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A relação entre a organização e a imprensa pode ser apresentada por meio das seguintes abordagens:
Release, que corresponde aos dados disponibilizados por documentos ou concessão de entrevistas, e Relacionamento, que atende as necessidades de informação dos jornalistas dos veículos de comunicação.
Informação, que corresponde aos dados disponibilizados por documentos ou concessão de entrevistas, Relacionamento, que atende as necessidades de informação dos jornalistas dos veículos de comunicação, e Banco de Dados, que atende ao fornecimento de imagens.
Relacionamento, que atende as necessidades de informação dos jornalistas dos veículos de comunicação, e Banco de Dados, que atende ao fornecimento de imagens.
Informação, que corresponde aos dados disponibilizados por documentos ou concessão de entrevistas, e Relacionamento, que atende as necessidades de informação dos jornalistas dos veículos de comunicação.
Release, que corresponde aos dados disponibilizados por documentos, Relacionamento, que atende as necessidades de informação dos jornalistas dos veículos de comunicação, e Banco de Dados, que atende ao fornecimento de imagens.
Considera-se crise qualquer acontecimento rigoroso e inesperado que desestabilize uma organização e comprometa sua imagem perante o público. A comunicação é imprescindível no gerenciamento de crises, e a organização deve adotar alguns procedimentos, antes e durante a crise, entre eles, APENAS os expostos em:
Eleger porta-voz, orientar a saída dos locais de risco, contatar a imprensa e orientar o pessoal de atendimento ao público.
Prever e identificar possíveis problemas, dispor de porta-voz, agilizar as ações, formar um grupo de crise, produzir um manual de crise, disponibilizar informações para o porta-voz e orientar o pessoal de atendimento ao público.
Prever e identificar possíveis problemas, agilizar as ações com os órgãos públicos, formar um grupo de crise, produzir um manual de crise, disponibilizar informações para o porta-voz e orientar o pessoal de atendimento ao público.
Dispor de porta-voz da diretoria, agilizar as ações, formar um grupo de crise, produzir um manual de crise, disponibilizar informações para o porta-voz e orientar o pessoal de atendimento ao público.
Prever e identificar possíveis problemas, dispor de porta-voz, agilizar as ações, formar um grupo de crise com membros da sociedade, disponibilizar informações para o porta-voz e orientar o pessoal de atendimento ao público.
No serviço de assessoria de imprensa, o Jornalista e a Fonte não são os únicos atores a serem levados em consideração na produção jornalística. Há ainda:
A organização empresarial, que é a produtora e disseminadora da notícia.
A organização de imprensa, que é a produtora e disseminadora da notícia, e a assessoria da organização, que é a emissora de notícias produzidas, organizadas e controladas pelas organizações.
A organização jornalística, que é a produtora e disseminadora da notícia, e a assessoria de imprensa, que é a emissora de notícias produzidas, organizadas e controladas pelas organizações.
A assessoria de imprensa, que é a emissora de notícias produzidas, organizadas e controladas pelas organizações, exclusivamente
A mídia, que é a produtora e disseminadora da notícia, e a imprensa, que é a emissora de notícias produzidas, organizadas e controladas pelas organizações.
Em sua atuação profissional, o assessor de comunicação deve aprender a lidar com a perspectiva de crises que possam afetar a imagem e, consequentemente, negócios e reputação dos responsáveis por empresas ou órgãos públicos que ele representa. Em muitos casos, a simples existência de uma política de gerenciamento de risco não impede a eclosão da crise. Uma vez que ela se instale e seja alvo de investigação da mídia, a seguinte providência deve ser recomendada pelo assessor:
com base em uma análise aprofundada e permanente dos meios de comunicação com relacionamento mais estreito com a organização, identificar as informações que podem ser omitidas para minimizar os impactos de notícias negativas.
reconhecer com rapidez e transparência as falhas cometidas, apontando os meios que serão utilizados para sanar os erros e prevenir sua ocorrência no futuro.
usar a condição de anunciante para convencer os executivos dos veículos de comunicação envolvidos no processo de apuração a orientar seus profissionais para que reduzam a pressão sobre organização.
em situações particularmente tensas, evitar contatos com os jornalistas, limitando as informações a notas oficiais sucintas, distribuídas em papel timbrado da empresa ou órgão público e publicadas como matéria paga.
Prática comum em corporações médias e grandes, a comunicação interna é um instrumento que contribui para informar e cativar os funcionários das empresas, evitando a disseminação prévia de informações por outras fontes ou mesmo pela imprensa. Para tornar eficiente essa política, as assessorias de comunicação desenvolvem as ferramentas abaixo, EXCETO:
house organ.
memorando.
TV corporativa.
intranet.
