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“Logo ao chegar, durante sua breve estada na Bahia, Dom João decretou a abertura dos portos do Brasil às nações amigas (28 de janeiro de 1808). Mesmo sabendo-se que naquele momento a expressão ‘nações amigas’ era equivalente à Inglaterra, o ato punha fim a trezentos anos de sistema colonial” (Fausto, 2006). A respeito desse tema, analise as assertivas a seguir:
I. Como Portugal estava ocupado pelas tropas franceses, era preferível legalizar o contrabando existente entre a Colônia e a Inglaterra e receber tributos pela comercialização.
II. A medida favoreceu também os proprietários rurais produtores de bens destinados à exportação (açúcar e algodão), livrando-se do monopólio comercial da metrópole.
III. O tratado transformou o Rio de Janeiro em porta de entrada dos produtos manufaturados ingleses, com destino não só ao Brasil, como ao Rio da Prata e à costa do Pacífico.
Quais estão corretas?
Apenas III.
Apenas I e II.
Apenas I e III.
Apenas II e III.
I, II e III.
O mercantilismo foi o conjunto de práticas econômicas que existiu na Europa entre os séculos XV e XVIII. Uma de suas características foi:
a busca por sempre manter uma balança comercial favorável.
a emissão de cartas de capitalização para evitar o acúmulo de metais valiosos.
a descentralização do poder político pelos múltiplos polos de produção.
o enfraquecimento da burguesia pela falta de recursos.
o aumento das pequenas indústrias devido a falta de cobrança de impostos.
Inúmeros quilombos foram construídos no século XIX, principalmente nas décadas finais do período escravista. Seus habitantes eram chamados de quilombolas, mocambeiros ou calhambolas e foram perseguidos pelos senhores de escravos e pelo aparato militar colonial e imperial. Alguns quilombos conseguiram sobreviver durante muitos anos mesmo durante a escravidão.
(Kabengele Munanga e Nilma Lino Gomes. O negro no Brasil de hoje)
De acordo com o entendimento dos autores, a persistência de alguns quilombos decorreu da seguinte realidade:
os quilombos eram organizados de forma militarizada e hierarquizada, com uma economia baseada na produção agrícola excedente como café, açúcar e tabaco, e, no extrativismo, como a exploração de ouro.
os quilombolas, frequentemente, faziam acordos tácitos com os proprietários rurais. Os primeiros se comprometiam a não libertar mais escravos, e os segundos evitavam atacá-los.
alguns quilombos se localizavam em áreas isoladas, enquanto outros mantinham relações de aliança com indígenas, brancos pobres e outros grupos da população. Em alguns casos, ambas as estratégias eram utilizadas ao mesmo tempo.
os grandes proprietários rurais e as autoridades políticas do Império tinham interesses conflitantes, pois os primeiros defendiam o escravismo, e as segundas consideravam a necessidade de sua abolição.
Quais foram os fatores determinantes tanto para a ocupação holandesa no Nordeste do Brasil quanto para sua subsequente expulsão?
O envolvimento da Holanda no tráfico de escravos já proibidos nas colônias portuguesas e os desentendimentos entre Maurício de Nassau e a Companhia das Índias Ocidentais.
Os holandeses viram a invasão como a alternativa para que seus investimentos e lucros na economia açucareira não fossem perdidos. Mas, a cobrança dos empréstimos contraídos pelos senhores de engenho acabou por desestabilizar as relações entre os colonos e a Companhia das Índias Ocidentais.
A Holanda mirava, além do açúcar, na economia do ouro. Havia também a resistência e não aceitação do domínio estrangeiro pela população brasileira no Nordeste.
A tentativa da Holanda em monopolizar o comércio colonial do açúcar e o fim da dominação espanhola em território português.
Assinale a alternativa correta a respeito do período colonial da História do Brasil.
Caracterizou-se pela imposição de um sistema (Pacto Colonial) que favorecia às elites coloniais, mas prejudicava a população e a burguesia portuguesa.
