Questões de Concurso sobre Saúde Mental

 
 
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A Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) é formada pelos seguintes pontos de atenção (Serviços), exceto:


A

Serviço Residencial Terapêutico (SRT)


B

Hospital-Dia


C

Atenção Básica a exemplo do Consultório de Rua


D

Na atenção hospitalar a exemplo das enfermarias comuns em Hospital Geral


E

Comunidades Terapêuticas

A respeito da política nacional de saúde mental, considere as seguintes afirmativas:

1. A qualificação da Estratégia de Saúde da Família e de outras estratégias de organização da Atenção Básica deverão seguir as diretrizes da Atenção Básica e do SUS, configurando um processo progressivo e singular que considera e inclui as especificidades locorregionais.

2. Os NASF devem, a partir das demandas identificadas no trabalho com as equipes e/ou Academia da Saúde, atuar de forma integrada à Rede de Atenção à Saúde e seus serviços (exemplos: CAPS, CEREST, ambulatórios especializados etc.), além de outras redes, como SUAS, redes sociais e comunitárias.

3. A atual política de saúde mental brasileira é resultado da mobilização de usuários, familiares e trabalhadores da saúde iniciada na década de 1950, com o objetivo de mudar a realidade dos manicômios onde viviam mais de 100 mil pessoas com transtornos mentais.

4. Entende-se que as práticas em saúde mental na Atenção Básica podem e devem ser realizadas por todos os profissionais de saúde. O que unifica o objetivo dos profissionais para o cuidado em saúde mental deve ser o entendimento do território e a relação de vínculo da equipe de saúde com os usuários.

Assinale a alternativa correta.


A

Somente as afirmativas 2 e 4 são verdadeiras.


B

Somente as afirmativas 1 e 3 são verdadeiras.


C

Somente as afirmativas 3 e 4 são verdadeiras.


D

Somente as afirmativas 1, 2 e 3 são verdadeiras.


E

Somente as afirmativas 1, 2 e 4 são verdadeiras.

“(...) os profissionais de saúde mental, acostumados a lidar com manifestações da mente, muitas vezes chocam-se pela corporalidade tangível das doenças orgânicas. Além disso, no hospital, a atuação do psicólogo é permeada por queixas e desejos suscitados pela experiência da doença que se inscreve no corpo físico. Isto, por si só, já bastaria para desassossegar psicólogos cujo oficio se configurou historicamente como escuta do sofrimento mental. ” (SPINK, 1995)

A partir do trecho acima, pode-se afirmar:

I. Ao lidar com o paciente enfermo, o psicólogo hospitalar lida com o sofrimento físico sobreposto ao sofrimento psíquico, tendo sua tarefa definida pela sobreposição entre o sofrimento físico e o conflito em si;

II. Habilitado por técnicas distanciadas da realidade brasileira, no hospital o psicólogo defronta-se com a crueldade da fome, da violência, da miséria, da injustiça social, muitas vezes respondendo com falso saber, obtido em teorias incompatíveis com as demandas;

III. Fundamentado na demanda de avaliação breve e emergencial de pacientes e de familiares, uma eficiente forma de eleição de casos mais urgentes refere-se à prática de “visita psicológica” a todos os leitos da enfermaria, utilizando-se de protocolo específico para levantamento de dados primordiais para a definição das tarefas diárias e semanais;

IV. A necessidade de atendimento psicológico ao paciente hospitalizado nem sempre é percebida pelo próprio paciente, pois, diante da situação em si, desestruturante no nível físico, todas as preocupações do paciente estão voltadas para o corpo doente.

Assinale a opção que apresenta os itens CORRETOS.


A

I e II somente.


B

II e IV somente.


C

III e IV somente.


D

II e III somente.


E

I, II, III e IV.

Os Centros de Atenção Psicossocial (Caps), responsáveis pela atenção diária e intensiva às pessoas com sofrimento mental, oferecem acolhimento, cuidado e suporte desde o momento mais grave — a crise — até a reconstrução dos laços sociais. Cumprem uma dupla missão: a de serem lugares de cuidado e sociabilidade bem como de convívio.


CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Referências Técnicas para Atuação de Psicólogas(os) no CAPS Centro de Atenção Psicossocial / Conselho Federal de Psicologia. Brasília: CFP, 2013, p. 93 (adaptado).


Nos referidos centros, a formação de grupos de usuários e seus familiares justifica-se como estratégia de intervenção psicossocial porque tais grupos


A

integram o diagnóstico psiquiátrico, a avaliação psicométrica, a terapia ocupacional e o tratamento psicoterápico familiar.


B

permitem a realização simultânea das consultas de clínica médica, psiquiátrica, psicológica, neurológica e de enfermagem.


C

facilitam a intervenção psicossociológica, por meio da inclusão do controle social no tratamento psicossocial dos usuários.


D

possibilitam o desenvolvimento da clínica ampliada e o restabelecimento dos vínculos afetivos dos usuários e familiares.


E

viabilizam a equidade e acompanhamento na medicalização necessária ao tratamento dos transtornos mentais mais graves.

São direitos da pessoa portadora de transtorno mental.


A

Ser tratada em ambiente terapêutico pelos meios invasivos possíveis.


B

Ter direito à presença médica, em qualquer tempo, para esclarecer a necessidade ou não de sua hospitalização voluntária.


C

Ser tratada com humanidade e respeito e no interesse exclusivo de beneficiar sua saúde, visando alcançar sua recuperação pela inserção na família.


D

Ter livre acesso aos meios de comunicação disponíveis

Quando um familiar procura um profissional de saúde mental para tratar um parente enfermo, surge a oportunidade de que esse profissional possa acolher o sofrimento não apenas da pessoa adoecida, mas também do familiar que a acompanha. De acordo com Melman (2001), nesse momento abrem-se as portas para um pedido de ajuda e de suporte para enfrentar as dificuldades no relacionamento com a loucura e com o grupo de familiares.

Um grupo para familiares em um serviço de saúde mental é um espaço de acolhimento, pois

I. o coordenador e alguns integrantes do grupo servem de apoio emocional para produzir a confiança necessária nos participantes desse grupo.

II. o cuidado produzido no grupo é um esforço coletivo, no qual se valorizam as reflexões do grupo e ninguém tem a palavra final, sinalizando uma ética da participação.

III. ouvir o relato de outra pessoa pressupõe disponibilidade para acolher, mas o processo de identificação dificulta perceber sua própria realidade, ampliando o isolamento e a solidão.

Assinale a alternativa correta.


A

Apenas I e II.


B

Apenas II e III.


C

Apenas I e III.


D

Apenas II.

O parágrafo único do Artigo 6º dispõe sobre os tipos de internação psiquiátrica definindo como internação compulsória aquela que ocorre:


A

determinada pela Justiça


B

determinada pelo médico assistente


C

sem o consentimento do usuário e a pedido de terceiro


D

com o consentimento do usuário e com a anuência de terceiro

O parágrafo único do Artigo 2º dispõe sobre os direitos da pessoa portadora de transtorno mental. Um dos direitos garantidos é:


A

ter livre acesso aos meios de comunicação disponíveis


B

ser tratada em serviços multiprofissionais de saúde mental


C

ser tratada, preferencialmente, em ambiente hospitalar protegido


D

receber apenas as informações necessárias a respeito de sua doença e de seu tratamento

O conceito de normalidade na área da saúde mental é um conceito constantemente debatido, principalmente quando está envolvido na elucidação diagnóstica. Nesse processo de saúde x doença mental, assinale como verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmações em relação ao conceito de normalidade:


( ) Em casos limítrofes, em que as barreiras entre o normal e o patológico não estão bem definidas, o conceito de normalidade é uma questão controversa.

( ) A definição do conceito de normalidade independe da abordagem teórica do profissional, suas opções filosóficas e ideológicas.