Quando elaborado com perfeição, além de cumprir os objetivos das assessorias e seus clientes, o release pode ser publicado ou divulgado na íntegra, contribuindo para a produção jornalística dos veículos de comunicação. Dos elementos abaixo, assinale o que NÃO precisa constar obrigatoriamente dos releases.
Hierarquização das informações que devem chegar obrigatoriamente às redações.
Equilíbrio entre o interesse do cliente e a necessidade de apuração dos profissionais de imprensa.
No caso de convocação para evento e entrevistas, o detalhamento com clareza do local, hora e, se for o caso, traje necessários para os jornalistas.
Manifestação de juízos de valores, por meio de adjetivos, que alertem os jornalistas para a importância do fato ou da fonte que a assessoria pretende divulgar.
Com as redes sociais em alta, é comum empresas lidarem com crise no ambiente on-line. São ações que devem ser tomadas quando esse tipo de crise ocorre:
I. Otimizar a engenharia de busca do website para atender o crescente número de procura de informações do público durante a crise.
Il. Levaro público para o ambiente off-line, em que a crise pode ser contornada de maneira mais pessoal.
III. Procurar estabelecer uma comunicação direta entre os stakeholders e a diretoria da empresa, utilizando contas pessoais nas redes sociais.
IV. Aguardar um período de 48 horas do início da crise para verificar a evolução do caso ajuda a tomada de decisões.
Estão corretas apenas:
II e III.
II e IV.
III e IV.
I e III.
São exemplos de ações de comunicação que podem ser desenvolvidas para o público interno, EXCETO:
programas de integração e de reciclagem.
seminários para fixação dos valores de uma organização.
divulgação de relatório anual de desempenho.
eventos culturais e de confraternização.
Entre os instrumentos utilizados por um assessor de imprensa pode-se citar o release, definido como:
uma relação dos assuntos divulgados indexada por veículo, título da matéria e página.
um texto objetivo usado para organizar as informações que estão sendo divulgadas.
um arquivo com cópias de matérias publicadas e enviadas nos meios.
uma lista com nome dos veículos de comunicação, incluindo dados como contato, telefone e e-mail.
Segundo Sampaio (2003), como se denomina a passagem de informação de uma pessoa para outra, especialmente do anunciante para o executivo de atendimento e deste para os demais profissionais envolvidos no processo?
BRIEFING.
CHECK LIST.
Plano de marketing.
Plano de comunicação.
Planejamento de campanha.
Ao preparar uma entrevista coletiva, Ferraretto (2009) sugere que a assessoria de imprensa deva observar alguns cuidados, entre eles:
preparar um relise dirigido e convocar todos os veículos que possam se interessar pelo tema.
convocar repórteres, evitando convidar, também, pauteiros e chefes de reportagem, para que não haja conflito de interesses dentro da redação.
preparar a estrutura da entrevista coletiva à americana, pois na entrevista coletiva organizada de forma simples o entrevistado é mantido distante dos jornalistas.
não permitir ou não facilitar a realização de entrevistas coletivas organizadas de forma espontânea, sem a intervenção direta do assessor de imprensa.
respeitar horários de fechamento da redação e evitar a convocação de coletiva em data simultânea a outro evento relevante que também demande cobertura da imprensa.
Segundo Ferraretto (2009), em relação à conduta ética do assessor de imprensa, pode-se afirmar que o mesmo deverá:
colocar os interesses do assessorado acima dos da sociedade.
utilizar informações da empresa assessorada na produção de matérias jornalísticas para veículos de imprensa em que também trabalhe.
pressionar indivíduos ou instituições para que notícias sobre o seu assessorado sejam publicadas.
manter o compromisso com a verdade e, antes de tudo, com a livre circulação de informações.
sonegar informações importantes a respeito do assessorado, a fim de proteger a sua imagem.
Segundo Wilson da Costa Bueno, no artigo denominado “Publieditoral, a estratégia que afronta a ética” (http://www.comunicacaoempresarial.com.br), “a imprensa brasileira tem, gradativamente, incorporado uma prática danosa, infelizmente muito festejada por agências de comunicação e organizações: o publieditorial”. De forma radical, Bueno afirma que “nessa intenção de lesar o cidadão, não está apenas o anunciante (ou a agência que o representa), mas também o veículo, que se dispõe a ceder a ‘sua cara’ para que o anunciante (que o remunera) se aproprie do seu leitor. Logo, trata-se de um crime duplo, um complô comercial que agride a cidadania e a independência editorial dos meios de comunicação”. A ferramenta de comunicação, muito usual nas assessorias de imprensa, que é tratada por Bueno neste artigo, pode ser definida como o
treinamento dos executivos de forma especializada para que possam conquistar eficiência nas entrevistas aos distintos veículos de comunicação.
conjunto de material promocional, dentre eles, releases e brindes, distribuídos aos veículos de comunicação a fim de conquistar o jornalista e o espaço.
ato, por parte da assessoria de imprensa, de solicitar que as redações enviem as matérias envolvendo a organização assessorada antes da veiculação.
instrumento publicitário veiculado como se fosse uma matéria jornalística do veículo, por isso, elaborado preferencialmente pela assessoria de imprensa.
