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A resolução nº 555, de 2011, do Conselho Federal de Farmácia regulamenta o registro, a guarda e o manuseio de informações resultantes da prática da assistência farmacêutica nos serviços de saúde. Após avaliação de uma prescrição hospitalar, o farmacêutico detectou uma interação medicamentosa clinicamente relevante e informou ao clínico para as providencias cabíveis. Considerando essa intervenção farmacêutica, o registro
deve ser armazenado em meio físico ou eletrônico por, no mínimo, cinco anos.
é facultativo, pois houve comunicação verbal com o prescritor responsável.
deve ser feito na ficha de seguimento farmacoterapêutico, evitando-se o prontuário.
é condicionado à ocorrência de desfecho clínico com prejuízo para o paciente.
A política de genéricos foi instituída a partir de 1999, pela Lei Federal nº 9.787. Sobre está política é INCORRETO afirmar que:
A política pública dos genéricos é baseada na necessidade de ampliação ao acesso aos medicamentos e na oportunidade de fabricação de medicamentos não mais protegidos por patentes.
A implantação da Política de medicamentos genéricos possibilitou o aumento da competitividade do mercado, sendo um importante mecanismo para garantir acessibilidade aos medicamentos.
Esta regulamentação apresentou como estratégias a exigência institucional de teste de bioequivalência para a comercialização do medicamento genérico no país; e o financiamento do governo em propaganda sobre a política de medicamentos genéricos.
De modo geral, antes da lei dos genéricos não havia possibilidade de substituição de medicamentos (intercambialidade), o que possibilitou a abertura do mercado brasileiro para a entrada dos medicamentos similares.
A política definiu que a regulamentação do medicamento genérico consiste numa atividade da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).
Sobre o fracionamento de medicamentos, estabelecido na Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 80, de 11 de maio de 2006, assinale a alternativa correta.
Para os medicamentos sujeitos ao controle especial, o fracionamento se aplica, desde que sejam garantidas as características asseguradas no produto original registrado e observadas as condições técnicas e operacionais estabelecidas nesta resolução.
É autorizada a captação de prescrições, o fracionamento e a dispensação em estabelecimentos diferentes, no caso de empresas com filiais.
O fracionamento dos medicamentos sujeitos ao controle especial deve ser realizado sob a supervisão e responsabilidade do farmacêutico tecnicamente responsável pelo estabelecimento, observando-se as Boas Práticas para Fracionamento de Medicamentos.
Para atender às necessidades terapêuticas dos consumidores e usuários, as farmácias e drogarias poderão fracionar medicamentos a partir de embalagens especialmente desenvolvidas para essa finalidade de modo que possam ser dispensados em quantidades individualizadas.
Os documentos referentes à manipulação de fórmulas devem ser arquivados durante um ano após o vencimento do prazo de validade do produto manipulado, ou durante dois anos quando o produto contiver substâncias sob controle especial, podendo ser utilizado sistema de registro eletrônico de dados ou outros meios confiáveis e legais.
Certo
Errado
Sobre o Histórico de Mudanças do Produto (HMP), segundo a Resolução de Diretoria Colegiada RDC Nº 73, de 7 de abril de 2016, que dispõe sobre mudanças pós-registro, cancelamento de registro de medicamentos com princípios ativos sintéticos e semissintéticos e dá outras providências, analise as afirmativas abaixo e marque a opção correta:
I – O HMP é documento disponível na empresa no qual deverão ser registradas informações a respeito do histórico anual do produto.
II – O HMP é de responsabilidade da empresa fabricante do produto, que deverá preencher e anexar a documentação pertinente para cada processo de mudança pós-registro.
III – O HMP deve estar atualizado e facilmente disponível na empresa para apresentação à autoridade sanitária quando requerido.
IV – O HMP deve conter informações, incluindo, todas as mudanças pós-registro de implementação imediata, com ou sem protocolo, bem como as que tiveram aprovação prévia da ANVISA.
V – Os dados do HMP deverão ser protocolados anualmente, no mês do aniversário do registro do medicamento, somente quando efetuado alguma mudança pós-registro, e deverão ser referentes ao período de 12 (doze) meses anteriores ao seu protocolo.
Todas as afirmativas estão corretas.
Apenas as afirmativas I, III e IV estão corretas.
Apenas as afirmativas I, III e V estão corretas.
Apenas as afirmativas II, III e IV estão corretas.
Há normas que devem ser observadas pelos farmacêuticos e pelos demais inscritos nos conselhos regionais de farmácia no exercício do âmbito profissional respectivo, inclusive nas atividades relativas ao ensino, à pesquisa e à administração de serviços de saúde, bem como quaisquer outras atividades em que se utilize o conhecimento advindo do estudo da Farmácia em prol do zelo pela saúde. A respeito das normas para o exercício da profissão farmacêutica em suas diversas áreas de atuação, assinale a alternativa correta.
