Questões de Concurso sobre Função conativa ou apelativa

 
 
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Marque a alternativa que preenche, corretamente, as lacunas do trecho seguinte:


No fragmento de “A Carta”, de Carlos Drummond, “a flexão do verbo “olhar” no __________________marca a presença da função __________________ da linguagem:”


A

indicativo, poética.


B

imperativo, conativa.


C

infinitivo, metalinguística.


D

subjuntivo, fática.

Quanto à classificação do gênero textual e à função da linguagem predominantes no texto apresentado, pode-se dizer que se trata de uma/um:


A

anúncio com função da linguagem referencial.


B

texto publicitário com função da linguagem conativa volitiva.


C

filme com função da linguagem fática.


D

propaganda com função da linguagem poética.


E

anúncio publicitário com função da linguagem apelativa coercitiva

Acerca do texto, analise as afirmativas.


I- Trata-se de um texto de caráter informativo em que a autora busca manter seu público atualizado sobre a leitura.

II- Os dois primeiros parágrafos limitam-se a expor argumentos comuns sobre os benefícios da leitura.

III- O objetivo central do texto é convencer seu leitor a se tornar um leitor contumaz.

IV- Além dos argumentos clássicos usados pelos professores e pais, o texto apresenta argumento de caráter científico a fundamentar sua intencionalidade.


Estão corretas as afirmativas


A

III e IV, apenas.


B

I, II e III, apenas.


C

I, II e IV, apenas.


D

I, II, III e IV.

Além da função poética, está presente no texto a função:


A

Fática;


B

Conativa;


C

Referencial;


D

Emotiva.

A forma verbal Levante, no 1o quadrinho, está no modo imperativo, expressando um convite, um apelo, assim como a destacada na frase:


A

Participem de nossa promoção de inverno.


B

Bombeiros encontram garoto desparecido.


C

Cidadãos elegem seus próximos representantes.


D

Pesquisadores investigam o novo fenômeno.


E

Contratam-se pedreiros para serviço temporário.

Analise o texto abaixo e assinale a alternativa quê contém a função da linguagem nele expressa:

-

Imagem associada para resolução da questão

-

http://ocorpo-humano.blogspot.com.br/2016/04/o-que-acontece-no-corpo-de-quem-caminha.html


A

Emotiva.


B

Metalinguística.


C

Conativa.


D

Fática.


E

Referencial.

Considerando o fator intencionalidade, a função de linguagem predominante no texto do cartaz é a


A

referencial ou informativa.


B

poética.


C

emotiva ou expressiva.


D

metalinguística.


E

conativa ou apelativa.

‘Tempos Anormais’

Vocês vão entender o título no final. Volto ao tema diante da repercussão da última coluna, que tratava da sessão do STF que julgou o pedido de habeas corpus do ex-presidente Lula. Por causa principalmente de um termo muito usado pelos ministros — “teratológico” —, poucas vezes recebi tantas mensagens, inclusive de colegas, a começar por minha diretora, que se referiu criticamente “ao uso vaidoso e pretensioso de nosso idioma”.

De Brasília, a também jornalista Patrícia Pinheiro mandou uma divertida crônica que termina assim: “muito obrigada por me fazer saber o que é teratológico e por me lembrar que temos dicionário em casa!”. Gerson Camarotti, que estava no plenário da Corte cobrindo a sessão, conta que perguntou para todos os companheiros o que era teratologia.

“Só fiquei mais tranquilo depois de perceber que eles também desconheciam aquela palavra da moda no Supremo. Você esclareceu a minha dúvida”. Então, digamos, foi uma retribuição a quem várias vezes por semana, no “Em pauta”, da GloboNews, esclarece as minhas dúvidas políticas.

Houve quem me gozasse: “Vai dizer que na Academia vocês também não usam termos difíceis?” Como outras instituições, temos os nossos códigos e usamos, sim, mas internamente, entre os pares, não em sessões televisionadas. A propósito, o poeta e acadêmico Geraldo Carneiro comentou que os juízes — “com exceção do Barroso e às vezes da Cármen Lúcia — têm a mania teratológica de falar difícil”.

Inclemente, ele lembrou os personagens que Molière chamou de “preciosas ridículas”. “Jamais usam o gerúndio, ao contrário de Camões, Vieira, Eça, Machado etc. Têm horror à fala das ruas, assim como têm horror ao cidadão comum”.

