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Leia o trecho da música Canto Para Minha Morte, escrita por Paulo Coelho e Raul Seixas:
Qual será a forma da minha morte?
Uma das tantas coisas que eu não escolhi na vida
Existem tantas
Um acidente de carro
O coração que se recusa a bater no próximo minuto
A anestesia mal aplicada
A vida mal vivida, a ferida mal curada, a dor já envelhecida
O câncer já espalhado e ainda escondido, ou até, quem sabe
Um escorregão idiota, num dia de sol, a cabeça no meio-fio
(RAUL SEIXAS, PAULO COELHO. Canto para minha morte. Rio de Janeiro. Universal Music, 1976.
O trecho acima faz uso de uma figura de linguagem marcadas pela progressão de ideias até a atingir um clímax. Assinale qual figura de linguagem é essa:
Zeugma.
Gradação.
Metonímia.
Metáfora.
Hipérbole.
Leia o poema.
Livros e flores - Machado de Assis
Teus olhos são meus livros.
Que livro há aí melhor,
Em que melhor se leia
A página do amor?
Flores me são teus lábios.
Onde há mais bela flor,
Em que melhor se beba
O bálsamo do amor?
As figuras de linguagem são recursos utilizados na linguagem para dar expressividade, enfatizar ideias, criar imagens vívidas, transmitir sentimentos e tornar a comunicação mais impactante e artística. Assim sendo, em "teus olhos são meus livros" e "flores me são teus lábios", nota-se a predominância de qual figura de linguagem?
Eufemismo.
Pleonasmo.
Antítese.
Comparação.
Metáfora.
Relacione adequadamente o nome da figura de linguagem ao seu respectivo exemplo.
1. “As nuvens se clareando sob um sol às vezes pálido como uma lua, [...]” (11º§)
2. “Mas quantas vezes a insônia é um dom.” (6º§)
3. “E tomo café com gosto, toda sozinha no mundo.” (8º§)
4. “E sinto-me feliz por nada, por tudo.” (11º§)
5. "[...] a casa vai acordando e há o reencontro com meus filhos sonolentos.” (11º§)
( ) Comparação.
( ) Metáfora.
( ) Eufemismo.
( ) Paradoxo.
( ) Prosopopeia.
A sequência está correta em
1, 2, 3, 4, 5.
2, 5, 1, 3, 4.
5, 4, 3, 2, 1.
3, 1, 4, 5, 2.
Considere o trecho a seguir extraído do 3º quadrinho do texto II.
“A ciência me chama!”
Assinale a alternativa cuja classificação da figura de linguagem presente na fala da personagem Susanita está correta.
Metáfora.
Hipérbole.
Eufemismo.
Personificação.
Em “Esse grupo especializado se movimenta usando todos os seus tentáculos” (Último parágrafo), observa-se o uso de
metáfora.
personificação.
hipérbole.
sinestesia.
eufemismo.
Ao dizer que o trabalho no elevador tinha “seus altos e baixos”, o ascensorista empregou uma figura de linguagem baseada em uma relação de similaridade, que é a:
metáfora
metonímia
eufemismo
pleonasmo
Em “Se querer inventar outra realidade é ser louco, faremos da nossa loucura nossa força para a luta!” (17º§), a figura de linguagem evidenciada é:
Antítese.
Metáfora.
Hipérbole.
Metonímia.
Quando alguém fala para um adulto: “Você é muito criança”, está sendo utilizada uma:
Metáfora.
Metonímia.
Comparação.
Prosopopeia.
Sinestesia.
Qual é a figura de linguagem utilizada nesse excerto da canção "Meteoro" de Luan Santana.
“Você é raio de saudade,
Meteoro da paixão (...)”
metonímia
hipérbole
sinestesia
metáfora
Há muitas novas tecnologias que pretendem otimizar o sono.
A figura de linguagem predominante na frase em questão chama-se:
Catacrese.
Prosopopeia.
Metonímia.
Metáfora.
Qual figura de linguagem está presente na frase: "O sorriso dele era um arco-íris no meu dia."
Metáfora.
Prosopopeia.
Hipérbole.
Metonímia.
Em “Se o Brasil de hoje ainda impõe diversas barreiras para médicas negras, imagine o desenho do país em 1909!” (Linhas 17-19), apresenta-se a seguinte figura de linguagem:
hipérbole em “em 1909!”
ironia em “ainda impõe diversas barreiras”
pleonasmo em “hoje ainda”
eufemismo em “médicas negras”
metáfora em “o desenho do país”
No título, o termo entre aspas constitui exemplo de
metáfora.
prosopopeia.
metonímia.
sinestesia.
hipérbole.