O farmacêutico pode alterar o processo de fabricação de produtos sujeitos a controle sanitário, modificar os seus componentes básicos, nomes e demais elementos que são objeto do registro, contrariando as disposições legais e regulamentares.
O farmacêutico deve coordenar, supervisionar, assessorar ou exercer a fiscalização sanitária ou profissional quando for sócio ou acionista de qualquer categoria, ou interessado por qualquer forma, bem como quando prestar serviços a empresa ou a estabelecimento que forneça drogas, medicamentos, insumos farmacêuticos e correlatos, a laboratórios, a distribuidoras ou a indústrias, com ou sem vínculo empregatício.
O farmacêutico deve notificar os profissionais de saúde e os órgãos sanitários competentes, bem como o laboratório industrial, dos efeitos colaterais, das reações adversas, das intoxicações, voluntárias ou não, e da farmacodependência observados e registrados na prática da farmacovigilância.
O farmacêutico pode exercer atividade farmacêutica com fundamento em procedimento não reconhecido pelo Conselho Federal de Farmácia.
O farmacêutico deve aceitar a interferência de leigos em seus trabalhos e em suas decisões de natureza profissional.
A RDC/Anvisa nº 36/2013 institui ações para a segurança do paciente em serviços de saúde e dá outras providências. Esta normativa regulamenta e coloca pontos básicos para a segurança do paciente como Núcleos de Segurança do Paciente, a obrigatoriedade da Notificação dos eventos adversos e a elaboração do Plano de Segurança do Paciente. Assinale a opção INCORRETA segundo consta na referida Resolução.
O plano de segurança do paciente em serviços de saúde constitui-se documento que aponta situações de risco e descreve as estratégias e ações definidas pelo serviço de saúde para a gestão de risco visando à prevenção e à mitigação dos incidentes, durante o período de permanência do paciente no serviço de saúde, excluindo-se os casos de óbito.
Entende-se por segurança do paciente com a redução, a um mínimo aceitável, do risco de dano desnecessário associado à atenção à saúde.
O Núcleo de Segurança do Paciente (NSP) constitui-se como instância do serviço de saúde criada para promover e apoiar a implementação de ações voltadas à segurança do paciente.
O monitoramento dos incidentes e eventos adversos será realizado pelo Núcleo de Segurança do Paciente - NSP.
Dano é o comprometimento da estrutura ou função do corpo e/ou qualquer efeito dele oriundo, incluindo doenças, lesão, sofrimento, morte, incapacidade ou disfunção, podendo, assim, ser físico, social ou psicológico.
Para o registro de medicamentos fitoterápicos, é necessária a comprovação de sua segurança e eficácia. Essa solicitação pode ser atendida conforme a RDC14/2010 através dos seguintes quatro critérios:
Apresentação de documentos com testes de bioequivalência, levantamentos etnofamacológicos, ensaios clínicos duplos cegos e registro do medicamento em outros países.
Autorização de consumo e uso emitida pelo Ministério da Saúde, testes clínicos duplo cegos, testes de bioequivalência e presença na lista de medicamentos de outros países.
Literatura técnico-científica atestando a qualidade do medicamento, evidências a partir de ensaios toxicológicos e farmacológicos pré-clínicos e teste de bioequivalência e presença na lista de medicamentos de outros países.
Pontuação em literatura técnico-científica, evidências a partir de ensaios toxicológicos e farmacológicos pré-clínicos e clínicos, levantamento etnofarmacológicos ou de utilização e presença na lista de medicamentos fitoterápicos de registro simplificado.
É permitida, à farmácia, a utilização dos mesmos utensílios na manipulação de preparações para uso interno e externo, desde que existam procedimentos operacionais escritos que garantam a limpeza e sanitização desses utensílios.
Certo
Errado
As diretrizes observadas pelo Ministério da Saúde no desenho da Política Nacional de Medicamentos foram estruturadas a partir de três eixos de ação governamental:
_________________ objetiva proteger o usuário de medicamentos a partir de padrões de qualidade, segurança, eficácia em relação aos produtos e aos métodos de fabricação, armazenamento, transporte e dispensação, dentre outros aspectos.
________________ tem como um dos principais objetivos contrabalancear o poder de mercado das empresas e reduzir os custos de aquisição, seja do ponto de vista do setor público, da saúde suplementar (seguros privados) ou do ponto de vista do consumo direto das famílias.
______________ envolve um conjunto de ações e serviços de atenção à saúde do cidadão que culmina, eventualmente, com o acesso propriamente dito ao medicamento.
A alternativa que preenche na ordem correta das lacunas abaixo é:
Agência Nacional de Vigilância Sanitária; Política de Medicamentos Genéricos; Política de Assistência Farmacêutica.