A influência das estruturas organizacionais no desenvolvimento do trabalho de uma assessoria de imprensa é muito grande.

(Sistemas de Informação. Disponível em: http://sisdinf.blogspot.com.br/2010_05_01_archive.html.)
No caso do organograma que representa uma estrutura funcional burocrática, analise.
I. A assessoria insere-se de forma integrada com total interação entre os profissionais de comunicação e os integrantes dos demais setores da organização.
II. Essa estrutura necessita de uma assessoria altamente especializada, com reserva absoluta aos profissionais de comunicação, mas com atuação geralmente distante dos demais setores.
III. Possui naturalmente uma comunicação que se desenvolve em rede com grande expressividade de forma a viabilizar a construção de uma identidade para a organização, já que perpassa por todas as direções do tecido organizacional.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
I, II e III.
I, somente.
II, somente.
II e III, somente.
A mídia alimenta-se da crise. E há uma tendência, sobretudo nos meios audiovisuais, para que a informação dê lugar à mídia espetáculo”. FORNI, (2002, p. 367-368). Diante do exposto assinale a questão CORRETA.
O efeito no audiovisual é maior porque permite corte de edição, efeitos sonoros e carga dramática.
O impacto no jornal impresso é maior porque é uma edição que pode ser armazenada.
Os portais hoje substituem muito bem o papel da televisão.
O efeito audiovisual é o mesmo que nos outros meios de comunicação.
Nenhuma das respostas anteriores.
Diferentes instrumentos de comunicação são utilizados por assessorias de imprensa com o objetivo de divulgar informações sobre seus clientes. O conjunto informativo composto de textos, artigos, números, fotografias e outros materiais recebe o nome de
fôlder.
mala direta.
press release.
press kit.
apostila.
Todas as organizações, sejam elas públicas, privadas ou do terceiro setor, estão em risco constante de se depararem com um fato gerador de crise intensa de sua imagem. A partir do advento da Internet e suas redes sociais, agravou-se ainda mais esta possibilidade com as ampliações de canais de diálogo e expressão, diretos do público. Na administração de um momento de crise, o assistente de comunicação deve implantar as seguintes ações:
I. Assumir o comando da dinâmica das informações, ofertando respostas aos questionamentos e antecipando a mídia com informações objetivas e verdadeiras.
II. Eleger um único porta-voz que passe credibilidade, tenha treinamento para lidar com a imprensa e conheça profundamente a organização e o problema em questão.
III. Isolar a organização e seus dirigentes do contato com os jornalistas, estabelecendo um relacionamento mediado pelas notas oficiais e comunicados.
IV.Retaliar os autores de matérias ou reportagens, assim como os veículos que divulgarem informações sigilosas que possam dificultar a solução da crise.
As ações que realmente devem ser desenvolvidas em situações de crise são somente
I e II.
III e IV.
I, II e IV.
I, III e IV.
II, III e IV.
Considere a situação em que uma assessoria de comunicação disponibiliza com antecedência o resultado de uma pesquisa para um jornalista com o objetivo de permitir que ele produza o conteúdo da reportagem com mais tranquilidade e maior profundidade. Quando da entrega do material para o jornalista, é combinado que a divulgação das informações somente poderá ser feita no dia seguinte à apresentação oficial dos resultados da pesquisa em uma coletiva de imprensa. Este acordo é definido pelos estudos de produção da notícia a partir de assessoria de imprensa como:
Embargo.
Agendamento de notícia.
Acontecimento programado.
Briefing.
Newspeg.
O follow-up é frequentemente citado como motivo de embaraços entre os profissionais que fazem interação com a imprensa pelas organizações e os jornalistas que atuam nas redações. Assessores de imprensa costumam considerar fundamental sua existência, mas ele pode atrapalhar a produção jornalística e ser motivo de crítica nas redações. Follow-up, neste contexto, pode ser caracterizado como
releases digitais que contêm grande conteúdo de anexos.
acompanhamento da veiculação de conteúdo na mídia e contatos imediatos para garantir resposta rápida a erros.
visitas à redação de assessores e assessorados sem agendamento prévio.
monitoramento, pelo assessor, da produção de uma pauta na redação.
pessoas que se aproveitam do assédio da imprensa a autoridades ou personagem para aparecer nas imagens de TV ou fotografias.
As publicações jornalísticas empresariais buscam, entre outros objetivos, aumentar o conhecimento a respeito da organização. A publicação deste tipo cuja característica é tratar de um tema específico e ser dirigida a um público segmentado, em geral especializado, é
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