Acerca dos recursos de linguagem utilizados pelo autor, considere as afirmativas a seguir.
I. Ao citar que Futebol “é o ópio do povo”, o autor recorre a um recurso chamado de intertextualidade.
II. Ao recorrer à explicação de “viralatismo”, o autor nega que o Brasil seja a única “sociedade que pouco crê em si mesma”.
III. Ao dizer que “Somos feitos de roupagens e cada vestimenta revela uma outra fantasia”, há emprego de metáforas para explicar o que se pretende.
IV. Em “Viva a Argentina e viva esse jogo que nos ajuda a vencer a finitude”, o autor recorre à ironia para finalizar seu texto.
Assinale a alternativa correta.
Somente as afirmativas I e II são corretas.
Somente as afirmativas I e IV são corretas.
Somente as afirmativas III e IV são corretas.
Somente as afirmativas I, II e III são corretas.
Somente as afirmativas II, III e IV são corretas.
Assinale a opção em que a figura de linguagem está corretamente indicada:
“Todos os livros escritos no mundo.” (1º§) - Sinédoque.
“A Biblioteca de Alexandria era uma alavanca.” (3º§) - Metáfora.
“A filosofia é mulher” (3º§) - Personificação.
“[...] combustível para a água quente dos alexandrinos.” (4º§) - Metonímia.
“[...] feridas no corpo da nossa história.” (4º§) - Antonomásia.
Todas as frases abaixo trazem metáforas ou comparações; a opção em que o motivo da comparação está identificado de forma adequada, é:
Meu pai sempre trabalhou como um escravo / com baixos salários;
O carro passou pela avenida como um foguete / soltando fogo pelo cano traseiro;
O menino declarou que a avó parecia uma bruxa / andava com uma vassoura;
Em sala de aula, meu professor de História parecia uma biblioteca / carregava muitos livros consigo;
A sala de jantar dos meus avós era tal qual um museu / cheia de coisas velhas e malcuidadas.
No texto de Rubem Alves, existem algumas metáforas, ou seja, “figura de linguagem que consiste em estabelecer uma analogia de significados entre duas palavras ou expressões, empregando uma pela outra”. Assinale a alternativa em que essa analogia é INCORRETA.
A “fome” se relaciona à curiosidade.
O “queijo” corresponde ao conhecimento.
A “faca” alude aos meios, aos instrumentos.
A “cozinheira” remete àqueles que buscam conhecer.
Pode-se afirmar que há um claro exemplo de metáfora no seguinte verso da música:
Já lhe dei meu corpo, minha alegria.
Que ele é um pote até aqui de mágoa.
Olha a veia que salta.
Já estanquei meu sangue quando fervia.
José Carlos de Azeredo (2008, p. 483) afirma: “Podemos definir figuras de linguagem como formas simbólicas ou elaboradas de exprimir ideias, significados, pensamentos etc., de maneira a conferir-lhes maior expressividade, emoção, simbolismo etc., no âmbito da afetividade ou da estética da linguagem”.
Acerca do tema figuras de linguagem e/ou sua ocorrência no Texto I, assinale a alternativa que contém uma afirmação INCORRETA:
Fonte: AZEREDO, José Carlos. Gramática Houaiss da Língua Portuguesa. São Paulo: Publifolha, 2008.
As figuras de linguagem podem ser classificadas em figuras de palavras, figuras de sintaxe, figuras de pensamento e figuras de som.
Figuras de linguagem podem ser usadas não apenas com fins estéticos, mas também com fins argumentativos ou apelativos.
Em “E a própria vaidade o remunerava. Cada qual era um pavão enfático”, temos, por meio de metáfora que aproxima os campos semânticos do humano e da ave, a afirmação de que os profissionais de jornalismo a que se referia o autor do texto eram vaidosos.
Em “Falei no demônio e pode parecer que foi o Príncipe das Trevas que criou a nova moda. Não, o abominável Pai da Mentira não é o autor do copy desk”, a antonomásia não estabelece cadeia coesiva referencial.
Em “Era óbvio que o crime trazia, em seu ventre, uma tragédia nacional”, a expressão “trazer no ventre” é usada de forma conotativa, calcada numa associação metafórica do tipo "trazer no ventre é gerar".
A figura de linguagem não foi nomeada corretamente em:
"Infelizmente, depois de tudo, me amputei, ( ... )" (hipérbole).
"( ... ) mas elas são filhas do ventre da minha alma." (metáfora).
"Estou indo embora deste planeta sem medo." (eufemismo).
"A doença se espalhou e chegou aos ossos." (zeugma).
"Não sou mãe de sangue,( ... )" (silepse).