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A função da linguagem predominante no infográfico denomina-se
expressiva.
imperativa.
referencial.
metalinguística.
Leia os textos seguintes.
Texto I
“Segundo Jakobson, é possível determinar funções da linguagem com base nas características dos textos e nas intenções do locutor. [...] A cada um dos elementos da comunicação [ele] associou uma função da linguagem: emotiva, conativa, referencial, metalinguística, fática e poética.” (CEREJA & COCHAR, 2013, p. 19).
Texto II
O QUE É UM BURACO NEGRO
Astro tão profundo e denso que capta até a luz.
No Texto II, uma das funções da linguagem se faz presente no discurso, pois a mensagem está centrada no próprio código.
É correto afirmar que a essa função dá-se o nome de
fática.
conativa.
referencial.
metalinguística.
O período “Consulte sempre o farmacêutico.”, ao revelar a finalidade principal do texto, coloca em evidência a função da linguagem denominada
A linguagem e a estrutura do texto permitem considerar que seu principal objetivo é:
Metalinguístico.
Informativo.
Persuasivo.
Injuntivo.
O texto apresenta uma temática atual. Neste contexto, a função de linguagem presente no texto desde a introdução até a conclusão é
fática.
poética.
conativa.
metalinguística.
referencial.
Leia a publicidade a seguir:

(Disponível em: <www.adnews.com.br> Acessado em: 03/11/2018.)
Considerando o fato de que a linguagem é uma forma de os indivíduos aprenderem as coisas do mundo e de se comunicarem, ela foi dividida teoricamente, para efeitos didáticos, em seis funções. Sabe-se que as linguagens se entrecruzam e, por isso, a pureza de um texto quanto a uma função específica pode nem sempre surtir efeito no contexto comunicativo.
Diante disso, marque a alternativa que direciona o leitor para a função da linguagem PREDOMINANTE na publicidade acima:
Função metalinguística, o autor do anúncio usou a linguagem para discorrer sobre ela mesma.
Função emotiva ou expressiva, porque está centrada no próprio emissor que exprime seus sentimentos, suas emoções diante de uma marca de sandália que, segundo a publicidade, todo mundo gosta.
Função poética, porque a preocupação do locutor não está na informação, mas na elaboração da mensagem, cujo objetivo é mostrar a beleza das sandálias.
Função conativa ou apelativa, porque a linguagem é trabalhada para convencer o leitor quanto ao objetivo do destinatário que é vender o produto. Para isso, utiliza-se do texto verbal que se entrecruza com o texto não verbal para dar mais credibilidade ao anúncio.
Função denotativa ou referencial, porque se prioriza, no texto, o dado concreto da mensagem, ou seja, é uma sandália que é tão boa que todo mundo usa e todo mundo gosta, inclusive no amigo secreto.
“Pensamos com o idioma; se é mal usado, pensaremos mal!” (Fernando Lázaro Carreter)
Para esse linguista, a função da língua escrita é:
preservar o saber construído;
produzir conhecimentos;
criar arte;
memorizar dados;
manter valores político-sociais.
Considerando as Figuras de Linguagem, na estrofe, a seguir, qual é a figura predominante?
“Ando devagar
Porque já tive pressa
E levo esse sorriso
Porque já chorei demais”
Elipse.
Silepse.
Anáfora.
Polissíndeto.
Em relação aos aspectos relativos à coesão textual, associe a segunda coluna de acordo com a primeira e, a seguir, assinale a alternativa com a sequência correta.
1. Dêixis Pessoal
2. Dêixis Textual
3. Dêixis Espacial
4. Dêixis Social
( ) Relação existente entre pessoas que participam do discurso e marcada por pronomes de tratamento - como “magnífico” por exemplo.
( ) Uso de expressões em dado enunciado para fazer referência a algum trecho do discurso em que este enunciado se encontra.
( ) Relação estabelecida a partir do uso de estruturas gramaticais, como os pronomes “eu” e “nós”, em determinados discursos.
( ) Uso de determinadas expressões gramaticais que, no discurso, auxiliam a demonstrar distanciamento entre os interlocutores.
2-3- 1 - 4.