( ) Historicamente, o uso de termos como típico, e aceitável foram criticados pelo caráter ambíguo, por envolver julgamento de valores, e variar para cada cultura.


A ordem correta de afirmações verdadeiras e falsas, de cima para baixo é:


A

F; F; V


B

V; V; V


C

F; V; F


D

V; F; V

A partir dos manuais e diretrizes do Ministério da Saúde, que dispõe sobre o apoio matricial em saúde mental no contexto da Atenção Primária à Saúde, Amanda pôde reconhecer os preceitos e pressupostos orientadores de sua prática profissional. Desse modo, ela percebeu que as diretrizes para o apoio matricial em saúde mental correspondem


A

à vontade pessoal dos envolvidos, que visa outorgar suporte técnico em áreas específicas às equipes de referência, o que pressupõe a responsabilidade compartilhada dos casos, que pode ser efetivada através de discussões conjuntas junto às famílias e comunidades ou em atendimentos conjuntos.


B

ao arranjo organizacional que visa outorgar suporte técnico em áreas específicas às equipes de referência, o que pressupõe a responsabilidade compartilhada dos casos, que pode ser efetivada através de discussões conjuntas junto às famílias e comunidades ou em atendimentos conjuntos.


C

à estrutura organizacional que visa outorgar apenas suporte assistencial em áreas específicas às equipes de referência, o que pressupõe a responsabilidade compartilhada dos casos, que pode ser efetivada através de discussões conjuntas junto às famílias e comunidades ou em atendimentos conjuntos.


D

ao modelo organizacional que visa outorgar suporte técnico em áreas específicas às equipes de referência, o que pressupõe a responsabilidade da equipe matricial sobre os casos, que pode ser efetivada através de discussões conjuntas junto às famílias e comunidades ou em atendimentos conjuntos.

Esse modo de subjetivação advindo da identificação a traços imaginários (atributos corporais e comportamentais) formadores de grupos militantes com articulação política de demandas variadas vem sendo chamado de:


A

Bbioidentidade.


B

Self neuroquímico.


C

Sujeito cerebral.


D

Neurodiversidade.


E

Todas as respostas anteriores.

Em matéria publicada na edição on-line de 13 de dezembro 2017 do Jornal Folha de São Paulo, intitulada “Nova política de saúde mental dará sobrevida aos hospitais psiquiátricos”, Domingos Sávio Alves (ex-coordenador de Saúde Mental do Ministério da Saúde) afirma que a proposta de suspensão do fechamento de leitos manicomiais coloca em risco os pacientes, pois, conforme o modelo hospitalocêntrico, “...as pessoas são submetidas a tratamento moral, algo já superado há muito tempo...”.

A expressão “moral” que adjetiva o “tratamento”, surgido com Pinel e Esquirol, remete-se ao/à:


A

Psicológico.


B

Psicossocial.


C

Moralidade.


D

Costumes.


E

Caráter.

A literatura dos serviços de atendimento em saúde mental indica que a abertura dos ambulatórios para esse tipo de atendimento abrigou duas lógicas ou modos de funcionamento contrastantes e, ao mesmo tempo, resultantes da convergência dos movimentos de reforma psiquiátrica e sanitária, a saber:


A

o curativo e o assistencialista.


B

o psicoterapêutico e o medicamentoso.


C

o voluntário e o profissional.


D

o asilar e o psicossocial.


E

o individual e o coletivo.

A lei conhecida como Paulo Delgado, que dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental, sofreu influência direta de fatos, eventos e fenômenos na sua construção, com exceção de:


A

Declaração de Caracas


B

Reforma Sanitária


C

Reforma Psiquiátrica


D

Movimento da Luta Antimanicomial

No âmbito da saúde mental podemos afirmar que:


A

O doente mental caracteriza-se por ser um sujeito psiquicamente perturbado e que por tal põe em risco não apenas o bem-estar familiar como também social.