Dos inúmeros comentários recebidos, o mais surpreendente foi um, por sinal bem-humorado, transmitido através do WhatsApp de meu amigo Roberto D’Avila, porque o remetente não tinha meu endereço. Adivinhem de quem? Do ministro Luís Roberto Barroso, confessando ter apreendido o sentido de “mal secreto” lendo meu livro sobre a inveja com esse título. Ele usou a expressão contra o seu desafeto no famoso bate-boca da véspera (ainda bem que não citou o autor. Já imaginaram eu metido nessa briga como que tomando o partido contra um dos lados?. E que lado! Tremo só de pensar).

Barroso se disse “triste” com o episódio, acrescentando, que “ainda assim o humor ajuda”. E terminou com um exemplo para ajudar na definição do polêmico adjetivo: “teratológicos são os nossos tempos. Completamente anormais”.

Quanto a isso, não há dúvida.

Zuenir Ventura - O Globo, 28/03/2018

teratológico | adj.


te·ra·to·ló·gi·co

(teratologia + -ico)


adjetivo


1. Relativo a teratologia.

2. Que apresenta malformação. = MALFORMADO, MONSTRUOSO

"teratológico", in Dicionário Priberam da

Língua Portuguesa [em linha],


20082013, https://dicionario.priberam.org/teratol%C3%B3gico [consultado em 16-10-2018].

As funções da linguagem são importantes elementos da comunicação. Identifique a que foi utilizada no texto acima.


A

Metalinguística.


B

Referencial.


C

Fática.


D

Conativa.

A linguagem e a estrutura do texto permitem considerar que seu principal objetivo é:


A

Metalinguístico.


B

Informativo.


C

Persuasivo.


D

Narrativo.

Aponte a opção em que a frase seja exemplo de função apelativa.


A

Amo-a tanto que morreria por ela.


B

Por favor, venha comigo!


C

Amor é fogo que arde sem se ver.


D

Seu amor tornou-o distraído, desconcentrado.

No trecho: “Segundo dados do Ministério da Saúde (MS), a cada ano são aplicados, gratuitamente, cerca de 300 milhões de doses de 25 diferentes tipos de imunobiológicos em 36 mil salas de vacinação espalhadas por todo o País.”, quanto às funções da linguagem, prevalece a função:


A

Conativa


B

Referencial


C

Expressiva


D

Fática


E

Metalinguística

TERCETOS, I

Olavo Bilac


Noite ainda, quando ela me pedia

Entre dois beijos que me fosse embora,

Eu, com os olhos em lágrimas, dizia:


"Espera ao menos que desponte a aurora!

Tua alcova é cheirosa como um ninho...

E olha que escuridão há lá por fora!


Como queres que eu vá, triste e sozinho,

Casando a treva e o frio de meu peito

Ao frio e à treva que há pelo caminho?!


Ouves? é o vento! é um temporal desfeito!

Não arrojes à chuva e à tempestade!

Não me exiles do vale do teu leito!


Morrerei de aflição e de saudade...

Espera! até que o dia resplandeça,

Aquece-me com a tua mocidade!


Sobre o teu colo deixa-me a cabeça

Repousar, como há pouco repousava...

Espera um pouco! deixa que amanheça!"

- E ela abria-me os braços. E eu ficava.


Fonte: Disponível em: Acesso em 21 maio de 2018



O tom conativo é claramente percebido no discurso empreendido pelo eu lírico no poema de Olavo Bilac.

Tal tom é expresso no poema, principalmente, pela presença:


A

Das rimas utilizadas.


B

Das expressões de dúvida.


C

Das falas dos amantes.


D

Das frases exclamativas.


E

Dos verbos no Modo Imperativo.

Analise o texto abaixo e assinale a alternativa que contém a função da linguagem nele expressa:


Imagem associada para resolução da questão

http://textoemmovimento.blogspot.com.br


A

Referencial.


B

Emotiva.


C

Metalinguística.


D

Conativa.


E

Fática.

Das funções da linguagem enunciadas por Jakobson em seus trabalhos de comunicação, Kaufman e Rodríguez (1995) se apropriam de algumas que consideram pertinentes ao seu propósito. Dentre elas, há uma que é predominante em textos que objetivam a modificação do comportamento dos leitores.


Essa função da linguagem é a


A

apelativa.


B

informativa.


C

literária.


D

metalinguística.


E

referencial.

No texto, utiliza‐se o código linguístico para explicar fatos da própria língua, o que caracteriza a função da linguagem denominada


A

referencial.


B

conativa.


C

fática.


D

poética.


E

metalinguística.

Predominam, no texto, as funções da linguagem conhecidas como


A

Poética e emotiva


B

Fática e referencial


C

Apelativa e poética


D

Referencial e metalinguística.