O governo português, preocupado com o comércio com as Índias e fascinado com as riquezas do Oriente, descuidou-se da administração da colônia, o que permitiu o seu livre desenvolvimento.
Foi marcado pelo monopólio, ou seja, a exclusividade da metrópole no comércio com a colônia.
A monarquia lusitana, seguindo os princípios dos intelectuais europeus, adotou na colônia a política do “Laissez-Faire”, favorecendo o seu rápido desenvolvimento.
Não obstante algumas medidas libertárias como a abolição da escravatura, imperou no Brasil colonial uma política rígida e centralizadora. O monarca, desde Lisboa, controlava toda a vida econômica e política das terras americanas.
As evidências arqueológicas da ocupação humana no Brasil revelam uma história complexa e multifacetada, na qual grupos distintos de populações humanas interagiram com uma variedade de ecossistemas, adaptando-se criativamente ao ambiente e desenvolvendo formas únicas de organização social, tecnologia e expressão cultural ao longo de milênios.
Certo
Errado
O Período Pré-Colonial teve início com a chegada dos portugueses ao território do Brasil em 1500, e se estendeu até 1530, quando teve início o processo de colonização com a chegada da Expedição Colonizadora de Martim Afonso de Sousa. Sobre o período Pré-Colonial no Brasil, assinale a alternativa correta:
A Coroa portuguesa demonstrou pouco interesse pelo território, pois estava mais interessada no lucrativo comércio de especiarias do Oriente, ocorreu a exploração do Pau-brasil e instalação de feitorias.
A Coroa portuguesa batizou o território com o nome de Terra de Santa Cruz, foram criadas as capitanias hereditárias e teve início o cultivo da cana de açúcar.
Ocorreram as expedições Exploradoras, Guarda Costa e a de Circum navegação.
Foram criados o Governo Geral, o Tratado de Tordesilhas e o Estado do Maranhão separado do Brasil.
Teve início a exploração do ouro na região das Minas Gerais, a introdução da pecuária e a coleta de drogas do sertão.
No século XVII a Coroa portuguesa instituiu um modelo administrativo colonial, no Brasil,
que nomeava, para cada província, ouvidores encarregados da administração, auxiliados pelos chamados “juízes de fora” que eram representantes da Coroa responsáveis pelo cumprimento da lei.
segundo o qual a região Norte, até o limite imposto pelo Tratado de Tordesilhas, foi governada durante todo esse periodo pela Capitania Hereditária do Maranhão.
estruturado em um Governo-Geral que foi subdividido em dois govemos: a Repartição do Norte e a do Sul, divisão que perdurou pouco tempo.
que vinculava a atual região Norte a uma região administrativa autônoma, inicialmente denominada Estado do Maranhão, tendo São Luis como sua capital.
baseado na concepção de vice-reino adotada também pela Espanha em suas colônias, que perdurou até a vinda da família real portuguesa.
Conforme Boris Fausto, a História é compreendida por perspectivas diferentes, em que as análises são construídas de acordo com as percepções dos historiadores. Nesse sentido, nos primórdios da colonização, qual a perspectiva apresentada pelo historiador Caio Prado Júnior que, posteriormente, foi criticada por historiadores como Francisco Carlos Teixeira da Silva e Ciro Flamarion Cardoso?
Plantation como forma básica da colonização portuguesa no Brasil.
O conceito de Exclusivo Metropolitano.
O controle da Coroa sobre a Igreja.
O absolutismo do Estado português.
Papel centralizador dos governadores de capitania.
Qual das seguintes opções melhor descreve uma consequência da guerra que Napoleão movia na Europa contra a Inglaterra no início do século XIX para a Coroa Portuguesa?
A abolição da monarquia em Portugal.
A anexação de Portugal e suas colônias pelo Império Francês.
A transferência da corte portuguesa para o Brasil.
A perda de colônias africanas.