B

Um dos objetivos da Política Nacional de Saúde Mental é fortalecer a rede hospitalar, aumentando progressivamente os leitos psiquiátricos.


C

Dentre as áreas de ação do Programa de Saúde Mental do Ministério da Saúde estão: abuso de substâncias psicoativas e vigilâncias epidemiológicas tais como álcool, tabaco, epilepsia e esquizofrenia.


D

Para a Organização Mundial da Saúde (OMS), o conceito de saúde mental pode ser definido como ausência de transtornos mentais severos.


E

Um dos objetivos da Política Nacional de Saúde Mental é incluir as ações da saúde mental na atenção de média e alta complexidade.

Julgue como verdadeiros (V) ou falsos (F) os fatores que podem constituir-se em fatores agravantes (fatores de risco) para a manifestação de problemas de saúde mental.


( ) Resistência ao tratamento e/ou refratariedade: é a não resposta efetiva a diversos tratamentos administrados de maneira adequada, por não aderência, por permanência dos sintomas ou por evidência de fracasso nos tratamentos psiquiátricos anteriores.

( ) Recorrência ou Recaída: é o retorno da atividade de uma doença após um período de pelo menos 02 meses em que houve remissão (desaparecimento) completa dos sintomas. Pode ser uma manifestação clínica ou laboratorial. Um 1.º episódio é considerado único, episódios subsequentes são "recorrentes" ou “recidivantes”.

( ) Precariedade de suporte social: quando não há pessoas de sua comunidade disponíveis para prestar alguma assistência, supervisão, monitoramento ou encaminhamento para tratamento. Precariedade de suporte familiar: quando não há familiares disponíveis para prestar alguma assistência, supervisão, monitoramento ou encaminhamento para tratamento.

( ) Autor ou vítima de violência: pessoa que sofreu ou cometeu ato de violência física contra si, contra terceiros ou contra objetos (patrimônio).


A

V, V, V, V.


B

V, F, F, V.


C

V, F, V, V.


D

V, F, F, F.


E

F, V, F, F.

No âmbito da Atenção Primária à Saúde (APS), considerando o apoio matricial da psicologia e o cuidado em saúde mental, assinale a resposta correta:


A

A equipe do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF) deve ser especialmente acionada para prover cuidados em saúde mental no território da Atenção Primária à Saúde;


B

A assistência individual realizada pelo psicólogo é importante em casos graves, como surtos psicóticos;


C

O acompanhamento psicossocial realizado pelo psicólogo em grupos de saúde mental é uma boa opção de trabalho;


D

Os agentes Comunitários de Saúde podem prover cuidado em saúde mental;

Com respeito à saúde mental, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas:

( ) Tomar a pessoa, e não a doença, como ponto de partida enriquece a compreensão que motiva a procurar ajuda e, portanto, permite um cuidado que se adapta à diversidade de todas as pessoas, ao mesmo tempo que dá conta da integralidade de cada pessoa.

( ) O maior desafio dos serviços de saúde é cuidar daqueles que estão doentes sem sofrer e dos que sofrem sem estar doentes: sofrem sem estar doentes os que lotam as agendas da atenção básica e inflam as estatísticas de prevalência de depressão e de ansiedade.

( ) O estigma da expressão doença mental (ou mesmo o eufemismo transtorno mental) é grande e significa um sofrimento adicional para quem o carrega.

( ) Ansiedade, depressão e somatizações são as mais frequentes formas de sofrimento encontradas na atenção básica.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.


A

F – V – F – V.


B

V – V – V – V.


C

V – F – V – F.


D

F – F – V – V.


E

F – V – F – F.

