 5 – 1.
3 – 4 – 1 – 2 – 5.
5 – 4 – 3 – 2 – 1.
4 – 3 – 2 – 1 – 5.
Davel e Vergara (2008) buscam mostrar a importância da subjetividade nas organizações. Assim, é preciso pensar no ser humano como um ser múltiplo, dotado de uma vida interior, de desejos, pensamentos, ações e possibilidades.
São abordagens da gestão de pessoas que têm como foco a subjetividade, EXCETO:
Análise institucional.
Conhecimento-poder.
Estruturacionismo.
Construtivismo.