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O exame das fraturas é realizado na linha B da inspeção do abate de aves.
A serragem de peito representa um PCC 2, que apresenta o risco de se promover a perfuração do rúmen e a conseqüente contaminação da carcaça.
A oclusão do reto é um PCC 2 devido ao risco de provocar contaminação da carcaça por fezes no momento da evisceração.
No que diz respeito aos cortes da carne bovina, destinados ao consumo, o
quarto dianteiro é subdividido em duas peças: paleta e dianteiro sem paleta
traseiro serrote contém a ponta de agulha, que é composta das costelas do traseiro, vazio, bife do vazio, fralda e diafragma.
quarto traseiro é dividido em acém e ponta de agulha.
dianteiro sem paleta compreende: pescoço, costela do dianteiro e peito.
serrote compreende a ponta de agulha, o vazio, o diafragma e o colchão.
O controle de abate, atendendo as disposições do "Plano de abate de Gado Bovino", obedece, particularmente, às restrições relativas ao abate de
novilhas precoces
novilhas.
animais de elevado preço comercial.
animais P.O.
novilhas com até dois anos.
A carne bovina desossada deve ser transportada, embalada e devidamente rotulada.
A eletronarcose é adequada na insensibilização de suínos.
O dióxido de carbono (CO2) é um dos melhores métodos na insensibilização de algumas espécies de animais.
Carcaças com icterícia devem ser condenadas totalmente.
A conversa entre empregados durante os trabalhos de inspeção deve ser estimulada para fugir da rotina enfadonha.
Sempre que um empregado, bem como o médico veterinário responsável pela inspeção, entrar em uma indústria, ele deve lavar as botas e as mãos. Após a lavagem das mãos, o mergulho das mesmas em solução desinfetante é dispensável.
Na esvisceração em abatedouro-frigorífico de bovinos, os procedimentos que requerem cuidados são as oclusões de reto e esôfago, devendo-se evitar a perfuração desses órgãos devido à alta carga microbiana neles existente.
Em geral, carcaças e vísceras que se apresentem caquéticas na inspeção final, desde que apresentando coloração normal, podem ser aproveitadas para o consumo humano.
De acordo com a Portaria número 711, de 01/11/1995, que aprova as normas técnicas de instalações e equipamentos para o abate e industrialização de suínos, é correto afirmar que a sala de matança deverá apresentar:
pé-direito de no máximo 3m;
área mínima calculada em 3,5 m2 /
zona suja e zona limpa contínuas e sem separação;
altura máxima do trilhamento de 2,5m;
ralos simples.
A higienização das mãos dos operadores de um abatedouro-frigorífico deve ser realizada continuamente entre um procedimento e outro, para evitar a contaminação cruzada.
Vísceras contaminadas por fezes devem ser lavadas com água clorada e posteriormente liberadas.
Se uma carcaça cair no piso de uma área limpa, caso seja recolhida imediatamente, ela poderá ser lavada em água hiperclorada corrente e depois liberada.
As vísceras contaminadas com fezes devem ser condenadas.