

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Considerando a necessidade de aprimorar os instrumentos e procedimentos técnicos de trabalho dos psicólogos e de revisão periódica das condições dos métodos e técnicas utilizados na avaliação psicológica, a Resolução CFP n º 002/2003 define e regulamenta o uso, a elaboração e a comercialização de testes psicológicos. Com base nesse documento, é incorreto afirmar que:
A avaliação poderá ser favorável quando, por decisão do Plenário do CRP, o teste for considerado em condições e uso, ou desfavorável quando, por decisão do Plenário do CRP, a análise indicar que o teste não apresenta as condições mínimas para uso.
O trabalho da Comissão e dos pareceristas Ad hoc não será remunerado.
Os testes recebidos terão tramitação interna de acordo com as seguintes etapas: recepção, análise, avaliação, comunicação da avaliação aos requerentes, análise do recurso e avaliação final.
A recepção consiste no protocolo de recebimento, inclusão no banco de dados e encaminhamento para análise.
As condições de uso dos instrumentos devem ser consideradas apenas para os contextos e propósitos para os quais os estudos empíricos indicaram resultados favoráveis.
De acordo com a Resolução CFP nº. 007/2009 sobre mensuração e avaliação, é correto afirmar que:
Para proceder a mensuração e avaliação de um teste, o profissional deve seguir esporadicamente as determinações do manual. Qualquer variação que ocorra, pode comprometer os resultados.
Os resultados dos testes psicológicos são interpretados através de normas, ou seja, pelo conjunto de resultados obtidos a partir de amostras normativas. A amostra normativa constitui um grupo representativo de pessoas, nas quais o teste foi aplicado.
O profissional de psicologia aplicada, e de outras áreas, deve estar também atento para que a mensuração das respostas de um teste esteja rigorosamente de acordo com as pesquisas que permitiram a construção e normatização do teste.
O profissional aplicador dos testes deve se assegurar de que o material de teste (caderno de teste, folhas de respostas, lápis, borracha etc.) está em número suficiente para todos os candidatos. Deixar sempre o material de reserva, prevenindo eventualidades.
As formas de mensuração e avaliação de um instrumento de avaliação psicofisiológica, quando da sua construção, devem fazer parte do conjunto de exigências para sua validação e normatização.
Na aplicação de testes psicológicos, o Rapport se refere, EXCETO:
Aos esforços do examinador para despertar o interesse dos testandos pelo teste.
Aos esforços do examinador para a cooperação dos testandos.
Aos esforços do examinador para explicar o processo de reforçamento positivo a ser aplicado aos testandos.
Aos esforços do examinador para encorajar os testandos a responder de maneira adequada aos objetivos do teste.
Aos esforços do examinador para motivar os testantos a seguir as instruções tão completa e conscienciosamente quanto possível.
Sobre testes psicológicos é incorreto afirmar:
Quanto ao material de testagem devem ser atendidas a qualidade do teste e a pertinência do teste;
A padronização da aplicação dos testes implica na observância de: procedimentos de aplicação, direito do testando, controle dos vieses do aplicador e normas na divulgação dos resultados;
Na administração dos testes quanto às condições psicológicas é preciso atender a que o testando esteja em condições normais de saúde física e psicológica, pois somente nesse estado o sujeito pode ser avaliado;
O psicólogo, aplicador dos testes, deve atender aos requisitos: conhecimento, aparência e comportamento durante a testagem;
Na administração dos testes é importante que o testando compreenda exatamente a tarefa a executar; o aplicador deve responder a todas as questões referentes à compreensão da tarefa, sem dar dicas de solução para as próprias questões do teste.
Quanto à aplicação de instrumentos de avaliação psicológica, no que se refere à adequação do ambiente em que se ocorrerá a aplicação, será considerado um ambiente minimamente adequado o que possuir, EXCETO:
O ambiente deve estar bem iluminado por luz natural ou artificial fria, evitando-se sombras ou ofuscamento.
As condições de ventilação devem ser adequadas à situação de teste, considerando-se as peculiaridades regionais do país.
A manutenção de uma higienização adequada somente na sala de testes e sanitários.
As salas de teste devem ter isolamento acústico, de forma a evitar interferência ou interrupção na execução das tarefas dos candidatos.
O ambiente físico de uma sala de atendimento individual deve ter, no mínimo, as dimensões de quatro metros quadrados (2,0m x 2,0m).