A intensificação do comércio com a Espanha.
No contexto da colonização portuguesa do território brasileiro, as capitanias hereditárias que mais se destacaram no desenvolvimento administrativo, econômico e demográfico foram:
Capitanias de Pernambuco e de São Vicente.
Capitanias do Maranhão e de Ilhéus.
Capitania da Bahia de todos os Santos e São Paulo.
Capitania do Itamaracá e de Porto dos Casais.
Capitania da Guanabara e de Maceió.
Em "Em costas negras", Manolo Florentino realiza uma profunda investigação sobre o tráfico atlântico de escravos para o Rio de Janeiro. Considerando a complexidade das relações entre a África e o Brasil nesse período, assinale a alternativa que melhor representa a dinâmica do tráfico e suas implicações para a sociedade brasileira.
O tráfico atlântico de escravos era um sistema complexo e dinâmico, que envolvia diversas redes sociais e econômicas, tanto na África quanto no Brasil, e moldou profundamente a sociedade brasileira.
O tráfico de escravos para o Rio de Janeiro era um processo estático, sem grandes variações ao longo dos séculos XVII e XIX, e as origens geográficas dos escravizados permaneceram inalteradas.
A demanda por escravos no Rio de Janeiro era exclusivamente determinada por fatores econômicos, como expansão da produção agrícola, que não sofria influências de ordem política ou social.
O tráfico de escravos contribuiu para a formação de uma sociedade brasileira marcada pela diversidade cultural, mas não deixou vestígios na estrutura social e econômica do país.
O primeiro traço a destacar-se, no estudo do caso brasileiro, é o da origem colonial. É preciso distinguir, ainda, no amplo quadro da origem colonial (que abrange todos os continentes, salvo a Europa) que, no caso do Brasil, trata-se, antes de mais nada, de uma “civilização” transplantada [...]. Os elementos destinados à empresa de “colonização”, isto é, de ocupação produtiva – no caso do Brasil – provém do exterior, são para aqui transplantados, tanto os senhores – os que exploram o trabalho alheio – quanto os trabalhadores – os escravizados.
(SODRÉ, 1994, p. 04. Adaptado.)
A formação da sociedade brasileira efetiva-se a partir da mistura cultural e étnica de povos oriundos de outros lugares e estranhos às nações nativas que aqui já habitavam desde tempos bem mais antigos. A colonização exploradora e expropriativa nessas terras:
Empreendida pela metrópole portuguesa, foi feita incialmente com o apoio da iniciativa privada.
Gerou um tipo de sociedade hierarquizada e estamental; porém, baseada na cooperação mútua e no respeito às diferenças.
Iniciou-se desde seus primórdios através de um poder rígido e centralizador, representado pelos governos gerais e pelas sesmarias.
Baseava-se na experiência obtida nas colonizações anteriores, que utilizavam, entre outros recursos, o sistema de parceria, a servidão e o escambo.
O Espírito Santo tem ainda a sua estrutura econômica à base do café, embora não seja dos mais famosos, bem definido pelo fato de que, na época da queima do café, os plantadores de Minas compravam safras capixabas para entregá-las à "cota de sacrifício".
(IBGE. Enciclopédia dos Municípios Brasileiros. Vol. I. Rio de Janeiro: IBGE, 1957. p. 40.)
Quanto à chamada "cota de sacrifício" existente no contexto da produção cafeeira no estado do Espírito Santo, é correto afirmar que
foi uma medida adotada pelo governo brasileiro na década de 1930 para estabilizar os preços do café, obrigando os produtores a destruir parte de sua produção devido à superprodução e à queda da demanda internacional.
envolveu a doação de excedentes de café para países Aliados, como forma de ajuda humanitária, durante a Primeira República, buscando melhorar as relações diplomáticas do país e demonstrar solidariedade internacional, no contexto da Primeira Guerra Mundial.
