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A obra: “Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino de quinta a oitava séries, Volume: Língua Portuguesa” apresenta uma série de objetivos do Ensino Fundamental no tocante ao desenvolvimento dos alunos. A esse respeito, marque (V) para verdadeiro ou (F) para falso nas afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
( ) O aluno deve ser capaz de posicionar-se de maneira crítica, responsável e construtiva nas diferentes situações sociais, utilizando o diálogo como forma de mediar conflitos e de tomar decisões coletivas.
( ) O aluno deve compreender-se como um sujeito isolado do meio em que vive, tomar suas decisões e escolhas pautado apenas no interesse pessoal imediato, desconsiderando o contexto social em que está inserido.
( ) O aluno deve conhecer e valorizar a pluralidade do patrimônio sociocultural brasileiro, bem como aspectos socioculturais de outros povos e nações, posicionando-se contra qualquer discriminação baseada em diferenças culturais, de classe social, de crenças, de sexo, de etnia ou outras características individuais e sociais.
( ) O aluno deve utilizar as diferentes linguagens - verbal, musical, matemática, gráfica, plástica e corporal - como meio para produzir, expressar e comunicar suas ideias, interpretar e usufruir das produções culturais, em contextos públicos e privados, atendendo a diferentes intenções e situações de comunicação.
F – V – V – V.
V – F – V – V.
F – V – V – F.
V – V – F – V.
A Resolução CNE/CEB n.º 01/2000 estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação de Jovens e Adultos e assim determina:
I - Observada a regra de prioridade para o atendimento da escolarização universal obrigatória, será considerada idade mínima para a inscrição e realização de exames supletivos de conclusão do Ensino Fundamental a de 14 anos completos.
II - Observado o disposto no Art. 4.º, inciso VII da LDB, a idade mínima para a inscrição e realização de exames supletivos de conclusão do Ensino Médio é a de 18 anos completos.
III - Fica vedada, em cursos de Educação de Jovens e Adultos, a matrícula e a assistência de crianças e de adolescentes da faixa etária compreendida na escolaridade universal obrigatória, ou seja, de sete a quatorze anos completos, exceto para os menores aprendizes.
IV - O direito dos menores emancipados para os atos da vida civil não se aplica para o da prestação de exames supletivos.
Nos termos da norma citada, estão CORRETOS os incisos
I, II e IV, apenas.
I e III, apenas.
I, II, III e IV.
II e IV, apenas.
apenas a contida em I e em II.
as contidas em I, II e III.
apenas a contida em III.
apenas a contida em I.
De acordo com a Resolução nº 4, de 13 de Julho de 2010 - Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica -, são etapas correspondentes a diferentes momentos constitutivos do desenvolvimento educacional, a Educação Infantil compreende:
creche, englobando as diferentes etapas do desenvolvimento da criança até 3 (três) anos e 11 (onze) meses; e a Pré-Escola, com duração de 2 (dois) anos.
creche, englobando as diferentes etapas do desenvolvimento da criança até 2 (dois) anos e 11 (onze) meses; e a Pré-Escola, com duração de 2 (dois) anos.
creche, englobando as diferentes etapas do desenvolvimento da criança até 3 (três) anos e 11 (onze) meses; e a Pré-Escola, com duração de 3 (três) anos.
creche, englobando as diferentes etapas do desenvolvimento da criança até 2 (dois) anos e 11 (onze) meses; e a Pré-Escola, com duração de 4 (quatro) anos.
Observadas as Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica – Resolução CEB/CNE n.º 02/2001 –, é CORRETO afirmar:
O atendimento aos alunos com necessidades educacionais especiais deve ser realizado em escolas específicas de Educação Especial, em qualquer etapa ou modalidade da Educação Básica.
As escolas da rede regular de ensino não podem criar classes especiais.
Nas classes especiais, o professor deve desenvolver o mesmo currículo desenvolvido nas classes comuns, sem qualquer adaptação que evidencie educação diferenciada.
O atendimento escolar desses alunos terá início na Educação Infantil, nas creches e pré-escolas, assegurando-lhes os serviços de Educação Especial sempre que se evidencie, mediante avaliação e interação com a família e a comunidade, a necessidade de atendimento educacional especializado.
Segundo a Resolução do Conselho Nacional de Educação, CNE/CP Nº 1, de 15 de maio de 2006, o Curso de Graduação em Pedagogia, licenciatura, destina-se à:
Formação de professores para exercer funções de magistério exclusivamente na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental, não competindo ao licenciado em Pedagogia atuar no Ensino Médio, na modalidade Normal, de Educação Profissional na área de serviços e apoio escolar.
Formação de professores para exercer funções de magistério na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental, não competindo ao licenciado em Pedagogia desenvolver atividades que compreendem participação na organização e gestão de sistemas e instituições de ensino.
Formação de professores para exercer funções de magistério na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental e em outras áreas profissionais nas quais sejam previstos conhecimentos pedagógicos. As atividades de organização e gestão de sistemas e instituições de ensino competem aos profissionais com, no mínimo, Mestrado em Educação.
Formação de professores para exercer funções de magistério na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental, nos cursos de Ensino Médio, na modalidade Normal, de Educação Profissional na área de serviços e apoio escolar e em outras áreas nas quais sejam previstos conhecimentos pedagógicos. As atividades docentes também compreendem participação na organização e gestão de sistemas e instituições de ensino.
De acordo com o Referencial Curricular para Educação Infantil, a atenção dada às noções matemáticas na educação infantil, ao longo do tempo, tem seguido orientações diversas que convivem, às vezes de maneira contraditória, no cotidiano das instituições. Dentre as orientações relacionadas a seguir, assinale a correta.
As crianças aprendem não só a matemática, mas todos os outros conteúdos, por repetição e memorização, por meio de uma sequência linear de conteúdos encadeados do mais fácil para o mais difícil.
A ampliação dos estudos sobre o desenvolvimento infantil e pesquisas realizadas no campo da educação matemática permitem a concepção de aprendizagem restrita à memorização, repetição e associação.
A conservação do número não é um pré‐requisito para trabalhar com os números e, portanto, o trabalho com conteúdos didáticos específicos não deve estar atrelado à construção das noções e estruturas intelectuais mais gerais.
Primeiro trabalha‐se o conceito no concreto para depois trabalhá‐lo no abstrato. O concreto e o abstrato se caracterizam como duas realidades dissociadas, em que o concreto é identificado com o manipulável e o abstrato com as representações formais, com as definições e sistematizações.
Na construção do conhecimento, as crianças utilizam diversas linguagens a partir das interações que estabelecem com outras pessoas e no meio em que vivem. Ou seja, o conhecimento não se constitui como cópia da realidade, mas sim por meio de intensa criação e significação.
Pelas suas próprias características, a criança, de acordo com o documento, ainda não é considerada um sujeito social e histórico, não sendo marcada pelo meio social no qual se insere e desenvolve.
A concepção de criança não abrange sua singularidade, como seres que pensam o mundo de acordo com as particularidades de sua natureza.
A criança não é considerada parte de uma organização familiar, e não pensa o mundo de um jeito próprio.