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A prisão preventiva não é admitida quando a infração penal configurar
crime culposo.
crime doloso.
extinção da punibilidade por prescrição.
agente maior de 60 anos de idade.
crime qualificado pelo resultado.
A ação mandamental do Habeas Corpus é garantia do cidadão contra abuso de Delegado quando:
o Delegado prendeu em apresentação espontânea.
o Delegado comunicou o flagrante ao juiz competente e manteve preso o cidadão em crime afiançável.
prendeu cidadão condenado que era fugitivo
manteve a prisão temporária por mais de 10 dias.
representou ao juiz e este decretou preventiva.
Em relação às espécies de prisão, considere:
Está correto o que se afirma APENAS em
A prisão preventiva NÃO poderá ser decretada quando
se verificar que o agente praticou o ato sob uma das condições da exclusão de ilicitude.
o réu for primário, em face do princípio da presunção de inocência.
ocorrer a apresentação espontânea do acusado e este comprovar sua residência.
for o caso de garantia da ordem econômica e de prática de crimes afiançáveis.
o procedimento estiver na fase de inquérito policial, por ser cabível a prisão temporária.
Assinale a alternativa cuja idéia não se ajusta a entendimento sumulado no Supremo Tribunal Federal.
Não se estende aos demais crimes hediondos a admissibilidade de progressão no regime de execução da pena aplicada ao crime de tortura.
É obrigatória a citação do acusado em mandado de segurança impetrado pelo Ministério Público contra o indeferimento de realização de prova pericial de interesse da acusação.
A anulação de decisão condenatória, em recurso da defesa, enseja a revogação de prisão preventiva de réu que permaneceu preso durante a instrução.
Não pode o Tribunal de Justiça, em processo relativo a crime de infanticídio, conhecer de matéria que, embora aventada nas razões de apelação da defesa, não foi abrangida pelos fundamentos expostos na petição de interposição.
Em crime contra a honra de funcionário público, propter officium, a ação penal pode ser iniciada por queixa do ofendido.
A autoridade policial poderá
relaxar a prisão em flagrante quando entender ilegal.
representar acerca da prisão preventiva.
recusar-se a realizar diligências requisitadas por Juiz ou Ministério Público, que entenda desnecessárias à elucidação do crime.
deixar de cumprir ordem de mandado de prisão decretada no juízo cível.
recusar-se a prestar testemunho em processo crime, quando presidiu o inquérito policial sobre o fato.
"Poderá ser decretada como garantia da ordem pública, da ordem econômica, por conveniência da instrução criminal, ou para assegurar a aplicação da lei penal, quando houver prova da existência do crime e indício suficiente de autoria". Tal enunciado contém os requisitos da:
prisão preventiva
liberdade provisória sem fiança.
liberdade provisória com fiança.
prisão temporária.
prisão em flagrante.
Considere a seguinte situação hipotética.
Gilson e Ana eram namorados há vários anos e planejavam se casar. Gilson, desconfiado da traição de Ana, atirou nela e desapareceu.
Nessa situação, a apresentação espontânea de Gilson à autoridade impedirá a decretação de sua prisão preventiva.
Durante o curso do inquérito policial acerca de um crime praticado por várias pessoas em concurso, é inválida a decretação judicial da prisão preventiva de apenas um dos indiciados.
É cabível a prisão preventiva de indivíduo acusado da prática de homicídio culposo, desde que a prisão seja decretada para assegurar a aplicação da lei penal e que haja prova do crime e indícios de autoria.
A respeito da prisão preventiva, é certo que só pode ser decretada
para conveniência da instrução criminal, quando o réu não tiver residência fixa, nem profissão definida.
a requerimento do Ministério Público e até o encerramento da instrução criminal.
para garantia da ordem pública e para acautelar o meio social e a própria credibilidade da Justiça.
quando houver prova da existência do crime e indícios suficientes da autoria.
para garantir a incolumidade do acusado, com o propósito de assegurar o futuro cumprimento da pena.
É cabível prisão preventiva em caso de prática de crimes dolosos ou culposos contra a vida.
Não é cabível prisão preventiva de acusado de prática de contravenção penal.
A prisão preventiva, que pode ser decretada pela autoridade judiciária durante o processo criminal, não é cabível na fase do inquérito policial.
Se o agente praticar infração sob o manto de qualquer das excludentes de ilicitude, não será decretada sua prisão preventiva.