Leia atentamente os seguintes fragmentos de textos:


I- “Os poemas são pássaros que chegam

não se sabe de onde e pousam

no livro que lês.

Quando fechas o livro, eles alçam voo

como de um alçapão.

Eles não têm pouso

nem porto;

alimentam-se um instante em cada

par de mãos e partem.”

(...)


Mário Quintana


II- “Alô, alô, marciano

Aqui quem fala é da Terra

Pra variar estamos em guerra

Você não imagina a loucura

O ser humano tá na maior fissura porque

Tá cada vez mais down o high society.”

(...)


Composição: Rita Lee/Roberto de Carvalho


III- Preciso Aprender a Ser Só


“Ah, se eu te pudesse fazer entender

Sem teu amor eu não posso viver

Que sem nós dois o que resta sou eu

Eu assim tão só

E eu preciso aprender a ser só

Poder dormir sem sentir teu amor

E ver que foi só um sonho e passou”

(...)


Composição: Marcos Valle/Paulo Sergio Valle


Assinale a alternativa que apresenta, pela ordem, a função da linguagem predominante em cada fragmento.


A

referencial – conativa – poética.


B

referencial – poética – conativa.


C

metalinguística – fática – emotiva.


D

emotiva – metalinguística – poética.

Dentre as funções da linguagem, a função conativa está praticamente ausente, o que pode ser verificado pela ausência de vocativos ou de verbos na segunda pessoa.


C

Certo


E

Errado

As funções da linguagem, dependendo do elemento de comunicação no qual a mensagem está predominantemente centrada, subdividem-se em seis tipos. Qual a função que predomina no texto da imagem abaixo?


Imagem associada para resolução da questão


A

Apelativa


B

Metalinguística


C

Fática


D

Referencial

Texto 1


Alteridade é colocar-se no lugar do mais fraco


Thiago Burckhart


A alteridade é uma das palavras que nascem nos contextos em que a figura do outro é negada. Trata-se de uma categoria que carrega na sua semântica a questão do “tu” (alter) e não do “eu” (ego), rompendo com o pensamento filosófico que colocava a figura do “ego” na centralidade do pensamento e da existência. Em sua essência, a alteridade – que também pode ser chamada de outridade – significa a condição do que é o outro, do que é distinto de mim. A implicação dessa categoria nos remete a necessidade de colocar-se no lugar do outro, de desenvolver o sentimento de empatia pelo outro, diferente de mim.

Estruturalmente a alteridade é uma tarefa ética, pois implica na reflexão sobre a condição humana deste outro, partindo do pressuposto que o outro não é um inimigo desumanizado, mas que deve ser visto como um ser humano ao mesmo tempo igual e diferente de mim. A experiência de se colocar no lugar do outro implica a conduta ética de perceber, a partir dos olhos deste outro, o mundo em que ele se insere, que é fruto de suas experiências, seus hábitos, sua história e seus conhecimentos. Num contexto marcado pela “falta de ética”, ou seja, a falta de uma reflexão sobre nossas ações, hábitos e costumes, a alteridade enquanto proposta torna-se difícil de concretizar-se.

Talvez, como afirma Márcia Tiburi, já estejamos acostumados com uma racionalidade técnica que domina o mundo, que se vale da pseudocomunicação de nosso tempo. Talvez as pessoas estejam agarradas a um tipo de materialidade das coisas e das mercadorias que não promove a transcendência, e não melhora o olhar sobre o mundo. Nesse sentido, a proposta da alteridade é também voltar-se à estética e (re)construir a sensibilidade perdida em meio a brutalidade da vida. Isso implica no deslocamento do ego e na criação de um elo com o outro, na superação de uma racionalidade irracional que tenta, a todo custo, nos governar e dominar.


Disponível em: http://justificando.cartacapital.com.br/2016/06/30/alteridade-e-colocar-se-no-lugar-do-mais-fraco/ Acesso em: 19/08/2017.


Com referência às relações sintático-semânticas estabelecidas entre termos oracionais, orações, períodos e parágrafos do Texto 1, julgue, como VERDADEIRO ou FALSO, os itens a seguir.


Em relação aos elementos que compõem o processo de comunicação e suas respectivas funções da linguagem, julgue, como VERDADEIRO ou FALSO, os itens a seguir.


No Texto 1, a função Apelativa ou Conativa da linguagem é evidenciada pela referência ao “tu”, presente no primeiro parágrafo.


C

Certo


E

Errado

   
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