

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Daniela, muito amiga de Carlos, resolveu incrementar à sua renda mensal com uma pequena produção de doces e tortas salgadas, e buscou apoio na cafeteria de seu amigo para que as vendas tivessem início. Assim, estipulou com ele que o valor da fatia de bolo seria R$ 5,00 (cinco reais) e o valor da fatia da torta, R$ 8,00 (oito reais), combinando que ao final de cada dia iria levantar o valor junto ao financeiro da cafeteria para, também, fazer a reposição dos produtos para que estivessem sempre fresquinhos para os clientes. Porém, tempos depois, Daniela descobre que Carlos estava vendendo o pedaço de bolo por R$ 8,00 (oito reais) e o de torta salgada, R$ 10,00 (dez reais).
Acerca da situação acima, assinale a opção correta:
Carlos deverá pagar para Daniela o valor integral das mercadorias deixadas pela amiga, qual seja o de R$ 8,00 (oito reais) pela fatia de bolo e R$ 10,00 (dez reais) pela fatia da torta, uma vez que aquele tem a obrigação de pagar os valores pelos quais os bens foram vendidos;
Carlos deverá pagar para Daniela o valor de R$ 5,00 (cinco reais) pela fatia de bolo e de R$ 8,00 (oito reais) pela fatia de torta, uma vez que o contrato é estimatório, e caso não venda tudo, Carlos deverá devolver o restante para Daniela;
Carlos pode ficar com a metade do valor que vendeu os produtos, devendo devolver o restante para Daniela;
Daniela pode cobrar de seu amigo Carlos a devolução total dos produtos ou o valor pelo qual ele estava vendendo a fatia.
Sobre as obrigações alternativas, conforme dispõe o Código Civil de 2002, assinale a alternativa INCORRETA:
Nas obrigações alternativas, a escolha cabe ao credor, se outra coisa não se estipulou.
Quando a obrigação for de prestações periódicas, a faculdade de opção poderá ser exercida em cada período.
Se o título deferir a opção a terceiro, e este não quiser, ou não puder exercê-la, caberá ao juiz a escolha se não houver acordo entre as partes.
Se, por culpa do devedor, não se puder cumprir nenhuma das prestações, não competindo ao credor a escolha, ficará aquele obrigado a pagar o valor da que por último se impossibilitou, mais as perdas e danos que o caso determinar.
Quando a escolha couber ao credor e uma das prestações tornar-se impossível por culpa do devedor, o credor terá direito de exigir a prestação subsistente ou o valor da outra, com perdas e danos; se, por culpa do devedor, ambas as prestações se tornarem inexequíveis, poderá o credor reclamar o valor de qualquer das duas, além da indenização por perdas e danos
Acerca da responsabilidade civil no Direito Brasileiro, aponte a assertiva errada:
Os bens do responsável pela ofensa ou violação do direito de outrem ficam sujeitos à reparação do dano causado; e, se a ofensa tiver mais de um autor, todos responderão solidariamente pela reparação.
Os juros moratórios fluem desde a citação, em caso de responsabilidade extracontratual.
A responsabilidade civil é independente da criminal, não se podendo questionar mais sobre a existência do fato, ou sobre quem seja o seu autor, quando estas questões se acharem decididas no juízo criminal.
O direito de exigir reparação e a obrigação de prestá-la transmitem-se com a herança.
O credor que demandar o devedor antes de vencida a dívida, fora dos casos em que a lei o permita, ficará obrigado a esperar o tempo que faltava para o vencimento, a descontar os juros correspondentes, embora estipulados, e a pagar as custas em dobro,
Assinale a alternativa que traz corretamente um entendimento sumulado do STJ.
Na execução de crédito relativo a cotas condominiais, este tem preferência sobre o hipotecário.
A embriaguez do segurado exime a seguradora do pagamento da indenização prevista em contrato de seguro de vida.
A fiança prestada sem autorização de um dos cônjuges implica a ineficácia parcial da garantia.
A falta de registro do compromisso de compra e venda de imóvel dispensa a prévia interpelação para constituir em mora o devedor.
A simples devolução indevida de cheque não caracteriza dano moral.
Alcebíades encomendou a Jeremias um celular modelo X, pagando-lhe antecipadamente. Dias depois, Jeremias procurou Alcebíades, para ofertar-lhe, em substituição ao modelo X, um aparelho de celular modelo Y. Alcebíades resignou-se e aceitou o telefone ofertado no lugar do devido. Entretanto, pouco depois, foi abordado pela polícia, que apreendeu o celular recebido, pois o aparelho tinha sido roubado por Jeremias. Diante disso, Alcebíades pode exigir de Jeremias:
somente perdas e danos;
um celular do modelo Y;
um celular do modelo X;
o equivalente pecuniário de um celular do modelo Y;
o equivalente pecuniário de um celular do modelo X.
