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A Resolução CNE/CP n.º 01/04 atribuiu aos órgãos colegiados dos estabelecimentos de ensino a responsabilidade de examinar e encaminhar soluções para as situações de discriminação em busca de
soluções adequadas ao reconhecimento das diversidades e seus desdobramentos.
situações educativas para o reconhecimento, valorização e respeito à diversidade.
oportunidades pedagógicas de aprendizagem e valorização das diferenças.
soluções educativas para a aceitação e respeito às diferenças.
situações pedagógicas oportunas ao enriquecimento curricular.

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Nos termos da Resolução CNE/CEB n.º 2/01, o atendimento aos alunos com necessidades educacionais especiais, na Educação Básica, deve ser realizado em
Classes especiais do ensino regular.
Classes comuns do ensino regular.
Classes especiais até o fim do Ciclo I.
Escolas adaptadas às necessidades.
Escolas especiais com professores habilitados.
[...] partirá do princípio de que todo conhecimento mantém um diálogo permanente com outros conhecimentos, que pode ser de questionamento, de negação, de complementação, de ampliação, de iluminação de aspectos não distinguidos …
Esse texto reproduz parte do contido no art. 8.º das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio, referindo-se especificamente ao princípio daDidática.
Aprendizagem.
Competência.
Interdisciplinaridade.
Complementaridade.
Em uma determinada escola pública, a equipe gestora sempre retoma as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica para instituir o currículo, repensá-lo e readaptá-lo, se for o caso. De acordo com a legislação vigente que trata sobre a parte comum e a parte diversificada que devem integrar a organização curricular, é correto afirmar que
a base nacional comum e a parte diversificada são blocos distintos, com disciplinas específicas para cada uma das partes.
o ensino de pelo menos uma língua estrangeira moderna não constitui a parte diversificada do currículo.
Língua Portuguesa, Matemática, conhecimentos do mundo físico, natural, da realidade social e política, especialmente do Brasil, incluindo o estudo da História e das culturas Afro-Brasileira e Indígena, Arte, Educação Física e Ensino Religioso constituem a base nacional comum.
não há a obrigatoriedade de incluir programas e projetos interdisciplinares na escola, no Ensino Fundamental e no Ensino Médio.
Segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (2010: 29), as Instituições de Educação Infantil devem criar procedimentos para acompanhar o trabalho pedagógico e para a avaliação do desenvolvimento das crianças, sem objetivo de seleção, promoção ou classificação, garantindo:
I - a não retenção das crianças.
II - a observação crítica e criativa das atividades, das brincadeiras e interações das crianças no cotidiano.
III - utilização de múltiplos registros realizados por adultos e crianças.
IV - documentação específica que permita às famílias conhecer o trabalho da instituição junto às crianças e os processos de desenvolvimento e aprendizagem da criança na Educação Infantil.
V – a continuidade dos processos de aprendizagens por meio da criação de estratégias adequadas aos diferentes momentos de transição vividos pela criança.
Sobre as afirmações acima, é correto dizer que:
De acordo com o Parecer CNE/CEB n.º 17/01, os princípios que fundamentam o direito à Educação das pessoas que apresentam necessidades especiais são:
preservação da dignidade humana, busca de identidade e exercício da cidadania.
universalização dos direitos, igualdade de oportunidades e prática da inclusão.
prática da inclusão, interdependência social e aceitação das diferenças.
espírito democrático, construção da identidade e prática da inclusão.
solidariedade, exercício da cidadania e universalização dos direitos humanos.
As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Indígena (Resolução CNE/CEB n.º 3/99) vieram a estabelecer, no âmbito da educação básica, a estrutura e o funcionamento das escolas indígenas, reconhecendo-lhes a condição de escolas com normas e ordenamento jurídico próprios, e fixando as diretrizes curriculares do ensino intercultural e bilíngue, visando à valorização plena das culturas dos povos indígenas e à afirmação e manutenção de sua diversidade étnica. Com base nas diretrizes, as escolas indígenas desenvolverão suas atividades de acordo com o proposto nos respectivos projetos pedagógicos e regimentos escolares com as seguintes prerrogativas:
I. localização das escolas também fora das terras habitadas por comunidades indígenas e atendimento a toda população em idade escolar;
II. organização das atividades escolares, independentes do ano civil, respeitado o fluxo das atividades econômicas, sociais, culturais e religiosas;
III. duração diversificada dos períodos escolares, ajustando- a às condições e especificidades próprias de cada comunidade;
IV. formação dos professores na própria comunidade indígena em respeito à especificidade étnico cultural e aos modos próprios de constituição do saber e da cultura indígena.
É correto o que se afirma em
I e II, apenas.
II e III, apenas.
III e IV, apenas.
II, III e IV, apenas.
I, II, III e IV.
Segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Especial, cabe aos sistemas de ensino estabelecer normas para o funcionamento de suas escolas, a fim de que essas tenham as suficientes condições para elaborar seu projeto pedagógico e possam contar com professores capacitados e especializados. Pela Resolução CNE/CEB n.º 2/01, são considerados professores capacitados para atuar em classes comuns com alunos que apresentam necessidades educacionais especiais aqueles que comprovem que, em sua formação, de nível médio ou superior, foram incluídos conteúdos sobre educação especial adequados ao desenvolvimento de competências e valores para:
I. perceber as necessidades educacionais especiais dos alunos e valorizar a educação inclusiva;
II. flexibilizar a ação pedagógica nas diferentes áreas de conhecimento de modo adequado às necessidades especiais de aprendizagem;
III. avaliar continuamente a eficácia do processo educativo para o atendimento de necessidades educacionais especiais;
IV. atuar em equipe, inclusive com professores especializados em educação especial.
É correto o que se afirma em
I e III, apenas.