3 - 1 - 4-2.
4-2 - 1 - 3.
1 - 4 - 3 - 2.
3 - 4 - 2 - 1.
Analise o texto abaixo e assinale a alternativa quê contém a função da linguagem nele expressa:
-

-
http://ocorpo-humano.blogspot.com.br/2016/04/o-que-acontece-no-corpo-de-quem-caminha.html
Emotiva.
Metalinguística.
Conativa.
Fática.
Referencial.
Leia o que propõe o texto publicitário.

Este texto publicitário tem objetivo didático, pois chama a atenção do leitor para um novo olhar que é preciso ter sobre o meio ambiente. Nesse sentido, além do foco no interlocutor, que caracteriza a função apelativa ou conativa da linguagem, representada, por exemplo, pelo verbo no imperativo, predomina nele a função referencial, cujo objetivo, em relação ao receptor, é o de
valorizar, em especial, os aspectos estéticos do texto.
despertar e enfatizar uma consciência ambiental.
transmitir uma informação objetiva da realidade.
estabelecer uma comunicação direta e objetiva.
Decisão de se colocar no lugar de quem deixa lixo na praia, ao levantar alegações possíveis dessas pessoas para justificar esse comportamento.
Defesa de que, considerando os dados relativos às toneladas de lixo recolhido no Rio, a solução seria o aumento do número e do volume de caçambas.
José Saramago entende que sua função como romancista é
estudar e imaginar a História em seus movimentos sincrônicos predominantes.
ignorar a distinção entre os tempos históricos para mantê-los vivos em seu passado.
buscar traçar uma linha contínua de sentido entre fatos dispersos em tempos distintos.
fazer predominar o sentido do tempo em que se vive sobre o tempo em que se viveu.
expressar as diferenças entre os tempos históricos de modo a valorizá-las em si mesmas.
‘Tempos Anormais’
Vocês vão entender o título no final. Volto ao tema diante da repercussão da última coluna, que tratava da sessão do STF que julgou o pedido de habeas corpus do ex-presidente Lula. Por causa principalmente de um termo muito usado pelos ministros — “teratológico” —, poucas vezes recebi tantas mensagens, inclusive de colegas, a começar por minha diretora, que se referiu criticamente “ao uso vaidoso e pretensioso de nosso idioma”.
De Brasília, a também jornalista Patrícia Pinheiro mandou uma divertida crônica que termina assim: “muito obrigada por me fazer saber o que é teratológico e por me lembrar que temos dicionário em casa!”. Gerson Camarotti, que estava no plenário da Corte cobrindo a sessão, conta que perguntou para todos os companheiros o que era teratologia.
“Só fiquei mais tranquilo depois de perceber que eles também desconheciam aquela palavra da moda no Supremo. Você esclareceu a minha dúvida”. Então, digamos, foi uma retribuição a quem várias vezes por semana, no “Em pauta”, da GloboNews, esclarece as minhas dúvidas políticas.
Houve quem me gozasse: “Vai dizer que na Academia vocês também não usam termos difíceis?” Como outras instituições, temos os nossos códigos e usamos, sim, mas internamente, entre os pares, não em sessões televisionadas. A propósito, o poeta e acadêmico Geraldo Carneiro comentou que os juízes — “com exceção do Barroso e às vezes da Cármen Lúcia — têm a mania teratológica de falar difícil”.
Inclemente, ele lembrou os personagens que Molière chamou de “preciosas ridículas”. “Jamais usam o gerúndio, ao contrário de Camões, Vieira, Eça, Machado etc. Têm horror à fala das ruas, assim como têm horror ao cidadão comum”.
Dos inúmeros comentários recebidos, o mais surpreendente foi um, por sinal bem-humorado, transmitido através do WhatsApp de meu amigo Roberto D’Avila, porque o remetente não tinha meu endereço. Adivinhem de quem? Do ministro Luís Roberto Barroso, confessando ter apreendido o sentido de “mal secreto” lendo meu livro sobre a inveja com esse título. Ele usou a expressão contra o seu desafeto no famoso bate-boca da véspera (ainda bem que não citou o autor. Já imaginaram eu metido nessa briga como que tomando o partido contra um dos lados?. E que lado! Tremo só de pensar).