surgiu como uma estratégia durante a crise do café na década de 1950, onde o governo brasileiro incentivou a produção em larga escala e a exportação maciça, ignorando as flutuações do mercado internacional e mantendo altos níveis de produção sem considerar os preços globais.
foi uma política implementada no final do século XIX, para incentivar a exportação de café, aumentando a produção e os estoques nacionais, para buscar dominar o mercado internacional e reduzir a concorrência de outros países produtores.
foi introduzida para promover a substituição do cultivo de café por outras culturas agrícolas mais lucrativas, como a soja e o milho, a partir da década de 1970, no contexto da chamada Revolução Verde, para diversificar a agricultura brasileira.
Marque a alternativa CORRETA que trata das transformações econômicas e sociais do Estado do Brasil no século XVIII analisadas por Sampaio:
Texto de apoio: SAMPAIO, Antonio Carlos Jucá de. A curva do tempo: as transformações na economia e na sociedade do Estado do Brasil no século XVIII. In: FRAGOSO, João; GOUVÊA, Maria de Fátima (orgs.). O Brasil Colonial, volume 3 (ca.1720-ca.1821). 1.ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2014. (Parte I – O mundo português em transformação: o logo século XVIII e Parte II - Transformações na economia e na sociedade).
A produção aurífera representou a ampliação da submissão da América portuguesa em relação ao reino português. Do ponto de vista colonial, o ouro era moeda, mas era também uma mercadoria produzida internamente, e esse duplo significado impedia, devido às políticas de controle metropolitanas implementadas ao longo do século XVII e XVIII, a livre circulação desse produto, via relações mercantis internas.
As enormes quantidades de ouro brasileiro desembarcado em Portugal no século XVIII, em que pese a evidente decadência da segunda metade do século, representaram para o reino português o acesso a recursos suficientes para garantir uma expansão mercantil sem correspondente expansão produtiva, ou seja, reforçar o caráter de entreposto do reino em relação à sua principal conquista.
O ouro fazia sua estreia na cesta de moedas utilizadas nas suas relações com a Europa pelos comerciantes sediados na América portuguesa a partir de 1703. Tal como a cana-de-açúcar nos séculos anteriores, ele serviu para fortalecer a integração desse território com Portugal, compondo um eixo mercantil fundamental. Já a África manteve-se fora do circuito, fornecendo cativos em troca de aguardente e fumo.
Não só por conta da produção de artigos para exportação, como o açúcar, como também pelo próprio caráter escravista da produção, incapaz de gerar mercado consumidor pujante, o comércio, até meados do século XVIII era uma atividade secundária. É o surgimento de uma elite mercantil que eleva em sua importância, ao romper regiões internas isoladas e recrudescer o comércio colonial transatlântico.
O período colonial tardio (grosso modo, o último quartel do século XVIII e a primeira década do seguinte) marca a recuperação econômica do império português, devido à emergência de uma camada social mercantil, que estava ainda por consolidar formas de acumulação vinculadas à hegemonia desse grupo, tais como o controle direto sobre o tráfico de escravos, através da criação de companhias especializadas no ramo.
As Capitanias Hereditárias foram um sistema administrativo implementado pela Coroa Portuguesa no Brasil em 1534. O território do Brasil, pertencente a Portugal, foi dividido em faixas de terras e concedidas aos nobres de confiança do rei D. João III (1502-1557). Essas poderiam ser passadas de pai pra filho e por isso, foram chamadas de hereditárias. Os principais objetivos eram povoar a colônia e dividir a administração colonial. As Capitanias Hereditárias, porém, tiveram vida curta e foram abolidas dezesseis anos após sua criação. O sistema de capitanias sofreu com a falta de recursos. Algumas foram abandonadas e em outras jamais seus donatários estiveram ali. Igualmente sofreram ataques indígenas, os quais lutavam contra a invasão de suas terras. Desta maneira, o empreendimento das capitanias hereditárias fracassou.
