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De acordo com o princípio da continuidade dos serviços públicos, se uma pessoa satisfizer às condições legais, ela fará jus à prestação de determinado serviço, sem qualquer distinção de caráter pessoal
É item estranho ao rol de direitos dos usuários de serviços públicos, nos termos da lei geral sobre concessões,
receber serviço adequado.
receber do poder concedente informações para a defesa de interesses individuais ou coletivos.
receber da concessionária informações para a defesa de interesses individuais ou coletivos.
receber o serviço, observados os princípios da universalidade, gratuidade e continuidade.
obter e utilizar o serviço, com liberdade de escolha entre vários prestadores de serviços, quando for o caso, observadas as normas do poder concedente.
A eficiência e a eficácia são objetivos do governo na concessão de rodovias. A diferença entre esses dois atributos é melhor expressa na seguinte alternativa:
eficiência calcula a tarifa, eficácia mede quilometragem;
eficiência e eficácia são para-sinônimos, mas a primeira mede custo unitário e a segunda, custo agregado;
eficiência mede custo, eficácia mede rentabilidade;
eficiência e eficácia não podem ser utilizados para avaliar custos, sendo que eficiência avalia lucro e eficácia apura taxa média de retorno do empreendimento;
a eficiência mede o custo de cada unidade e a eficácia mede a qualidade dos resultados.
As formas permitidas de licitação para concessão pública são tomada de preços e concorrência.
Conforme a lei de regência, essa suspensão do sinal de telecomunicação foi indevida, diante do princípio da continuidade do serviço público.
Serviços públicos são atividades que a lei atribui ao Estado para serem exercidas diretamente ou por meio de delegação, visando à satisfação das necessidades coletivas. Segundo a doutrina majoritária os serviços públicos podem ser próprios, essenciais, não essenciais, gerais ou individuais.
Considerando essa afirmação, assinale a opção INCORRETA.
Serviço público próprio ou propriamente estatal é aquele inerente à idéia de soberania nacional do Estado, como, por exemplo, o serviço judiciário.
A principal diferença entre serviço público essencial e serviço público não essencial é quanto ao sujeito que os exercem. Os não essenciais são, em regra, delegáveis.
Serviços gerais são prestados a toda coletividade, mas seus usuários são sempre determináveis.
O serviço de fornecimento de energia elétrica é um serviço público individual ou singular.
São critérios e normas a serem observados no edital de licitação elaborado pelo poder concedente da concessão de serviço público, EXCETO:
A descrição das condições necessárias à prestação adequada do serviço.
Os direitos e obrigações do poder concedente e da concessionária em relação a alterações e expansões a serem realizadas no futuro, para garantir a continuidade da prestação do serviço.
As condições de liderança da empresa responsável, na hipótese em que for permitida a participação de empresas em consórcio.
O contrato assinado entre o poder concedente e o concessionário para concessão de serviço público.
A indicação de bens reversíveis.
A respeito dos direitos e obrigações dos usuários do serviço público, assinale a opção correta.
O usuário tem direito de receber serviço adequado, desde que esteja pagando antecipada e especifica mente pelo referido serviço.
É obrigação dos usuários dos serviços públicos contribuir para a permanência das boas condições dos bens públicos por meio dos quais lhes são prestados os serviços.
O usuário poderá solicitar ao poder concedente e às concessionárias informações para a defesa de interesses individuais ou coletivos, cabendo ao Poder Executivo decidir se concederá ou não as informações.
É dever do usuário levar ao conhecimento do Poder Público irregularidades de que tenha conhecimento, referentes ao serviço prestado, sendo co-responsabilizado em caso de omissão.
Sobre o tema Concessão de Serviços Públicos, considere as seguintes assertivas.
I – O poder concedente pode intervir na concessão para assegurar a continuidade do serviço e apurar irregularidades, sem prejuízo do caráter punitivo da intervenção.
II –A anulação do contrato de concessão é decretada em razão da ocorrência de fato superveniente à celebração do contrato, cabendo a reversão dos bens do concessionário para o patrimônio do concedente mediante encampação.
III – O edital de licitação pode prever a possibilidade de o concessionário receber receitas alternativas com a finalidade de favorecer a modicidade da tarifa.
IV – A extinção da concessão por ato do poder concedente em virtude do inadimplemento contratual do concessionário é denominada caducidade.
V –O estatuto de concessões define serviço adequado como aquele que satisfaz as condições de regularidade, continuidade, eficiência, segurança, atualidade, generalidade, cortesia na sua prestação e modicidade das tarifas.
São falsas:
apenas uma assertiva;
apenas duas assertivas;
apenas três assertivas;
apenas quatro assertivas;
todas as assertivas.
O mandado de injunção é uma forma de controle social, à medida que a omissão da autoridade na regulamentação de determinada matéria torne inviável o exercício das prerrogativas da cidadania.
Sobre a extinção da concessão de serviço público, marque a afirmativa INCORRETA:
A encampação da concessão materializa-se por ato incondicionado do Poder Concedente, motivado pelo poder discricionário.
A extinção da concessão por advento do tempo do contrato pode gerar ao Poder Concedente o dever de indenizar o concessionário pelos bens não amortizados.
A caducidade é hipótese de extinção da concessão por descumprimento de cláusulas por parte do concessionário.
Em qualquer das hipóteses de extinção da concessão, o Poder Concedente assume o serviço e recebe do concessionário todos os bens vinculados à prestação do serviço.
Se o Estado puder atuar na esfera econômica sob configuração empresarial, nem por isso tais atividades serão caracterizadas como se fossem serviços públicos.
Com relação a formas de delegação de serviços públicos, é correto afirmar:
Os chamados consórcios públicos ou administrativos consistem em acordos firmados entre pessoas jurídicas políticas ou entre pessoa jurídica política e entidade privada, com vistas ao fomento de atividade privada caracterizada como serviço público.
Dos convênios decorre, por força de lei, a constituição de nova pessoa jurídica, responsável pela execução do serviço público, podendo revestir-se de personalidade jurídica de direito público ou de direito privado.
A transferência da execução de um serviço público de uma entidade ministerial para uma autarquia constitui mera redistribuição interna de funções entre os vários órgãos da Administração Direta e não uma forma de delegação de serviço público.
Nas concessões de serviço público (concessões comuns), a modalidade licitatória adequada é a concorrência.
Considera-se caducidade a retomada do serviço pelo poder concedente durante o prazo de concessão, por motivo de interesse público, mediante lei autorizativa específica e após prévio pagamento da indenização.
Seria viável a realização de uma parceria público-privada que tivesse como objeto o fornecimento de mão-de-obra no valor de R$ 25.000.000,00 por um período de, no máximo, 4 anos.
A prestação de serviços públicos é incumbência do Estado, que pode executá-los diretamente (por meio dos próprios órgãos que compõem a administração pública centralizada) ou indiretamente, por meio de concessão ou permissão, ou de pessoas jurídicas por ele criadas com essa finalidade.
A autorização de serviço público é uma forma de delegação de prestação que não exige licitação nem depende de celebração de contrato.