II e III, apenas.
II e IV, apenas.
II, III e IV, apenas.
I, II, III e IV.
Partindo do pressuposto de que o Estado brasileiro tem como tarefa reconhecer a diversidade sexual, enfrentar o sexismo e combater a homofobia e seus efeitos, tendo a escola o papel fundamental de formação da identidade e de atitudes cidadãs, está correto afirmar que esta instituição é local privilegiado para se desenvolver a consciência crítica, além de práticas de
inclusão de temas religiosos que previnam a violência.
prevenção ao preconceito, realizadas pelo Conselho Tutelar.
respeito à diversidade e defesa dos direitos humanos.
elaboração de legislação a favor dos direitos humanos.
Considere as afirmações abaixo, em relação ao Parecer CNE/CEB nº 20/2009 que trata sobre a Revisão das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, assinalando C para as assertivas corretas e E para as erradas.
( ) No atual ordenamento jurídico, as creches e préescolas possuem um caráter institucional e educacional diverso daquele dos contextos domésticos e dos programas alternativos à educação das crianças de zero a cinco anos de idade, ou ainda da educação não formal.
( ) Muitas famílias necessitam de atendimento para suas crianças em horário noturno, nos finais de semana e em períodos esporádicos. Esse tipo de atendimento enquadra-se no âmbito das políticas para a infância, devendo ser financiado, orientado e supervisionado por outras áreas, como assistência social, saúde, cultura, esportes, proteção social.
( ) A redução das desigualdades sociais e regionais e a promoção do bem de todos são compromissos a serem perseguidos pelos sistemas de ensino e, também, pelos professores da Educação Infantil.
( ) O trabalho com as famílias requer que os educadores as compreendam como parceiras, acolhendo as diferentes formas de organização familiar e respeitando as suas opiniões e aspirações sobre os filhos. Nessa perspectiva, os professores devem entender que as suas funções educativas são iguais às dos familiares dos alunos.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
C – C – C – E.
C – C – E – E.
C – E – E – E.
E – C – E – C.
E – C – C – C.
Apenas I.
Apenas II.
Apenas I e II.
Apenas II e III.
Apenas I e III.
A educação especial deve ser definida por proposta pedagógica que assegure recursos e serviços educacionais especiais, organizados institucionalmente, de modo a garantir a educação escolar e promover o desenvolvimento dos educandos com necessidades educacionais especiais em todas as etapas e modalidades da educação básica.
A política de inclusão de alunos com necessidades especiais na rede regular de ensino consiste em garantir a permanência física desses alunos junto dos demais educandos, não implicando a revisão de concepções e paradigmas educacionais.
Incluem-se entre os educandos com necessidades educacionais especiais os que, durante o processo educacional, apresentarem dificuldades acentuadas de aprendizagem ou limitações, decorrentes de causa orgânica ou de condições ou disfunções específicas, que os impeçam de acompanhar as atividades curriculares.
A educação especial insere-se nos diferentes níveis da educação escolar, abrangendo a educação básica — educação infantil, ensino fundamental e ensino médio — e a educação superior, bem como as modalidades da educação escolar, como a educação de jovens e adultos, a educação profissional e a educação indígena.
As necessidades educacionais especiais são aquelas cujo atendimento demanda da escola uma série de recursos e apoio de caráter mais especializado que proporcionem aos alunos meios de acesso ao currículo.
Excluem-se do conjunto de alunos considerados com necessidades especiais aqueles com altas habilidades, por apresentarem grande facilidade de aprendizagem.
A Resolução CNE/CEB nº 1, de 05 de julho de 2000, determina a necessidade de um modelo pedagógico próprio para a Educação de Jovens e Adultos que lhes assegure o direito:
à diferença, à identificação e ao reconhecimento da alteridade própria e inseparável dos jovens e dos adultos em seu processo formativo, da valorização do mérito de cada qual e do desenvolvimento de seus conhecimentos e valores.
à distribuição específica dos componentes curriculares a fim de proporcionar um patamar diferenciado de formação e restabelecer o direito a educação.
a disposição e alocação adequadas dos componentes curriculares face à homogeneização do currículo para a Educação de Jovens e Adultos com espaços e tempos nos quais as práticas pedagógicas assegurem aos seus estudantes identidade formativa diversificada aos demais participantes da escolarização básica.
da aplicação de exames supletivos aos menores não emancipados.
nenhuma das respostas acima.
Segundo a Resolução CNE/CEB n.2 de 11/09/2001, que institui Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica,
os alunos que apresentam dificuldades de comunicação e sinalização diferenciadas dos demais educandos devem ter assegurada a acessibilidade aos conteúdos curriculares, mediante o uso exclusivo da Libras, uma vez que esta é sua língua natural.
os alunos com dificuldades de comunicação e sinalização diferenciadas dos demais educandos devem ter assegurada em seu processo educativo a acessibilidade aos conteúdos curriculares mediante o uso exclusivo da língua portuguesa, uma vez que esta não pode ser substituída pela Libras.
as escolas da rede regular de ensino devem prever e prover, na organização de suas classes comuns, a concentração dos alunos com diferentes necessidades educacionais especiais em uma mesma classe, de modo que essa classe se beneficie das diferenças e amplie positivamente as experiências de todos os alunos dentro do princípio de educar para a diversidade.
as escolas podem criar, extraordinariamente, classes especiais em caráter transitório, para alunos que apresentem dificuldades acentuadas de aprendizagem ou condições de comunicação e sinalização diferenciadas dos demais alunos.