Quando o devedor contrai com o credor nova dívida, com o nítido intuito de extinguir e substituir a anterior, ocorre:
Sub-rogação.
Compensação.
Novação.
Dação em pagamento.
Imputação em pagamento.
Jocevaldo celebra contrato de compra e venda de um automóvel com Quitéria. Quitéria é a compradora e faz depósito bancário da quantia integral do bem em favor de Jocevaldo, que combina com ela a entrega do bem em 15 dias depois de efetivada a operação bancária. Todavia, o automóvel sofreu deterioração antes da entrega por Jocevaldo.
Com relação ao assunto, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas:
( ) Não sendo o devedor o culpado pela deterioração, poderá o credor resolver a obrigação, ou aceitar a coisa, abatido de seu preço o valor que perdeu.
( ) Sendo culpado o devedor pela deterioração, poderá o credor exigir o equivalente, ou aceitar a coisa no estado em que se acha, com direito a reclamar, em um ou em outro caso, indenização das perdas e danos.
( ) O credor fica obrigado a aceitar o bem no estado em que ele se encontra, ainda que culpado o devedor.
( ) Independentemente de culpa, o devedor deve indenizar o credor.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
V – V – F – F.
V – F – V – F.
F – V – F – V.
V – F – V – V.
F – V – V – F.
Pedro tem uma dívida líquida, certa e vencida com Carlos, que reside em lugar incerto. Maria, amiga de Pedro e terceira não interessada na relação jurídica de Pedro e Carlos, resolveu efetuar o pagamento da dívida. Como Maria não localizou Carlos, ela efetuou depósito judicial em nome e à conta de Pedro, que não se opôs e, assim, a dívida foi extinta.
Considerando o disposto no Código Civil, Maria procedeu a um(a)
A multa estipulada em contrato que tenha por objeto evitar o inadimplemento da obrigação principal é denominada
Por conta de mútuo oneroso, João devia a Teresa a importância de cem mil reais. No intuito de ajudar o amigo em dificuldade, Leopoldo assumiu para si a obrigação de João, para o que houve expressa anuência de Teresa. Nesse caso,
João ficará exonerado da dívida, salvo se Leopoldo, ao tempo da assunção, fosse insolvente e Teresa ignorasse essa sua condição.
Leopoldo poderá opor a Teresa as exceções pessoais que competiam a João.
se a substituição do devedor vier a ser anulada, restaura-se o débito de João, sem nenhuma garantia, independentemente de quem a tenha prestado.
preservam-se as garantias especiais originariamente dadas a Teresa por João, independentemente do assentimento dele.
João responderá apenas pela metade da dívida, ainda que Leopoldo não cumpra a obrigação assumida perante Teresa.
Em Direito Civil, no âmbito das obrigações, tem-se que podem ser solidárias ou subsidiárias. Quanto às obrigações solidárias, é incorreto afirmar:
O herdeiro do credor solidário tem o direito de exigir a receber somente o correspondente ao seu quinhão hereditário, salvo na hipótese de obrigação indivisível.
Independentemente do resultado do julgamento a um dos credores solidários, os demais credores são alcançados pelos efeitos da decisão.
A solidariedade não se presume, resulta da lei ou da vontade das partes.
O devedor solidário que pagar a dívida por inteiro poderá exigir de cada um dos demais devedores o reembolso do valor correspondente à quota de débito de cada um, presumindo-se iguais as partes de todos os devedores.
Impossibilitando-se a prestação por culpa de um dos devedores solidários, subsiste para todos o encargo de pagar o equivalente; mas pelas perdas e danos só responde o culpado.
Sobre o adimplemento e a extinção da obrigação disposto no Código Civil, em seu Artigo 304, quem poderá efetivar o pagamento para a extinção da dívida, se o credor se opuser, dos meios conducentes à exoneração do devedor?
Será qualquer interessado.
Será somente o devedor.
Será somente quem detiver de procuração.
Será o representante da parte.
Serão somente os nomes que constem em contrato.
Quanto ao direito obrigacional, é correto afirmar que:
não haverá compensação quando as partes por mútuo acordo, a excluírem, ou no caso de renúncia prévia de uma delas.
não haverá compensação quando duas pessoas forem ao mesmo tempo credor e devedor uma da outra
não haverá compensação quando, sendo a mesma pessoa obrigada por várias dívidas compensáveis.
quando a obrigação for de prestações periódicas, a faculdade de opção não poderá ser exercida em cada período.
haverá compensação quando o devedor contrai com o credor nova dívida para extinguir e substituir a anterior.
