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Para Chinem (2003), um press-release de qualidade deve
trazer conteúdos verídicos e valer-se do rigor dos termos técnicos.
apresentar os assuntos sob a ótica da instituição e conter material convencional.
conter entrevista completa e checagem de informações a serem distribuídas com critério entre as editorias.
contribuir para o fortalecimento da imagem institucional e circular o mesmo material entre as diversas editorias nas redações.
subsidiar o trabalho de levantamento de informações do repórter e apresentar informações confiáveis de interesse público.
A Assessoria de Comunicação Social de um órgão público da área da saúde envia releases do tipo padrão para todos os veículos de imprensa cadastrados em sua mailing list. Para celebrar o aniversário de 50 anos do órgão, será lançado um vídeo institucional precedido do discurso do Ministro da Saúde; porém, a Assessoria resolveu dar preferência a uma emissora de televisão e enviou apenas para ela o release do tipo padrão com a expressão “com exclusividade”. Analisando a atitude da Assessoria nesse episódio, conclui-se que ela:
atuou acertadamente, pois a emissora de TV merece preferência;
deveria ter levado a questão para a diretoria de Marketing;
agiu de modo equivocado, pois a informação é de interesse público;
poderia terceirizar a organização do evento a fim de se eximir de quaisquer equívocos;
deveria prever em checklist a prática do rodízio de “exclusividade” a fim de atender todos os veículos de imprensa.
O planejamento da assessoria de imprensa de um órgão público privilegiou a transmissão de informação para os cidadãos a partir de matérias e comunicados no site, “chats” virtuais e publicações impressas, deixando as entrevistas dos ocupantes dos cargos públicos apenas como complemento para esclarecimentos específicos ou atendendo à demanda da população. Nesse caso, o planejamento preocupou-se em aplicar o princípio da:
transparência;
governabilidade;
impessoalidade;
virtualidade;
publicização.
Forni (2013) sugere algumas estratégias para a gestão de crises, entre elas:
responder prontamente à imprensa, mesmo que não se tenha, ainda, as informações suficientes.
proteger a reputação da organização, minimizando ou escondendo as irregularidades praticadas numa crise.
privilegiar a comunicação com o público externo e formadores de opinião, deixando a comunicação com o público interno para um momento propício, após o término da crise.
respeitar o TIMING das informações, principalmente em decorrência da velocidade imposta, atualmente, aos meios de comunicação.
permitir que um funcionário bem intencionado preste declarações sobre a crise, a fim de obter credibilidade da imprensa.
Para estabelecer as estratégias eficientes de comunicação nas empresas, deve‐se
tornar assimétricas a comunicação interna e o marketing institucional.
evitar canais participativos de comunicação inibindo a inovação por parte dos colaboradores.
transmitir informações contraditórias de acordo com o público a que se destinam.
impor os interesses da empresa aos empregados através de programas de treinamento que minimizem as diferenças individuais.
definir os fluxos de comunicação de modo a planejá‐la de maneira sinérgica e integrada, evitando a sobreposição de atividades.
As situações de crise podem ser definidas como acontecimentos que estimulam grande cobertura da imprensa, com prejuízo para a organização.
Frente a esse tipo de situação, o assessor de imprensa deve
deixar a crise seguir seu rumo, sem interferência da organização, pois em breve a imprensa esquecerá o assunto e buscará uma nova crise para noticiar.
evitar o contato com os veículos de imprensa, pois a falta de informações oficiais impedirá novas publicações sobre a crise.
minimizar o fato que desencadeou a crise e distrair os jornalistas com dados acessórios e informações positivas fornecidas exclusivamente pelo presidente da organização.
integrar a força‐tarefa encarregada da comunicação estratégica com os públicos com os quais a empresa se relaciona, buscando colocar a organização como principal fonte de informações.
entrar em contato com o departamento comercial dos veículos de imprensa e oferecer espaço publicitário em troca do silenciamento editorial sobre a crise.
Analise as informações referentes à comunicação interna, segundo KUNSCH, e assinale com V, as alternativas verdadeiras, e com F, as alternativas falsas.
( ) Viabiliza toda a interação possível entre a organização e seus empregados, usando ferramentas da comunicação institucional e até da comunicação mercadológica.