Barroso se disse “triste” com o episódio, acrescentando, que “ainda assim o humor ajuda”. E terminou com um exemplo para ajudar na definição do polêmico adjetivo: “teratológicos são os nossos tempos. Completamente anormais”.
Quanto a isso, não há dúvida.
Zuenir Ventura - O Globo, 28/03/2018
teratológico | adj. te·ra·to·ló·gi·co (teratologia + -ico) adjetivo 1. Relativo a teratologia. 2. Que apresenta malformação. = MALFORMADO, MONSTRUOSO "teratológico", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 20082013, https://dicionario.priberam.org/teratol%C3%B3gico [consultado em 16-10-2018]. |
As funções da linguagem são importantes elementos da comunicação. Identifique a que foi utilizada no texto acima.
Metalinguística.
Referencial.
Fática.
Conativa.
Assinale a alternativa CORRETA que corresponda a função da linguagem presente na passagem extraída do texto.
“A ideia chegou ao Brasil há três anos, promovida pela Associação Cidade Escola Aprendiz. Diversas instituições e fundações absorvem a ideia, dentre elas a Fundação Vale, que desenvolve projetos em municípios localizados nas áreas de operação da Vale.”
Função Referencial ou Denotativa.
Função Emotiva ou Expressiva.
Função Poética.
Função Conativa ou Apelativa.
Indique a alternativa em que o exemplo dado corresponde à figura de linguagem pedida:
Ironia: Ele foi para o reino dos céus.
Comparação: Meu primo é um Hércules.
Aliteração: ”Chove chuva choverando”.
Sinestesia: Chorou rios de lágrimas.
Gradação: Adoro o cheiro áspero das flores.
No que se refere às funções da linguagem, assinale a alternativa correspondente à função identificada no texto.
Referencial
Poética
Fática
Conativa
Metalinguística
A corrente da linguística que concebe que as línguas humanas são sistemas computacionais que ganham corpo biologicamente como órgãos da mente/cérebro, possuem natureza modular e operam de forma mais ou menos autônoma, é denominada de
automatismo.
semântica.
formalismo.
linguística computacional.
gerativismo.
Assinale a alternativa em que a identificação da expressão em destaque como recurso coesivo NÃO corresponde a esse funcionamento no texto.
Com a expressão O incêndio da Quinta da Boa Vista (ℓ.11), ocorre a retomada da oração adjetiva explicativa que encerra o primeiro parágrafo.
Na expressão um equipamento dessa importância (ℓ.31), usa-se um substantivo masculino com sentido genérico para a retomada do referente Museu Nacional.
Com a expressão essas ações (ℓ.44), os referentes preservação do patrimônio cultural nacional (ℓ.40-41) e salvaguarda dos nossos bens culturais (ℓ.41-42) são retomados através de um substantivo designando genericamente processos verbais.
Com o segmento o recente incidente (ℓ.47), retoma-se o fato apresentado no primeiro parágrafo (ℓ.5-10) sob uma perspectiva de neutralidade.
Na expressão um "abraço ao patrimônio" (ℓ.52), emprega-se um substantivo denotando uma ação verbal como sinônimo para o referente Museu Nacional.
Cotovia
Alô, cotovia!
Aonde voaste,
Por onde andaste,
Que saudades me deixaste?
– Andei onde deu o vento.
Onde foi meu pensamento
Em sítios, que nunca viste,
De um país que não existe...
Voltei, te trouxe a alegria.
Os melhores poemas de Manuel Bandeira. SP, Global, 1994, p. 130.
Em cada mensagem, podem-se encontrar elementos envolvidos correspondentes a diferentes funções da linguagem. Pela estrutura linguística, marcada tanto pelas formas verbais e pronominais, quanto pelo emprego de figuras de linguagem, na estrofe predominam as funções da linguagem
apelativa e fática, centradas no receptor e no contato.
emotiva e poética, centradas no emissor e na mensagem.
referencial e apelativa, centradas no contexto e no contato.
emotiva e metalinguística, centradas no emissor e no código.
poética e referencial, centradas na mensagem e no contexto.