

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
A lacuna sobre o entendimento da dança na escola vai além da sua incompreensão como disciplina, pois engloba o que se entende pelo ato de dançar. A autora afirma que o ato de dançar presume o conceito de corpo e de como ele é visto pelas próprias pessoas. Na escola, há uma série de dualismos sobre arquétipos, incluindo a separação corpo x mente. Nesse sentido, é correto afirmar que o(a):
ciência moderna (do século XV ao início do século XX) traz uma visão diferente da visão dualista do século XXI e prega a união entre corpo e mente, investigando os fenômenos de forma integrada; a dança era mais valorizada
corpo, quando compreendido no dualismo, é percebido em sua integralidade, que pensa fazendo e faz pensando, e a recusa da dissociação entre mente e corpo é característica desse dualismo; a dança marca presença, sendo adotada nas práticas escolares
dualismo corpo/mente consolida que trabalhar a mente é muito mais importante do que trabalhar o corpo; a dança é historicamente vista como uma atividade que trabalha no relaxamento do corpo para melhor performance da mente, ou seja, serve como atividade recreativa
desenvolvimento da tecnologia, especialmente da era moderna até a contemporaneidade, ajudou na construção do pensamento do homem para a técnica, juntamente com o desenvolvimento de sua sensibilidade, centrando-o no trabalho técnico; esse dualismo permite à dança ser legitimada socialmente
Os estudos de Laban fornecem bases e ferramentas para pensar o corpo em movimento na dança. Os princípios básicos do movimento compreendem o corpo, as qualidades, o espaço e o relacionamento. Segundo o autor, esses princípios se definem, respectivamente, como:
onde se posiciona / como se posiciona tecnicamente / aquilo que posiciona / o que posiciona
o que desestrutura / como se estrutura tecnicamente / onde se estrutura / quem estrutura
o que se move / como se move /
onde se posiciona / quem move / como se estrutura / o que isola
A institucionalização da dança no Brasil ocorreu no Rio de Janeiro, com o balé clássico, e se estendeu para outras capitais. O Balé Klauss Viana foi fundado em:
Os PCN e a LDB têm como objetivo para o ensino de dança na escola, respectivamente:
indicar um modelo hermético para que professores atuem com as especificidades da dança nas escolas de modo que os temas transversais sejam contemplados nas aulas / propor metodologias de ensino da arte na escola
constituir uma lei que torna obrigatório o ensino da dança na escola / instrumentalizar, capacitar e formar professores, para que aqueles que não têm formação específica nas diferentes linguagens artísticas possam atuar de maneira legítima
definir metodologia de ensino-aprendizagem como orientação pedagógica para que professores que, porventura desconheçam as especificidades da dança como área autônoma de conhecimento, possam atuar em sala de aula / orientar e direcionar o trabalho dos professores de arte na escola
orientar os professores na reflexão sobre a natureza do conhecimento artístico e na delimitação do espaço que a área de arte pode ocupar no ensino fundamental, a partir de uma investigação do fenômeno artístico e de como se ensina e se aprende arte / instituir o ensino da arte, especialmente em suas expressões regionais, como componente curricular obrigatório da educação básica
Em dança, o estudo da força que impulsiona o movimento relacionando o indivíduo com seu próprio corpo, com o outro e com seu entorno, amplia o leque de possibilidades expressivas e criativas por meio do movimento, é chamado de:
Espaço-forma.
Movimento liberal.
Dinâmica.
Ritmo.
Isabel Marques (2012) aponta para a relação entre corpo, dança e etnia, que acaba criando generalizações e preconceitos, comuns no pensar e falar dos professores de dança, ao apresentar conclusões como “brancos são bons para danças clássica, moderna e contemporânea”, “negros e mestiços são aptos para danças populares brasileiras”, entre outros comentários. Para a autora,
as relações étnicas foram constituídas historicamente e devem ser debatidas de forma sistemática fora do contexto da sala de aula e da eleição de conteúdos no universo da linguagem da dança.
a questão das relações étnicas no contexto brasileiro é histórica e ainda não resolvida, sendo, no entanto, um dever discuti-la nos planos de aula das disciplinas de História e Geografia.
apesar da consideração de que sejam comentários e concepções generalizantes e preconceituosas, há de fato a comprovação das diferenças corporais que devem ser matizadas e respeitadas.
a questão não deve ser discutida no âmbito escolar, mas em um campo mais amplo dos direitos civis e do debate jurídico, que garantiria a igualdade entre os diferentes do ponto de vista legal.
essas relações devem ser problematizadas e contextualizadas geográfica e historicamente, estudando a formação desses preconceitos possibilitando que, por meio da dança, as relações entre etnias sejam de equidade e cooperação.
Uma pedagogia da dança que entende a vivência corporal como experiência sentida e criadora, ou seja, em que o fazer busca simultaneamente a descoberta, remete ao conceito de:
experienciação
compreensão
motivação
imitação
Segundo os estudos contemporâneos no ensino de Dança, a relação da Dança com a deficiência é um extraordinário campo, por meio do qual podem ser exploradas as construções sobrepostas de:
Instrumento de criação coletiva e subjetividade.
Produto cultural, leitura estética e limite espacial.
Objeto cênico de expressão e comunicação humana.
Manifestação individual e elemento de intervenção plástica.
Habilidade física do corpo, subjetividade e visibilidade cultural.
Em oposição a uma considerável produção realizada, ainda hoje, poucas são as iniciativas que registram os fazeres artísticos piauienses em livros e/ou outras publicações, o que influencia na própria memória e patrimônio cultural do estado. Referente às bibliografias que registram os fazeres em Dança no Piauí, uma publicação tornou-se referência ao detalhar o funcionamento de uma companhia de dança profissional, o livro “Ousadia: 20 anos de história do Balé da Cidade de Teresina” (2014), de autoria de
Andreia Barreto e Luzia Amélia Marques.
DatanIzaká e Janaina Lobo.
Francisca Silva e Carla Fonseca.
Marina Farias e Helly Baptista.
Roberto Freitas e Flavio Brebis.
Oriundo da região amazônica, este tipo de dança é muito popular no estado do Pará. Sua sonoridade musical é de procedência indígena, aos poucos mesclada à cultura africana, com a assimilação das percussões dos negros e elementos dos portugueses, como o estalar dos dedos e as palmas. Originalmente, em tupi, esta expressão significa tambor. Os dançarinos usam um traje típico (tecidos coloridos, longos e com estampas florais) e dançam em círculo. A dança aparenta uma certa sensualidade, por meio do cortejo dos casais. O nome desta dança, que faz parte da cultura popular brasileira, é:
Quadrilha.
Ciranda.
Carimbó.
Baião.
Samba.