Considerando a Resolução CFP nº. 002/2003, em seu Art 5º: são requisitos mínimos obrigatórios para os instrumentos de avaliação psicológica classificados como “testes projetivos”. Alguns desses requisitos, entre outros são, EXCETO:
Apresentação da fundamentação teórica do instrumento com especial ênfase na definição do constructo a ser avaliado e dos possíveis propósitos do instrumento e os contextos principais para os quais ele foi desenvolvido.
Apresentação clara dos procedimentos de aplicação e correção e das condições, nas quais o teste deve ser aplicado para garantir a uniformidade dos procedimentos envolvidos na sua aplicação.
Apresentação de evidências empíricas de validade e precisão das interpretações propostas para os escores dos testes, com justificativas para os procedimentos específicos adotados na investigação, com especial ênfase na precisão de avaliadores, quando o processo de correção for complexo.
Apresentação do sistema de correção e interpretação dos escores, explicitando a lógica que fundamenta o procedimento, em função do sistema de interpretação adotado, que pode ser:
I. Referenciada à norma, devendo, nesse caso, relatar as características da amostra de padronização de maneira clara e exaustiva, preferencialmente comparando com estimativas nacionais, possibilitando o julgamento do nível de representatividade do grupo de referência usado para a transformação dos escores.
II. Diferente da interpretação referenciada à norma, devendo, nesse caso, explicitar o embasamento teórico e justificar a lógica do procedimento de interpretação utilizado.
Apresentação e compilação das informações sobre os testes em um manual de orientação, que defina aos profissionais a aplicação dos testes e informe sobre os meios indicados para sua obtenção.
O pensamento clínico, em diagnóstico da personalidade, é discutido por Walter Trinca em suas obras. Considerando as formulações desse autor, é INCORRETO afirmar que:
Para o diagnóstico da personalidade, existem testes que, aplicados e avaliados isoladamente, podem ser considerados não como partes, mas como todo o processo de diagnóstico em psicologia clínica.
É proveitoso estudar o diagnóstico psicológico sob o enfoque das modalidades de pensamentos clínicos, porque permite considerá-los através do ângulo científico.
A ampliação das concepções sobre o diagnóstico psicológico depende da percepção e da inclusão dos diferentes modos como ele é realizado.
Tanto os testes psicológicos quanto outros instrumentos semiológicos estão a serviço do pensamento clínico e somente têm sentido dentro do contexto e das peculiaridades de cada forma de pensar.
O diagnóstico da personalidade deve ser realizado, obrigatoriamente, no contexto de relações significativas estruturantes.
O Inventário Multifásico Minnesota de Personalidade (MMPI) possui escalas ou indicadores formais de validade que são representados pelas seguintes iniciais:
L; F; K
L; D; K
K; F; D
L; F; D
F; K; V
O teste considerado como expressivo de personalidade, que está dentre os aprovados pelo CFP e que foi introduzido no Brasil por Agostinho Minicucci é o teste:
São exemplos de testes de personalidade:
G.36, D.48, Pfister e CIA.
Raven, PMK, Wartegg e INV.
Zulliger, TAT, Pfister e PMK.
Wartegg, Figura Humana, Raven e G.36.
Raven, D.48, INV e Árvore.
nstrução/aplicação.
fundamentação teórica/validade.
aplicação /
construção/escore.
elaboração/interpretação.
Segundo Vica Shentoub, são indícios de emergência de processos primários no TAT:
Um jovem de 18 anos tem se mostrado esquivo, fecha-se em seu quarto por dias seguidos e, eventualmente, diz ver coisas que ninguém mais vê. O psicólogo, suspeitando de uma psicose, aplica o teste da casa-árvore-pessoa (HTP) como primeira técnica do psicodiagnóstico. O dado que reforçaria a hipótese levantada pelo psicólogo é
telhado grande na casa.
cabeça separada do pescoço na figura humana.
ausência de copa na árvore.
ausência de mãos na figura humana.
porta pequena na casa.
Jurema A. Cunha (1989) cita Ocampo (1981) lembrando-nos da ansiedade despertada por alguns testes em função de seu conteúdo e objetivos. Ao organizar uma bateria, que tipo de teste deve ser utilizado visando à mobilização de menor ansiedade?
Um teste gráfico.
Um teste de inteligência.
Um teste de inteligência.
Um teste projetivo.
Submetido ao WISC, um garoto de 16 anos apresentou desvios negativos significativos apenas nos subtestes Aritmética, Números e Código. Esse dado aponta para o diagnóstico de déficit de
habilidades verbais.