Testes de bioequivalência-biodisponibilidade; Regulação de preços; Regulação do Acesso do medicamento
Regulação Sanitária; Regulação Econômica; Ações de Assistência Farmacêutica.
NOTIVISA, Regulação de Mercado, Política de Assistência Farmacêutica.
Ações de Assistência Farmacêutica, Política de Medicamentos Genéricos, Regulação do Acesso do medicamento.
A Resolução do Conselho Federal de Farmácia (CFF) nº 585, de 29 de agosto de 2013, regulamenta as atribuições clínicas do farmacêutico que, por definição, constituem os direitos e responsabilidades desse profissional no que concerne a sua área de atuação. Segundo a referida resolução, são atribuições clínicas do farmacêutico relativas ao cuidado à saúde, nos âmbitos individual e coletivo:
Elaborar materiais educativos destinados à promoção, proteção e recuperação da saúde e prevenção de doenças e de outros problemas relacionados;
Elaborar uma lista atualizada e conciliada de medicamentos em uso pelo paciente durante os processos de admissão, transferência e alta entre os serviços e níveis de atenção à saúde;
Informar, orientar e educar os pacientes, a família, os cuidadores e a sociedade sobre temas relacionados à saúde, ao uso racional de medicamentos e a outras tecnologias em saúde;
Participar da elaboração, aplicação e atualização de formulários terapêuticos e protocolos clínicos para a utilização de medicamentos e outras tecnologias em saúde;
Participar de comissões e comitês no âmbito das instituições e serviços de saúde, voltados para a promoção do uso racional de medicamentos e da segurança do paciente.
O setor de pesquisa e desenvolvimento de uma indústria farmacêutica, diante de alguns desafios farmacotécnicos a serem vencidos, deseja fazer algumas alterações em sua formulação registrada. Após exaustivos estudos, chegaram à conclusão de que a formulação deveria ser alterada da seguinte forma: alteração de diluente e talco nos valores de 3% e 0,6%, respectivamente. Além disso, que se trata de uma forma farmacêutica sólida de liberação imediata na qual a alteração de cada um dos excipientes e o efeito aditivo total das alterações pode ser calculada considerando alterações de excipientes expressos como porcentagem peso/peso (p/p) do total da formulação. Sendo assim, sabendo que o princípio ativo está com 100% da sua potência declarada na rotulagem, que o peso total da forma farmacêutica está dentro da faixa originalmente especificada, e que não há alterações na especificação do produto acabado e nos excipientes, sendo estes últimos incapazes de influenciar nas características de desempenho da formulação, marque a opção que, de acordo com a RDC 73/2016 da ANVISA, apresenta corretamente o enquadramento do peticionamento a ser submetido ao órgão regulador.
Alteração menor, pois os valores encontram-se dentro dos limites de alteração menor previstos na legislação sanitária, dispensada, nesse caso, a apresentação de estudo de biodisponibilidade relativa/bioequivalência.
Alteração moderada, pois os valores encontram-se entre os limites enquadrados como alteração menor e moderada, previstos na legislação sanitária, sendo necessária a apresentação, nesse caso, de estudo de biodisponibilidade relativa/bioequivalência.
Alteração maior, pois um dos valores encontra-se acima dos limites de alteração menor previstos na legislação sanitária, devendo ocorrer, nesse caso, a apresentação de estudo de biodisponibilidade relativa/bioequivalência.
Alteração menor, pois os valores encontram-se entre os limites enquadrados como alteração menor e moderada, sendo desnecessária a respectiva justificativa baseada nos testes realizados in vitro, na funcionalidade e nas características dos excipientes, do fármaco e da formulação.
Alteração maior, pois os valores encontram-se acima dos limites de alteração moderada, sendo necessária a respectiva justificativa baseada nos testes realizados in vitro, na funcionalidade e nas características dos excipientes, do fármaco e da formulação.
A Resolução nº 585, do Conselho Federal de Farmácia (CFF), de 29 de Agosto de 2013, regulamenta as atribuições clínicas do farmacêutico. Considerando essa resolução, o farmacêutico deve
solicitar exames laboratoriais com a finalidade de monitorar os resultados da farmacoterapia.
realizar a consulta em consultório farmacêutico ou através de meio remoto como telefone e correio eletrônico.
investigar potenciais doenças e solicitar ao médico especialista a confirmação do diagnóstico.
prescrever medicamentos de uso contínuo em situações excepcionais e acompanhar a adesão ao tratamento.
A portaria MS/GM nº 533/2012 estabelece o elenco de medicamentos e insumos da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME) no âmbito do sistema único de saúde (SUS).
Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2012/prt0533_28_03_2012.html>. Acesso em: 06/01/2018.