Sobre a Saúde Mental na Saúde Pública, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma abaixo e depois assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

-

( ) Em todos os níveis da assistência, o acolhimento, certamente, é a dimensão primeira. O acolhimento não é simplesmente uma questão de escala em que se revezam os profissionais, nem uma maneira mais racional de preencher as agendas. Além disto, e mais do que isto, o acolhimento é a aplicação cotidiana de um princípio fundamental: seja ao pedir a informação mais corriqueira, seja ao trazer a mais fantasiosa expectativa, o usuário, quando nos traz o seu problema, é um cidadão que exerce o direito de dirigir-se a um trabalhador de um serviço público. Neste caso, temos três possibilidades: ou a pessoa procura um serviço específico de Saúde Mental, como um CAPS ou CERSAM; ou chega em serviços de Saúde, como unidades básicas ou centros de saúde; ou procura os hospitais gerais ou psiquiátricos.

( ) Todos os trabalhadores de Saúde devem conhecer o modelo de assistência em Saúde Mental, e os serviços existentes no município: equipes de Saúde Mental nas unidades básicas, CAPS, Centros de Convivência, leitos em hospital geral, etc. Dessa forma, saberão para onde encaminhar o usuário, quando seu caso não puder receber o atendimento adequado no serviço de Saúde em que foi feito o acolhimento. De maneira geral, não convém deixar o acolhimento dos portadores de sofrimento mental apenas a cargo da equipe de Saúde Mental, mas é importante separar o acolhimento do portador de transtorno mental do acolhimento dos outros usuários. Contudo, deve-se ressaltar: a qualquer momento, o técnico de Saúde Mental pode e deve ser chamado para ajudar a esclarecer uma dúvida, definir um encaminhamento, participar de uma avaliação.

( ) Na Saúde Mental, a grande maioria das formas de sofrimento mental que são atendidos não têm causa orgânica, nos mesmos moldes de um diabetes ou uma pneumonia. Assim, o próprio diagnóstico e a condução do tratamento podem ser feitos tanto pelo psicólogo, pelo médico, pelo terapeuta ocupacional – apenas a prescrição de medicamentos sendo atribuição exclusiva do médico.

( ) O acolhimento, quando na unidade básica, pode ser feito por qualquer profissional de saúde, de preferência um técnico de nível superior. Nos CAPS, que atendem casos de maior complexidade, é sempre feito por um profissional de Saúde Mental. Após a primeira abordagem, o técnico que acolheu poderá necessitar do apoio imediato de um outro profissional, ou tomar ele próprio as primeiras decisões quanto às condutas a serem adotadas.

( ) É da alçada do técnico de referência estabelecer e sustentar o vínculo com o paciente, traçar as linhas de seu projeto terapêutico individual, definir com ele a frequência dos atendimentos e do comparecimento ao serviço, fazer os contatos com a família, e com outras pessoas do seu espaço social, sempre quando necessário. Os recursos terapêuticos indicados pelo técnico de referência podem também ser disponibilizados por meio de outros profissionais, como: prescrição médica para o uso de medicamentos, oficinas de arte conduzidas por agentes culturais, etc. Pode ainda haver dificuldades que requerem uma discussão de caso com os colegas da equipe ou a supervisão de um técnico mais experiente. O importante é que esses recursos não sejam utilizados de forma isolada, e sim façam parte do projeto terapêutico conduzido pelo técnico de referência, contribuindo assim para a melhora do usuário.


A

F-F-V-V-V


B

V-V-F-V-V


C

V-F-V-V-V


D

F-V-V-V-V

O apoio matricial e a participação numa Equipe de Referência, especialmente na atenção básica, constituem uma forma de trabalho que se aparta radicalmente do fazer tradicional do psicólogo. Implica um desprendimento: poder ofertar a uma equipe de trabalho, multiprofissional, multi-interdisciplinar, o conhecimento adquirido. Nesse sentido, a saúde mental deve ser objeto de envolvimento de todo profissional da área de saúde; todos têm que pensar a respeito e atuar nessa área, pois faz parte de uma visão de sujeito integral. A essa clínica, que possibilita o encontro do saber técnico com a necessidade e desejo do usuário, Campos e Guarido deram o nome de Clínica


A

Social.


B

Invadida.


C

Ampliada.


D

Integrada.


E

Multidisciplinar.

   
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