Caio adquiriu um apartamento diretamente do incorporador, referente a uma incorporação submetida ao regime do patrimônio de afetação. Entretanto, decidiu desfazer o negócio. É correto afirmar que Caio:
tem direito a receber a integralidade do valor pago.
se previsto no contrato, pagará pena convencional de até 25% (vinte e cinco por cento) da quantia paga.
se previsto no contrato, pagará pena convencional não superior a 50% (cinquenta por cento) da quantia paga.
tem direito a receber a integralidade do valor pago, deduzidos os valores decorrentes das despesas do contrato e comissão de corretagem.
tem direito a receber 75% (setenta e cinco por cento) do valor pago, deduzidos os valores decorrentes das despesas do contrato e comissão de corretagem.
O nosso dia a dia é permeado de obrigações, das mais relevantes até aquelas irrelevantes do ponto de vista jurídico. E o Direito Civil pátrio consagra diversas formas de adimplemento e extinção das obrigações, e uma dessas modalida-des de extinção das obrigações é quando um credor aceita receber prestação diversa da que lhe é devida originalmente. A essa modalidade damos o nome de
Dação em pagamento.
Novação.
Imputação.
Compensação.
Confusão.
Sobre a transmissão das obrigações, responda as questões:
I. Salvo estipulação em contrário, o cedente não responde pela solvência do devedor.
II. Independentemente do conhecimento da cessão pelo devedor, pode o cessionário exercer os atos conservatórios do direito cedido.
III. Salvo disposição em contrário, na cessão de um crédito abrangem-se todos os seus acessórios.
Assinale a correta:
Todas as assertivas são falsas.
Apenas a assertiva II é verdadeira.
Todas as assertivas são verdadeiras.
Apenas as assertivas I e II são verdadeiras.
No que concerne ao direito obrigacional brasileiro, assinale a alternativa correta:
É facultado a terceiro assumir a obrigação do devedor, sem o consentimento expresso do credor, ficando exonerado o devedor primitivo, salvo se aquele, ao tempo da assunção, era insolvente e o credor o ignorava.
O terceiro não interessado, que paga a dívida em seu próprio nome, tem direito a reembolsar-se do que pagar, mas não se sub-roga nos direitos do credor.
O pagamento feito de boa-fé ao credor putativo não é válido, ainda que provado depois que não era credor.
O credor é obrigado a receber prestação diversa da que lhe é devida, desde que mais valiosa.
Efetuar-se-á o pagamento no domicílio do credor, salvo se as partes convencionarem diversamente, ou se o contrário resultar da lei, da natureza da obrigação ou das circunstâncias.
É correto afirmar sobre as Obrigações.
Nas obrigações alternativas, se todas as opções perecerem, extingue-se a obrigação.
Extingue-se a obrigação de não fazer, desde que, sem culpa do devedor, se lhe torne impossível abster-se do ato, que se obrigou a não praticar.
Nas obrigações alternativas, cabe ao credor a opção de escolha, se outra coisa não se estipulou.
Nas obrigações alternativas, o perecimento de uma delas obrigará o devedor a restituí-la, caso essa seja a escolha do credor.
Nas obrigações de não fazer, em caso de urgência, poderá ao devedor desfazer ou mandar desfazer a obrigação, independentemente de autorização judicial, ressalvado o direito de regresso.
Sobre as obrigações, assinale a alternativa incorreta com base no Código Civil:
A coisa incerta será indicada, ao menos, pelo gênero e pela quantidade.
Incorre na obrigação de indenizar perdas e danos o devedor que recusar a prestação a ele só imposta, ou só por ele exequível.
Praticado pelo devedor o ato, a cuja abstenção se obrigara, o credor não pode exigir dele que o desfaça.
Extingue-se a obrigação de não fazer, desde que, sem culpa do devedor, se lhe torne impossível abster-se do ato, que se obrigou a não praticar.
Nas obrigações alternativas, a escolha cabe ao devedor, se outra coisa não se estipulou.
Em relação às obrigações de dar coisa certa, é correto afirmar que,
como regra geral, a obrigação de dar coisa certa não abrange os acessórios, salvo se o contrário resultar do título ou das circunstâncias do caso.
se a obrigação for de restituir coisa certa, e esta, sem culpa do devedor, se perder antes da tradição, sofrerá o credor a perda, e a obrigação se resolverá, ressalvados os seus direitos até o dia da perda.
sendo culpado o devedor, poderá o credor exigir o equivalente, ou aceitar a coisa no estado em que se acha, nesses casos sem direito a reclamar perdas e danos.
até a tradição, pertence a coisa ao credor, com seus acréscimos, pelos quais poderá exigir aumento do preço, com ou sem anuência do devedor.
deteriorada a coisa, sem culpa do devedor, poderá o credor resolver a obrigação, ou aceitar a coisa, nesse caso sem abatimento do preço pela referida ausência de culpa do devedor.