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É proibida a matança em comum de animais que no ato da inspeção “ante-mortem”, sejam suspeitos das seguintes zoonoses:
Babesioses e Brucelose.
Carbúnculo hemático e sintomático.
Tétano e Gangrena Gasosa.
Brucelose e Tuberculose.
Todas as alternativas estão corretas.
O abate humanitário pode ser definido como o conjunto de procedimentos técnicos e científicos que garantem o bem-estar dos animais, desde o embarque na propriedade rural até a operação de sangria no matadouro-frigorífico.
A afirmação está errada.
A afirmação está correta.
No território brasileiro, não é obrigatório à utilização de técnicas que garantam o bem-estar animal.
A afirmação acima serve somente para bovinos; não há necessidade de técnicas que zelam pelo bem-estar dos suínos.
Sobre o procedimento de abate de bovinos, suínos e frangos em matadouros-frigoríficos brasileiros, é CORRETO afirmar:
Somente bovinos devem ser insensibilizados antes da sangria. Frangos e suínos não devem ser insensibilizados antes da sangria.
Bovinos, suínos e frangos devem ser insensibilizados antes da sangria.
Somente frangos devem ser insensibilizados antes da sangria. Bovinos e suínos não devem ser insensibilizados antes da sangria.
O procedimento de insensibilização é opcional para bovinos, suínos e frangos.
Tendo em vista que, durante o abate, a matança de emergência é o sacrifício imediato de animais apresentando condições que indiquem esta providência, assinale abaixo a alternativa que representa uma destas condições:
Animais com fraturas.
Fêmeas que abortaram.
Animais com febre aftosa.
Animais caquéticos.
Animais com tuberculose.
Na inspeção ante mortem, nenhuma anormalidade foi observada. Na inspeção post mortem, constataram-se lesões características de febre aftosa nas patas. O animal encontrava-se em bom estado nutricional e de engorda. A sequência julgamento/destino adequada para a carcaça será
rejeição total/graxaria.
rejeição parcial/esterilização pelo calor (comércio interno).
aproveitamento condicional/esterilização pelo calor (comércio externo).
não apreensão/liberação para o consumo in natura após 24 horas de resfriamento (comércio interno).
aproveitamento condicional/cozimento, após maturação e desossa (comércio interno).
Sobre as instalações e equipamento relacionados com a técnica da inspeção “ANTE-MORTEM” e “POST-MORTEM”, quanto à rampa de acesso a matança é correto afirmar:
Da mesma largura do banheiro de aspersão, provida de canaletas transversal-oblíquas para evitar que a água escorrida dos animais retorne ao local do banho, e de paredes de alvenaria de 2m (dois metros) de altura, revestidas de cimento liso e completamente abertas.
O seu aclive deve ser de 40 a 50% (quarenta a cinquenta por cento), no máximo.
Necessita de porteiras tipo guilhotina ou similar, a fim de separar os animais em lotes e impedir a sua volta.
O piso, construído de madeira ou de paralelepípedos rejuntados, que permite fácil limpeza e evita o escorregamento dos animais.
Sua capacidade deve ser de 10% (dez por cento) da capacidade horária da sala de matança. As paredes, afunilando-se, terão uma deflexão máxima de 90º (noventa graus).
Sobre as instalações e equipamento relacionados com a técnica da inspeção “ANTE-MORTEM” e “POST-MORTEM”, os Currais de Chegada e seleção: destinam-se ao recebimento e apartação do gado para a formação dos lotes, de conformidade com o sexo, idade e categoria. Devem apresentar os seguintes requisitos:
Área nunca inferior a dos currais de matança.
Facilidades para o desembarque e o recebimento dos animais, possuindo rampa suave (declive máximo de 25 graus), construída em concreto-armado, com antiderrapantes.
Iluminação adequada (5 watts p/m2 );
Água para lavagem do piso, distribuída por encanamento aéreo, com pressão mínima de 3 atm (três atmosferas) e mangueiras de engate rápido, para seu emprego.
Todas as alternativas estão corretas.
Após a insensibilização e sangria em bovinos, tem-se, sequencialmente:
evisceração, esfola, serragem da carcaça, pesagem, toalete, lavagem e carimbagem das meias-carcaças.
esfola, evisceração, pesagem e serragem da carcaça, toalete, lavagem e carimbagem das meias-carcaças.
evisceração, lavagem da carcaça, toalete, esfola, serragem da carcaça, carimbagem e pesagem das meias-carcaças.
evisceração, pesagem e lavagem das carcaças, esfola, toalete, serragem e carimbagem das carcaças.
esfola, evisceração, serragem da carcaça, toalete das meias-carcaças, pesagem, lavagem e carimbagem das meias-carcaças.
Em matadouro sob Inspeção Federal, é proibida a matança de animais que:
apresentem sintomas de paralisia “post-partum”.
sejam suspeitos de babesioses na inspeção “ante-mortem”.
apresentem sintomas de “doença de transportes”.
estejam com hipotermia.
sejam atingidos por anasarca com edema extenso.
Matança de emergência é o sacrifício de animais apresentando condições que indiquem essa providência. É considerada uma matança de emergência MEDIATA, quando o animal apresenta:
tuberculose.
decúbito forçado.
fratura dos membros.
contusão localizada.
contusão generalizada.
Em matadouro sob Inspeção Federal, são condenados os bovinos que sejam:
suspeitos de Carbúnculo hemático.
caquéticos.
acometidos de enfermidade que torne a carne imprópria para o consumo.
castrados.
portadores de temperatura retal igual ou superior a 40,5ºC.
Em um abatedouro frigorífico uma carcaça apresentou-se fermentada (carne febril). Conforme o RIISPOA, em seu artigo 171, o procedimento sanitário para carnes fermentadas é:
condenadas as carcaças de animais que apresentem alterações musculares acentuadas e difusas, bem como quando exista degenerescência do miocárdio, fígado, rins ou reação do sistema linfático, acompanhada de alterações musculares.
são condenadas as carcaças em início de processo putrefativo, ainda que em área muito limitada.
são condenadas quando o processo coexista com lesões inflamatórias de origem gástrica ou intestinal e, principalmente, quando se tratar de vitelos, suínos e equídeos.
todas as alternativas estão corretas.
Abate de animais com gestação adiantada, parto recente e fetos, devem ser destinadas à esterilização, desde que não haja evidência de infecção, onde:
os fetos serão condenados.
a fim de atender hábitos regionais, a Inspeção Federal pode autorizar a venda de fetos bovinos, desde que demonstrem desenvolvimento superior a 7 (sete) meses, procedam de vacas sãs e apresentem bom estado sanitário.
é proibida a estocagem de fetos, bem como o emprego de sua carne na elaboração de embutidos e enlatados; e, quando houver aproveitamento de couros de fetos, sua retirada deve ser feita na graxaria.
todas as alternativas estão corretas.