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Sebastião, servidor público, pratica ato administrativo discricionário. No entanto, após a prática do ato, que, ressalte- se, é válido e em total consonância com o ordenamento jurídico, decide revogá-lo por razões de conveniência e oportunidade. Está correto afirmar que
Sebastião deveria ter anulado o ato e não se utilizado do instituto da revogação.
a revogação não se dá por razões de conveniência e oportunidade, mas sim, por vício contido no ato.
inexiste ato administrativo discricionário, sob pena de uma atuação arbitrária da Administração pública.
o ato administrativo discricionário comporta tanto revogação quanto anulação, esta última desde que haja ilegalidade no mesmo.
o ato administrativo discricionário não admite ser retirado do mundo jurídico, isto é, não comporta revogação, nem anulação.
Acerca dos atos administrativos, assinale a opção correta.
A administração pública pode revogar os atos por ela praticados por motivo de conveniência e oportunidade.
Os atos praticados por concessionários de serviço público, no exercício da concessão, não podem ser considerados atos administrativos, dado que foram produzidos por entes que não integram a estrutura da administração pública.
O silêncio da administração pública importa consentimento tácito.
É vedado o controle da legalidade dos atos administrativos pelo Poder Judiciário.
Estando o alvará concedido à fábrica eivado de nulidades, poderá o órgão ambiental que o concedeu revogá-lo.
Certo
Errado
Servidor público integrante do Poder Executivo estadual editou ato administrativo concedendo a entidade privada sem fins lucrativos permissão de uso de bem público, em caráter precário. Subsequentemente, veio a saber que seu superior hierárquico era desafeto do dirigente da entidade permissionária e, temendo represálias, revogou o ato concessório, apresentando como fundamento da revogação o motivo − falso − de que a Administração necessitava do imóvel para outra finalidade pública. Considerando a situação fática apresentada, o ato de revogação
padece de vício quanto ao motivo, em face da falsidade do pressuposto de fato para a edição do ato.
padece de vício quanto à competência, eis que somente o superior hierárquico poderia revogar o ato vinculado.
é legal, eis que, em se tratando de ato vinculado, é passível a revogação a critério da Administração.
é legal, eis que atos discricionários não estão sujeitos a controle quanto ao motivo ou finalidade.
é ilegal, eis que os atos discricionários não são passíveis de revogação.
Acerca do controle do ato administrativo, tem se que
a anulação ocorre por decisão da Administração ou do Poder Judiciário por ofensa à legalidade.
a anulação ocorre por juízo de conveniência da Administração.
a revogação ocorre na situação em que o ato foi praticado em ofensa à legalidade.
a revogação e a anulação ocorrem exclusivamente por decisão do Poder Judiciário.
Um ato individual só pode ser revogado se não houver gerado direito adquirido para o seu destinatário.
O ato administrativo discricionário pelo qual a Administração extingue um ato válido, por razões de oportunidade e conveniência, é denominado:
Revogação.
Confirmação.
Convalidação.
Permissão.
De acordo com o direito administrativo, a retirada do mundo jurídico de ato válido por motivos de oportunidade e conveniência denomina-se:
encampação.
revogação.
cassação.
anulação.
convalidação.
Tanto os atos discricionários quanto os atos vinculados são passíveis de revogação pela administração pública.
Quanto à retratabilidade, existem atos que a administração pode operar o seu desfazimento, por razões de conveniência e oportunidade, e também há aqueles atos que a administração em determinadas circunstâncias faz cessar seus efeitos. Esses atos são denominados, respectivamente:
anuláveis e suspensíveis.
revogáveis e suspensíveis.
contraditáveis e interditáveis.
contraditáveis e impedidos.
anuláveis e interditáveis.
O direito da administração de revogar os seus atos decai em cinco anos, contados da data em que foram praticados.
Considere as seguintes assertivas:
I. A Administração pública ao revogar um ato administrativo assim o faz com efeitos ex tunc.
II. Mesmo anulado um ato administrativo, o princípio da boa-fé e a teoria da aparência resguardam os efeitos já produzidos em relação aos terceiros de boa-fé.
III. A Administração pública ao convalidar um ato administrativo assim o faz com efeitos ex nunc.
Está correto o que consta em
II, apenas.
I e II, apenas.
I, apenas.
I, II e III.
III, apenas.
Analise as seguintes assertivas a respeito do ato administrativo:
I. Sua formulação não precisa observar o conteúdo de Súmulas Vinculantes, as quais não obrigam a Administração Pública.
II. A imperatividade, como seu maior atributo, é a ele essencial e inerente, sem exceção.
III. Se apresentar defeito sanável, pode ser convalidado pela própria Administração, evidenciada a ausência de lesão ao interesse público ou de prejuízo a terceiros.
IV. Pode ser revogado, por motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos.
Está CORRETO o contido apenas em
I e III.
III e IV.
I e II.
II e III.
II, III e IV.
A Administração Pública pode promover a extinção de ato administrativo discricionário, perfeito e eficaz, fundada unicamente em razões de conveniência e oportunidade, desde que respeite os direitos adquiridos. Nessa hipótese, ocorrerá:
revogação.
convalidação.
caducidade.
conversão.
anulação.
A administração pública não pode revogar os atos administrativos inconvenientes ou inoportunos, unilateralmente, só podendo fazê-lo com o aval do Poder Judiciário.
Com relação aos temas revogação e anulação dos atos administrativos, assinale a afirmativa correta.
Os efeitos da anulação retroagem à data do ato.
A revogação não pode ser anulada.
O Judiciário têm o dever de revogar os atos administrativos ilegais.
Um ato administrativo que já exauriu seus efeitos pode ser revogado.
Somente os atos administrativos vinculados podem ser anulados.
São hipóteses de atos administrativos irrevogáveis, exceto:
Atos vinculados.
Atos que geraram direitos adquiridos.
Atos consumados.
Atos administrativos praticados pelo Poder Judiciário.
Atos, já preclusos, que integrem procedimento.
Assinale a opção correta com relação aos atos administrativos, com base na Lei n.º 9.784/1999, que regula o processo administrativo no âmbito da administração pública federal.
A motivação do ato administrativo deve ser explícita, clara e congruente, não podendo, portanto, consistir em mera declaração de concordância com argumentos e fundamentos constantes de pareceres e decisões anteriores à prática do ato.
O impedimento, como hipótese de incapacidade do sujeito de atuar em processo administrativo, gera uma presunção relativa de incapacidade, razão pela qual o vício fica sanado se não for arguido pelo interessado no momento oportuno.
Elemento do ato administrativo, a competência se exerce pelos órgãos administrativos a que foi atribuída como própria, sendo, portanto, irrenunciável e indelegável, quer pela vontade da administração, quer por acordo com terceiros.
A convalidação do ato administrativo é sempre conduta discricionária, cabendo à administração, diante do caso concreto, verificar o que atende melhor ao interesse público.
A revogação é ato discricionário pelo qual a administração extingue um ato válido, por razões de oportunidade e conveniência; entretanto, não podem ser revogados, entre outros, os atos administrativos que gerem direitos adquiridos.
É modalidade de desfazimento do ato administrativo privativa da Administração, que, em obediência às regras de competência e ao princípio do paralelismo das formas, abrange tão somente o mérito, ou seja, a oportunidade e a conveniência:
revisão.
anulação.
revogação.
saneamento.
convalidação.