( ) A comunicação interna é uma ferramenta estratégica que compatibiliza dos interesses da empresa, deixando de lado os interesses dos empregados.
( ) Um dos objetivos é transmitir mensagens ambíguas aos públicos da organização com o intuito de testar o conhecimento destes em relação aos valores da empresa.
( ) Criar programas capazes de provocar mudanças comportamentais, sem ter em vista a criação de valores e o cumprimento da missão proposta pela organização.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
V – F – V – V.
V – V – F – F.
V – F – F – F.
F – F – F – V.
F – F – V – V.
Prática – comum entre diversas emissoras de rádio – de apenas reproduzir no ar o noticiário de agências ou de jornais e revistas impressos, sem qualquer trabalho intermediário de apuração ou edição jornalística. No jargão das redações, trata-se de
Gillete Press.
Copy Press.
Copy-Copy.
Recicla Press.
Faxnews.
Jorge Duarte afirma que assessores de imprensa, historicamente, tornaram-se um “efetivo ponto de apoio de repórteres e editores”. Com o decorrer do tempo, esses profissionais passaram a funcionar como um “tipo de extensão das redações”. Conceitualmente, segundo essa acepção, NÃO figuram entre as atribuições de um assessor:
Atuar como intermediário qualificado, aproximando fontes e imprensa.
Abraçar, quando necessário, tarefas de manipulação, persuasão e controle.
Orientar fontes sobre necessidades e vantagens de um relacionamento transparente com a imprensa.
Capacitar fontes para aproveitar da melhor maneira possível as oportunidades oferecidas pelo interesse jornalístico.
Auxiliar jornalistas, ao fornecer informações confiáveis e ao facilitar o acesso às fontes.
Leia com atenção o parágrafo a seguir que reproduz uma conceituação do que seria acontecimento desde o imaginário dos jornalistas:
“Tudo aquilo que irrompe na superfície lisa da história, dentre uma diversidade aleatória de fatos virtuais. Pela sua natureza, o acontecimento situa-se, portanto, algures na escala das probabilidades de ocorrência, sendo tanto mais _______________ quanto menos _______________ for a sua realização. É, por isso, em função da maior ou menor previsibilidade, que um fato adquire o estatuto de acontecimento _______________, do ponto de vista jornalístico” (texto de Adriano Rodrigues, citado por Graça Monteiro, em Jorge Duarte).
As expressões que preenchem corretamente as lacunas, pela ordem, são:
provável – factual – doméstico
imprevisível – provável – pertinente
factual – corriqueiro – inenarrável
dialético – previsível – aleatório
discernível – imponderável – previsível
Roberto Seabra propõe que, no desenho tradicional de uma redação, este profissional funciona como uma espécie de garçom. Se uma redação fosse um restaurante, ele seria aquele que sonda os desejos dos fregueses e passa o pedido à cozinha para que o prato seja bem preparado e oferecido com interesse. Essa definição corresponde ao cargo de
Diretor de redação.
Repórter.
Pauteiro.
Editor.
Redator.
Na comunicação de um assunto relevante, por parte da empresa ou órgão público, que mobilize a atenção e provoque impacto profundo sobre a vida da população, a ação mais eficiente a ser recomendada pelo assessor de comunicação ao cliente é:
convocar uma entrevista coletiva para que a notícia a ser divulgada alcance um público maior e mais diversificado.
publicar a notícia com destaque especial no site da empresa ou órgão público para que ela chegue de maneira uniforme a seus destinatários, sem nenhuma intermediação.
programar uma entrevista exclusiva com jornalista de prestígio e credibilidade reconhecidos no mercado, de modo a garantir a qualidade da divulgação desejada.
recorrer às redes sociais para que a notícia possa atingir maior repercussão, através dos comentários dos internautas.
Analise o fragmento a seguir, relativo a um dos serviços prestados pelas empresas de assessoria de imprensa.
Processo diário de seleção das notícias de interesse do cliente, coletadas em jornais, revistas, sites e outros meios de comunicação, que se constituirão em um relatório para análise do noticiário.
Assinale a alternativa que indica sua denominação.
clipping
follow up
mailing
sinopse
Dentro de uma organização, uma das funções dos processos de comunicação interna é:
formação de base de informações para o gerenciamento.
determinar a execução de atividades.
estimular diálogo e troca de informações.
acompanhar e atender as demandas de mercado.