Ao perceber as dificuldades existentes no sistema de capitanias hereditárias, a Coroa portuguesa estabeleceu:
A troca de favores entre os colonizadores e as autoridades portuguesas, conhecida como clientelismo.
A centralização da administração na América portuguesa pelo Governo Geral em 1548.
O fim do sistema de capitanias no século XVI, devido ao seu considerado fracasso imediato.
O término do monopólio português na colônia, permitindo o comércio e a exploração com outras nações europeias.
A atuação do Tribunal da Inquisição em parceria com a Igreja Católica, que exerceu influência e promoveu o desenvolvimento de toda a América portuguesa.
No século XVII, a presença holandesa nas capitanias do norte contribuiu para a diversificação da economia da região, o que se comprovou pelo crescimento das atividades de criação de caprinos e bovinos.
Certo
Errado
Em 1807, França e Inglaterra aumentaram as pressões sobre Portugal. A França assinou um tratado com a Espanha prevendo a divisão do território português entre os dois países. Já a Inglaterra mobilizou uma forte armada perto de Lisboa e exigiu que Portugal tomasse a decisão. Portugal, no entanto, tinha um triunfo: o Brasil.
Sobre a vinda da Corte Portuguesa para o Brasil, assinale a alternativa INCORRETA:
Uma das primeiras medidas tomadas pelo governo de d. João, após sua chegada ao Brasil, foi a criação do decreto de 28 de janeiro de 1808, assinado ainda em Salvador, que determinava a abertura dos portos do Brasil ao comércio com outras nações além de Portugal, em especial a Inglaterra.
Foi criado, com a vinda da corte portuguesa para o Brasil, o Reino Unido de Portugal e Algarves. Portanto, o Brasil tornou-se, então, um reino, isto é, um território de estatura política equivalente à Portugal, após a criação do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves.
A saída da família real e da corte portuguesa para o Brasil ocorreu em circunstância extraordinária: a impossibilidade de Portugal manter a sua neutralidade num conflito que envolvia parte da Europa e que opunha a França á Inglaterra.
A revolução de 1817, em Pernambuco, está associado ao fato de Pernambuco não se beneficiar com a presença da corte portuguesa da América. Assim, como outras capitanias do norte e do nordeste. Pelo motivo de não serem beneficiários do comércio, diretamente, lideranças locais romperam com a monarquia portuguesa e instauraram uma república.
A revolução do Porto, ocorrida em meados de 1820, foi vista como uma revolução inovadora, por dois motivos: primeiro, porque pretendia limitar a autoridade do governo inglês sobre as pressões francesas, submetendo-a uma constituição republicana, elaborada através de homens livre. Em segundo lugar, implicação da transferência dos poderes soberanos da monarquia, que estaria submetida a uma constituição parlamentarista inglesa.
No contexto da expansão capitalista, o Brasil Colonial desempenhou um papel significativo na economia global do século XVI ao XVIII. Como o ciclo do açúcar influenciou a inserção do Brasil no sistema econômico mundial durante esse período?
A produção de açúcar no Brasil estava primariamente voltada para o consumo interno, com pouca relevância para o comércio internacional.
O açúcar brasileiro competia no mercado global com o produzido nas colônias asiáticas, o que diminuiu significativamente os lucros e o interesse europeu.
O ciclo do açúcar contribuiu para a consolidação do sistema mercantilista europeu, com o Brasil fornecendo açúcar para mercados europeus em troca de manufaturados.
A produção de açúcar no Brasil foi um fracasso econômico, mas estimulou a diversificação para outras culturas, como o tabaco e o algodão.
Um dos possíveis significados para a palavra “Brasil” é “vermelho como uma brasa”, com sua origem na palavra celta "barkino". Sabe-se que é também uma referência à cor vermelha de uma madeira usada para tingir tecidos, muito explorada na época das colônias no Brasil. Qual é essa madeira?
Sibipiruna.
Guapuruvu.
Jacarandá.
Pau-brasil.