De acordo com a portaria MS/GM nº 533/2012, fica estabelecido o elenco de medicamentos e insumos da RENAME conforme os exemplos de estrutura, exceto:
Relação nacional de medicamentos do componente básico da assistência farmacêutica.
Relação nacional de medicamentos do componente arcaico da assistência farmacêutica.
Relação nacional de medicamentos do componente estratégico da assistência farmacêutica.
Relação nacional de medicamentos do componente especializado da assistência farmacêutica.
De acordo com a Portaria nº 158 de 4 de fevereiro de 2016, assinale a opção correta sobre a doação de sangue:
o intervalo mínimo entre doações deve ser de 3 (três) meses para homens e mulheres.
é necessário que o doador esteja em jejum de 8 horas para que se realize a coleta de sangue para doação.
é permitida a ingestão de bebida alcoólica até 3 (três) horas antes da doação de sangue.
o doador alérgico, mesmo com antecedente de choque anafilático, somente será aceito se estiver assintomático no momento da doação.
as mulheres que estiverem em período menstrual podem doar sangue.
Assinale a alternativa que se refere ao financiamento de ações de atenção básica à saúde, cujos recursos são transferidos mensalmente, de forma regular e automática, do Fundo Nacional de Saúde aos Fundos de Saúde do Distrito Federal e dos Municípios.
Componente básico da Assistência Farmacêutica
Componente piso da Atenção Básica – PAB variável
Componente piso da Atenção Básica – PAB fixo
Componente estratégico da Assistência Farmacêutica
Componente especializado da Assistência Farmacêutica
De acordo com a Resolução nº 585, de 29 de agosto de 2013, do Conselho Federal de Farmácia (CFF), que regulamenta as atribuições clínicas do farmacêutico e dá outras providências, NÃO é atribuição clínica do farmacêutico
estabelecer uma relação de cuidado centrada no medicamento.
analisar a prescrição de medicamentos quanto aos aspectos legais e técnicos.
monitorar níveis terapêuticos de medicamentos.
avaliar resultados de exames clínico-laboratoriais, a fim de individualizar a farmacoterapia do paciente.
solicitar exames laboratoriais, no âmbito de sua competência profissional, com a finalidade de monitorar os resultados da farmacoterapia.
De acordo com a Portaria n° 4.283, de 30 de dezembro de 2010, do Ministério da Saúde, farmácia hospitalar é a unidade clínico-assistencial, técnica e administrativa, onde se processam as atividades relacionadas à assistência farmacêutica, dirigida exclusivamente por Farmacêutico, compondo a estrutura organizacional do hospital e integrada funcionalmente com as demais unidades administrativas e de assistência ao paciente.
Dentro desse contexto, são atividades que podem ser desenvolvidas pela farmácia hospitalar, EXCETO:
Participar do gerenciamento de tecnologias em saúde, tais como: medicamentos, produtos para higiene, saneantes e equipamentos médicos-assistenciais.
Manipular antineoplásicos e radiofármacos.
Realizar o cuidado ao paciente de forma a contribuir para a promoção da atenção integral à saúde, à humanização do cuidado e à efetividade da intervenção terapêutica.
Fazer análise das prescrições, priorizando aquelas que contenham antimicrobianos e medicamentos potencialmente perigosos, observando concentração, viabilidade, compatibilidade físico-química e farmacológica dos componentes, dose, dosagem, forma farmacêutica, via e horários de administração, devendo ser realizada antes do início da dispensação e manipulação.
No Brasil, há relatos do início das atividades clínicas do farmacêutico desde 1979, mas somente em 2013, o Conselho Federal de Farmácia, através da resolução nº 585, de 29 de agosto, regulamentou as atribuições clínicas do farmacêutico. No contexto atual, com o farmacêutico inserido nas atividades clínicas, uma de suas atribuições é
realizar intervenções farmacêuticas e emitir parecer quando detectada uma suspeita de reação adversa a medicamento, com o objetivo de interromper a utilização deste medicamento.
participar do planejamento da farmacoterapia e de sua avaliação, para que o paciente utilize o medicamento adequado, na dose, via de administração, posologia e duração corretas.
estabelecer uma relação de cuidados que tenha como centro o medicamento, desenvolvendo junto com a equipe multiprofissional ações para a promoção, proteção e recuperação da saúde do paciente.
avaliar resultados de exames clínico-laboratoriais dos pacientes para monitorização dos medicamentos e, se for o caso, modificar a farmacoterapia ou realizar ajustes na dose, posologia ou duração do tratamento.
A ação de notificar, a uma audiência maior que a dos detentores iniciais da informação, uma suspeita de associação entre um medicamento e uma reação adversa é denominada:
Notificação.
Segurança do paciente.
Alerta de medicamento.
Farmacovigilância.
Farmacoclínica.