De acordo com o manual publicado pela Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ, 2007), é função das equipes de assessoria de comunicação
reduzir canais de comunicação internos e externos que divulguem alguns dos valores da organização e suas atividades.
detectar o que é de interesse público e o que pode ser aproveitado como material jornalístico.
evitar a manutenção do relacionamento com os veículos de comunicação.
preparar as fontes de imprensa para que atendam às demandas da equipe de comunicação de forma eficiente e sem pressa.
poupar a sociedade sobre os problemas da organização.
Imprensa, subjetividade e cidadania são temas bem atuais quando se trata da atuação das instituições de comunicação como um lugar que, por dever, deve dar o direito de expressão aos cidadãos no processo de circulação e tomada de decisões. Uma empresa jornalística se expõe permanentemente a avaliações externas que lhe são dirigidas por organizações independentes, criadas mediante formas associativas, tais como associação de leitores, clube de leitores, associação de telespectadores, observatórios, media watchers, SOS, disques etc. Acerca desse assunto, é correto afirmar que tais mecanismos atuariam como
ouvidorias públicas independentes da ouvidoria da própria organização.
organizações da sociedade civil, defendendo a autocensura jornalística.
mediadores do que deve ou não ser noticiado.
reguladores, a fim de estabelecer um canal temporário de feedback.
conselho misto, representativo dos mais variados segmentos da sociedade, a fim de controlar a intermediação.
Cabe ao assessor de imprensa
manter a informação sob o controle de quem as possui.
assumir o papel de porta-voz da Instituição junto à imprensa.
realizar tarefas menos complexas que as dos jornalistas de redação, que passam o dia à procura de notícias.
priorizar as informações que tornam positiva a imagem da Instituição junto aos seus públicos interno e externo.
conhecer as rotinas de trabalho e os fluxos de produção da imprensa, tais como os horários de fechamento.
Ao revisar os fundamentos da reportagem e da entrevista, a partir de diferentes teóricos da comunicação, Nilson Lage elenca uma série de máximas que, socialmente, regulam o procedimento das pessoas envolvidas em uma conversação de boa-fé. Entre essas máximas, NÃO consta:
Faça sua contribuição tão informativa quanto necessária.
Faça sua contribuição de modo a ser relevante
Não diga algo de que você não tenha adequada evidência.
Se não puder dizer algo explicitamente, não se exponha: use uma forma implícita.
Evite a obscuridade, as expressões vagas e ambíguas, a brevidade e a ordenação.
Sobre uma empresa em situação de crise, leia o fragmento a seguir.
“A forma de conduzir o fluxo de informação para a imprensa nos momentos de crise, por exemplo, deve ser urgentemente revista. É preciso que os _____ se conscientizem de que o rumor é muito mais _____ para imagem de uma empresa do que a explicação clara e objetiva de um fato. É _____ acreditar que se calando sobre um assunto de interesse jornalístico a matéria deixará de sair. Se o empresário não fala, _____ falam por ele e ocupam o seu espaço.” (LEIAIF in DIAS, 1998:124)
Assinale a opção cujos termos completam corretamente as lacunas dos fragmento acima.
jornais – adequado – correto – os concorrentes
empresários – danoso – ilusão – outros
assessores – proveitoso – impossível – os jornalistas
jornalistas – prejudicial – aconselhável – os assessores
diretores – interessante – adequado – os especialistas
Assim como qualquer processo administrativo, a comunicação interna deve ser trabalhada de forma planejada, objetivando:
Melhorar a performance de vendas e a aceitação de produtos e serviços.
Motivar e integrar os funcionários com os clientes, direcionando os esforços para o desenvolvimento de novos produtos e de boas práticas de governança.
Integrar funcionários e chefias ao corpo administrativo da organização e proporcionar para os públicos externos maior compreensão sobre a imagem corporativa.
Motivar e integrar o público a qual é direcionada, desenvolvendo um clima favorável entre o público e a organização, contribuindo para a tomada de decisão e a criação de uma boa imagem empresarial.
Desenvolver os processos administrativos e organizacionais entre funcionários e terceirizados.